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domingo, 31 de dezembro de 2017

Advertência aos leitores

1) Não esperem de mim uma explicação da História do Brasil neutra - até porque creio na aliança do altar com o trono edificada em Ourique e a ela sou fiel. Sou pró-Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e tentarei explicar a história com o objetivo de formar uma classe intelectual e política que busque reverter o ato de apatria praticado por D. Pedro I, chamado erroneamente de "independência do Brasil"

2) Não tomo o Brasil como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Como o Brasil "independente" depende desse culto para existir, então o que vocês verão em mim será uma explicação sobre a gênese dessa anticivilização surgida da traição que D. Pedro I fez a seu pai, D. João VI, e a tudo o que foi fundado em Ourique.

3.1) Eu sou católico e escrevo de católico para católico. Por isso escreverei a história do Brasil olhando para os problemas que decorreram do povoamento desta terra distante, tão distante a tal ponto que dizer o direito e fazer o bem através da justiça era algo bem complicado, pois as demandas judiciais eram grandes e o banditismo era enorme.

3.2) Como a ocasião faz o ladrão, então isso acabou moldando o imaginário nacional, a tal ponto que a literatura nacional registra isso muito bem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2017.

Se não houve feudalismo em Portugal, então toda explicação marxista, que necessita do feudalismo para existir, é falsa

1) O Brasil foi povoado por Portugal de modo a ser tomado como um lar em Cristo, por força do que houve em Ourique. Foi uma província, um Estado, um vice-reinado até tornar-se Reino Unido a Portugal e Algarves.

2) Em Portugal não houve feudalismo. Por força disso, toda e qualquer tentativa marxista, que usa o feudalismo como matéria-prima para explicar a existência do capitalismo de modo a este ser suplantado pelo comunismo, ruirá por terra. Se Portugal não teve feudalismo, então o Brasil nunca teve feudalismo.

3.1) O país tomado como um lar em Cristo precisa de uma nobreza que servisse a Cristo em terras distantes.

3.2) Como a nobreza exerceu também funções administrativas e mercantis, então ela serviu a Cristo em terras distantes distribuindo bens e serviços nos territórios onde Portugal esteve para propagar a fé cristã. E a maneira de proteger esses território da cobiça dos que iam aos mares em busca de si mesmos era por meio do sigilo.

3.3) Era por meio do sigilo, próprio da política do mare clausum, que uma verdadeira economia de mercado começou a ser construída, fundada no fato de que os produtos e a gente do Brasil encontraram produtos e gente da África, da Ásia e de Portugal de modo que todos se reunissem debaixo da autoridade e proteção do mesmo vassalo de Cristo e servissem uns aos outros como se fossem uma grande família. Assim, os descobrimentos portugueses criaram um verdadeiro Estado-mercado - não aquele mencionado por Bobbitt - onde as diferentes culturas se integravam e eram assimiladas de modo a serem tomadas como parte da mesma cristandade. E nesse Estado-mercado o Brasil estava prosperando, por ser uma terra muito rica.

3.4.1) Este Estado-mercado não era um paraíso terrestre e nele havia problemas. A própria riqueza atraiu a cobiça de diversos tipos de Judas e dos que iam aos mares em busca do amor de si até o desprezo de Deus (no caso as potências estrangeiras, sobretudo a Holanda, que professava uma fé herética em que a riqueza é vista como se fosse uma espécie de salvação predestinada, coisa que cria muito apátrida por aqui até hoje).

3.4.2) O Brasil ficava longe de Portugal e os que tinham o amor de si exacerbado até o desprezo de Deus começaram a burlar as leis portuguesas, a tomar a terra dos índios e a se sentirem donos de algo que não era seu. Foi por força desse estado de banditismo sistemático, surgido por força das circunstâncias da época, que o Brasil, essa ordem de coisas que decorreu da traição de D. Pedro I a seu pai D. João VI, foi construído e justificado por meio da falsificação histórica sistemática, feita à revelia da documentação portuguesa. 

3.4.3) É por força disso que o Brasil de hoje é uma anticivilização, por ser essencialmente anticristã, pois a ruptura - impropriamente chamada de "independência" - é obra da maçonaria.  

3.4.4) A culpa das nossas desgraças não é de Portugal - foi um capricho do demônio, uma vez que não havia naquela época uma tecnologia como temos hoje em que podemos nos comunicar com alguém em terras remotas e em tempo real, como temos na internet, por exemplo. Se isto existisse naquela época, certamente a cultura de banditismo que há por aqui sequer teria existido e o Brasil ainda seria parte do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

4.1) Continuando o que falei, o Rei não administrava esse Estado-mercado - esse encargo coube à alta nobreza civil, militar e religiosa, já que a iniciativa da missão coube à Ordem de Cristo, uma ordem iniciática feita de modo a suscitar uma ordem onde o poder do Espírito Santo guiava Portugal de modo que este fizesse as coisas para a grande glória de Cristo.

4.2) Nessa ordem, haveria a conquista definitiva de Jerusalém por meio do caminho marítimo encontrado, que ia até a Índia, e vencer a cruzada de maneira definitiva contra toda essa gente maometana, os descendentes de Ismael. Esta ordem edificaria uma nova Era na História da Republica Christiana, pois o reinado de Cristo em Jerusalém começaria na figura do vassalo, o rei português, e esse vassalo entregaria o trono a Cristo, quando viesse pela segunda vez.

