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terça-feira, 26 de maio de 2015

O Brasil precisa do Cristo de Ourique, e não do mundo, para ser salvo

1) Há quem diga que ficar aqui é martírio e que isso não trará resultado algum. O engraçado é quem pensa assim viveu a vida inteira com base na liberdade para o nada, na base do sexo, drogas e rock and roll. Eles todos pecam contra as três virtudes cardeais: a fé, a esperança e a caridade - e isso é pecar contra a bondade, que coisa que vem de Deus e é atribuída ao Espírito Santo. Quem pensa assim é apátrida. 

2) Para Deus, nada é impossível. Tomo meu país como um lar e sirvo a Cristo em terras distantes, através da Internet. Os bons, os que estão em conformidade com o Todo que vem de Deus, salvarão este país, seja escrevendo - edificando consciência, apesar do totalitarismo -, seja pelo martírio.

3) O Brasil não precisa do mundo para ser salvo - ele precisa servir a Cristo, tal como se deu em Ourique.

O verdadeiro desarmamento se dá no terceiro desarmamento

1) Armas de fogo e armas brancas são pinto, perto de se desarmar a população de seus dedos, dedos esses que digitam o teclado de modo a detonar o PT e o Foro de São Paulo. 

2) O PT não me desarmou ainda e não vai me desarmar. Podem me pagar milhões para eu não escrever nada ou censurar a internet - não estou à venda e ainda vou dar um jeito de conseguir internet, de modo a prosseguir a minha missão de semear consciência junto à população.

3) A caneta e o teclado são as armas mais temidas pelos totalitários - e isso eu manejo com precisão. Vou ensinar mais gente a "atirar" desse jeito. Com a pena, corto a mentira e aparo as nuances, de modo a evidenciar a mais reta das verdades, que é em si mesma um diamante bruto.

Os olavettes são o retrato da apatria

Papo de Olavette: É melhor fugir do Brasil. Isto aqui virou um Gulag. Eu nem posso praticar meus esportes radicais porque tudo custa os olhos da cara.

Eu digo: 

1) Eu não saio de casa a não ser para ir à Igreja, não tenho dinheiro para poder levar alguma mulher que gosto para jantar, mas eu vou ficar no Brasil. 

2) Meu computador com Internet foi a única liberdade que me sobrou, sei escrever e eu vou lutar pelo meu país com todas as minhas forças, enquanto isso puder ser feito - escrevo para os meus alunos em troca de doações e parte delas invisto no meu aprimoramento profissional, incluindo ouvir as aulas do professor Olavo, sem, no entanto, levar a sério a besteira que ele falou de que a maçonaria salvou o Brasil em 1964, o que é uma falta de caridade para com o próximo, pois em verdade a maçonaria não salva, mas escraviza os povos, ao fomentar uma liberdade para o nada, fora da conformidade com o Todo que vem de Deus, sem contar o relativismo moral.

3) Siga o exemplo de todos os outros e seja um apátrida - você não é, e nunca foi, membro do nobre povo luso-brasileiro, que se aventurou no mar, serviu a Cristo em Terras distantes, combateu muçulmanos, catequizou indígenas e integrou raças diversas de modo a formar o nosso povo. Vá agravar ainda mais o inchamento das cidades americanas com a sua mentalidade burguesa, que não pensa em outra coisa senão casa, comida, bom salário, sombra e água fresca. Trabalhar em prol da pátria, lutar diuturnamente pelo Brasil, apesar de todas as dificuldades, você não quer, mas eu quero. Morrerei nas mãos dos comunistas, mas eu ganho a vida eterna - você foge e a perderá para sempre.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tomar Jesus como seu primeiro amigo é nacionismo e distributivismo

1) Se houver uma cultura sistemática de que Jesus deve ser sempre o primeiro amigo de todos, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida, então haverá fraternidade universal e senso de comunidade. E a comunidade é justamente formada por conta dessa amizade distribuída a todos sistematicamente e desinteressadamente, pois todos estão reunidos no coração de Cristo. E bendito seja esse Sagrado Coração que reuniu a todos nós! 

2) Para eu ser amigo d'Aquele que é Deus entre nós, então eu devo ser escolhido - e para ser escolhido, eu devo servir e viver a vida em conformidade com  o Todo que vem de Deus.

