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domingo, 5 de março de 2017

Notas sobre republicanismo e gayzismo

1) Na monarquia, o povo é tomado como parte da família do governante, do monarca. Na República, é uma gigantesca suruba.

2) Gayzistas, tal como o Olavo mostrou no True Outspeak, pensam que suruba é família. Logo, republicanismo e gayzismo estão irmanados, pois são essencialmente revolucionários.

3.1) Os tolos que crêem que há nações homossexuais só pensam apenas num único regime: a República. E só a República é quem pode proporcionar a suruba como a ordem do dia.

3.2) Afinal, a República é a mãe de todas as prostitutas e de todos os prostitutos. Há prostitutos de todos os tipos: desde os que saqueiam os cofres públicos até os que querem fazer do gayzismo uma norma na sociedade, com essa nefasta ideologia de gênero.

4) Agora vocês entendem porque mando os republicanos irem tomar no cu, bem na olhota do Republicu.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de março de 2017 (data da postagem original)).

Notas sobre tradição, cultura e nacionidade

1) Se culto é o homem cultivado na verdade, na conformidade com o Todo que vem de Deus, então cultura é o legado acumulado de homens cultivados nessa verdade, de modo a que o País seja tomado como se fosse um lar em Cristo e não como se fosse religião imanente de Estado totalitário, em que tudo está nele e nada poderá estar fora dele ou contra ele. Por isso, cultura e tradição são verdadeiros sinônimos.

2.1) Eu tenho feito o meu trabalho - e meu trabalho tem como ponto de partida a experiência de outros homens, seja aqui no Brasil, seja de outros países em que as pessoas se basearam nas experiências locais de modo a que servissem a uma causa universal, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus. 

2.2) Como digo, para eu tomar o meu país como se fosse um lar, eu devo me universalizar primeiro, uma vez que não encontro na minha época exemplo vivo desse senso, dado que tomam o país como se fosse religião de Estado totalitário (eis no que dá 127 anos de República - o país parece que estagnou em 1964 - e isso é pior do que 1968, pois é um ano que se recusa a morrer, na realidade da maioria das pessoas de minha terra).

2.3) Ainda que minha contribuição seja modesta, é o que posso oferecer, com base naquilo que me foi possível trilhar, pois viajar me é inviável e certas coisas eu não posso adquirir porque me são caras. Pelo menos, isso já é uma grande ajuda, para quem não tem nada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de março de 2017.

Notas de minha experiência no espiritismo

1) Nos anos 90, quando freqüentava um centro espírita, nas reuniões dominicais foi ensinado o seguinte:

1.1) Moisés ensinou a justiça;

1.2) Jesus ensinou o amor;

1.3) Kardec ensinou a verdade.

2) Ora, Cristo disse que é o caminho, a verdade e a vida - e que a lei mosaica tem seu pleno cumprimento no amor, da forma como Jesus nos amou e tanto é verdade que devemos amar-nos uns aos outros tal como o Deus feito homem o fez. Afinal, o Rei dos Reis é sumo exemplo, exemplo universal, enquanto o vassalo de Cristo é exemplo local, o que faz com que o País seja tomado como se fosse um lar em Cristo (nacionidade).

3) Por acaso o espiritismo está querendo invalidar os ensinamentos de Cristo? Se é essa a intenção, então isso está fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Logo, não é cristão.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de março de 2017.

Alguns pensamentos sobre a quaresma

1) Com relação à quaresma, eu costumo adotar o seguinte critério: que tipo de coisa para mim é supérflua? Se é supérfluo, tanto faz eu ficar com ou sem essa coisa por 40 dias ou 365, pois isso não afetará o meu ser, a integridade do meu caráter.

2.1) Há algumas coisas que viveria sem e numa boa: futebol, televisão, chocolate (embora eu goste muito disso, eu cortaria isso do meu cardápio por 40 dias sem problemas).

2.2) Se morasse sozinho, eu evitaria comer carne durante as sextas-feiras - para isso, eu iria comer num self-service, pois lá posso escolher o que vou comer, coisa que não posso fazer em casa.

2.3) No self-service, basta não escolher carne - e a alimentação será feita a base de carboidratos, legumes e vegetais. Só à noite, véspera de sábado, é que comeria carne no jantar (a não ser que esteja na quaresma, como agora). No domingo, o dia da ressurreição, é que fica liberado, como já me foi contado. Se Cristo é a verdade e venceu a morte, então a liberdade passou a ser a ordem do dia por conta de sua ressurreição - e ela é movida à eucaristia, em que recordamos a paixão e a morte de Cristo, enquanto se espera a Sua volta.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de março de 2017.

