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quinta-feira, 28 de março de 2019

Como a ralé da ralé pode ser o maior problema do Brasil?

1.1) Eu não sei de onde o Olavo tirou o argumento de que o brasileiro é o povo mais dinheirista do mundo.
 
1.2) A julgar pelas pessoas com as quais lido no facebook, na minha rede principal, eu encontro muita gente generosa. Alguns me fazem doação em dinheiro e um deles manda livros de Portugal pra mim.

2.1) O povo americano, cuja cultura de doação é propagandeada pelos 4 cantos do mundo, é um povo muito dinheirista. E posso dizer isso por experiência própria.

2.2) A julgar pela mulheres americanas que conheci no Twoo, elas não hesitam em pedir uma quantidade considerável de dinheiro, digamos uns trezentos dólares, mesmo que você tenha acabado de conhecer a pessoa.

2.3.1) Meu irmão chegou a comentar que não dá para se confiar muito em mulher de internet, mas eu nunca vi isso nas mulheres do Brasil com que lidei na internet. Nas mulheres americanas, o que ele falou é verdadeiro.

2.3.2) Se há uma descrição sobre isso, a mentalidade dinheirista do povo brasileiro, é porque o pessoal deve ter lidado com a ralé da ralé, coisa que você pode ver até mesmo no vizinho de porta ao lado, que é medíocre e vazio - e neste ponto, eu estou de acordo, pois eles são muito individualistas mesmo, tal como vi em Padre Miguel, onde morei muitos anos de minha vida.

2.3.3) Todos os personagens da literatura nacional têm por paradigma esses favelados, mas a favela é um estado de espírito, por ser desordem urbana, e esse estado de espírito afeta toda e qualquer classe social que fique rica no amor de si até o desprezo de Deus.

2.3.4) Por isso mesmo, eu evito essa gente, pois não tenho nada a ganhar com eles. Não é fuga da realidade - trata-se de uma forma de me defender da corrupção que eles geram em todo o lugar onde eles se encontram

3.1) O pobre de hoje em dia, protestantizado e a um passo do islamismo, ele não é ubogi - onde o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem se faz às vezes de mendigo -, mas um biedny, um agraciado pelo bolsa-família, pois ele passa a ser súdito do Estado do tomado como se fosse religião, a ponto de tudo estar nele e nada estar fora ou contra ele.

3.2) Esse pobre é eleitor crônico do PT e é rico no amor de si até o desprezo de Deus - e a ambição sem limites os fará eleitos, salvos de antemão, mesmo que não passem de uns condenados, pois buscarão a riqueza da pior forma possível, nem que para isso apelem para o jeitinho brasileiro para conseguirem o que querem.

3.3) O protestantismo ensina esse pobre a mentir - e tal pedagogia o treina a mentir em nome do islã, já que Allah é o grande enganador, o senhor dos hereges, dos que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade.

4) Enfim, a bomba relógio foi armada e está prestes a explodir. Eis o horror metafísico!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.

Continuando o meu argumento de que os americanos não são realistas

1) A maior prova de que o ideal romântico põe tudo a perder é que a pessoa apaixonada por você se propõe a te levar como companheiro de viagem, mesmo que ela não tenha te conhecido ainda pessoalmente.

2.1) Uma das americanas que conheci nas minhas andanças online me pediu que eu fosse com ela para Itália.

2.2.1) A criatura não comeu um quilo se sal comigo, ainda não sabe como é a minha dura realidade no Brasil e ainda me propõe algo ignorando minha outra realidade: que eu não moro sozinho, a ponto de me levar a um potencial conflito entre mim e eles.

2.2.2) Por isso que bloqueio essa gente, pois isso não é realista. O que eu menos quero hoje em dia é ter problemas com os meus pais. Além disso, pela minha experiência, nas poucas vezes que chamei pessoas para se encontrarem comigo, as pessoas que chamei, todas elas, não foram. Elas furaram comigo e nunca me ligaram para desmarcar, o que é uma tremenda de uma falta de consideração para comigo.

2.2.3) É por causa disso que eu meço as coisas pelo que me acontece no Brasil - desde que fui aluno do professor Ribas, eu ouço falar do abrasileiramento do mundo. E os EUA, sobretudo nos tempos do Obama, caminhou a passos largos neste aspecto.

3.1) Além da violência que há no Rio, eu renunciei ao mundo exterior porque não tenho dinheiro

3.2) De que adianta tirar um passaporte se não tenho dinheiro pra viajar? E, mesmo que tivesse, os lugares que poderia visitar, tirando a Polônia, estão cheios de muçulmanos e não quero ter o desgosto de ver essa gente.