5) Enfim, toda tentativa para se tentar compreender o Brasil sem entender Portugal será inútil. Não passará de uma falsa história, de um conto de carochinha em que só apátridas e bárbaros acreditarão nessa história.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro,31 de dezembro de 2017.

Da passagem do feudalismo para o capitalismo e comunismo, tudo começou pela nobreza - e não pela burguesia, pelos que moravam nas cidades fortificadas protegidas pelos senhores feudais

1) Como já foi dito, as sociedades indo-européias são estruturadas em três classes: clero, nobreza, e povo (dedicada ao campesinato e ao artesanato).

2) A nobreza basicamente se dedica à guerra - e é no campo de batalha que surge a nobreza. Afinal, é na guerra que surge toda uma tradição que faz o país ser tomado como um lar em Cristo (se as guerras forem pautadas na fé cristã, de modo a expandir o Império de Cristo sobre a Terra contra as invasões dos islâmicos - e para isso é preciso haver uma relação de cumplicidade entre a nobreza e o povo, tal como se deu em Ourique).

3.1) Em Portugal, não houve feudalismo (Portugal esteve sob domínio dos árabes por muito tempo - é por essa razão que a natureza da nobreza de Portugal é toda pautada no serviço à fé cristã contra os infiéis e a servir a Cristo em terras distantes, numa cruzada permanente. E não é à toa que os almirantes portugueses, como Pedro Álvares Cabral, vinham todos da nobreza).

3.2) É no feudalismo que a guerra perde a natureza de guerra justa (de defesa da fé cristã) para ser guerra de agressão, fundada no amor de si até o desprezo de Deus, coisa que se dá por meio da expansão do território do feudo ou do reino.

3.3.1) A Itália da época de Maquiavel conheceu o feudalismo e esteve toda fragmentada em várias cidades-Estado ou ducados que brigavam entre si, agindo por direito próprio ou sob a influência de uma potência estrangeira, como a Espanha ou a França, que já haviam ido ao mar em busca de si mesmas.

3.3.2) Se a Itália unida é hoje uma comunidade imaginada feita de tal modo que o país seja tomado como se fosse uma segunda religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele, então certamente houve um intelectual orgânico, ligado à nobreza, que bolou toda uma doutrina política de tal modo que a Itália ressurgisse e voltasse à antiga glória dos romanos, ao tempos do paganismo. E esse alguém foi Maquiavel.

4.1) A doutrina de Mancini sobre nacionalidade é toda pautada em Maquiavel, assim como a doutrina de Gramsci é pautada em Maquiavel.

4.2) Se o país é tomado como se fosse religião, a ponto de a coroa ter os dois corpos - o corpo espiritual e temporal - , então a nação terá um caráter totalitário, já que o poder está acima da sociedade, a ponto de negar a verdade em pessoa, Cristo Jesus, quando disse que devemos dar a César o que é de César e Deus o que é de Deus. A mesma coisa podemos perceber na Revolução Francesa ou mesmo na Revolução Russa, onde a nobreza foi a grande responsável pela revolução.

4.3.1) Como foi bem dito por Marcelo Dantas, a degeneração da nobreza começa pela opulência - e isso podemos perceber na nobreza francesa e na nobreza russa, que passaram a se dedicar ao serviço público, pois viviam quase todos como nababos.

4.3.2) Como mente vazia é oficina do diabo, a mentalidade revolucionária tomou conta dessas pessoas - da classe inteira, que se tornou ociosa, já que as guerras em que se metiam se dava por força de que esses países iam em busca de si mesmos, de modo que a realeza de cada nação fosse uma mais rica do que a outra, a ponto de causar admiração ou inveja - e essa constante competição pela vanglória levou a um pecado sistemático, até desaguar numa grande marcha a ré pública, edificando liberdade com fins vazios.

4.3.3) Assim, seja por conquistas militares descristianizadas ou por aventuras no ultramar fundadas na vã cobiça, se deu a passagem da Idade Média para a Idade Moderna e Idade Contemporânea, que nada mais é do que uma continuação dos problemas da Idade Moderna acrescida do problema da mentalidade revolucionária (comunismo, fascismo, liberalismo e nazismo).

5.1) O professor Olavo de Carvalho comentou que a nobreza, por conta da experiência em guerra e em assuntos de Estado, começou a atuar também na atividade mercantil. E o surgimento da atividade bancária se deve justamente a isso.

5.2) Afinal, a logística feita para se atender a demanda que havia nas cidades, que estavam renascendo, necessitava de toda uma atividade mais ou menos organizada, que nem aquela que havia nos exércitos - e isso exigia muito dinheiro. E isso às vezes implicava atuar na política, seja ocupando cargos públicos ou agindo por outros meios violentos, como em guerra ou crimes, já que esses dois meios são também continuação da política enquanto conquista do poder fundada no amor de si até o desprezo de Deus.

6.1) O renascimento marcou o ressurgimento da antiga cultura clássica e pagã de que o fim da polis é ir em busca se si mesma, tal como podemos ver nas outras potências marítimas, exceto Portugal - a tal ponto que as nações, que são entidades maiores do que a polis, passaram a ser tomadas como se fossem religião. 

6.2) Neste ponto, podemos ver que a Europa - toda a civilização construída nisso - sucumbirá, exceto Portugal, que guardará a fé, se livre dessa influência nefasta plantada pelos maçons.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2017.

