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sábado, 4 de março de 2017

O grupo gay da Bahia quer fazer da Bahia uma nação homossexual

1) Verdery, em seu artigo Para onde vão as nações e o nacionalismo?, falava em nação homossexual.

2.1) O grupo gay da Bahia está louco para mudar esta expressão.

2.2) Se o estado da Bahia fosse tomado como se fosse religião, a Bahia estaria separada do Brasil. E bahiano seria a nacionalidade.

2.3) Uma das mudanças na linguagem seria a expressão feito nas coxas. Se a Bahia fosse uma nação homossexual, tudo conteria esta expressão: made by ânus. E o produto do ânus é merda. 

Moral da história

3.1) As pessoas precisam compreender que não se governa um povo conforme preferências sexuais, sejam elas hetero, homo, bi, bestialidade, etc.

3.2) A sexualidade é uma característica que deve se manter preferivelmente em foro privado, para que não se transforme a sociedade numa grande suruba, em que pessoas deixam em segundo plano sua vida espiritual, profissional, familiar e almejarem apenas os desejos libidinosos sem fim.

3.3) Um dos fundamentos para se tomar o país como se fosse uma religião é justamente para se promover o amor livre. E isso é revolucionário, pois divide uma casa, ainda que ampliada ou ampliadíssima.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.

Somos todos animais confinados em baias (baianos)

1) O Brasil não é mais dividido em 26 estados e mais o distrito federal. A "fede-ração" é dividida em 27 baias.

2) Se há um suposto povo brasileiro na cabeça dos comunistas, então esse povo é o gado que mora nas baias (o curral eleitoral). E como disse, os animais que habitam as baias são baianos (já disse que o baiano - o que nasce na Bahia - é, na verdade, bahiense, enquanto bahiano é quem faz da Bahia uma religião, o que fomenta separatismo)

3) Nas baias, o povo é visto como um órgão que só confirma as decisões do governo ou a manutenção do governante que vive fazendo assistencialismo, ao dar lavagens para os porcos enquanto assalta os cofres públicos. O povo não é visto como parte da família, como temos na monarquia - na república, o povo é visto como gado, já que os estados não passam de baias, de lugares onde os animais permanecem confinados até o abate - e o abate é o comunismo.

4) Nas baias não há autonomia, pois o povo é visto como gado. Eles pensam que a humanidade é passiva, tal como são os bois. Por isso, a República é totalitária - e já tivemos vários presidentes que foram verdadeiros carniceiros. E um desses abatedouros de gado se dá no SUS - no Sistema Único de Saúde. Para essa gente, a vida não tem valor - a tal ponto que querem matar aquele que ainda não nasceu, de modo a causar vazio demográfico, já que uma floresta é mais importante que o ser humano nativo ou habitante desta terra.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 2017.

Balanço de um ano de conversas no twoo

1) Tenho tido conversas muito melhores com gente que tem pouca instrução do que com gente que tem curso superior e que adora bancar o intelectual de facebook.

2) Se meu trabalho deve ir ao povo, então fiz muito bem ir ao Twoo e abrir minha página de escritor no facebook.

3) Estou sempre conversando no twoo. Mais do que buscar uma namorada, estou buscando boas conversas.

4) Para se chegar ao namoro, o primeiro grau do relacionamento é a amizade. É na amizade que começa a conversão - se isso é servir a Cristo em terras distantes, então estou fazendo esse trabalho muito bem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.

Notas sobre um paralelo que pode ser traçado entre a pichação e a tatuagem

1) Os esquerdistas pensam que pichação é intervenção urbana, da mesma forma que tatuagem é intervenção humana sobre o corpo, visto como se ele fosse uma propriedade.

2.1) O corpo é templo provisório da alma. Um dia esse corpo vai morrer e a alma vai voltar para Deus, dado que o corpo é morada do ser que vive em conformidade com o Todo que vem de Deus - por isso, qualquer intervenção humana na morada do ser implicará dano permanente à alma e integridade moral do ser que habita aquele corpo.

2.2.1) Por isso, as tatuagens são riscos morais e uma ocasião de pecado, visto que causar dano a esse templo da alma é pecado contra a bondade de Deus.

2.2.2) Como já foi dito antes pelo colega Roberto Santos, os que se tatuaram antes de conhecer a verdade estavam presos a uma ignorância invencível fundada na liberdade voltada para o nada - por isso, esses pecados são perdoáveis.

