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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Notas sobre a próxima atração financiada pela Lei Rouanet: o trenzinho dos macaquinhos do SESC

1) Se macaquinho já é bizarro, imagina o trenzinho, num SESC perto de você, principalmente o de BH, onde o trem não será tão bom assim? A coloca sua genitália no ânus de B e B coloca a genitália no ânus de C e assim sucessivamente. Se eu já vi toda uma sorte de bizarrices nesta vida, então isto ser vendido como "arte" não me parece impossível.

2) Desde que o órgão excretor se tornou objeto de arte, a imaginação não tem limites - ainda mais quando isso é financiado com o dinheiro dos nossos impostos.

3) Se a função do escritor é trabalhar a imaginação do leitor, então eu devo advertir-lhe de que isso não é impossível e que isso pode de fato ocorrer. Uma imaginação bem trabalhada antecipa o que virá pela frente - e é este o segredo da prevenção contra o mal. 

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2017.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Os EUA querem ser parte do Reino Unido? Que seja do nosso, fundado pelo próprio Cristo - e não esse da tia Beth!

1) Certa ocasião, eu vi uma matéria de que os EUA estão planejando ser parte do Commonwealth, cuja presidente é a Rainha Elizabeth II.

2) Pelo que sei, os EUA são o que são porque a Inglaterra é uma nação de piratas. Os país foi fundado por gente que fugiu da tirania de um Rei que rompeu com Roma. E República fundada, com base no amor de si e na liberdade dos iluministas, já deu tudo o que tinha de dar.

3) Se eles quiserem ser parte de um Reino Unido, que façam parte do verdadeiro Reino Unido: o de Portugal, Brasil e Algarves. Esse foi fundado pelo próprio Cristo e fez de D. Afonso Henriques seu vassalo.

4) Não me oponho que continuem falando inglês. Mas uma coisa é certa: é preferível ser província de Portugal a ser colônia da Inglaterra. Agora que sei a verdade, estou lutando para reverter o ato de apatria que D. Pedro fez ao separar o Brasil de Portugal, pois só decaímos desde então. Chega de sermos como o filho pródigo! Voltemos à casa do Pai, fundada pelo Crucificado de Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de junho de 2017.

Notas sobre uma das razões pelas quais eu não exerci a profissão para a qual estudei

1) Se tivesse exercido a advocacia, do jeito como estão as coisas, eu só teria FDP como chefe.

2) A única pessoa que conheci na minha área que atende os requisitos para ser meu chefe é o Cremoneze. O único problema é que Santos é distante do Rio de Janeiro.

3) Quando desaparelharem a OAB e acabarem com esse exame de ordem dos infernos, eu o procuro. Não entendo nada de Direito Marítimo, mas aceito trabalhar pra ele numa boa.

4) Se tiver um escritório que lide com questões constitucionais, que é a minha área, eu aceitaria trabalhar para esse escritório, desde que o responsável seja como ele: católico, conservador e que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Afinal, não é pra qualquer um que eu trabalho.

5) Só trabalho para quem íntegro, não para quem é FDP. Se no meio só tiver FDP, então eu volto ao meu ofício de escritor, que é o que faço atualmente.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de junho de 2017.

Notas sobre o exercício arbitrário das próprias razões, nas nossas circunstâncias atuais

1) Você pode me falar que justiça feita com as próprias mãos é exercício arbitrário das próprias razões, o que é crime previsto no Código Penal. Neste ponto, você está correto - o único porém é que isso pede uma justiça que funcione, ou seja, que veja a verdade nas relações humanas e diga o direito contido nessa verdade, pois não podemos imitar Pilatos quando condenou Jesus por um crime que não cometeu, já que Ele é a verdade em pessoa.

2.1) Olhe para a realidade: o que temos não é justiça, pois a Aliança do Altar com o Trono foi rompida há 128 anos.

2.2) O que temos é definitividade da sentença. E definitividade pressupõe o esgotamento de todos os recursos previstos na Constituição ou nos Códigos de Processo Civil ou Penal. Isso não tem nada a ver com verdade, dado que muitos são kelsenianos: pensam que a justiça é uma ilusão.

2.3.1) Se gente desse naipe domina as faculdades, então a justiça vai ser essa putaria que nós vemos.

2.3.2) Se o Direito está de costas para justiça, melhor lutar pela justiça - e isso faz do exercício arbitrário das próprias razões uma via de exceção, já que você está lutando pelo poder de modo a restaurar o lugar de Deus, que foi injustamente perdido.