Notas sobre a agricultura da alma - o caso da digitalização de livros

1) No The Sims 3, havia uma planta que se alimentava de qualquer coisa que você desse pra ela. Tratava-se da planta onívora. Eu costumava dar a ela um exemplar do livro mais caro que tinha e em troca ela me dava ou 3 ou 4 livros do mesmo gênero, quantidade e qualidade. Era bem melhor do que xérox.

2.1) Por conta disso, eu passei a ver o livro como uma semente e a biblioteca como um celeiro.

2.2) Quando digitalizo um livro, eu acabo plantando no meio digital uma cópia desse livro impresso, que será usado não só nos meus estudos como também para estimular os que me são mais próximos a acompanharem todo o trabalho intelectual que faço, mais ou menos nos mesmos moldes da pesquisa medieval, a qual se dava nas universidades.

3.1) É claro que o compartilhamento não deve ser feito a toda e qualquer pessoa, a ponto de o autor do trabalho não perceber seus royalties (direitos autorais) por conta do esforço feito. Não é à toa que pirataria é insensatez, além de ser muito contraproducente.

3.2) Mas quando você presta esse serviço a quem ama e rejeita as mesmas coisas que você, esta pessoa se sente obrigada a remunerar o autor do livro que você comprou (no caso, a semente que você comprou de modo a plantar e fomentar boa consciência nos pares que se encontram em terras distantes - e é neste ponto que faz muito sentido dizer a uma oliveira sair do seu lugar e ir se plantar no mar).

4) Esta é uma das razões pelas quais a digitalização pode ser vista como uma agricultura, pois o que deseja aprender, ainda que em terras distantes, é terra fértil que merece ser cultivada. E para se ter uma boa safra de pensadores, você precisa cultivá-la com sementes de boa qualidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2017.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Notas sobre Direitos Humanos

1) Meu amigo Rodrigo Arantes dizia o seguinte sobre os direitos humanos: qual é o direito humano de uma baleia? Neste ponto ele foi profético: a justiça argentina concedeu HC para um macaco bonomo, alegando que é pessoa não-humana e que, portanto, tem dignidade.

2) Tudo que é pensado no homem como a medida de todas as coisas desliga a terra ao Céu. O Estado - que, para Hegel, é a mais alta das realizações humanas - será tomado como se fosse religião, pois tudo deve estar nele e nada pode estar fora dele ou contra ele. E neste ponto, ele concentra o corpo temporal e espiritual da nação - a ponto de ser o microcosmos do globalismo, da apatria sistemática, já que não há mais verdade, pois Deus está morto, como diria Nietzsche.

3) Toda vez que pensam sobre direitos humanos, tem-se a impressão de que a história não está conectada ao homem, nem a algum objeto em particular. A história se reduz a um catálogo de coisas em que o menor absurdo registrado é tomado como se fosse coisa, a primeira essência, a primeira verdade, a ponto de levar a qualquer caminho em que o amor de si até o desprezo de cria pontes para o abismo, edificando liberdades com fins vazios. E essa ponte para o abismo é construída por meio de conservantismos, em que se conserva o que é conveniente e dissociado da verdade. Nada mais insensato do que isso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2017.

Aforismo sobre Brasília enquanto Terceira Roma

Presidente com pretensão de fazer uma terceira Roma (JK) + FDP comunista (Niemayer) + Assassino de Monumento (Lúcio Costa) = Brasília.

Avançar 50 anos em 5 soa atrasar o país em 500 anos. Não é à toa que progresso no Brasil e se dá a passos de Michael Jackson, em que as pessoas dão a entender que vão pra frente quando na verdade vão pra trás. Afinal, os nefelibatas caminham nas nuvens, assim como os lunáticos vivem no mundo da lua. E as estrelas permanecem firmes em seus lugares - Brasília não é Hollywood, mas é o sucesso dos que conspiram para o Brasil ser um país fracassado.

Do e-mail como forma de estabelecer parcerias de longo prazo com os meus contatos

1) Se tiver de criar meu próprio público, então deverei formá-lo. E a única maneira de formá-lo é conversar com os meus leitores e responder suas dúvidas. É por esta razão que estou transferindo minha base operações da rede social para o e-mail.

2) Esta é a maneira que encontrei para estreitar meus laços com os leitores, ao mesmo tempo em que me afasto dos libertários-conservantistas, que não sabem usar a rede social com um bom propósito.

3.1) Uma das maneiras de se incutir a boa consciência numa pessoa é tirá-la da barafunda, já que a internet cria um estado de confusão em que muitos confundem a figura do conservador com a figura do conservantista, dado que o relativismo moral favorece a confusão da linguagem. Se tiver de puxar da memória o que vi no volume 19 da História Essencial da Filosofia, o uso do e-mail me permite compartilhar as digitalizações que faço para os meus leitores mais sérios, forçando-os a acompanharem o mesmo raciocínio que adoto, o que restaura, de certo modo, os tempos escolásticos - a diferença é que meus contatos estão dispersos no país inteiro ou mesmo na Lusitânia Dispersa, tomando outros lugares como um mesmo lar em Cristo que o Brasil, por força de Ourique, embora não tenham consciência disso.