3) Por isso que é causa de nacionidade um povo inteiro ter como primeiro amigo Cristo. Se você toma por amigo Jesus Cristo, você tomará por mãe a Santa Mãe de Deus, mãe de Nosso Salvador. Só assim haverá nacionismo, país tomado como um lar tendo por Cristo fundamento, pois Jesus tomará por lar todos aqueles que O tomam por irmão.

Da necessidade de se construir uma cultura de sobrevivência em face da mentalidade revolucionária

1) Nós temos bases fundacionais mais sólidas que as americanas. Entretanto, após 126 anos de governo marcadamente revolucionário -que fomentou ignorância como se fosse cultura, ao ensinar, ao longo das gerações, que monarquia é atraso  - o maior desafio de nosso tempo, e dos que logo virão, é restaurar essas bases que foram destruídas, por conta da queda da monarquia.

2) Se a base do poder está na sociedade, no senso de se tomar o país como se fosse um lar e não como se fosse religião, então a ação cultural é crucial, de modo que o país volte a ser uma sólida monarquia católica. Precisaremos adotar toda uma cultura de sobrevivência capaz de resistir às intempéries decorrentes da apatria e das perseguições. Ao contrário dos EUA, não precisaremos lutar contra a natureza - o maior desafio é sobreviver à intempérie revolucionária e nela prosperar, até ela ser sobrepujada por nossa força interior.

3) E a cultura de sobrevivência se dará na ação de escritores e numa cultura de forte pessoalidade. E é através de um apostolado exemplar, distribuído sistematicamente através dos livros e das gerações, que o país consegue resistir, pela força da iniciativa privada de alguns, aos vícios do totalitarismo nazi-petista.

4) Uma raça especial de pessoas vai se forjar, por conta dos abusos e dos desmandos desse governo nazi-petista - esses novos brasileiros serão como as superbactérias que resistem a todo tipo de antibiótico, que nos negam a vida em Cristo. Uma seleção natural está em andamento - os apátridas estão saindo do país ou estão morrendo de velhice; no lugar deles, entrarão os que conhecem o destino da pátria por força de Ourique. Esses resistirão ao longo das gerações, a ponto de forjar uma estirpe, tal como se deu na Idade Média. 

5) Pelo martírio, pela fé e pela edificação na alta cultura, esse povo novo derrotará o comunismo. E restaurará as bases do antigo Império Luso-Brasileiro.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2015 (data da postagem original).

Da dialética dos conservantismos - o caso americano

1) Por conta da cultura de improvisação, o que era conveniente e sensato acabou se conservando, apesar de todo o conservantismo.

2) Essa luta permanente para se manter aquilo que é conveniente e sensato, apesar do conservantismo, é o que marca a cultura americana. A estabilidade de hoje é marcada pela constante instabilidade, por conta de seu governo marcadamente improvisado. São estáveis porque conservam o que é bom e sensato, pois isso leva à verdade. E isso se dá por conta da experiência prática, que imita a experiência romana pagã.

3) Esse conservantismo está num processo de vir-a-ser conservador - e para isso, o país precisará trocar suas bases protestantes por bases católicas, sem renunciar ao que é conveniente e sensato, coisa que se sabe por conta da longa história de cultura de perseguição e sobrevivência em terras estranhas.

O conservadorismo lá se funda em bases precárias

1) Bastou a influência kelseniana chegar aos rincões americanos que os Estados Unidos foram paulatinamente abandonando suas bases originais para abraçar toda uma hermenêutica radical, progredindo ainda mais na cultura da liberdade para o nada, problema esse endêmico, por conta de sua formação marcadamente improvisada.

2) O conservadorismo americano não é decorrente da dor de Cristo, pois não foi um reino católico, chamado a servir a Cristo em terras distantes, que fundou aquele país - o país nasceu por conta da organização privada, e o governo local se fundou com base na coalizão dos mais vários grupos que foram perseguidos por conta da tirania de um rei protestante - e o presidencialismo americano é uma monarquia fundada numa cultura de sobrevivência em terra estranha e em reação a um governo tirano. 

3) O país, enfim, nasceu do self-made man, do improviso. E tudo que é feito no improviso é, por efeito, provisório. O país carece de uma fé fundadora mais sólida, que faça trocar essas bases provisórias por bases definitivas - e isso só dará no catolicismo. E graças a Deus isso está acontecendo - a maioria da população já é católicos.