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terça-feira, 26 de maio de 2015

É preciso reconquistar a Terra Prometida

1) Os apátridas são como os adoradores de Baal que ocupavam a Palestina, quando os hebreus voltaram à Terra Prometida. Para se tomar o país como um lar, é preciso reduzi-los a pó e purificar os ambientes onde eles se alojaram, pois eles conservam o que é conveniente e dissociado da verdade - e nada vai tirá-los desse caminho, pois pecam contra o Espírito Santo, o que provoca a ira divina.

2) Muitos desses adoradores de Baal criaram um bezerro de ouro chamado O Sul é o meu País. Quem toma este país como um lar tem que mandar essa gente para bem longe daqui, sem chance de voltar - aqui não há espaço para heresias políticas, que fazem com que o país, no todo ou em parte, seja tomado como se fosse religião, fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Tal como nos tempos bíblicos, isso pré-existe a restauração do senso de se tomar o como um lar em Cristo. Trata-se de um trabalho preliminar.

Sobre a questão dos haitianos

1) Se o governo fosse o dos tempos do Império, acolhê-los seria um dever moral e conforme o Todo que vem de Deus - e precisaríamos fazer com que eles aprendam a tomar este país como um lar e como base para que possam reerguer a terra destruída. As duas terras estariam ligadas por conta do nacionismo, por conta da aliança do altar com o trono.

2) A questão dos haitianos é questão humanitária - e pede inciativa privada, caridade sistemática. E caridade sistemática pede micropolítica organizada, já que a Aliança do Altar com o Trono ainda não existe - então, deixem de ficar tomando o pais como se fossem religião, parem com esse nacionalismo imbecilizante e vão ajudar aqueles que têm o coração necessitado e sem maldade de modo a que possam progredir neste país, a tomá-lo como um lar de tal maneira a que possam reconstruir o país arrasado. Só assim você está servindo a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique. E foi assim que o Brasil foi fundado.

3) Nacionismo pede caridade, pede solidariedade. Quem toma o país, ou a província, como se fosse religião está envenenado pelo espírito apátrida. Por isso que digo que brasileiros somos poucos, posto que muitos são insolidaristas, nem se dão com o próprio vizinho. Estou de pleno acordo com Eduardo Bisotto, quando fala que o haitianos são os novos italianos, não obstante a circunstância em que nos encontramos.

Os haitianos dariam brasileiros melhores que esses apátridas

1) Se mudar de lugar fosse solução pra todos os meus problemas nesta pátria, eu me mandaria para o espaço.

2) Só me seria lícito mudar de país se:

2.1) Tivesse uma oportunidade de trabalhar lá e levar minha família junto. Infelizmente, não conheço nenhum americano e nem trabalho para americano algum.

2.2) Fosse um cidadão sério e responsável que tomo meu país como um lar, mas que, por infortúnio, acabo vendo meu país ser tomado por déspotas que tomam o país como se fosse religião de Estado totalitário. Só me iria ser lícito ficar nesse país enquanto as forças do mal não forem afastadas - e eu precisaria ser a resistência. Olhando por essa via, eu mesmo teria esse direito, assim como todos os poucos que tomam o país desse modo, que vivem em conformidade com o Todo que vem de Deus e que honram a herança de Ourique.

3) Os apátridas nascidos nesta terra, que querem fugir pros EUA, nem se enquadram na primeira ou na segunda condição. Eles serão apenas um tormento.

Apátridas são filhos pródigos que se recusam a voltar para a casa do Pai

1) Apátridas - que sempre usaram a sua liberdade para o nada, porque tomaram o país como se fosse religião - acham que imigrando para os EUA é solução. Eles são incapazes de perceber que o problema são eles mesmos e que o problema vai com eles junto.

2) Pobres cidades americanas, que vão ficar cada vez mais inchadas de gente  sem princípios, sem moral, sem caráter, sem cultura, sem valores, cuja única vocação é só lavar prato ou privada! Acham que vão se salvar por conta das verdinhas! Eis no que dá ser dinheirista!

3) Eis aí a tragédia dos que vivem em conformidade com a ética protestante e o espírito do capitalismo: a indignidade da apatria. Jogaram fora uma herança, fundada na missão do Cristo Crucificado de Ourique, para abraçar a obra-prima do herege Rei Henrique VIII.

4) É como o Padre Paulo Ricardo falou: "Eles têm o espírito de porco! Dizem para o irmão: coma lavagem porque lavagem é bom!" Americanismo é que nem o Rock in Rio - é bem isso.

Ninguém tornará outro povo mais católico se você não disser sim ao Cristo Crucificado de Ourique

1) Os que ficam a dizer que "nada vai acontecer porque aqui é Brasil" são necessariamente os mesmos que estão querendo se mandar para os EUA, pra viver a vida no exílio, na apatria e no pesadelo americano.