3.2) Se a pessoa estiver na mesma cidade, então devo me encontrar com esta pessoa na minha paróquia, que é o único lugar onde eu posso ir para conhecer pessoas, pois o Centro Cultural Banco do Brasil fica na zona da confusão, toda vez que há quebra-quebra na ALERJ.

3.3) O professor Olavo fala que é preciso haver o encontro real de pessoas - e o único lugar para fazer isso, na minha atual circunstância, é na minha paróquia. Foi assim que conheci meu amigo Helleno De Carvalho - eu lidei com ele por muitos anos online, até o dia em que me converti ao catolicismo. Acredito que seja dessa forma que devo trazer as pessoas para mim.

4.1) Uma regra de ouro que aprendi pela experiência é nunca trazer para rede social pessoas que conheci na vida real - até porque não sei se estou lidando com um esquerdista. Além disso, eu percebo que muitas se escandalizam com a postura radical com a qual defendo a verdade - e não entendem esse radicalismo, a menos que sejam cultivadas para isso.

4.2.1) É para isso que os e-mails servem. Servem para lidar com gente real, cujo contato não se esgota com o bloqueio. Enfim, é preciso ser gente antes de atuar na rede social - e muitos não têm a dimensão exata do que isso significa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 30, de dezembro de 2017.

Examinando a alma de um conservantista

1) Certas pessoas, quando estiveram na minha timeline, diziam: "pare de me mandar estas coisas imbecis, Dettmann!"

2.1) A rede social revela muito do caráter bárbaro de muitas pessoas. Não é à toa que este meio não pode ser aberto a qualquer um indiscriminadamente, senão isto aqui se torna mais um vale de lágrimas, ainda mais se você abrir este espaço a esta esquerda que se diz de direita, que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de fingir ser o que não é.

2.2) Eu já perdi a conta de quantas vezes fui deletado e adicionado arbitrariamente. Se essas pessoas fossem realmente alunas do professor Olavo de trabalho, então primeiro deveriam se esforçar em ser pessoas melhores e a agirem de maneira gentil e educada no mundo real, antes de agirem no mundo virtual.

3.1) Muitos dos que dizem que mando coisas imbecis defendem esta ordem de coisas nefasta que há no Brasil: a República e o ato de apatria que D. Pedro I praticou, chamado nominalmente de "independência do Brasil", coisa essa que nega aquilo que foi fundado em Ourique. Se essas pessoas vivem em conformidade com o todo que vem da maçonaria, então estão em conformidade com um falso todo que leva a um verdadeiro nada.

3.2) Ainda que alguns deles estejam entre os melhores analistas de política latino-americana que há nesta terra, o horizonte de consciência deles é muito reduzido - a tal ponto que seu trabalho foi todo feito de modo a se tomar o país como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Como tudo isso decorre da ordem libertária e conservantista, o trabalho deles é inútil e eles perecerão no fogo eterno porque nada fizeram de bom de modo que o país fosse tomado como um lar em Cristo, por força daquilo que houve em Ourique. Conservaram o que era conveniente e dissociado da verdade em tempos de crise - e ficarão no lugar mais quente do inferno, por força disso. Se soubessem da verdadeira história do Brasil, fariam escárnio das coisas que conto, por conta do que ouço do professor Loryel Rocha.

4) Se tivessem gesto de grandeza, me agradeceriam pelas postagens que mando e encaminhariam estas postagens a alguma pessoa que por ventura conhecessem e que certamente seria mais digna de ser minha leitora do que esses bárbaros conservantistas que vejo na rede social, que atuam mais como militantes do que como pessoas que trabalham prol de restaurar a alta cultura no Brasil.

4.2) Certamente, se tivesse que criar uma rede social, eu certamente não abriria a rede para qualquer um, mas para os dignos, não sem antes avaliar em qual camada da personalidade esta pessoa se encontra. É preciso estar na camada 8 de modo a morrer para si mesmo e ir servir a Cristo em terras distantes, neste mar chamado rede social.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2017.

Comentários sobre a aula 83 do COF seguida de uma meditação sobre a minha vida pessoal

1) Na aula 83 do COF, que é sobre as 12 camadas da personalidade e a vida intelectual, o professor Olavo fala que a felicidade se dá no momento em que o eu ocupo um espaço de modo a ser útil a sociedade, criando pontes ou arranjos que fazem com que outras atividades se desenvolvam paralelamente. É a partir da quinta camada, se não estou enganado, que começa a figura do eu como construtor de pontes (ego pontifex)

2) Eu encontrei esse espaço escrevendo e digitalizando livros. 

3.1) A digitalização é um tipo de trabalho que ninguém faz, por ser muito trabalhoso. 

3.2) Mas, uma vez digitalizado o livro, além da sensação de ter feito isso com as minhas próprias mãos um tanto quanto ineptas, eu posso compartilhar o fruto do meu trabalho com os meus contatos de modo que tenham o mesmo acesso à bibliografia que utilizei em meus trabalhos (pois muitos deles moram fora do Rio de Janeiro e chamá-los para virem à minha casa para mostrar-lhes a biblioteca, na atual circunstância, é uma questão impraticável). Além de preservar o acervo e fazer circular os livros de modo que livros novos possam entrar, posso levar a biblioteca que estou construindo para onde quer que eu vá, já que não posso levar muitos livros físicos comigo na rua. Isso sem contar que eles me servem de suporte para os meus próprios estudos. 

