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quarta-feira, 27 de março de 2019

Expondo a minha dura realidade aos americanos

_ I thought you were in the United States, José. I thought we could be more closer than this, but distance sucks - disse uma americana.

E eu disse:

1) I am not guilty to be born and raised in Brazil. That's my circumstance and I have to accept it. You americans are familiar with to get all the things easily. But they don't come easy here, even the most simple. Life is tough here, so distance is not a problem for me.

2) I prefer to deal with someone who lives abroad than dealing with someone who is mediocre and is my next door neighbor. It's very easy to find mediocre people nearby and I don't want to get closer to those people. In fact, they are too close to me, more than I really wanted. That's why l developed all my intellectual and social life in places like Facebook, for example. It's better than nothing. All the best people I met live far from me. There's no smart life in Rio de Janeiro. It's more problably to find it in Mars, not in here.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.

Comentários com relação a uma modificação recente do facebook

1) Recentemente, o facebook adotou o seguinte mecanismo: sempre que uma pessoa me adiciona, um inbox é criado, indicando que podemos conversar online.

2) É interessante que você adicione a pessoa. E quando essa caixa de diálogo é criada, você a desamiga. Afinal, quem me adicionou está interessado mo seu serviço. Por isso, mando o que escrevi inbox para aquela pessoa. Se a pessoa achar justo, eu a adiciono para marcá-la em minhas postagens de modo a difundir o que escrevo para as demais.

3) As marcações que faço são uma reação às adições arbitrárias que muitos me fazem. Muitos me adicionam sem me dizer por que estão me adicionando. E a minha resposta é difundir minhas postagens no mural dessa pessoa de modo que mais gente me adicione, uma vez que eu sou uma voz que clama neste deserto digital - e nenhum conservantismo poderá calá-la.

4) Enfim, esta é a resposta que dou ao arbítrio das pessoas, uma vez que elas não têm consciência de rede.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.

Por que a vida intelectual leva a uma vida de santidade?

1) A vida de estudos pede engenho e memória

2.1) Aristóteles falou que memória é imaginação conjugada com dados da experiência.

2.2) Você precisa saber provar o sabor das coisas de modo a saber distinguir um conservador de um conservantista insensato, por exemplo, uma vez que dentre os conservantistas há pessoas que não tiveram berço cristão e estão se esforçando para sê-lo, pois amam a verdade de todo o coração.

3.1) Quando você adquire experiência na arte de provar das coisas tal como um enólogo costuma fazer com os vinhos, você é capaz de organizar um empreendimento intelectual de tal maneira a fazer com que seu país seja tomado como um lar em Cristo, o que favorece e muito a economia da salvação.

3.2) E organizar um feito de empresa dessa natureza é como navegar num oceano da misericórdia, esse mar é um mar fechado, pois ele não será navegado por aqueles que abusam da misericórdia do senhor, a ponto de advogar a liberdade dos mares com fins vazios, tal como fez Grotius.

3.3.1) Esses poucos argonautas que navegam no Mar Oceano da Misericórdia são uma espécie de Portugal espiritual: é habitada pelos poucos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento e que servem a Cristo em terras distantes através da santificação através do trabalho, a ponto de se fazerem da atividade contemplativa (própria da filosofia) e mística (própria da teologia) uma atividade santa, o que leva os que são agraciados por ela a patrocinarem tal atividade na busca pela verdade, uma vez que o intelectual é um bogaty espiritual é um ubogi material - e o pobre, neste aspecto, é o banco de Deus, o agente que fomenta a capitalização moral de uma nação inteira.

3.3.2) É nesse tipo de intelectual que a trindade (bóg, bogaty e ubogi) se materializa num tesouro de exemplo, a ponto de o intelectual ser tomado como um santo (a ponto de reproduzir as feições de um Deus uno em três pessoas, no campo da prática).

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2019 (data da postagem original).

Edmundo Noir:  

1)A vida intelectual pode ser Gratum faciens ou Gratis data. Essa vida é dada para a própria santificação ou para a edificação da comunidade. 

2) A virtude intelectual de Salomão serviu bem a Israel, mas ao fim o mais sábios dos reis não soube evitar a luxúria e caiu na idolatria. Sócrates, através da razão, chegou ao monoteísmo e edificou gerações de homens, mas, ao fim, aceitou sacrificar aos ídolos. 

3.1) O sábio está exposto a infinitas tentações, sobretudo o orgulho. E o demônio, dotado de inteligência angélica (decaída, mas ainda assim angélica) é superior em natureza ao homem. 

3.2)A vida intelectual pode ser exercida como uma forma da espiritualidade, mas não é o único modo e nem o mais seguro.

Carlos Cipriano de Aquino:

1) Os primeiros intelectuais católicos lá do início da Idade Média tinham essa mesma concepção. Tanto é que eles enalteceram o trabalho intelectual, associando-o ao status de extensão da vida religiosa. 

2) Talvez tenha sido por isso que a Igreja Católica tenha deixado um legado tão rico na filosofia e na arte durante aquele período. 

A verdade sobre o programa de imigração para o Canadá

1.1) Eu tenho curso superior (eu me formei em Direito no Brasil). E eu me recusaria a exercer um trabalho que não é condizente com a minha formação.

