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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Notas sobre distributivismo e federalismo pleno, fundado em Ourique

1.1) Se cada câmara republicana tem suas leis próprias, seus usos e costumes, sua guarda e ainda colabora com a missão de servir a Cristo em terras distantes, então a trindade enquanto base da organização política da comunidade dos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento vai se distribuindo de maneira sistemática e de maneira recursiva a todos os confins da Terra, a partir do momento em que Cristo manda os portugueses expandirem a fé. 
 
1.2) E à medida que esse poder se expande, mais ele se consolida, a ponto de integrar mais pessoas ao senso de tomar o país como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo, já que Portugal nunca perdeu território durante sua expansão, uma vez que foi império de povoamento, império de cultura.

2.1) A trindade é como um triângulo eqüilatero: os membros são iguais, porque todos são irmãos e amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, uma vez que no Todo que vem de Deus todos procuram o bem comum e nenhum lado é maior do que o outro, pois a verdade é o fundamento da liberdade, uma vez que o Todo é maior que a mera soma das partes.

2.2) Esse triângulo vai sendo distribuído de maneira recursiva, na forma de um triângulo de Sierpiński.

2.3) Essa recursividade é infinita, pois Deus só sabe até onde ela vai se dar. Como a infinitude é atributo de quem é onisciente e onipotente, então não podemos ver qual é o limite dessa recursividade, desse distributivismo sistemático. O que sabemos é que isso vai durar até a segunda vinda de Cristo.

3) Eis o que o dá o federalismo pleno fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018 (data da postagem original).

Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus - comentários a esta lição de Jesus

1) Jesus angularizou o ato de dar: devemos dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

2) A mão que dá sempre encontra a outra, a mão que recebe. A maior prova de que dar é melhor do que receber é que a mão que recebe acaba representando os interesses da mão que dá, a ponto de exercer um mandato. Por isso, a mão de César e a mão do sacerdote, que são mãos que recebem, devem trabalhar juntas de tal maneira a fazer com que as pessoas passem a amar e a rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

3.1) Com isso uma trindade foi formada.

3.2.1) Jesus, como conselheiro admirável que é, mandou que o povo de Deus desse a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. 
 
3.2.2) As prerrogativas de César e as prerrogativas dos sacerdotes, enquanto parte daqueles melhores membros que são tirados do povo de modo a servir a Cristo em trabalhos específicos para o bem de toda comunidade e de toda a Cristandade, não são mutuamente excludentes, mas complementares.

3.3.1) Por isso o ato de dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus não leva à separação da Igreja do Estado, mas a integração entre as pessoas de modo que cada um cumpra seu dever, dentro dos limites de suas atribuições. Ou seja, todos estão vinculados a todos, pois todos dependerão uns dos outros, o que é uma forma de amarmos uns aos outros tal como Jesus nos amou.

3.3.2) Os sacerdotes não terão direito à sua verdade, à sua interpretação particular das Sagradas Escrituras, assim como os governantes não comandarão o país tal como foram os faraós do Egito: de costas para as verdadeiras tendências do povo de Deus. Todos estarão na dependência de Deus - se a base do poder está disseminada no povo de Deus, através do ato de dar, então o rei e o bispo só têm seu devido poder se forem fiéis servidores da palavra, já que devem imitar a Cristo como rei e como sacerdote, o bom pastor.

3.4.1) Eis a trindade como base da organização da comunidade política. Dar sistematicamente a César o que é de César e a Deus o que é de Deus é um distributivismo. 
 
3.4.2) Como os papéis de César e do sacerdote são bem definidos, então o país pode ser tomado como um lar em Cristo, uma vez que ninguém, exceto o verdadeiro Deus e verdadeiro homem, concentrará o poder temporal e espiritual da nação nas mesmas mãos, a ponto de formar uma verdadeira teocracia.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018 (data da postagem original).

De brigão inepto a templário virtual de alto nível

1) Quando era mais novo, toda vez que partia para o embate físico eu sempre perdia.