3.3.1) Enfim, é como se tivesse dentro de mim aquele setor de documentação onde trabalhei no tempo em que fui estagiário da Procuradoria-Geral do Estado, há mais de dez anos. 

3.3.2) Lá eu me senti realizado - aquilo não saiu de mim, pois me vi estratégico para uma atividade estratégica, que é atividade intelectual, algo tão desprezado no Brasil. Se a PGE fosse uma empresa privada, eu trocaria a função de advogado pela função de analista de jurisprudências do STF e do STJ - passaria o dia inteiro estudando, sem precisar lidar com contenciosos administrativos ou judiciais. Como existe a cultura do diploma, e eu sou formado em Direito e não em Arquivologia, então eu tratei de levar essa experiência para a minha própria vida, onde esta me seria mais útil.

4.1) Quando completei 30 anos, em 2011, eu ganhei minha câmera digital - com a experiência, comecei a fazer digitalizações de boa qualidade. Depois que cumpri minha missão intelectual de combater a Dilma, o PT e o Foro de São Paulo, coisa que se deu entre janeiro de 2014 até novembro de 2016, eu voltei a digitalizar e a estudar. E desde então eu me sinto realizado nesta atividade, pois não só estou ocupando meu tempo, como também ocupando um espaço que ninguém ocupa, pois estou preparando o caminho para os meus outros contatos também, já que gosto muito de servir aos outros. 

4.2) Algumas pessoas disseram que os pdf's dos livros digitalizados podiam ser lidos em voz alta, o que era útil para aos cegos, já que o OCR convertia as letras da foto em texto, o qual era lido pelo software em voz alta para o cego. Talvez este tenha sido o maior ato de caridade que eu já tenha praticado para alguém, sem saber.

5.1) Da combinação de digitalização e estudos sinto que já ultrapassei a oitava camada da personalidade, quando passei a ter minha própria voz, a ter autoridade sobre as coisas que falo. 

5.2) Afinal, eu só posso ter voz própria no sentido de que devo esvaziar-me de mim mesmo: o pecador que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade deve morrer de modo que Cristo viva em mim e possa fazer as n'Ele, por Ele e para Ele, o que faz com que eu conserve a memória da dor de Cristo, cujo sacrifício edificou a verdadeira liberdade em nós, ao vivermos a vida na conformidade com o Todo que vem de Deus.

6) Enfim, estas são algumas coisas que pude meditar por força desta aula que estava ouvindo hoje, no youtube.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2017.

Notas sobre a necessidade de mudar a base de operações da rede social para o e-mail

1.1) Não adicionarei mais ninguém partindo da minha iniciativa.

1.2) Os escolhidos não se sentem honrados. E à medida que vão ficando famosos, o orgulho, próprio do estrelismo, toma conta do ser de cada um deles. Não é à toa que certos alunos do Olavo - por conta da má consciência própria desta terra viciada, que precisa ser renovada - vão fazer com que a obra dele seja mal compreendida, por conta da arrogância dessa gente.

2.1) Quando uma pessoa me adiciona, é porque esta me escolheu. E se ela me escolheu, eu tendo a presumir que posso ser útil àquela pessoa, pois acredito que ela ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

2.2) Às vezes, aquilo que presumi está errado, pois vejo a pessoa conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, defendendo heresias pérfidas, como o calvinismo, por exemplo.

3.1) Enquanto eu viver, não permitirei que infiltrados entrem no meu mural e façam o que estão fazendo com o professor Olavo: conservando o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de ser uma cópia mal feita daquele que manda os outros irem para aquele lugar, quando alguém discorda, com fundamentos, daquilo que está sendo dito.

3.2) É por essa razão que estou lentamente migrando minha base de operações da rede social para o e-mail. Se você não agir como gente para comigo, então você será indigno de ser filósofo nesta terra, pois não está tomando o país como um lar em Cristo, amando e rejeitando as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, tal como os poucos compatriotas que reconheço, que irão para a pátria definitiva, a qual se dá no Céu.
3.3) De nada adianta ser um bom pensador tecnicamente se você tem mau-caratismo. Enquanto isto não for norma nesta terra, a rede social será uma fogueira das vaidades da qual eu quero estar fora.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2017.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Notas sobre as duas faces do professor Olavo de Carvalho: a do ídolo, que leva ao inferno, e a do ícone, que leva ao Céu

1) Quando se toma o professor Olavo de Carvalho por ícone, como modelo de conduta virtuosa, você aprende a ser generoso, a ser um bom professor que vive para dar aulas, amando a sabedoria e  mostrando ser um pai espiritual para com seus alunos. Este é o Olavo que vi na História Essencial da Filosofia e no COF.

2) Quando se toma o professor Olavo de Carvalho por ídolo, você aprende a ser a pior pessoa do universo. Se você conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, você aprende a falar palavrão e a bancar o dono da verdade, a ponto de mandar tomar naquele lugar quem discorda de você, já que não há outra pessoa para você que não o seu ídolo.

3) O professor Olavo foi tomado por Deus por todos aqueles que viram o True Outspeak ou o facebook - e isso já se tornou uma coisa perigosa. Se não tomo meu país como se fosse religião, então esta faceta da personalidade do Olavo descrita no ponto 2 não me serve.

4) Poucos alunos lembrarão do Olavo como ícone. A massa ignara que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade o tomará como ídolo.