Notas com relação ao uso da rede social: ela é uma ferramenta de trabalho ou uma diversão?

1) O uso da rede social pode ser classificado, quanto ao uso, em essencial ou supérfluo. Se a rede social é usada como uma forma de ir servir a Cristo em terras distantes, então ela é essencial; se ela é usada como supérfluo, ela pode ser dispensada por 40 dias ou por 365, visto que pode acabar virando ocasião de pecado.

2) Se a rede social me fosse uma ocasião de pecado, certamente eu cortaria isso do meu ser por 40 dias, de modo a me preparar melhor para a Páscoa.

3) Se a minha timeline fosse composta só de gente do mundo, tal como ocorre com a maioria, dispensá-la por 40 dias não seria problema, dado que não me faria falta.

4) O valor da rede não está no meio, que é neutro, mas na qualidade dos pares com os quais você tem ligações - e isso faz uma diferença monstruosa. A maioria dos meus contatos busca o conhecimento e a sabedoria - e na minha circunstância geográfica, eu tenho dificuldade de encontrar gente assim. Por isso que não faço jejum de facebook, dado que isso é essencial ao meu desenvolvimento pessoal e profissional.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de março de 2017.

sábado, 4 de março de 2017

Se a felicidade fosse um fim em si mesmo, então ela nega a Cristo

1) Cristo disse: "pegue a sua cruz e siga-me".

2) A vida neste mundo é uma forja - e nela se forma o caráter. Precisamos ser maleáveis, de modo a apreendermos as mais diferentes nuances da vida fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus, ao mesmo tempo em que precisamos ser duros com o aço, de modo a que não toleremos o erro nem o pecado que se dá por conta de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

3) A vida deste mundo se passa pela cruz. Nos momentos de dor e de aflição, nós conservamos a dor de Cristo, pois é nele que encontramos a liberdade e a verdade. E nos momentos em que estamos aflitos, o Espírito Santo vem em nosso auxílio. Os nossos tempos são de contingência; não temos a quem recorrer e o único abrigo que ainda resta são as igrejas domésticas, as famílias - esta nobre instituição que o governo quer acabar.

4) Isso só confirma o argumento de que o importante é ser feliz, da forma como o mundo prega, não passa de hedonismo, e hedonismo é levar nossos atributos para o nada - e o nada é a não realização da pessoa em toda a sua plenitude. Trata-se de uma cultura de morte, em que a certeza da ressurreição não existe, dado que a esperança em Deus foi perdida.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017.

Será que o importante é ser feliz, como se a felicidade fosse um fim em si mesmo?

1) Há quem diga que não precisamos de ninguém. Isso não é verdade - nós nascemos dependentes dos pais. E quando nos tornamos aptos para a vida civil, nós passamos a servir de modo a que nossos semelhantes confiem em nós.

2) Se a sociabilidade é uma característica do ser humano, então o homem só se tornará um ser pleno quando está em sociedade. E na sociedade ele precisa encontrar os amigos adequados, de modo a que possa se desenvolver - e esses amigos precisam amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, de modo a que juntos tomemos o país como se fosse um lar em Cristo. E o que é a sociabilidade senão interdependência? E o que é interdependência senão mútua assistência e mútua santificação?

3.1) Se o propósito da minha vida é ser feliz, então a felicidade torna-se um fim em si mesmo e faz com que o uso das minhas faculdades seja voltado para o nada. Se Cristo é a razão de ser da minha vida, porque Ele é a verdade e veio me libertar do pecado, então só terei felicidade servindo a Ele nestas terras distantes, pois a verdadeira felicidade está nisso, já que o Reino de Deus não é deste mundo.

3.2) Só no individualismo mais exacerbado é que vemos o indivíduo atomizado, onde este tem o direito a ter a verdade que quiser, a ponto de edificar o que é conveniente e dissociado da verdade, fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Isso leva a conflito de interesse qualificados pela pretensão resistida, a tal ponto que o Estado terminará legislando sobre o que é felicidade - e a legislação acaba criando uma regulação asfixiante e angustiante, onde todos viverão na mais profunda depressão, com as vidas voltadas para o vazio, o que fomenta suicídio em massa.

3.3) Não é à toa que o conceito de felicidade interna bruta existe em países totalitários como a Coréia do Norte, que se gaba em dizer que é a nação mais feliz do mundo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de março de 2017 (data da postagem original).