2) Agora, meus embates são intelectuais e raramente perco uma boa luta. O bom combate se dá na defesa da verdade - por isso, sou intransigente nisso.

3) Aceito discutir com quem tem boa intenção; com comunista e com quem é fechado à verdade eu não discuto. Não discuto com quem é desonesto ou maldoso. Isso é dar ao diabo um poder que ele não tem.

5) As regras são simples: conversas sempre por e-mail. Eu respondo a você em uma semana e você me responde em uma semana. Se eu te der razão, você venceu o debate; se me der razão, eu venci o debate.

6) Não aceito debate diante de platéia. Falar não é meu forte. Prefiro fazer as coisas por escrito.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Quem não despreza conservantista jamais admirará um conservador

1) Há quem diga que devemos respeitar todas as "religiões", já que todas elas nos conduzem a "verdade" . Esse é o papo furado do mundo, do diabo e da carne - e eu evito.

2) Num mundo onde a verdade é relativa, não há certo nem errado. Como você vai respeitar todas as religiões se você não conhece uma que seja fundada por alguém que seja a verdade em pessoa, verdadeiro Deus e verdadeiro homem? Isso é impossível!

3) Quando você dialoga com alguém de boa índole que não conheceu a Cristo, então é preciso ter sensibilidade para trazê-lo para aquilo que decorre da conforme com o Todo que vem de Deus. Quando você dialoga com um islâmico, cujo "deus" manda a todo seguidor mentir em nome do islã, então a solução é a cruzada. Islâmico não respeita ninguém - eles são desprezíveis.

4) Quem não sabe desprezar quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade jamais admirará aquele que conserva a dor de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por isso que trato liberal, comunista e muçulmano como gente de pior nível. Eu não tolero a presença dessa gente no meu país.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Se a unidade transcendental das religiões fosse algo verdadeiro, haveria uma profusão de teologias de todo e qualquer tipo, pois todo deus é verdadeiro

1) Se admitirmos que todo e qualquer deus é verdadeiro, então haveria uma profusão de teologias. Haveria teologia islâmica, teologia judaica, teologia hindu. Haveria até mesmo uma teologia para estudar esses sistemas de crenças que acreditam em muitos deuses.

2) Seria preciso uma profusão de teologias para se buscar a unidade transcendental das religiões.

3) Por isso mesmo, o panenteísmo só existe num mundo liberal, onde a liberdade para se adorar a Deus é voltada para o nada, o que leva ao ateísmo.

4) Religião só tem uma - e ela se funda na conformidade com o Todo que vem de Deus. Só o catolicismo é a única religião verdadeira. O resto dessas "religiões" não passam de sistemas de crenças mais ou menos organizado de modo a dar sentido a sociedades marcadas pelo pecado original e que não conheceram a Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Apontamentos sobre o problema de se usar a palavra "teocracia" indiscriminadamente, tal como vemos neste mundo onde a verdade é relativa

1) O grande problema da definição de teocracia está no fato de que todo e qualquer deus é verdadeiro. E se ele é verdadeiro, então ele tem poder sobre as coisas.

2) O verdadeiro Deus se fez homem e veio até nós. Por isso, Cristo é a face visível de um Deus invisível. Como ninguém vai ao pai senão por Jesus, então a verdadeira teologia é cristologia, pois Jesus foi verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

3) Na cristologia, nós sabemos que todo poder vem d'Ele. Por isso, quem exerce o poder como se Ele estivesse entre nós assume forma de vigário de Cristo (Papa). Por isso, o Vaticano é um Estado Cristocrático. Os reis dos reinos cristãos são periferias deste centro de poder. São feitos reis seja por intermédio da Igreja ou seja por Ele mesmo diretamente, tal como aconteceu em Ourique. Por isso mesmo, são autoridades cristocêntricas, pois Cristo é tudo para se tomar o país como um lar em Cristo.

4.1) Cristo é a verdade em pessoa. Ninguém pode mentir em nome de Deus.

4.2) No Islã, Allah é conhecido como o grande enganador e o alcorão manda que todo muçulmano minta em nome do Islã.