5.1) Esses são os dois lados da revolução que virá: uma virá dos poucos pios que aprenderam o que há de melhor do professor Olavo, restaurando a fé católica e aquilo que foi fundado em Ourique; a outra será composta dos muitos de seus alunos, ricos do amor de si até o desprezo de Deus e que se escandalizam com a separação de sujeito e verbo com uma vírgula. Essa gente causará num estrago na cultura do Brasil tão grande que será de difícil reparação.

5.2) Essa gente conservantista não é uma marolinha, nem uma onda: trata-se de uma tsunami. E isso é pior do que a esquerda ignorante, pois é uma esquerda que se diz de direta. Essa gente tem cultura, é pedante e arrogante - e agravará ainda mais o desprezo pelo povo pelo verdadeiro saber. É o que pude ver de alguns alunos do Olavo na rede social.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

Restaurar a alta cultura no Brasil sem ser uma pessoa boa, conforme o Todo que vem de Deus, é salvacionismo

1) De nada adianta restaurar a alta cultura neste país se você não tem Deus no coração, a ponto de ir servir a Cristo em terras distantes, tal como o Crucificado de Ourique nos mandou fazer, a partir daquele dia derradeiro de 25 de julho do ano 1139.

2) O professor Olavo de Carvalho fez uma maiêutica, um parto da alma. Para os bons, que são poucos, tudo o que ele ensinou será bem aproveitado; para muitos, que constituirão a chamada "direita brasileira" - que na verdade está à esquerda do Pai, por conta de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade -, nada de bom virá disso.

3.1) Os conservantistas pegarão o que há de pior do professor Olavo, cagarão regra e ainda mandarão ir tomar naquele lugar quem discorda deles - é gente autoritária e já estão começando a publicar seus livros logo.

3.2) É gente arrogante e presunçosa, que se escandaliza com um simples erro de português, como separar sujeito e verbo com uma vírgula. Combinado isto ao estrelismo, eles edificarão má consciência nesta rede social e em todo o lugar, a ponto de não haver mais esperança.

4.1) A única maneira de combater essas víboras é estudando o Olavo e sendo uma pessoa boa nas atitudes, tanto no mundo real quanto no mundo virtual. Por conta do estrelismo que um dia virá, eles jamais serão capazes de agir com cortesia para com o próximo ou de agirem com fidalguia para com os necessitados, pois cultura é um modo de ser cultivado, a ponto de o culto ser uma pessoa melhor a cada dia.

4.2) Eles constituem o mais do mesmo, do velho Brasil de hoje, que despreza a nobreza e o conhecimento. E eles só fortalecerão a ojeriza a isso por conta da arrogância.

4.3) É gente compromissada com a ignorância e com as omissões, a ponto de financiarem vídeos sobre José Bonifácio, esse criminoso que será tomado erroneamente como herói do Brasil, um modelo a ser imitado, justificando o golpe de Estado que deram a ponto fortalecer o ato de apatria que D. Pedro praticou, o que nos afastou do que foi fundado em Ourique, com esse ato bárbaro chamado "independência". Isso pra não falar da tendência libertária e conservantista desses movimentos culturais, que estão à esquerda do Pai e do Crucificado de Ourique.

5) Não citarei nomes, mas não estou gostando nem um pouco disso que estou vendo; meus leitores sabem quem são esses seres. São as cobras criadas das quais meu colega Luiz Henrique Afonso Werneck tanto falou. Cobras criadas a base de leite ninho, pois muitos deles foram alunos do COF por muitos anos.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

Enquanto conservantistas escarnecem do que faço, os pios reconhecem o meu esforço

Enquanto víboras maldizem o meu trabalho, colegas como o Rafael Schier Granado reconhecem o trabalho que faço. Vou reproduzir o diálogo que tive com ele inbox:

_ Gosto dessa maneira esquemática com a qual você escreve, Dettmann! É simples e direta ao ponto - parece meio tomista.

Minha resposta:

1) Eu aprendi isso vendo as cartas-encíclicas e os livros de patrística. Enquanto as cartas-encíclicas e os livros de patrística consomem laudas inteiras para desenvolver o tema, eu escrevo de uma maneira mais breve, para não cansar o leitor. Vi que isso era uma maneira eficaz de estimular as pessoas a colaborarem comigo, quando vi que as pessoas apontavam para o ponto onde estava errado e assim ia corrigindo as eventuais falhas, por conta da assistência delas.

2) Se achar pertinente, você pode mandar meus artigos a outros contatos que amem e rejeitem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3.1) Pelo menos, esta foi a melhor definição de amigo que encontrei.

3.2) Se não conservo a dor de Cristo, que morreu por mim de modo que fosse livre n'Ele, por Ele e para ele, então eu conservo o que conveniente é dissociado da verdade, a ponto de buscar liberdade fora da liberdade em Cristo, que é a verdade em pessoa.

3.3) Afinal, um conservador é liberal por magnificência, ao dar ao irmão o que ele pede, por ver a figura de Cristo nele - eis a base da caridade. Jamais será um libertário-conservantista, que vê no outro apenas outro ser humano tão desconhecido quanto ele, a ponto de fazer filantropia de maneira impessoal e edificar liberdade com fins vazios.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

O conservantista não olha para o que amo, mas para o que faço, sem entender as razões dos meus atos

1) O problema não é dizer, pois dizer eu digo - e digo quase todos os dias. O problema não é compartilhar, pois faço isso todos os dias. O problema é: será que o que digo tem relevância para os que me ouvem?

