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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Aqui é Menos Marx, Menos Mises e Mais Doutrina Social da Igreja

1) Se houver alguém aqui tentando me adicionar defendendo as idéias de Mises, esse sujeito que equiparou Jesus a um Bolchevique, então esse alguém será automaticamente bloqueado.

2) Essa pessoa é esquerdista e não sabe disso - é o típico idiota útil da maçonaria. É parte do gado de quem adora o G.A.D.U (Grande Arquiteto do Universo).

3) Houve uma moça que tentou me adicionar. Logo de cara, eu percebi que ela era adepta das idéias de Mises. Bloqueei-a na hora - e farei o mesmo com quem se atrever a fazer isso.

José Octavio Dettmann​

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2018.

Comentários sobre a lição de que os últimos são os primeiros

1.1) Jesus dizia que o primeiro no Reino dos Céus deveria ser o último, o bom servo. Ele foi o último dos hebreus e primeiro dos Cristãos, posto que praticou um messianismo de serviço. 

1.2) Como ele foi igual a nós em tudo menos no pecado, então Ele é nosso irmão - e por ser o primeiro dos Cristãos, os verdadeiros descendentes espirituais de Abraão, então Ele se acabou se tornando príncipe, o primus entre pares.

2) Quando se Jesus se torna o primus entre pares no Brasil, na Polônia e em outras nações onde as pessoas vivam a vida em conformidade com o Todo de que vem de Deus, a ponto de amarem e rejeitarem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, então essas nações todas fazem o príncipe se tornar Rei. E sendo Rei, Jesus - seja diretamente ou por intermédio de sua esposa, a Igreja Católica - escolhe os vassalos. Por isso, Jesus é Rei dos reis.

3.1) Se o rei de Portugal, Brasil e Algarves toma a todos os que se encontram sob autoridade e proteção como parte de sua família, então todos os reis são patriarcas, a tal ponto que a República Cristã é regida por um Direito de Vizinhança que pode ser chamado de Direito das Gentes ou Direito Internacional.

3.2) Como Jesus é o verbo que se fez carne, então não cabe nenhum multiculturalismo, fundado no fato de que todos têm a sua verdade, a ponto de conservar o que é conveniente e fora da conformidade com o Todo que vem de Deus, o que edifica liberdade com fins vazios.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2018 (data da postagem original). 

sábado, 3 de novembro de 2018

Notas sobre a guerra de facções que reina neste mundo desde a primeira vinda de Cristo

1) Por conta da espada que Cristo trouxe, a Republica Christiana é dividida em duas facções: os que vivem em conformidade com o Todo que vem de Deus (os cristãos) e os que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de negarem Jesus como messias (os judeus).

2) Esta guerra civil só terá fim a partir do momento em que Jesus vier pela segunda vez.

3) O cristianismo, o senso de conformidade com o Todo que vem de Deus, começa a se expandir a partir do momento em que os filhos dos conservantistas percebem a insinceridade e o vazio das falsas tradições de seus pais e buscam por céus e terras a verdade. A expansão não necessita de armas, a não ser para uso em caso legítima defesa. O império que se expande através da fé verdadeira é um império de cultura e da educação - o homem convertido mudou a matriz de sua consciência de modo a servir seus semelhantes de modo que estes também possam reproduzir as feições do filho da virgem Maria.

4) O conservantismo se expande a partir do momento em que há hereges e apóstatas, como Lutero, semeando discórdia onde deve reinar a unidade. Ele se expande por meio da violência e da corrupção das consciências, fazendo com que a luz da verdadeira fé se apague nos corações das pessoas, através da omissão e do silêncio dos bons. Os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Ismael fundamento são filhos das trevas e adotam a lua crescente como o símbolo desse sistema de dominação política, onde as pessoas devem mentir em favor do Islã.

5.1) Certos povos preferiram a neutralidade em tempo de crise e optaram pelo judaísmo por conveniência. Eles buscam manipular os filhos do sol e da lua de modo que possam sobreviver e até se expandir através do choque de civilizações que se segue.

