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quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Cientistas descobrem novos segredos do concreto romano que explicam a sua incrível durabilidade


"Uma massa rochosa única, impermeável às ondas e a cada dia mais forte" - Gaius Plinius Secundus (23-79 a.C.), cientista e autor Romano, em uma nota descrevendo o concreto dos Antigos Romanos.

1) O concreto produzido pelos Antigos Romanos é invejado hoje pela engenharia. Por mais de 2 mil anos, sob exposição de zonas sísmicas, águas marinhas e ondas do mar, variações climáticas e outros agentes potencialmente erosivos, estruturas construídas com esse poderoso material persistem inabaláveis. Textos antigos fornecem detalhes não totalmente esclarecidos da receita usada para a argamassa, e as propriedades e características do material produzido pelos Antigos Romanos ainda são explorados pela comunidade científica. Aliás, em contato contínuo com água marinha, o concreto Romano não torna-se mais frágil, pelo contrário, sua estrutura fica mais forte com o tempo devido a dinâmicas cristalinas e iônicas em sua estrutura.

2) Em um recente estudo publicado na Science Advances, pesquisadores encontraram que certos fragmentos brancos que impregnam a estrutura do concreto Romano - ao invés de imperfeições e resultado de limitações técnicas como tradicionalmente pensado - fornece não apenas outro mecanismo de fortalecimento desse material ao longo do tempo como também importante capacidade regenerativa. Esses fragmentos são ricos em cálcio (ex.: carbonato de cálcio na forma de calcita) e, quando expostos à água (seja atmosférica ou corrente) acabam se dissolvendo e preenchendo eventuais rachaduras no concreto. Em laboratório, os pesquisadores conseguiram recriar uma versão moderna inspirada no concreto Romano - provavelmente corroborando que os antigos Romanos usavam uma mistura quente de argamassa via excesso de cal viva - e confirmaram essa habilidade, inexistente no concreto moderno tradicional (Portland).

3) Para quem quiser mais detalhes sobre o achado, o concreto Romano (e sua receita proposta) e referências acadêmicas, acesse a matéria completa no comentário em destaque:

https://www.saberatualizado.com.br/2017/07/antigos-romanos-nos-ensinando-fazer.html?fbclid=IwAR11e6R5w0_yq51uHqou4XdBPEK6eGsQBKTOp_nd-AXxO-mOU6zW2v84maM

Fonte: https://www.facebook.com/VamosFalarDeCiencia/posts/pfbid0zv4oHGNC27YhMzoapPUYsVYtRkX9fm2vkS8U29pHbtismbdQ3Wn3RqPhYgVnLmtwl?__cft__[0]=AZVVRRIdlzl6HW2Wig8QmVAwXj2r-2A350YStWjmBrIn8f_Y7P1nr55gmfmqzjQrWzj2bmx_oM1RGT9kuRvAIQMvMJR36bK8l_Vr0C18qDAPlT2UIPtQYEL1EGhB-FUEWjDaBc5x-p6zAhAKJWxpa2K9&__tn__=%2CO%2CP-R

segunda-feira, 22 de março de 2021

Notas sobre os problemas que a damnatio memoriae causa

 1) Os romanos, quando tiveram o desprazer de serem governados por Nero, fizeram de tudo para apagar da memória pública a lembrança desse mau imperador. Eles esqueceram de ver o que não se vê: um mau imperador é como um vírus - depois que você fica doente, você está naturalmente vacinado contra tiranos como ele. E para que haja uma melhor vacinação de rebanho, é preciso ensinar história de tal maneira que isso não seja esquecido, pois podemos ser escravizados por gente que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de proscrever o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem da ordem pública. É assim que se separa homens como Salazar de tiranos como Dória, pois ditadura (ou defesa da república - aqui pensada como bem comum fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes, tal como vemos em Ourique - em tempos de crise) não é tirania.

2) Quando tiver filhos, vou ensiná-los a odiar os inimigos do Brasil. Vou ensiná-los a odiar a figura de Deodoro, de Floriano, de Getúlio, de Lula, de Dória, Witzel, de FHC, de JK, de Brizola e outros. É odiando esses ícones do mau exemplo, a ponto de metralhar a foto de cada um deles na galeria de tiros, que se vacina um filho contra o próximo animal que mente que vai perpetuar a tradição de tiranias e desmandos da república brasileira. 

3.1) Quando minha mãe me diz que eu não posso odiar alguém, ela está condenando a memória dos maus ao esquecimento em nome do humanismo ou do bom mocismo - e isso não é cristão, já que Ele veio ao mundo para trazer a espada. Foi por conta dessa gente que conservou o que é conveniente e dissociado da verdade que nos tornamos um país miserável, a ponto de sofrermos da síndrome do Filho Pródigo, o que muitos chamam de independência do Brasil. E isso precisa acabar. 

3.2) Eu vou restaurar a unidade do Império fundado para Cristo em Ourique. Assim como devemos amar todos aqueles que foram amigos de Deus sem medida, devemos odiar os que nos afastaram da missão de servir a Cristo em terras distantes, a razão de ser de nossa fundação enquanto pátria. E como católico, serei tão radical nisso a ponto de bloquear um sujeito qualquer que vier com bom mocismo ou com respeito humano pra cima de mim, pois esse tipo de pessoa não sabe do que se trata a minha ação, uma vez que virou idiota útil a serviço do mundo e do diabo, em forma de mentalidade revolucionária.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 22 de março de 2021 (data da postagem original).