2.1) Santo Agostinho fala que é preciso olhar para o que a pessoa ama.

2.2) Ora, se amo a verdade a ponto de amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, então marcar 99 pessoas não seria problema algum. No entanto, uns me pedem para não marcar sob ameaça de bloqueio e outros já bloqueiam sem aviso. E isso é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

2.3) Se a arrogância precede a queda, então essa esquerdireita que está se formando já vai cair antes mesmo de se tornar uma referência no país, pois elas estão associadas à falsidade histórica e às omissões sistemáticas criadas com a independência do Brasil, em que o país foi tomado como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele, a ponto de negar as fundações lógicas e espirituais decorrentes de Ourique.

3.1) Alegam que as minhas postagens ficam disputando espaço com as postagens deles, criando uma espécie de concorrência. Se o sujeito tem um ego exacerbado, então essa pessoa vai se sentir incomodada com a concorrência - e isso é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade - afinal, a vaidade é o motor do conservantismo.

3.2) Se postasse porcaria, eu acharia a reclamação justa, mas equiparar meu produto ao que é anunciado na TV, que nem sempre é de tão boa qualidade assim, é desonestidade intelectual. E quem fala essas coisas o faz isso porque não leu minha obra, muito menos compreendeu a razão por que marco as pessoas sistematicamente.

4) É por essas razões que estou pedindo o e-mail dos meus contatos que me acompanham. Rede social é uma fogueira das vaidades; se o sujeito fica no conservantismo, a solução é o bloqueio. Bem que meu colega Douglas Bonafé tem razão.

5) Com o tempo, terei uma quantidade de e-mails tão monstruosa que as postagens do meu blog terão muitos acessos. Talvez eu volte ao tempo do file-sharing - a diferença é que poderei trabalhar com os meus próprios produtos.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

Servir ao próximo escrevendo é gesto de generosidade, de bondade

1) O professor Olavo de Carvalho costumava dizer que o professor Mário Ferreira dos Santos editava seus próprios livros e os vendia de porta em porta. Naquela época, as pessoas eram civilizadas - após uma boa conversa e um bom café, vinham os negócios. E os livros eram vendidos.

2.1) Hoje, com o advento da rede social, você pode bater de inbox em inbox, as portas virtuais, ou marcar 99 pessoas no mural de modo a difundir mais rápido o seu trabalho.

2.2) Marcar 99 pessoas, que é o limite do mural, é fazer publicidade a quem ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, que é a forma como eu construo o meu mural. Se a pessoa não quiser receber essa publicidade do trabalho que faço, então que peça para que eu não marque - e não a marcarei. Deixo-a ter acesso a minha obra por e-mail. Se esta pessoa me bloqueia, então ela é covarde, pois só conserva o que é conveniente e dissociado da verdade.

3.1) Afinal, vocês, conservantistas, querem que eu crie uma página do face para eu dar dinheiro ao comunista do Zuckerberg e essa publicidade atrair um bando de pessoas que são até inimigas minhas ideologicamente? Pois eu não dou mesmo! Aliás, penso que a página de facebook só valerá a pena quando tiver 5 perfis lotados - ou 25 mil pessoas conectadas comigo, neste fundamento que falo: amando e rejeitando as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

3.2.1) Se eu morasse sozinho, eu poderia perfeitamente fazer o mesmo que o professor Mário Ferreira dos Santos: com uma compilação pronta, bato à porta de um conhecido, tomo café com ele e vendo-lhe um livro. Se eu não navegar e localizar os pios online, jamais tomarei a cidade onde moro, bem como meu país, como um lar, um porto seguro em Cristo Jesus.

3.2.2) Neste sentido, eu misturo o método de navegação portuguesa de servir a Cristo em terras distantes com o método de navegação da antiga Polinésia, que buscava terras no mar de modo a continentalizá-las espiritualmente, já que o mar é o elemento unificador - uma longa estrada, tempestuosa, cheia de furacões, redemoinhos e, até um certo tempo atrás, de monstros marinhos que precisam ser enfrentados com muita coragem, digna de um cavaleiro cristão medieval.

4.1) Os energúmenos que ficam a fazer indireta ou troça disso que faço, quando tentarem vender seu peixe de porta em porta, muitos lhes baterão a porta na cara, além de serem mandados ir tomar naquele lugar, já que os tempos são outros.

4.2) É exatamente isso que acontecerá a esses serzinhos cancerosos que se dizem de direita, mas que só conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de agirem da mesma forma como os esquerdistas agem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

Falar a verdade é perder amizades ou sobre a razão pela qual marco as pessoas sistematicamente

1) Não tenho nenhuma bronca com publicidade na TV, exceto com propaganda político-partidária bancada com o nosso dinheiro.

2) Publicidade é notícia. Se escrevo algo relevante e que gostaria de compartilhar com quem está interessado em conhecer a verdade, então difundir o que escrevo é o maior favor que posso prestar a alguém. Afinal, escrever é servir aos outros, pois livrar alguém da ignorância é ato de caridade. E fazer as pessoas sistematicamente trocarem o erro pela verdade é o maior ato de mudança que você pode fazer, com a ajuda do Espírito Santo, já que nada podemos sem Ele.

