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segunda-feira, 18 de maio de 2015

A verdade sobre o presidencialismo de coalizão

1) Vivemos os tempos de crise do "presidencialismo de coalizão", que é a marca registrada da Nova República. Nestes tempos, para haver governabilidade, o presidente precisa ser o porta-voz do acordo de compromisso entre as mais diversas facções que tomam o país como se fosse religião e fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Não é à toa que Lula disse que "o presidente dever ser um marketeiro".

2) A aliança entre maçons, protestantes, conservantistas, muçulmanos e comunistas, de toda essa gente que está fora da conformidade com o Todo que vem de Deus, NÃO PRODUZ senso de se tomar o país como um lar. O que é fora da verdade permanecerá fora da verdade, uma vez que heresias e apostasias combinadas não produzem verdade, pois a mentira dita sistematicamente não se converte em verdade.

3) Presidencialismo de coalizão depende de marketing político - e isso se opera dentro da lógica de Goebbels.

4) A única solução é restaurando a verdade - e isso pede a restauração da monarquia e do senso de se tomar o país como um lar, na conformidade com o Todo que vem de Deus, coisa que se funda na Aliança do Altar com o Trono.

5) E o único caminho possível é evangelizando e semeando consciência, por meio da via cultural. Não tem outro caminho.

Que o sangue dos apátridas seja derramado

1) Marx fala que nenhuma revolução se faz sem derramamento de sangue.

2) Se marxismo é injustiça, então sangue inocente será derramado, e isso clama aos céus.

3) Eu não quero o derramamento de sangue dos inocentes, mas, sim, o dos apátridas - o positivismo e o marxismo são ideologias assassinas e devem ser banidas.

4) Meu teclado e minha capacidade de escrever são a minha espada e vou usá-la contra isso.

O nacionismo se faz pela cruz e pela espada

1) Cristo veio nos trazer a espada.

2) Portugal se fundou pela espada contra os mouros e com a ajuda do Altíssimo.

3) Portugal servirá a Cristo em terras distantes - e a Espada está junto com a Cruz.

4) O Brasil será restaurado pela espada e pela cruz - devemos empregá-las contra os petistas, os conservantistas, os globalistas, os positivistas os islâmicos e os maçons. Essa gente é apátrida e precisa ser derrotada.

5) Espada + Cruz => Aliança do altar com o trono => Nacionismo

O primeiro nacionismo se dá no casamento diplomático

1) Se pátria é família ampliada, como diria Ruy Barbosa, então o nacionismo se dá numa aliança permanente e conforme o Todo entre famílias ampliadas. Imagina como isso é poderoso! Nações se formam por conta do casamento. É bem Cristão mesmo! 

2) E o começo desse nacionismo se dá no casamento diplomático, como se deu entre D. Pedro I, da Casa de Bragança (cor verde) e Dona Leopoldina, da Casa de Habsburgo (cor amarela).

3) Primeiro vem o casamento diplomático e em seguida o distributivismo, através do exemplo dos soberanos - e em ambos os países são tomados como um lar, pois os dois corpos se tornam um, por conta do casamento.

O nacionista deve ser poliglota - Parte 2

1) Ser monoglota é fechar-se para o conhecimento e para a verdade, que é universal. A maioria das pessoas são monoglotas, por conta da cultura de se tomar o país como se fosse religião.

2) Quando se toma vários países como um lar, um brasileiro pode falar em português para um polonês e o polonês responder em polonês que ambos se entendem. Ambos conhecem bem a língua um do outro - e uma dinâmica dessa natureza pode se desenvolver, favorecendo o desenvolvimento científico, por conta do intercâmbio direto.

3) Entraves idiomáticos são resolvidos na hora, sem a necessidade de um tradutor. E isso ajuda a produzir conhecimento.

O nacionista deve ser poliglota - Parte 1

1) Todo nacionista deve dominar várias línguas e conhecer as nuances das línguas dominadas, de modo a fazer esse intercâmbio direto. 

2) Exemplo de uma conversa nacionista típica: quando eu falo em português para um americano e ele me responde em inglês e os dois compreendem. O assunto vai se desenvolvendo ao longo da dinâmica da conversa. As expressões idiomáticas de uma língua completam a outra, de modo a conversa ficar mais inteligível. Só assim termos ingleses podem ser aplicados, sem preconceito lingüístico.

3) Falar inglês para o nada ou usar termos em inglês para o nada, em sinal de exibicionismo, gera reação para o nada, que é o nacionalismo e o aportuguesamento de frases inglesas.

4) A influência da língua inglesa no Brasil se deve a duas coisas: falta de domínio do nosso idioma e a cultura de pose e afetação que afeta a todos os que são de mentalidade burguesa e provinciana, gente essa que não possui o mesmo nível de cultura que o de uma pessoa suficiente esclarecida, que domina o idioma pátrio e a realidade da pátria, de modo a tomá-la como um lar e não como se fosse religião.

5) Mentalidade burguesa, pose e afetação, mero contentamento com conhecimento o disponível, falta de domínio do idioma pátrio são, enfim, alguns elementos da nossa falta de cultura e da nossa personalidade viciada enquanto povo - e isso gera esse nacionalismo imbecilizador, que aportuguesa termos estrangeiros, o que é um barbarismo.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Devemos recusar amizade a todos os que se encontram à esquerda do pai

1) Olavo fala que devemos recusar amizade com os comunistas.

2) Eu digo mais: devemos recusar amizade com todos aqueles que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade. Quando descubro que a pessoa é protestante, eu a simplesmente ponho para fora, pois o conservantismo é estar à esquerda do pai no seu grau mais básico. É a infância da mentalidade revolucionária.

3) Eles não crêem em fraternidade universal - e por isso devem ser isolados, a ponto de sofrerem inanição espiritual, por conta desse conservantismo. Quando a inanição espiritual for grave demais, por falta da eucarisitia, aí eles se convertem.

4) A fome espiritual pode gerar fome física. E uma coisa puxa a outra.