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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Da natureza das redes sociais: orkut e facebook em perspectiva comparada

1) Num primeiro momento, o orkut foi útil pois ele me permitiu conhecer pessoas sérias, por conta da arquitetura que favorecia muito o debate, pois é nos debates que encontramos pessoas que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. A estrutura das comunidades era perfeita para debates políticos - e isso é algo que no face faz muita falta.

2) O facebook, por outro lado, tem uma natureza que é mais favorável à circulação de notícias. Ela possui uma estrutura mais dinâmica - e é por conta dessa dinâmica que se permitiu a soma de forças, de tal modo a irmos pra guerra cultural. Pois essa rede é voltada pra movimentos de massa.

3) Agora que tenho um grupo de pessoas já consolidado, o orkut faz falta por causa justamente daquela arquitetura de debate, que era muito benéfica e é muito necessária. Uma estrutura semelhante a essa, a gente só encontra nos antigos fóruns de discussão, nos tempos anteriores à rede social.

4) Será que existe alguma rede que case essas duas características. Isso seria muito útil.

sábado, 25 de julho de 2015

Eis uma excelente conversa que eu tive

Alberto Barbosa: aqui (no Nordeste) é tão desprovido de senso de ancestralidade que muita gente idosa acha que o Brasil sempre foi assim.

Dettmann: Eles são as maiores vítimas da República.

Alberto Barbosa: O Nordestino valoriza MUITO a raiz indígena, acho que é por causa da literatura que exaltava o bom selvagem de tempos atrás. Para eles, a herança portuguesa é meio vergonhosa.

Dettmann: Quinhentismo. Eu falo tanto isso.

Alberto Barbosa: E o pior é que ninguém fala nada.

Dettmann: É preciso combater o quinhentismo no Nordeste. Quinhentismo e coronelismo são sinônimos.

Alberto Barbosa: Às vezes, gostaria de ter o orgulho de saber de que parte de Portugal veio minha parentela, pois me vejo como luso-brasileiro. Mas é tipo um tabu ter orgulho de europeu!

Dettmann: Aliás, somos todos lusos-brasileiros. Eu mesmo defendo a restauração do Império e do Reino Unido.

Alberto Barbosa: Não sei se você já se sentiu como se parte da identidade faltasse. Me sinto assim porque só conheço até meus avós.

Dettmann: Já me senti isso. Depois que conheci esse meu parente distante, que estuda genealogia, foi aí que comecei a conhecer a história da família, do tempo em que eles vieram pro Brasil. Minha Família tem parte que veio dos Açores e parte do Trás-Os-Montes. Ele sabe a História da Família até 1700 e alguma coisa.

Dettmann: Um amigo meu, que estudou comigo na Faculdade, sabe a história da Família até a Idade Média.

Alberto Barbosa: Que bacana ter gente assim! Infelizmente, a única coisa que herdei foi só o catolicismo.

Alberto Barbosa: A gente devia ter um banco genealógico, tipo os americanos.

Dettmann: Sim. E é por aí que se forma a verdadeira aristocracia. E esse processo foi interrompido com a república.

Alberto Barbosa: tem uma lenda aqui de que temos muito sangue Judeu, por conta dos primeiros colonizadores.

Dettmann: Muitas são as pessoas com sobrenomes contendo nomes de animais. E esses eram geralmente cristãos novos.

Alberto Barbosa: Os testes pra ver se tem costumes judaicos na família são falhos, pois isso virou costume no interior: não varrer a casa de trás pra frente; Não apontar pras estrelas e nem conta-las; Não ingerir sangue, muito menos comer carne de porco.

Alberto Barbosa: A minha avó materna orava com a testa no chão, que nem muçulmano. Os velhos tinham costumes estranhos, pois parece que o interior congelou no tempo.

Dettmann: Entendo.

Alberto Barbosa: Dettmann, o que você acha das línguas estranhas?

Dettmann: Não tenho opinião formada. Até porque nunca presenciei isso.

Alberto Barbosa: Já vi muito. A minha avó tinha o costume estranho de batizar os filhos da Igreja Católica e frequentar a evangélica. Por isso que tenho muitos amigos que são evangélicos pentecostais.

Alberto Barbosa: Eu sei que Deus influencia a Igreja e a vida deles por causa dos testemunhos que eles dão, mas nunca entendi esse lance de línguas estranhas.

Dettmann: O Olavo tem uma explicação sobre isso.

Alberto Barbosa: Qual?

(nesse momento, mostro estas falas do Olavo:

Olavo de Carvalho: No momento em que Deus dita Suas Palavras numa língua em particular, Ele as LIMITA às possibilidades daquela língua. É por isso que Ele dá aos apóstolos do dom DAS línguas e não de uma língua só.