5.2) O lugar mais quente do Inferno é destinado a esses mornos, pois o judaísmo farisaico e talmúdico é a religião dos mornos, pois vivem em conformidade com o Todo que vem do nada, a ponto de relativizar o que foi dito por Cristo e servir a liberdade com fins vazios. Mas a pedra rejeitada tornou-se a pedra angular. Os os que ainda conservaram a sanidade destruirão essa ordem de coisas desde dentro.

5.3) Enfim, nesta guerra civil na República Christiana há uma luta entre Deus e o diabo na terra do Sol que não se põe.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Mais notas sobre cristianismo e distributivismo

1) Deus elegeu os hebreus como seu povo eleito. Desse povo viria o Messias, o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. O verdadeiro Deus e verdadeiro Homem tornou-se o último hebreu, deu pleno cumprimento à lei mosaica e trouxe a espada, separando os cristãos dos judeus.

2.1) Os conservantistas judaizantes são loucos no sentido de Chesterton, pois perderam tudo exceto a razão de conservarem o que é conveniente e dissociado da verdade. Com isso criaram uma tradição de liberdade fundada com fins vazios, divorciada da verdade. O liberalismo dos judeus é o liberalismo dos maçons, pois a pedra rejeitada tornou-se a pedra angular.

2.2) Os filhos dessa velha ordem remanescente que mantiveram sua sensatez estão procurando a verdade, uma vez que o conservantismo de seus ancestrais é insincero. Por isso que o Cristianismo se expande, pois há uma demanda pela verdade.

3) A função da evangelização é servir a verdade a quem a busca. E com a educação cristã surge o compromisso para que o convertido passe servir a todos de modo que a conformidade com o Todo que vem de Deus se expanda através da excelência, da santificação através do trabalho. Isso faz com que a luz de Cristo não se apague, já que o Sol - fundado n'Ele, por Ele e para Ele - não se põe. Como o sol não se põe, então ninguém se torna amigo de Ismael, membro da nação do esquecimento.

4.1) É através de Cristo que todos os povos não-hebreus passaram ser parte da herança de Deus.

4.2) Em Cristo ocorreu o distributivismo dessa herança, pois Ele é a verdade, a liberdade, e veio para nos tirar da escravidão do pecado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre cristianismo e judaísmo

1) Se Cristo veio trazer a espada, então ele veio instituir de vez a divisão entre os que são amigos de Deus, que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, e os conservantistas.

2) Com isso, Jesus se tornou o último hebreu. O Antigo Testamento leu lugar ao Novo por causa dele.

3) Os cristãos são os verdadeiros descendentes espirituais de Abraão. Os que se recusaram a ter Jesus por Messias se tornaram conservantistas judaizantes. Eles se tornaram descendentes espirituais de Ismael, membros da nação do esquecimento, a ponto de serem todos apátridas.

4) O protestantismo é uma das muitas heresias judaizantes. Por isso, falar em moral judaico-cristã é um erro, pois é um absurdo unir a qualquer custo quem conserva a dor de Cristo com quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estar à esquerda do Pai de maneira obstinada.

5.1) O mundo que vive em conformidade com o Todo que vem de Deus adota como critério a luz do Sol; os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Ismael fundamento a Lua.

5.2) O sol nasce do Leste para o Oeste - os povos orientais adotaram o cristianismo primeiro; os ocidentais são os trabalhadores de última hora. Por conta do trabalho sistemático de servir a Cristo em terras distantes, os trabalhadores de última hora recebem as mesmas recompensas que os primeiros receberam.

6.1) Os cristãos orientais adotam um cristianismo mais filosófico, de matriz grega, que é pautada na liberdade. Os ocidentais têm por base a herança romana, fundada na ordem, na verdade. Do casamento das duas vertentes, nós temos o senso de conformidade com o Todo que vem de Deus.

6.2) É por isso que a luz não se apaga, pois o Sol não se põe, já que o nome de Cristo está sendo publicado entre as nações mais estranhas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre a diferença entre indivíduo e pessoa

1) Um Indivíduo é aquele que não pode ser dividido em dois, a ponto de perder a sua ontologia, sua razão de ser.

2) Uma pessoa pode ser dividida em duas. A pessoa física, quando morre, deixa uma pessoa jurídica para continuar o seu trabalho.