2.3.3) Se morasse sozinho e fosse jovem, eu me armaria e iria aprender a atirar. O dia em que souber atirar, eu iria ser um bom atirador, um atirador de elite. O dia que eu for atirador de elite, eu vou querer meter uma bala na cabeça do Lula, da Dilma, do Renan e dos ministros do STF e de toda essa corja de alto escalão que nos ferra todos os dias.

2.3.4) Numa guerra, uma ação individual pode fazer muita coisa. E o atirador de elite, sozinho, é capaz de exterminar um exército inteiro.

2.3.5) Todo esquema de segurança tem falhas. Se eu detectar falhas, é só saber explorar e eliminar o alvo. Cada filho da puta tem uma personalidade e tem um papel específico - se determinado FDP for tirado de cena, quem vai preencher esse espaço? O sucessor será tão efetivo quanto o Renan na arte de roubar? É uma network - um ponto eliminado afetará todo o sistema, pois nem sempre há uma peça de reposição para aquela que se perdeu, pois cada ser humano é único.

2.3.6) Enfim, se eles tocam o terror no poder, então precisamos agir contra esse terrorismo. Nada sei de guerrilha, muito menos de táticas militares. Mas se tivesse meus 20 e poucos anos, e tivesse bom preparo físico, eu iria investir meu tempo aprendendo a ser um bom atirador de elite e um bom caçador, de modo a fazer essa caçada humana boa e necessária. Para cada urso que mataria no Alasca é um Lula morto - para cada esquilo morto, é uma Dilma morta. Matar esses demônios não é como matar um inocente - libertar o país das garras de Satanás é algo que vale à pena; o tempo é de exceção - logo, uma oportunidade para se servir a Cristo em terras distantes, com base nas atuais circunstâncias.

2.3.7) Era isso que faria, se não tivesse o dom da escrita e não tivesse as circunstâncias de vida que tenho.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de junho de 2017.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Contra fatos não há argumentos que justifiquem conservar o que é conveniente e dissociado da verdade

Você pode me dizer isto: "discordo da sua opinião, Dettmann. Isto não se aplica a evangélicos".

Eu respondo:

Isto não é opinião, mas fato. Se você for ver os vídeos do Olavo, do Loryel Rocha e livros que tratem do assunto, é exatamente disto que falo.

Além disso, se você conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, então você está negando a realidade sobre a qual este país foi fundado. E por negar a realidade em que este país foi fundado, você está negando a missão salvífica que Cristo instituiu para nós. Se eu te chamar de apátrida, isso não será ofensa, mas constatação mais pura da realidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

Notas sobre a real finalidade deste trabalho intelectual que faço

1) Sinto que todo esse trabalho que faço pode servir de base para se escrever um romance épico sobre a História do Brasil, narrado desde o milagre de Ourique até a crise em que nos encontramos atualmente.

2) Eu não tenho a habilidade de um ficcionista imaginário - sou uma pessoa voltada para as ciências humanas. Por isso, sinto que não estou à altura da tarefa.

3) Se o meu trabalho é inspirar alguém a escrever algo nessa direção, uma coisa é certa: será o maior trabalho de alta cultura jamais feito no Brasil. E certamente este trabalho entrará no cânone da literatura universal. Será um livro tão importante quanto Os Lusíadas. Esse livro será a pedra angular para se entender o Brasil restaurado no seu verdadeiro sentido fundacional, amputado primeiramente por força da secessão de 7 de setembro e agravado ainda mais com a queda da monarquia em 15 de novembro de 1889.

4) Se um trabalho de imaginação deve ser cultivado nesse sentido, então isso vale a pena. Afinal, é um esforço intelectual que não pode ser feito por quem tem alma pequena.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

Esta vai pra quem acha que eu estou escrevendo fora da realidade histórica atual

1) Se o sistema jurídico brasileiro nega uma realidade sobrenatural historicamente documentada, digna de todo o crédito e que lhe antecede cronologicamente desde 1139, então devemos negar a existência do sistema jurídico brasileiro, pois esse sistema jurídico está fundado em princípios vazios e legislando para o nada, por estar vazio de uma conexão de sentido feita de modo a constituir as coisas em conformidade com o Todo que vem de Deus e com a missão que herdamos em Ourique. Até mesmo o mito fundador de que o Brasil foi descoberto em 1500, o chamado quinhentismo, carece de sentido, o que faz com que a secessão feita em sete de setembro de 1822 produza uma civilização destituída de sentido, aberta a toda a sorte de má influência e a toda sorte de governo totalitário.

2) Se estão edificando uma ordem cuja liberdade é voltada para o nada, sem conteúdo salvífico, então isso levará quem acredita nas promessas da Carta de 1988 ao precipício da apatria.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.