3.1) Meus detratores são neuróticos e não percebem que a finalidade da marcação é que me importo com quem está no meu mural, pois tomo todos como amigos, até prova em contrário. Se não quiserem ser marcados, basta só me desamigar, pois vejo que gente assim não ama e não rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

3.2) Bloquear-me porque compartilho o que escrevo com quem se importa com a verdade é indício de que você conserva o que é conveniente e dissociado da verdade. Além disso, se você me bloqueia, então eu tomarei você por covarde, pois não sabe lidar com uma pessoa como eu. Como disse o meu amigo William Botazzini, ser católico é ser chato - e se estou sendo chato com tanta marcação, então é porque estou fazendo o meu papel de católico: o de ser um chato caridoso.

3.3) Como eu disse, é preciso olhar para o que mais amo, antes de entender as razões pelas quais faço isso, já dizia Santo Agostinho. Se você não faz isso, então você é um tolo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

Matérias relacionadas:

http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2017/12/a-publicidade-e-alma-do-negocio-e-isso.html

A publicidade é a alma do negócio - e isso inclui escrever

1) Dizem que marcar 99 pessoas, coisa a que eu tenho direito no meu mural de facebook, é publicidade, tal como aquelas que há na TV. Enquanto na TV anunciam porcaria, ao menos eu anuncio um produto de boa qualidade, que são as reflexões que produzo em meu blog. E como eu monto uma rede social com base no de fato de que devo me associar a pessoas que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, então fazer publicidade não é tão ofensivo assim - na verdade, quem fala mal desse tipo de coisa revela muito mais do próprio caráter, que é pérfido.

2.1) É por essa razão que digo a quem quer que seja que divulgo o meu produto a quem estiver interessado em conhecer a verdade - e se essa pessoa não quiser ser marcada, então não a marcarei mais.
2.2) Se você não suporta publicidade, muito menos propaganda, então não assista TV, nem escreva seu pensamento em rede social em sua vida nunca mais, pois o facebook é essencialmente publicidade e propaganda (que tem fins ideológicos) - e falar mal disso, na forma de indiretas, revela mau-caratismo.

2.3) Que o meu detrator faça que nem o Mário Ferreira dos Santos: anuncie seu livro e sua revista de porta em porta - e que não se surpreenda se baterem a porta na cara e o mandarem ir para aquele lugar, que é o que essa pessoa realmente merece.

2.4) Que faça sinal de fumaça, tal como os índios fazem ao tornar o seu produto ou um fato comum ao povo! Aposto que gente assim não é capaz de  fazer isso que o Mário Ferreira dos Santos fez porque é covarde, pois só conserva o que é conveniente e dissociado da verdade. Pessoas desse naipe não passam de cobras criadas a partir do trabalho do Olavo, nos termos que o colega Luiz Henrique Afonso Werneck bem me descreveu.

3) A verdade precisa ser difundida - e eu mando o que escrevo a quem interessar possa. Se o meu detrator não suporta isso, então não escreva, pois rede social não é lugar para neurótico. O simples fato de escrever e revelar seu pensamento na rede já revela a hipocrisia dessa gente.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2017.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Numa economia de mercado ilícito, o encontro se torna sujeição e a liberdade é servida com fins vazios, só para saciar prazeres malditos

1) Quando se estabelece liberdade com fins vazios, de tal modo que o dinheiro é visto como se fosse uma espécie de salvação, o encontro de rachadores de lenha com picadores de fumo não é um encontro espontâneo; trata-se de uma coisa forçada, a tal ponto que pessoas de boa índole, criadas em famílias desestruturadas, costumam ser aliciadas de modo a trabalharem nesse tipo de indústria nefasta: a indústria pornográfica. E nessa vida, homens e mulheres acabam perdendo suas vidas satisfazendo o prazer maldito de pessoas que passam horas na TV vendo estranhos que se conheceram nos sets de filmagem fazendo coisas que costumam ser reservadas a um casal vivendo a constância do casamento, de modo a ter uma família. E essas coisas são voltadas para o nada, para o efêmero - e esse tipo de estupidez, conservada conveniente e dissociada da verdade, ofende a Deus.

2) Aliciar gente para essa indústria é uma verdadeira diplomacia do canhão. Da mesma forma que a Inglaterra viciou o povo da China inteira em ópio de modo a obter benefícios comerciais, os barões da indústria pornográfica - com o apoio dos professores comunistas que ficam a relativizar a moral e os bons costumes - costumam viciar o povo nessas coisas a tal ponto que a instituição da família perca seu sentido, o que é uma forma de abolição da família. Com o apoio dos libertários nos costumes e na economia, eles conseguem até mesmo impostos mais baixos ou até incentivos fiscais de modo que possam vender sua "arte", tudo em nome do livre comércio, já que pornografia, tal como o funk, virou "cultura".

3) Definitivamente, eu não quero nenhum tipo de governo libertário-conservantista no Brasil. A miséria cultural alimentada pela esquerda seria explorada e comercializada como se fosse um produto de exportação, tal como o café e o pau-brasil. Como tomar como um lar em Cristo um país cuja economia é toda fundada na exploração sistemática de corpos de homens e mulheres vítimas de toda uma engenharia social, feita de tal modo a se prostituírem e a perderem suas vidas nisso? Não faz sentido. O país que adota tal postura terminará sendo condenado da mesma forma como houve em Sodoma e Gomorra. E o Brasil terminará tendo dias piores que os de Cuba, neste aspecto.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 2017.