3) Quando um indivíduo morre, ele não poderá mais pecar. A razão pela qual a morte foi instituída é para não haver pecados perenes. E é por conta de haver pecados perenes que a dívida se torna impagável, a ponto de forçar a vinda de Deus até nós, uma segunda vinda. É por conta de haver gente que se recusou a ver Jesus como Messias que toda uma sorte de coisas foi sendo montada ao longo do tempo para forçar uma segunda vinda de Cristo - e desta vez Ele virá para julgar os vivos e os mortos.

4) Se uma pessoa vive a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, então essa pessoa vai deixar uma instituição que continue o seu trabalho, uma vez que seu trabalho é santo, sua missão é santa e sempre haverá gente disposta a continuar o legado por amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

5.1) Tal como é a coroa numa monarquia, as pessoas jurídicas devem ter profunda relação com a família de quem instituiu essa fundação (e a empresa nesse sentido é uma fundação, só que voltada para organizar uma atividade econômica organizada de tal modo que todos possam se santificar através do trabalho).

5.2) Por isso, o sucessor desse trabalho precisa imitar o instituidor, que foi amigo de Deus sem medida e só aí haverá uma verdadeira expansão do legado, a ponto de se tornar uma tradição e gerar um legado ainda mais duradouro.

5.3.1) Agora, quando o homem é rico no amor de si até o desprezo de Deus, suas atividades são nefastas.

5.3.2) Seu trabalho é voltado para o amor próprio, visto que a riqueza se tornou sinal de salvação. Por ser uma má pessoa, a empresa criada continuará seu mau legado, a ponto de produzir pecados perenes, desintegrando todo o tecido social.

5.3.3) A finalidade de uma recuperação judicial é fazer com que uma pessoa jurídica, com um legado péssimo, passe para a mão de uma pessoa virtuosa, evitando com que pecados perenes sejam produzidos. Os pecados perenes existem porque essas empresas foram fundadas numa cultura onde a verdade não existe e a liberdade é servida com fins vazios. Pecados geram dívidas que, se forem acumuladas, tornam-se impagáveis, levando uma empresa a abrir falência.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre capitalização moral e sociedade de confiança

1) Se educação é dever de todos então todos devem uns aos outros. Como o homem é pecador, é animal que erra, a dívida é tão grande que a humanidade não é capaz de pagá-la sozinha. E quando a dívida é muito grande, impagável, só Deus pode perdoá-la e para que isso realmente aconteça, Deus teria que vir até nós.

2) Jesus, o verbo que se fez carne, veio para remir os pecados de quem crê n'Ele. Com isso, ele cria uma relação de crédito e débito.

3.1) A sociedade que vive a em conformidade com o todo que vem de Deus é por natureza uma sociedade de confiança.

3.2) Confiamos uns nos outros porque acreditamos que o nosso semelhante ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, a ponto de ver em mim a figura do Cristo necessitado, quando vai prestar um serviço de qualidade. Por isso mesmo, esse senso de crédito circula - e a moeda que simboliza essa relação de confiança tende a ser fiduciária.

4.1) Para que essa relação de confiança se torne a lei na sociedade - a ponto de o país se organizar de tal modo ser tomado como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo, e nos preparar para a pátria definitiva, a qual se dá no Céu -, é preciso que a lei de Deus se dê na carne de cada pessoa - e essa lei que se dá na carne de cada pessoa se chama moral.

4.2) Por isso mesmo, uma família cristã necessita que pai e mãe sejam cristãos, chefes de sua Igreja doméstica a ponto de servirem de modelo de virtude para seus filhos. Assim eles poderão imitar com perfeição a Cristo da melhor forma possível, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

4.3.1) Por meio da evangelização, a lei de Deus é distribuída a outras pessoas, a ponto elas se integrarem uma às outras através da comunidade.

4.3.2) Com a santificação através do trabalho, a relação de crédito e confiança se aperfeiçoa, criando uma espécie de capitalização moral.

4.3.3) Essa capitalização moral faz com que uma pessoa virtuosa entenda que a riqueza é destinada para a promoção do bem comum, pois os dom que ela tem para trabalhar veio de Deus - e como a riqueza é acessório que a sorte do principal, os dons, então isso pertence a Deus, já que a Ele são devidas toda as honras e todas glórias, uma vez que foi Ele quem instituiu essa relação de confiança, que é a verdadeira base da economia.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.