3.3) O dia em que houver um governo francês ou americano amigo de Cristo tal como há na Polônia, a ponto de exterminar essa gente maometana e dar uma solução final para isso que a Europa passa, aí eu poderei viajar sem problemas. Mas isso não virá tão cedo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.

Jejum, esmola e oração segundo minha experiência pessoal

1) Só não faço jejum de rede porque foi a única liberdade que sobrou. Sou forçado a viver em reclusão por conta do banditismo no Rio de Janeiro. Como não há nada de bom lá fora, então fico em casa. Faço jejum de vida exterior - uma Páscoa permanente.

2) Só saio de casa para duas coisas: cuidar da saúde e ir à missa. E cuidar da alma é como cuidar do corpo, visto que a Igreja é o hospital dos que pecam. E o tratamento aos pecados se dá fazendo muita confissão e tendo uma vida sacramental.

3.1) Além do jejum que faço de vida exterior, minha esmola se dá nos textos que escrevo, pois instruir os ignorantes é caridade. E como escrever é trabalho, minhas mãos, e não os meus lábios, estão em permanente oração.

3.2) Neste sentido, eu cumpro os preceitos quaresmais do jejum, da esmola e da oração. Faço disso dentro daquilo que posso fazer muito bem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019 (data da postagem original).

Troquemos a modernidade líqüida pela solidez da tradição fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

1) TV (pronunciada de maneira inglesa): de certa forma, uma espécie de porta, onde você vê um de programação imbecil que acaba te programando, te alienando.

2) Drzwi (porta em polonês): Se a porta da rua e é a serventia da casa, então nenhuma TV, sobretudo aberta, deve entrar na sua casa, a ponto de servir liberdade com fins vazios, a ponto de esculhambar o seu lar e assim fazer as pessoas de sua família perderem de vista a vida fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) Drzewo (árvore, de cuja madeira se faz a porta): A família é a porta que leva pro céu, então ela deve se basear nos valores mais sólidos. E esses valores são plantados desde cedo a ponto formar indivíduos arvorados na idéia de se amar e rejeitar as mesma coisas tendo por Cristo fundamento.

4) Por conta desse compromisso, eu devo a Deus prestar contas, pois muito me foi dado, a ponto de ser cobrado por força disso - afinal, Jesus é a árvore da vida. A partir do momento em que confessei tal dívida, uma porta se abriu para negociação, a ponto de não só me converter como também a todos aqueles que decorrem de mim.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.

A verdade sobre a teoria dos três mundos

1) A teoria clássica dos três mundos faz analogia com a teoria dos três estados, durante a época da Revolução Francesa. Os países do primeiro mundo constituem a Aristocracia; os países do segundo mundo constituem o clero; os países do Terceiro mundo constituem o povo, a massa despossuída, os proletários.

2) Como a França pós-1789 foi feita a partir do momento em que o Terceiro Estado ficou rico no amor de si até o desprezo de Deus, então esse Terceiro Estado se arrogou para si o título de Primeiro Estado, pois ele vive em conformidade com o Todo que vem de um demiurgo que dividiu o mundo entre eleitos e condenados. E os eleitos de antemão foram agraciados com a riqueza - e esses estão predestinados a governar o mundo, uma vez que história é contada pelos vencedores. E como estão predestinados, eles podem mentir em nome da verdade, tal como Allah manda a todo muçulmano fazer, em nome do islã.

3) Por isso que EUA e França são o modelo dessa ordem revolucionária. Países comunistas são nações sacerdotais, criadas no mundo em que o país deve ser tomado como se fosse uma religião, a ponto de tudo estar no Estado e nada contra ele ou fora dele. São essas nações sacerdotais do comunismo que pregam o evangelho revolucionário, a ponto de o comunismo se tornar uma espécie de soteriologia, fundada no homem como animal que mente. E esse animal que mente se acha salvador da pátria, a ponto de praticar salvacionismo sistemático.

4) Os países do terceiro mundo são os últimos, porque ficaram fiéis a Cristo. E os últimos serão os primeiros. É o que vemos hoje com o renascimento da Polônia e da Hungria, por exemplo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.

Por que digo que os americanos não são realistas?

1) Uma americana me falou o seguinte: "José, você devia saber que as mulheres são materialmente exigentes e elas querem um homem para sustentá-las."

2.1) Pela minha experiência, a maioria delas, por influência do discurso feminista, já tem seus próprios empregos e até economia própria, a ponto de não dependerem economicamente de homem algum.

2.2) Algumas delas são capazes de fazer produção independente - elas têm filho fora do casamento, o que é fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. Não obstante a essa realidade de independência, elas ainda assim pedem dinheiro aos homens, com o intuito de suprir suas carências materiais. E isso é um samba-do-crioulo-doido.

3.1) É por isso que digo que os americanos não são realistas. Eles vivem numa bolha. O liberalismo deles prepara o caminho para o comunismo.

