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segunda-feira, 25 de maio de 2015

A constituição dos EUA é cristã, apesar de todo o libertarismo

1) Um país como uma base protestante, com uma base tão nula, marcado pelo libertarismo e pela maçonaria, só pôde prosseguir porque a Constituição, nas palavras de John Adams, foi feita para um povo cristão, apesar de todos os vícios libertários.

2) Se não tivesse essa teleologia, seria como são foram as constituições européias pós-1789 e as das repúblicas latino-americanas, após a descolonização. Ao edificarem liberdade para o nada, elas terminariam escritas e reescritas sucessivas vezes.

3) Outro fato que ajudou era o fato de que todos eram refugiados - então, buscaram cooperar uns com os outros, de modo a poder sobreviver e a prosperar na nova terra. 

4) Essa cooperação precisava de medidas políticas práticas - o que seria marcada pela adoção de fórmulas políticas que lembram muito aos tempos clássicos, onde a civilização greco-romana pagã floresceu. Como a maioria era protestante, o calvinismo foi o fator preponderante dessa sociedade - e com ele, a noção de predestinação fundada na riqueza material, causa de toda uma cultura materialista. Por outro lado, por não haver crença na fraternidade universal, o país praticou durante muitos anos uma diplomacia isolacionista, até o ponto em que começou a fomentar a doutrina Monroe, em que a América passou a ser tomada como se fosse religião, com sérias pretensões expansionistas e imperialistas.

5) Um país de refugiados, sem uma herança, precisaria criar uma história própria, e o caminho que sobrou foi forjar uma tradição própria, com base no fato do homem que faz o seu próprio destino, ainda que se Deus. É justamente por serem todos descendentes dos perseguidos de Henrique VIII que a Inglaterra não os considerava esses colonos descendentes de ingleses, mas verdadeiros apátridas, por estes terem sido infiéis à coroa, no passado - e é por isso que é tipico do americano acreditar no fato de que a vida de alguém não é marcada pelo passado do genitor, seja ele pobre ou rico. Esse é outro fato pelo qual os colonos não tinham representação no Parlamento, por conta da violenta tributação.

6) A gênese do vínculo com a terra, com o governo local, por conta do nascimento, como se fosse o homem uma folha de papel a se preencher, é a base pela qual se forjou a história desse país. Ele nasce de uma cultura criada nessas condições peculiares.

Se eu escolhesse amigos, meu país seria os Estados Unidos

1) Se os amigos fossem realmente aqueles que nós escolhemos, com base na sabedoria humana dissociada da divina, o resultado final seria a disseminação da idéia de que não deve haver fraternidade universal, causa de toda uma cultura fundada no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

2) Num país marcado por pessoas assim, cada rincão do país seria tomado como se fosse religião e uns brigariam com os outros - e no final das contas seria preciso um poder central forte de modo a manter os estados unidos, fundados na idéia de uma federação tomada como se fosse religião, já que todos são iguais e ninguém colabora uns com os outros,  por não haver desigualdades ou diferenciações que se marcam pelo fato de se tomar o país como um lar. E num país assim, onde todos têm a sua verdade e onde todas as opiniões têm igual peso, desde a mais imbecil até a mais ilustre, o que haveria seria uma completa anarquia, uma completa apatria.

3) Não é à toa que o culto ao humanismo neopagão, fundado na liberdade para o nada, tem a sua base nos Estados Unidos da América. A civilização moderna têm suas raízes por excelência lá.

Um cristão sempre será escolhido

1) Eu não acredito no argumento de que amigos são aqueles que escolhemos. Na verdade, somente aquele que fala que é o caminho, a verdade e a vida é que pode escolher sem errar, pois é livre de pecado. Por isso mesmo, Ele deve ser sempre o primeiro a ser escolhido.

2) Se eu escolhesse fundado numa liberdade para o nada, eu faria péssimas escolhas, pois levaria em conta uma sabedoria humana dissociada da divina.

3) Eu escolhi Jesus como amigo porque sei que ele fala a verdade e isso tocou o meu coração. Tudo o que disser terá fundamento n'Ele e tudo será feito para Ele. E meus amigos são todos os que foram tocados por Ele. Por isso, eu devo ser escolhido - por isso, sempre vou me abster de escolher. O que disser deve tocar a pessoa e a pessoa deve ver em mim o verdadeiro amigo por excelência: Jesus. Se não for isso, não haverá conformidade com o Todo.

