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sexta-feira, 14 de maio de 2021

Histórias da pandemia de peste chinesa no Brasil - notas sobre esta lição decorrente da experiência de Bruno Covas como prefeito de São Paulo

 1) Durante a pandemia, o então prefeito Bruno Covas abriu várias covas em São Paulo para enterrar os que morreriam pela peste chinesa, causando um tremendo terror psicológico na população, já que muita gente acreditava que essa doença mataria aos milhões.

2) Com o tratamento precoce de hidroxicloroquina ou azitromicina, ivermectina e zinco, muita gente se salvou da doença. Os comunistas do google e do facebook tentaram satanizar os remédios, mas nada calou nem calará a verdade.

3) Em razão da tirania e do terrorismo psicológico que Covas praticou contra o povo de São Paulo, uma das covas que ele abriu lhe servirá de sepultura, já que ele morreu de câncer. Eis a ironia da História: Deus agiu e o puniu com a morte eterna por conta de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de fazer da ciência e da técnica matéria da ideologia, causa da politicagem nefasta.

4) Se nome é destino, então Covas cumpriu sua vocação: foi um mau político, digno de ser esquecido. E agora ele está morto e enterrado - e ninguém se lembrará dele. Ao contrário de Vargas, ele saiu da vida para ser esquecido, pois, como prefeito, ele não fez nada de bom ao povo. E vai prestar contas a Deus por isso no dia do juízo final, a ponto de receber a danação eterna por causa disso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de maio de 2021 (data da postagem original).

segunda-feira, 22 de março de 2021

Notas sobre os problemas que a damnatio memoriae causa

 1) Os romanos, quando tiveram o desprazer de serem governados por Nero, fizeram de tudo para apagar da memória pública a lembrança desse mau imperador. Eles esqueceram de ver o que não se vê: um mau imperador é como um vírus - depois que você fica doente, você está naturalmente vacinado contra tiranos como ele. E para que haja uma melhor vacinação de rebanho, é preciso ensinar história de tal maneira que isso não seja esquecido, pois podemos ser escravizados por gente que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de proscrever o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem da ordem pública. É assim que se separa homens como Salazar de tiranos como Dória, pois ditadura (ou defesa da república - aqui pensada como bem comum fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes, tal como vemos em Ourique - em tempos de crise) não é tirania.

2) Quando tiver filhos, vou ensiná-los a odiar os inimigos do Brasil. Vou ensiná-los a odiar a figura de Deodoro, de Floriano, de Getúlio, de Lula, de Dória, Witzel, de FHC, de JK, de Brizola e outros. É odiando esses ícones do mau exemplo, a ponto de metralhar a foto de cada um deles na galeria de tiros, que se vacina um filho contra o próximo animal que mente que vai perpetuar a tradição de tiranias e desmandos da república brasileira. 

3.1) Quando minha mãe me diz que eu não posso odiar alguém, ela está condenando a memória dos maus ao esquecimento em nome do humanismo ou do bom mocismo - e isso não é cristão, já que Ele veio ao mundo para trazer a espada. Foi por conta dessa gente que conservou o que é conveniente e dissociado da verdade que nos tornamos um país miserável, a ponto de sofrermos da síndrome do Filho Pródigo, o que muitos chamam de independência do Brasil. E isso precisa acabar. 

3.2) Eu vou restaurar a unidade do Império fundado para Cristo em Ourique. Assim como devemos amar todos aqueles que foram amigos de Deus sem medida, devemos odiar os que nos afastaram da missão de servir a Cristo em terras distantes, a razão de ser de nossa fundação enquanto pátria. E como católico, serei tão radical nisso a ponto de bloquear um sujeito qualquer que vier com bom mocismo ou com respeito humano pra cima de mim, pois esse tipo de pessoa não sabe do que se trata a minha ação, uma vez que virou idiota útil a serviço do mundo e do diabo, em forma de mentalidade revolucionária.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 22 de março de 2021 (data da postagem original).