2.2.3) O mesmo não pode ser feito com relação a quem faz isso de maneira deliberada e intencional, pois aí Deus não perdoa. Por trás da cultura da tatuagem, há a cultura do sado-masoquismo, pois a pessoa está tão acostumada a sentir dor que acaba gostando - e isso não é de Deus. E o sado-masoquismo tem profunda relação com o satanismo.

3.1) No caso dos edifícios, eles são moradas de várias pessoas, seja para se viver a vida interior, seja para se exercer uma vocação de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar.

3.2) Enquanto um corpo é um invólucro provisório, o edifício é um invólucro permanente que suporta gerações de seres humanos ao longo do tempo. É justamente porque uma casa pode se perpetuar no tempo que temos sucessão entre pessoas, tanto na via da compra e venda quanto pela via da herança.

3.3.1) Se a tatuagem é uma agressão singular, a pichação é uma agressão não só a esse invólucro da vida gregária, mas também à tradição que pode decorrer da passagem de várias gerações ao longo da vida, pois acabará atentando contra a memória das pessoas que moraram ou trabalharam naquela edificação e que escreveram uma história de vida ali.

3.3.2) Por isso que pichação é atentado contra a democracia dos mortos.

3.3.3) E quem picha um monumento antigo não respeita a figura de quem o edificou, dado que este indivíduo está morto, e nem das pessoas que tomaram o país como um lar tendo por referência os monumentos que nos fazem lembrar do passado.

3.3.4) E quem não honra os mortos é incapaz de honrar os vivos, tal como vemos nas tatuagens.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017 (data da postagem original).

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Um homem casado servindo a Cristo em terras distantes precisa ter uma mulher que saiba esperar

1) Quando se faz algo pelo bem do Brasil, as coisas são fundadas na eternidade - e neste ponto estamos sujeitos às coisas que decorrem no tempo de Deus e não no nosso. E uma vez feitas as coisas, voltar pra casa é uma justa recompensa.

2) Quem não tem esse senso de esperança acaba confundindo isso com abandono ou indiferença. Eu aprendi essa lição no meu primeiro namoro. Minha namorada não sabia esperar. Por isso que ela vivia me enchendo a paciência - e eu acabei terminando com ela.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.

Baiano é brasileiro duas vezes? Notas sobre isso

1) Dizem que baiano é brasileiro duas vezes.

2) Se tomarmos o Brasil tal como o mundo entende, quinhentista e "independente" desde 1822, então ser nativo desta terra é ser apátrida.

3) Se o nativo desta terra é apátrida, então o baiano, que é brasileiro duas vezes, é apátrida duas vezes.

4.1) A maior prova disso é que Ruy Barbosa foi um dos arquitetos da República, este regime maldito que gerou apatria sistemática - e a Bahia acabou se reduzindo a uma verdadeira baia da República. 

4.2) Na época do império, quem vinha da Bahia era geralmente alguém muito inteligente; hoje, se você encontrar alguém inteligente vindo da Bahia, é bom você dar graças a Deus, pois lá a coisa está feia.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.

Notas sobre gramática política - por que precisamos restaurar o português imperial?

1) O Estado da Bahia é com "h". Logo, o nativo do referido estado é "bahiense". Bahiano é quem faz do estado uma ideologia, a ponto de converter naturalidade em nacionalidade - e quando a província é tomada como se fosse religião, nós temos separatismo.

2.1) Há em português uma outra palavra: baia, que é um lugar onde os animais são confinados. E baiano, que eu saiba, é o sujeito que trabalha numa baia ou que faz da baia o seu lar, tal qual um animal.

2.2) Há quem diga que o lixeiro, de tanto lidar com o lixo, acaba incorporando o espírito que é próprio da lixeira - a mesma verdade se aplica a quem trabalha numa baia, pois é de tanto lidar com animais que ele acaba se reduzindo a um verdadeiro animal.

2.3) E o povo daquele estado se reduz a um verdadeiro curral eleitoral.  Se formos olhar para a realidade, o povo da Bahia está entre os que mais são apátridas - antigamente, mandava gente inteligente; hoje, só manda gente burra.

3) Se para bom entendedor um pingo é letra, então bahiano sem "h" indica que os nascidos naquele estado perderam a sua dignidade humana - essa gente não passa de animais, pois a Bahia se tornou a baia da República, já que o povo de lá se reduziu a gado, a curral eleitoral.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.