1.2) Se os canadenses estivessem realmente interessados na minha ida para lá, eles precisariam me ensinar tudo que um advogado precisaria saber sobre as leis de lá de modo que eu possa exercer minimamente minhas funções lá. E isso pede pelo menos uns 3 ou 4 anos de treinamento. Isso pode ser feito num cursinho preparatório para concurso público, nos moldes de um Glioche, não numa faculdade, dado que já tenho curso superior. Não seria preciso revalida, pois quem me conhece sabe se eu aprendi ou não bem a lição.

1.3.1) Esse programa de imigração não pode se dar no âmbito impessoal da administração pública, como fazem hoje em dia.

1.3.2) Recenseadores do IBGE, pagos a peso de ouro pelo governo canadense, teriam de bater de porta em porta fazendo levantamento de cada domicílio no Brasil e conhecendo a realidade de cada domicílio de modo que consigam encontrar gente que possa aproveitar bem a oportunidade de ter uma vida digna em outro país. E isso é algo extremamente complexo, dado o tamanho do Brasil.

1.3.3) Esses programas de fomento do senso de se tomar dois ou mais países como um mesmo lar em Cristo pedem governos pessoais, onde o Rei é vassalo de Cristo - do contrário, esses programas não passam de uma tentativa de substituir a população nativa pela população estrangeira nos chamados trabalhos sujos - e isso é engenharia social, coisa revolucionária. Essas coisas não podem se dar na abstração, coisa que leva a quantificação de dados, o que é essencial para se apurar estatisticamente as coisas.

2,1) A cultura do mundo é a do nacionalismo e não a do nacionismo, coisa que pede que o Estado se sujeite ao que a Igreja Católica ensina. Nacionalóides débeis mentais podem falar que, como advogado, estou roubando a vaga de um nacional, mas é melhor que um Toffoli canadense fique desempregado mesmo.

2.2) Quem me conhece sabe que sou sério e faço um trabalho sério. Não exerço a advocacia justamente porque não há condições de ser honesto em minha profissão no Brasil. Por isso que virei escritor - não me corrompi.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.

Lugares para os quais não vou

Não vou para certos lugares, mesmo que garantam casa, comida e roupa lavada:

1) França (cheia de muçulmanos)

2) Canadá (por causa daquele comunista e bicha do Trudeau, sem falar que tiraram os termos "pai" e "mãe" dos documentos públicos). Isso para não falar que eu não sei francês, o que me não me qualifica para ser considerado um imigrante legal no Canadá.

3) Mesmo que alguns canadenses nativos me digam para ir para o Canadá assim mesmo, não é assim que a banda toca. Sou de uma terra famosa pelo bundalelê, coisa que esses países de primeiro mundo não são. O buraco é mais embaixo.

4) Mesmo que optasse por intercâmbio cultural, eu precisaria ter dinheiro para financiar minha estadia nesses lugares, fora que estaria proibido de trabalhar durante esse período. Sou de uma família de poucas posses - isso sem contar que ganho em real, não em dólar.

5) Enfim, não é assim tão simples.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.

Como o ensino na escola fomenta ignorância para a vida - relato de quem foi rato de laboratório de certas sandices pedagógicas das tias varizentas

1) Nunca dê aula de biologia e de estudos sociais para crianças.

2) Se uma tia der uma aula sobre sistema excretor e outra falar sobre fome e desigualdade social no mundo, as crianças vão pensar o seguinte: "se há fome no mundo, então fazer cocô é desperdício de alimento". Eu fui vítima dessa da pedagogia das tias varizentas.

3.1) Com o tempo, eu descobri que é fazendo merda que se aduba a vida. O cocô que é feito é bom pras plantas, dado o seu efeito fertilizante. E isso não aprendi com elas, mas com a biologia sofisticada do 2º Grau da minha época de adolescente, onde precisava estudá-la de tal forma como um médico a estudaria, cheia de termos gregos e latinos, coisa que nunca tive a oportunidade de aprender.

3.2) O ensino brasileiro de minha época era tão furado que tirava nota baixa em biologia sempre. Tinha que saber tanta biologia quanto história e português - era uma coisa voltada para gênios ou CDF's que tinham que ser bons em tudo; nesse sentido, só formava "cloretos de pancadila", como dizia meu pai, que foi professor de Química.

4.2.1) Só agora que é temos um segundo grau onde podemos nos especializar naquilo que fazemos de melhor.

4.2.2) O interesse pela matemática e pela agricultura só me veio um pouco antes de me formar em direito, quando estava próximo dos 28 anos, depois de muito tempo estudando e meditando. Com o tempo, eu vou organizando uma biblioteca específica para estudar essas coisas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2019.

terça-feira, 26 de março de 2019

Do povo brasileiro como meu maior inimigo e por que devo amá-lo

1) Se devemos amar os nossos inimigos, então o maior inimigo que eu tenho é meu próprio povo.

2) Jesus disse que um bom profeta não tem valor na sua própria terra. E os poucos gênios que esta terra produziu nunca foram levados a sério.

3.1) O nascido nesta terra, desde a odiosa secessão havida em 1822, adotou pensamento judaizante - e nós estamos sendo governados pelos judaizantes.

3.2) A república, através da ação da maçonaria, importou essas tendências judaizantes, a ponto de o povo renegar a verdadeira fé e sua língua de origem. E onde o catolicismo é fraco, o islamismo ocupa o espaço.

3.3.1) Por isso que essa maldita ordem, a maçonaria, é o maior problema do Brasil.

3.3.2) Se ela for eliminada, o protestantismo será eliminado junto e os islâmicos serão expulsos do Brasil, por serem todos apátridas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.