5) No caso de fazer algum trabalho específico que implique algum conhecimento técnico para a produção de riqueza, de tal maneira a que o país seja tomado como um lar, aí poderei escolher os melhores dentre os meus amigos de tal modo a que possam cooperar comigo no projeto que eu vier a organizar - e eles serão meus sócios nisso. Só aí é que o campo da escolha cabe - mas, no campo da verdade, eu devo ser escolhido por reproduzir Cristo no que Ele falou e disse, assim como no que Ele fez por todos nós. Eu preciso ser um perfeito imitador de Cristo da melhor forma que posso, de modo a ganhar confiança do maior número possível de pessoas que estão em conformidade com o Todo que vem de Deus. 

6) Digo isso essas coisas porque não acredito em liberdade para o nada. Se tudo foi feito com o propósito, então a liberdade decorre do fato de amar e rejeitar as mesmas coisas que Cristo. E amizade é, pois, liberdade compartilhada, comungada.

O nacionismo, tal qual o cristianismo, não é ideologia

1) Houve quem me perguntasse se escrevi ou tenho intenção de escrever algum manifesto nacionista. 

Eis a resposta que dou:

2) Do mesmo modo como o Cristianismo não é ideologia, o nacionismo não é ideologia. Tomar o país como um lar em Cristo pede aliança do altar com o trono - e isso pede que essa aliança se dê na carne das pessoas. E o único caminho para o nacionismo é o mesmo que se dá no cristianismo: ensinar as pessoas a viverem na verdade e na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) Tomar o país como um lar em Cristo pede que nosso país como um todo fique sujeito à lei eterna e que não a traia nunca, toda vez que elaborar algum estatuto que organize o Estado e o governo do Brasil de tal maneira a reagir tudo aquilo que destrói o nosso senso de tomar o país como um lar, ao mesmo tempo em que exercemos a nossa herança de servir a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique.

4) Como a verdade se impõe por si mesma, algum dia, quando a monarquia for restaurada, o nacionismo será chamado de modo a que possa ser a base pela qual se estabeleça uma civilização luso-brasileira por excelência. 

5) É por essa razão que nunca me preocupei com manifestos. Manifestos são para sociedades de massas, onde os indivíduos são reduzidos a uma massa proletária e alienada que, por sua vez, é reduzida a um órgão que confirma a vontade dos que estão no poder. E para manipular a vontade desse órgão, essa gente atua em bases culturais, de modo a chegar a hegemonia e ter poder absoluto sobre tudo e todos. Enfim, essa gente não está preocupada com a verdade, mas em conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

6) Para uma sociedade de impessoais, onde uns são mais iguais do que os outros, a resposta pede indivíduos bem preparados e responsáveis, vivendo em comunidade, em permanente cooperação uns com os outros. E isso pede que haja pessoas que amem e rejeitem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Enfim, sem amizade a sociedade não existe - ela é a base para a sociedade política, tal como apontou Aristóteles.

Qualquer discurso contrário ao conservantismo é marxismo

1) Os bairristas, os que tomam seus estados como se fossem religião, certamente tomam meu discurso como "marxista e esquerdopata" (sic). Acusam-me de insuflar ódio - logo eu, que nunca insuflei ódio algum.

2) Antes de examinarem o meu pensamento, já vão condenando e apedrejando. Como essa gente é patética! Não é à toa que essa gente está contaminada por todo esse viés judaizante, bem típico do homem do Antigo Testamento, que conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade, e que também caracteriza o famigerado protestantismo.

3) Agora, virou marxista e esquerdopata qualquer discurso diferente que seja contrário ao que é fundado em sabedoria humana dissociada da divina. Isso é um indício da confusão mental que se criou por começarem a criticar abertamente o Papa Francisco.

4) Eis aí um dos efeitos que o libertarianismo conseguiu criar na cabeça dessa gente - e já houve uma declaração recente de que eles são a nova esquerda. Da mesma forma como o PT deve ser fechado, o líber não pode funcionar como partido.

domingo, 24 de maio de 2015

Não há liberdade sem verdade

1) A liberdade decorre da verdade - se Cristo é o caminho, a verdade e a vida e você crê nisso, então você é livre, pois tudo o que você faz tem fundamento no Senhor, já que você conserva a dor daquele que morreu por todos nós na Cruz.