4.3) Allah não é Deus - é um grande demiurgo e demiurgo, que eu saiba, não existe, pois não não há Deus mau, um Deus que manda mentir.

4.4.1) O diabo adora quando dão a ele um grande poder, quando chamam esses países islâmicos de "teocracias".

4.4.2) Não podemos dar a esses falsos deuses o poder que deve ser dado ao Deus verdadeiro. Esta é a meditação que faço após o artigo que escrevi acerca da salada russa que o Luiz Camargo promoveu no vlog dele, no youtube.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Notas sobre a diferença entre estado teocrático e estado teocêntrico

1) No Estado tomado como religião, o homem, alçado à condição de Deus, se torna a medida de todas as coisas, a ponto de concentrar os poderes temporal e espiritual da nação.

2) Por conta disso, o Estado totalitário - nascido da separação da Igreja e do Estado, como se cada tivesse a sua própria verdade - é um estado teocrático, pois todo o poder está num falso Deus, que pode ser qualquer homem com direito de ter a verdade que quiser. E esse falso homem não ama e não rejeita as mesmas coisas que Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

3.1) O Estado teocrático moderno faz da constituição uma bíblia, uma crença de livro pronto. Ele tende a ter seu fim nele mesmo, o que acaba gerando liberdade com fins vazios.

3.2) Se tudo está na Constituição, então tudo é politizado. Como isso gera conflito sistemático de interesses qualificado por uma pretensão resistida, então tudo é judicializado - e no final, você não tem mais a quem recorrer, depois que o STF decidir.

4.1) Estados que se tornam vassalos da Igreja de Cristo não são estados teocráticos - na verdade, são estados teocêntricos. Na verdade, os estados são cristocêntricos, pois Cristo foi verdadeiro Deus e verdadeiro homem e é o centro de todas as coisas na terra a ser tomada como um lar em Cristo. O Vaticano é o único Estado Cristocrático, pois é o vigário de Cristo quem governa. Mas o papa faz isso imitando a Cristo como Rei dos Reis e Sumo Sacerdote, como se Jesus Cristo estivesse entre nós - ele diz o direito das fundadas na conformidade com o Todo que vem de Deus in persona christi.

4.2) Nesses Estados, Deus está acima de tudo. Se o rei não for um bom governante, ele pode ser excomungado pelo papa, a ponto de o melhor de dentre os príncipes da nação ser escolhido para governar o reino, servindo a Cristo dentro das circunstâncias do lugar, de modo que o país seja tomado como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo, para o bem de toda a Cristandade.

4.3) Nos Estados Cristocêntricos, os melhores enxergam os membros do povo como um reflexo de seu próprio eu, pois os melhores são tirados do meio do povo para servir a Deus, seja como sacerdotes, seja prestando serviços relevantes à Igreja, na qualidade de cavaleiros de Cristo. Enquanto os nobres trabalham defendendo o país e cuidando da justiça, os cidadãos comuns cuidam de tocar a terra e prestar serviços de modo a suprir a nação naquilo de que ela necessita de modo a poder gerar uma civilização próspera e duradoura.

4.4) Como os sacerdotes não podem se dedicar à política, então os nobres se dedicam a ela. Como os nobres são os melhores dentre o laicato, então eles organizam o Estado de tal modo a promover a integração entre os cristãos e os que não são cristãos de modo que os não cristãos se convertam, uma vez que o mercado é lugar de encontro, de descoberta do outro - e por isso mesmo, lugar de conversão. Não é como no totalitarismo, onde o forte - o eleito de antemão - não pode fundir-se com o fraco - o condenado de antemão.

5) Essas reflexões decorrem do fato de eu ter visto uma fala do Luiz Camargo em seu vlog, em que ele fez uma verdadeira salada russa, quando estava comentando o fato de o Bolsonaro ter rezado logo que se tornou presidente - o que se tornou um escândalo para os defensores do estado laico, que, na verdade é um eufemismo para estado ateu.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018 (data da postagem original).