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sábado, 23 de outubro de 2021

Como Alcolumbre aperfeiçoa o mito fundador desta república de araque?

1) O príncipe D. Bertrand, durante a campanha para o plebiscito ocorrido em 1993, falou que a República no Brasil nasceu quando Deodoro e Silveira Martins disputaram os favores de uma viúva. Eis o mito fundador da República no Brasil.

2) No Amapá - na terra onde o Brasil termina, a ponto de você estar em outro território terrível, que é a França pós-1789 -, o mito fundador da República está sendo aperfeiçoado. Um senador desse estado está disputando com um desembargador desse estado os favores de uma divorciada. E no meio de tudo isso, há o dinheiro sujo do tráfico de drogas.

3) Se devemos fazer troça, a ponto de isso cair no ridículo, então façamos desse conservantismo revolucionário, desse progressismo nefasto, uma vez que a verdade, em Cristo, é o fundamento da liberdade, posto que fora dela não há salvação.

José Octavio Dettmann

Rio de janeiro, 23 de outubro de 2021 (data da postagem original).

sábado, 25 de setembro de 2021

Sobre o sentido denotativo e conotativo da expressão "república de bananas"

1) A rigor, as repúblicas da América Central são repúblicas bananeiras - nelas, a economia que norteia a organização política desses países se funda na produção e exportação de bananas. Este é o sentido preciso da expressão, pois nela vemos uma economia de sobrevivência, o que reflete muito a marca de um regime autoritário, despótico que há nesses países, que não dá muita liberdade aos habitantes de estabelecerem atividades mais bem organizadas, de forma a criar uma economia ainda mais complexa, de tal modo que o país ganhe mais dinheiro agregando valor ao produto exportado.

2) Há ainda um um sentido conotativo para esta expressão. Quando a elite política do país é composta de pessoas sem muita fibra moral, que tem medo de dizer o que realmente pensam, que só sabem conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, nós temos uma república de bananas. E no final, esta casa será uma casa de noca, onde ninguém manda. 

3.1) Em muitos casos, na história de muitos povos, o sentido conotativo coincidiu com o sentido denotativo da expressão, já que nessas repúblicas bananeiras sempre imperou o despotismo. 

3.2) Nos tempos atuais, países cuja economia não é centrada na banana, como a América de hoje, são governados por bananas, por homens que não honram o legado das gerações anteriores, sobretudo o dos Founding Fathers da América. No final, aquele país cairá por conta da péssima qualidade de seus homens públicos, visto que eles não têm virtude nenhuma - por isso, não podem estar ocupando o lugar de destaque, o qual deveria ser dado aos mais cultos e talentosos daquela sociedade, já que estes foram relegados a um papel de segundo plano, o mesmo que foi dado aos cristãos durante o tempo das perseguições: o de viverem nas catacumbas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de setembro de 2021 (data da postagem original).