2) A lei que rege as relações humanas não pode trair essa liberdade que pré-existe à fundação da pátria, pois em Jesus Cristo devemos tomá-la como se fosse um lar. Tudo o que trai à conformidade com o Todo que vem de Deus, tudo o que é atentatório à lei de Deus é inconstitucional, pois tende a desconstituir e a destruir tudo o que foi edificado no Senhor.

3) Quem conserva o que se convém dissociado da verdade tem um entendimento distorcido do que é liberdade - essa pessoa acha que a sabedoria humana dissociada da divina pode, por si só, conservar aquilo que é verdadeiro. Mas a sabedoria humana dissociada da divina, ao conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, cria direitos que, sob a ótica da mais reta das razões, são verdadeiros atentados à sensatez e à inteligência - e só por isso mesmo são inconstitucionais, posto que atentam contra Deus e contra a bondade, coisa que é atribuída ao Espírito Santo.

4) Ninguém deve, em sã consciência, advogar um Estado separado da ordem fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus. E muitos menos legislar de tal maneira a perverter aquilo que é de mais sagrado - muito menos induzir pessoas a separarem do Brasil, com base numa liberdade para o nada. Aquele que fizer isso deve e precisa ser condenado à infâmia - e só sairá desse pecado se restaurar tudo aquilo que por pecado ousou destruir, coisa que pode se estender ao longo das gerações.

A monarquia ressuscitará, tal como ocorrerá com os mortos

1) Apátridas - por conta da falsa liberdade de expressão, decretada pela Constituição - podem falar, irreposavelmente, que a monarquia está morta - e por essa razão, ficam a dizer amém a toda sorte de movimentos salvacionistas e separatistas que tentam salvar o insalvável: a República, fundada em sabedoria humana dissociada da divina. E o pior é que essa gente se diz católica, conservando o que é conveniente e dissociado da verdade. Parece que essa gente não acredita nem em fraternidade universal, nem em ressurreição dos mortos.

2) Eu tomo o meu país como um lar, creio no Espírito Santo e na missão que o Crucificado deu a cada um de nós, que somos descendentes de portugueses, de modo a servirmos a Ele nestas terras distantes, tal como se deu em Ourique. A Aliança do Altar com o Trono não se apaga por força de decreto fundado em sabedoria humana dissociada da divina ou com base em toda uma política sistemática de fomentar ignorância, de modo a tomar este país como se fosse religião, ao pregar aos quatro ventos que "monarquia é atraso". Nossos Príncipes conhecem a enorme responsabilidade de serem os primeiros cidadãos da Pátria e, movidos pelo Espírito Santo, restaurarão a monarquia nesta terra, renovando aquilo que se edificou, por milagre, em Ourique. Pois nada se antepõe a Cristo e à ação dos primeiros cidadãos desta Pátria, que regerão esta nação com base na Pátria do Céu.

3) A monarquia voltará por conta da ação do Espírito Santo, que guia a cada um de nós monarquistas, que cremos na Aliança do Altar com o Trono, restaurando o senso de se tomar o país como um lar, em Cristo.

4) A infames apátridas, como o Sr. Bruno Dornelles de Castro, não lhes cabe outra coisa senão a desonra e o desprestígio de serem publicamente desprezados por conta de suas injustas declarações, pois são atentados contra o Espírito Santo - e Deus não os perdoará por isso, uma vez que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade. Este mesmo pecado se estende a todos os separatistas e a quem fala mal do Papa Francisco.

5) Cedo ou tarde, à medida que for sendo chamado a falar ao povo através de conferências que se darão por todo o território brasileiro, terei que lançar um rol da infâmia - e o Estado do Rio Grande do Sul me fornece uma lista extensa de pessoas que não poderão estar diante de mim, por serem indignas de ouvir o que tenho a dizer, uma vez que essas pessoas rejeitam a verdade. Onde eu estiver presente, essas pessoas não poderão estar, pois a simples presença delas é uma ofensa a Deus e eu sei muito bem disso. É preciso que antes se arrependam de seus pecados e renunciem publicamente a esse infame conservantismo, para poderem ser admitidas no meu círculo de ouvintes.