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terça-feira, 26 de março de 2019

Por mercado externo, devemos entender o mercado dos que consomem e que ainda desconhecem a palavra de Deus

1) Após escrever meu último artigo, tive a oportunidade de conversar com o Rizzi. E ele me apontou um dado importante: devemos conquistar o mercado externo, no sentido dos mercados que não são cristãos, como a Índia, por exemplo. E neste sentido, ele está correto.

2) Com isso, há dois sentidos de terra distante: os que estão fora do Brasil, mas dentro da República Christiana, como a Polônia, e os que estão fora do Brasil e fora da República Christiana, como a índia;

3) Ao invés de essa esquerdireita destruir a Globo, nós devemos tomá-la, pois ela tem capilaridade muito grande e ela produz novelas que são exibidas no mundo inteiro. Ao invés dessas novelas promoverem pornografia, elas poderia ser usadas para promover o cristianismo.

4) Devemos tomá-la nos mesmos moldes da tomada de um partido, tal como Olavo sugeriu. Se a Globo for tomada, todo o know-how vai ser usada na construção da grande unidade, a ponto de cumprir a nossa missão de servir a Cristo em terras distantes, onde o nome de Cristo não foi publicado entre as nações mais estranhas.

5.1) É como jogar com os Qin do Civilization 5. É muito mais interessante tomar uma civilização adversária por conta de uma construção única ou unidade militar única que possa me trazer vantagem lá na frente do que tomar tudo e destruir a cultura local.

5.2.1) Só bestas do apocalipse como os islâmicos destroem culturas - os povos mais sensatos, mais inteligentes assimilam o que tem de melhor da cultura conquistada e passam a usá-la como parte do seu arsenal de conquista.

5.2.2) Foi assim com o gládio e o elmo dos gauleses - o gládio se tornou a arma padrão de conquista dos romanos por excelência, a ponto de ser símbolo de justiça.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.

O maior desafio é ampliar o mercado interno, nunca conquistar o mercado externo

1) Quando se toma dois países como um mesmo lar em Cristo, o propósito não é conquistar o mercado externo, como se os produtores do mercado local fossem seus inimigos (ou pessoas fracas, condenadas de antemão).

2.1) O verdadeiro propósito de quem toma dois países como um lar em Cristo é ampliar o mercado interno, a ponto de haver uma aliança entre poloneses e brasileiros de tal maneira que eles se julguem um espelho do outro tendo por Cristo fundamento. É preciso servir confiança, coisa essa fundada no verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que nos mandou servir a Ele em terras distantes, a ponto de usarmos nossos dons nesse propósito.

2.2) Quanto mais houver essa reciprocidade, essa justiça nas relações de troca, maior a necessidade de os dois países serem tomados um só lar em Cristo, a ponto de a Polônia ser a nação mais favorecida quando do oferecimento dos produtos brasileiros no exterior e vice-versa, tal como aconteceu entre a Polônia e a Lituânia, no tempo da Rainha Jadwiga da Polônia.

3) A Polônia cristianizou a Lituânia, o rei da Lituânia casou-se com ela e os dois países tiveram um passado em comum por muitos anos.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.

Notas sobre a eutrapelia

1) Eutrapelia é a arte de zombar de ninguém sem ofender-lhe o decoro ou a dignidade, uma vez que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. Em resumo, é responder com fina ironia quando alguém, que é seu igual, conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estar fora da conformidade com o Todo que vem de Deus e por causa disso cair numa situação embaraçosa, para não dizer ridícula.

2.1) O que difere a nobreza da ralé é a prática da eutrapelia. O homem é voltado para a prática do combate moral, que pode em certos momentos tornar-se um combate de vida e morte - por isso, ela é própria da educação masculina, uma vez que ele é mais propenso ao heroísmo.

2.2.1) A eutrapelia, no contexto cristão, ajuda a trazer o que está na tenra infância do conservantismo de volta para a realidade, para a conformidade com o Todo que vem de Deus

2.2.2) Em tempos onde as pessoas conservam ao extremo o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de qualquer palavrinha tornar-se sinônimo de ofensa, por conta da perda do senso de proporções, essa bela arte do bom humor está morrendo.

2.3.1) Muitos dos que nasceram biologicamente no Brasil não têm senso de nobreza.

2.3.2) Tudo tem conotação pornográfica, a ponto de tudo se tornar uma pornochanchada. Qualquer zombaria terá conteúdo sexual ou pornográfico, a ponto de questionar a sexualidade do sujeito, mesmo quando ele está falando sério. E isso se torna extremamente grave, quando a pessoa não examina tudo o que foi dito previamente pela pessoa antes, num determinado contexto.

2.4.1) Quando escrevo uma postagem, ela tem um contexto e uma circunstância. A pessoa que decide interferir na conversa, sem o conhecimento desse contexto, só vai dizer asneira, ofendendo ainda mais quem está a falar de maneira grave.

2.4.2) Qual seria a postura mais sensata? Ver as postagens anteriores de modo a agir com caridade para com a verdade que está sendo dita, que não precisa ser minha ou sua para ser nossa.

2.4.3) Como prudência é ato de nobreza, coisa que a maioria dos nascidos no Brasil biologicamente não possuem, então a rede social acaba promovendo o relativismo moral, pois foi dado um meio de ação de modo que o imbecil tivesse o mesmo direito de opinião e de expressão que um nobre. Eis o problema criado pela tal inclusão digital, cuja campanha se deu nos anos 90 e 2000, quando a internet estava engatinhando.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.

Quando se toma um país como um lar em Cristo, o mercado interno tem preferência

1) Quando se toma um país como um lar em Cristo, os primeiros clientes são sempre aqueles que tomam o país como um lar em Cristo junto com você, amando e rejeitando as mesmas que você tendo por Cristo fundamento.