3.2.1) Se eliminarmos a aparente prosperidade material, eles são vazios, pois o inglês foi um mau colonizador.

3.2.2) Nós temos algo porque Portugal serviu a Cristo nestas terras distantes - e a nossa desgraça está em renegar as nossas origens. Os EUA são o que são porque são fiéis ao que sempre foram - são uma realidade coerente com a sua própria miséria. Eles precisam mais de uma nação do que Portugal do que nós, que estamos desenvolvidos com relação às coisas que decorrem de Cristo. O que é preciso é expulsar a maçonaria daqui e restaurar o que foi desmontado - e isso leva gerações.

4.1) Dentro desse contexto, posso dizer que nós já somos um país desenvolvido, enquanto EUA são um país em desenvolvimento.

4.2) Servir a Cristo em terras distantes faz um pais ser nobre - e o primeiro mundo é composto pelos países que imitam sistematicamente a nobreza de Cristo neste aspecto, ao passo que os países de terceiro mundo são os que melhor abraçam os ideais de Mariane: os da liberdade, igualdade, fraternidade ou a morte.

4.3,1) Por isso, os EUA e a França pós-1789 são modelos de nações de terceiro mundo - elas buscaram a si mesmas até o desprezo de Deus.

4.3.2) Advogam estado livre da influência da Igreja - por isso, fomentam tirania. A prosperidade material é um verniz que mascara a miséria espiritual que há nesses países.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.

A verdade sobre as redes sociais

Márcio Coelho: José, qual é sua opinião sobre redes sociais, como facebook, zap et cetera?

José Octavio Dettmann:

1.1) Eu costumo usar a rede social para trabalho. Eu só adiciono gente católica e com conteúdo no facebook.

1.2) Se você filtrar bem, será uma rede tranqüila, mas tem sempre uns idiotas de ego inflado (algo de nossa época), cuja tendência é partir pras vias de fato com esses imbecis. São os filhos da Joyce, ricos no amor de si até o desprezo de Deus.

2.1) Redes como Whatsapp, eu não uso muito. Eu não gosto dessas redes porque vejo nego ficar parecendo que nem zumbi com o celular na mão respondendo, alheio ao que está ao seu redor - até mesmo na fila da comunhão já vi isso. Isso fomenta má consciência e a coisa foi pensada para ser assim, desse jeito.

2.2.1) Com relação ao Twoo, uma rede de namoro que eu uso, eu não recomendo que se relacione com mulheres dos EUA. Não conheço gente mais dinheirista do que as mulheres desse país. Elas são piores do que os brasileiros descritos pelo Olavo.

2.2.2) Do Twoo, as melhores mulheres com as quais se deve conversar são com as polonesas. Eu converso com uma polonesa de Słupsk, que é próximo a Gdańsk - uma cidade portuária situada no Mar Báltico e que fez parte da Liga Hanseática no passado. Se soubesse mais polonês, eu me dedicaria a conhecer mais gente de lá.

2.2.3.1) Com relação ao Facebook, minha rede principal de trabalho, eu uso para a luta política. 

2.2.3.2) Nesta rede, eu não recomendo misturar contatos (os da família, com os do trabalho ou os da paróquia). Seria interessante ter vários perfis, cada um para diferentes circunstâncias - o único problema é que você precisaria ter uma vida toda voltada para a rede, nos moldes da minha - e não é qualquer um que tem vocação para isso, a ponto de fazer disso uma profissão. 

2.2.3.3) Digo essas coisas porque minha vida mesmo, no âmbito offline, teve várias facetas (tive a faceta de estudante de direito, tenho a faceta de filho dos meus pais, tenho a faceta de paroquiano da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e tenho a faceta de escritor de facebook, assim como tenho a faceta de quem tenta tomar os países como um mesmo lar em Cristo. Uma são os EUA e a outra é a Polônia, por conta de meu pároco.).
 
2.2.3.4) As pessoas não entendem a complexidade de sua própria vida, a ponto de colocá-la num único perfil de rede social. A vida mesma comporta várias facetas, vários perfis, que estão escritos na carne e que não foram passados para a vida digital.
 
3.1) Está vendo que esta não é uma pergunta tão simples como muitos pensam? E não estou problematizando - toda a minha atividade intelectual se dá na rede. Minha melhor parte está nela. Este é o traço unificador da minha personalidade, mas ele está distribuído, tal como uma verdadeira federação.

3.2) Essa distribuição não quer dizer dispersão, alienação. O meu exemplo está presente. Ainda que minha presença seja virtual, às vezes isso é contado com uma presença física, em terras distantes. Acredito que isso mereça ser contado numa boa história de ficção, mas não tenho o dom da narração como muitos têm.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2019.