2) Acham que vão pra lá "fazer o povo americano ser católico" sem dizer sim à missão que o Cristo Crucificado nos deu em Ourique. Como essa gente é tola!

3) Sem tomar este país como um lar primeiro, é impossível buscar ajuda lá fora, de modo a tirar este país desse atoleiro - a intervenção internacional pede necessariamente que o povo tome este país como um lar, e isso pré-existe a toda e qualquer ordem constitucional. É impossível que se leve a sério a opinião de apátridas que só sabem tomar o país como se fosse religião e fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Toda e qualquer pretensão dessa é destituída de fundamento.

4) Vocês não vão conseguir sobreviver à diáspora nem em uma única geração. O dia em que seus filhos, pela graça de Deus, começarem a cobrar de vocês as razões pelas quais vocês são todos apátridas, aí vocês terminarão sendo que nem os velhos adoradores de militares que ainda estão vivos: um peso morto, cuja sabedoria apátrida tem mais é que ser esquecida e voltar ao pó de onde veio. 

5) Esses filhos jamais te perdoarão, pois vocês fugiram da luta - e se ouvirem falar de mim e do meu esforço, dirão: "o Dettmann tem razão. Ele tomou o pais como um lar e não como se fosse religião. Estúpido é aquele que não o ouviu ou não o leu. Peço perdão a Deus, não porque hei pecado, mas, sim, porque meus pais pecaram porque não levaram em conta a sabedoria de alguém que viveu a vida em conformidade com a Tua Palavra, meu Senhor, Pai Santo, Deus Eterno e Misericordioso. Agora, herdo essa herança maldita por conta deles - vou me penitenciar, de modo a que eu possa ser por Ti contado na terra que meus pais rejeitaram. Não o faço pelos meus méritos, mas por Tua bondade, ó meu Deus. Quero ser santo - e brasileiro, como o Dettmann".

Falar a verdade me leva a purificar a rede social

1) A verdade, a conformidade com o Todo, poda este mural. Para cada apátrida expulso, haverá um virtuoso aqui. O espaço desse mural será preenchido por 5000 virtuosos, pela graça do bom Deus. Mesmo que fique com menos de 10 pessoas aqui, melhor elas do que os apátridas.

2) A nação pseikone não se curvou ao conservantismo e nem ao comunismo, disse sim ao Cristo Crucificado de Ourique e toma este país como um lar. Eles, os pseikone, são os verdadeiros brasileiros - e tenho orgulho de dizer que eu fundei esta nação. Quem se disser brasileiro negando Ourique e abraçando o errado, que morra na apatria, pois é isso que ele desejou! Somos mais brasileiros do que os idiotas daqui.

Falar a verdade da pátria afasta os apátridas

1) Eis aí um bom teste que estou a fazer pra botar apátrida pra fora: falar a verdade, doa a quem doer. Frente à loucura dos homens e das mulheres apátridas, temos a loucura do amor dos nacionistas, por conta daquilo que se edificou em Ourique - sabemos que Portugal nasceu por milagre, contra todas as probabilidades, e nós venceremos o comunismo, contra todas as probabilidades, contando a com intercessão de São João Paulo II e Santa Maria, Mãe de Deus, de modo a que isso ocorra. Sou pelo que é conforme o Todo que vem de Deus - aqui não tem espaço pra imbecil. Se você falar merda, é bloqueio direto. E não ouvirei seus apelos, pois não tolero idiotice, conservantismo ou covardia. 

2) Quem toma o País como um lar deve seguir o conselho de Sua Santidade, o Papa Francisco: não se deve ter medo de pensar grande. Quem pensa em sair do Brasil ou acha que morrer pelo Brasil é martírio desnecessário está a pensar pequeno, pois funda seu pensamento em sabedoria humana dissociada da divina. 

3) Para Deus, nada é impossível - Ele sabe que eu mereço um país livre do comunismo, pois não cometi pecado grave, tal como vocês cometeram - e se eu peco, eu me confesso. Ele é justo e bom - se Ele achar que meu sofrimento merece servir de exemplo para os outros, então estou em conformidade com o Todo que d'Ele vem, pois Ele sabe o que faz. O que devo fazer é dizer "sim", mesmo quando muitos estejam a dizer "não". Estúpida é a maioria que vota pelo "não" a Cristo - e, por conseguinte, pelo "não" a Ourique.

4) De nossa parte, que tomamos o país como um lar, não há nada de fugas táticas ou estratégicas, pois sabemos que o pecado da covardia é o caminho da apatria. Nós temos honra e lutaremos até o último homem. Eu me faço de exemplo: luto com o meu teclado e não tenho medo algum.