2) É mais fácil encontrá-los no seio de sua família, na sua vizinhança, na sua cidade, no seu estado e no seu país. Se houver sobra, se houver excedente, então seu trabalho pode servir a Cristo em terras distantes, contanto que o povo que importa tal produto ame e rejeite as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

3.1) Para quem comunga dos mesmos valores, é preciso oferecer o seu melhor.

3.2) Se as melhores coisas vêm da terra, então os melhores produtos da terra vão para os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, para os que melhor imitam a verdadeiro Deus e verdadeiro Homem neste fundamento. Para quem não é tão nobre, é preciso dar a eles os produtos adequados, de modo que possam ser elevados à medida que servem a Deus naquilo que têm de melhor.

3.3.1) Em termos de senso de tomar o país como um lar em Cristo, o mercado interno deve ser abastecido primeiro - se houver sobra, você pode abastecer o mercado externo, mas sempre fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes.

3.3.2) A finalidade é fazer com que dois ou mais países sejam tomados como um mesmo lar em Cristo, uma vez que prover alimentos ao mundo para saciar as necessidades do corpo e da alma não é tarefa fácil e esse trabalho deve santificado a todo o momento.

4.1) A partir do momento em que a riqueza é tomada como um sinal de salvação, a ponto de distinguir eleitos e condenados de antemão, a liberdade de comércio será feita com fins vazios, pois quem serve está agindo como um apátrida, uma vez que está recorrendo cada vez mais ao amor de si até o desprezo de Deus - eis no que dá o mercado externo ter mais detrimento que o mercado interno.

4.2) E nesse contexto, a qualidade das coisas tende a se depreciar e o valor das coisas tende a inflar na mesma proporção que seu ego. Eis a quebra da confiança, pois a moeda de trocar desse prestador de serviço não tem valor algum. Se isso ocorre no micro, que dirá no macro, onde o governo tem o dever de resolver os conflitos de interesse e assim garantir a justiça nas relações de troca, essenciais para o bom andamento da vida em comunidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.

É preciso treinar o corpo e a mente para um bom combate

1) O bom combate é um combate moral. E esse combate pode ser uma questão de vida ou morte.

2.1) Por isso, é muito importante praticar artes marciais enquanto você aprende filosofia, história e direito, assim como outras matérias derivadas da lectio divina.

2.2) É preciso estar pronto para se ir às vias de fato, quando alguém responde de maneira imbecil ao que se ensina tendo por fundamento aquilo que decorre da dor de Cristo. Respostas imbecis são uma grave ofensa a Deus - por isso, agirei com o intuito de defender a honra do agredido, que é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.

3) Se o que falo acontecesse no âmbito presencial, eu certamente teria ido pras vias de fato com muita gente. E isso não é uma questão pequena.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de março de 2019.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Como seria meu treinamento para o bom combate no parlamento - o caso do treinamento físico

1) Se lutasse MMA na academia, eu iria pedir ao meu adversário que colocasse uma máscara do Lula, da Dilma, do Gilmar Mendes e outros tantos canalhas que destroem o meu país. Só assim conseguiria render o máximo possível no treino.

2.1) Eu os odeio porque eles destroem o que mais amo: o senso de tomá-lo como um lar em Cristo, por força de Ourique. Sou capaz de espancá-los até não poder mais, pelo bem de meu país.

2.2) Se tiver que passar 30 anos na prisão, por força de ter mandado ao menos um deles para o inferno, já me dou por satisfeito. Matar quem promove a injustiça ou quem exerce a jurisdição com fins vazios e vis é o ato mais nobre de justiça e de valor que você pode praticar, pois em Deus se funda. Não espero graça ou anistia de um presidente, mas pelo menos algo de bom foi feito para o bem do país.

3) Meu inimigo precisa estar representado de modo que possa lutar contra ele da melhor forma possível. Assim, não falharei quando estiver diante do canalha, em carne e osso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

Todo canalha nasce andrógino

1) Lembrem-se sempre disso: todo fdp é sempre andrógino.

2) Pouco importa se é homem ou mulher - se a pessoa foi rica no amor de si até o desprezo de Deus a ponto de me ofender injustamente naquilo que sei fazer de melhor, então ela sofrerá as conseqüências disso.

3) Dentro de mim, há um jogador de hóquei que é capaz de ir para as vias de fato, de modo a proteger os mais talentosos de seu time, quando o adversário está disposto a usar do jogo físico para intimidá-los ou para incapacitá-los por um tempo das partidas.

4.1) Se estivesse no Congresso Nacional, eu não teria medo de sair na porrada com a Gleisi Hoffmann. Afinal, canalha não tem sexo.

4.2) É preciso que você esteja em boa forma física - a guerra é continuação da política por meios violentos e as vias de fato no parlamento são um bom indício de que a guerra contra o mal deve ser total, a ponto de ver seu inimigo exterminado, pois ele zomba de Deus e é meu inimigo pessoal. E vou querer ver meu inimigo morto, caso ele não se arrependa.

4.3) Este é o espírito pseikone. Vocês só verão este meu lado naquilo que realmente importa. Se tiver que ir para as vias de fato, eu irei por fins justos, mesmo que isso me custe o mandato. O Brasil precisa de uns enforcers, de modo a defender a fé e aquilo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus.

4.4) O Brasil é um grande rink de patinação. Diante dos revolucionários, eu serei um grande enforcer de Cristo, embora eu possa contribuir com textos edificantes. Se precisar ficar no banco de castigo para o bem de meu país, ficarei sem problemas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.