Olavo de Carvalho: Deus criou o universo do NADA, mas ditou os livros da Bíblia em línguas que já existiam. Só isso basta provar que o universo tem precedência temporal e ontológica.

Alberto Barbosa: Então, o professor Olavo acredita que Deus deu o dom de falar em várias línguas e não o dom de falar uma língua em particular?

Dettmann: O dom de línguas é um dom universal. Quando se evangeliza nas diferentes línguas, você faz com que os países sejam tomados como se fossem um lar, em Cristo. Pois você ganha mais conhecimento quando aprende a nuance das mais diferentes línguas. Por isso que traduzir é um processo de adaptação - e é na adaptação que se cria.

Dettmann: Quando se toma o país como se fosse religião, tudo se reduz a uma língua particular: a língua do governo. Por isso que ser monoglota é algo ruim para a inteligência, pois Deus deu o dom de línguas - a Sola Scriptura e o nacionalismo são intimamente ligados, por conta disso.

Alberto Barbosa: faz sentido.

Alberto Barbosa: Eu não sou muito bom em inglês, mas o pouco que sei foi o suficiente pra me tornar amigo de um protestante sul-Africano. Como se fossemos da mesma comunidade! Enfim, Não existem grandes diferenças culturais entre nós graças a Cristo. Foi aí que  percebi que a minha comunidade cristã local (bairro, paróquia, etc) é "católica", pois me aloca numa cultura universal e local ao mesmo tempo.

Dettmann: Esse é o sentido do nacionismo. O local serve ao universal. Por isso que devemos tomar o país como um lar, em Cristo. Aliás, a grandeza de Portugal está em casar a causa nacional a algo universal; servir a Cristo em terras distantes. Sem isso, não haveria os descobrimentos Portugueses. Tudo decorre do Crucificado de Ourique.

Alberto Barbosa: É por isso que entendo os teus textos - isso se faz porque, muitas vezes, trazem do fundo algo que eu penso e não exteriorizo.

Alberto Barbosa: Eu tenho uma dúvida: essa promessa é pra Portugal, enquanto nação, ou é pra todo o povo lusitano espalhado pelo mundo?

Dettmann: É pra todo o mundo português. Todas as terras que foram colonizadas por Portugal são herdeiras da promessa, pois o acessório segue a sorte do principal. Se não fosse assim, não nos libertaríamos do quinhentismo, pois a fraternidade universal seria questionada. O Brasil deixaria de ser uma nação católica viraria uma nação protestante.

Alberto Barbosa: Você já teve alguma experiência metafísica com Deus?

Dettmann: Já. Toda vez que medito sobre as reflexões que escrevo, eu tenho a impressão de que o Espírito Santo me fala as coisas e eu só anoto. Aliás, sempre tive o costume de invocar o Espírito Santo antes e depois de escrever. E costumo orar, enquanto e quando estou escrevendo. É por isso que digo as coisas que digo.

Alberto Barbosa: Meu sonho é escrever sobre a influência do Espírito Santo. É uma espécie de desejo oculto e inevitável que tenho no coração.

Alberto Barbosa: Eu confesso que essa sua tecla particular do Cristianismo, para a Nova Direita, é a única trava pra Direita não se tornar algo trágico, pois contém o nacionalismo ranheta dos militares. E Deus tá me ajudando desde que comecei a também a bater nesta tecla.

Dettmann: Eu sei o que é direita - é o que está à direita do Pai. Tudo o que decorre de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade está à esquerda, em seu grau mais básico. Por isso essa Nova Direita é na verdade esquerdireita. Falsa Direita. Pois o nacionalismo é insincero.

Alberto Barbosa: Por isso que não respeito a direita que não se funda na Fé.

Dettmann: Exatamente. São tão esquerdistas quanto os esquerdistas.

Dettmann: Você foi um dos poucos que compreendeu tudo o que disse. Muita gente é bem cabeça dura, por mais claro que eu seja.

Alberto Barbosa: Toda direita atéia pra mim é uma perversão. Eu vejo nos seus textos, Dettmann, que está presente essa necessidade de que eu estava tanto falando, de modo saber de que onde viemos e para onde vamos.

Alberto Barbosa: Pra mim, Portugal é uma extensão do Brasil.

Dettmann: Na verdade, o Brasil é desdobramento da tradição que nasceu em Portugal, por força de Ourique. Por isso que o descobrimento é o dia do desdobramento.

Dettmann: Isso mata o quinhentismo. Por isso que falo que nossa história vai de 1139 a 1889. E o que temos é um espectro de História hoje, com a República.

Alberto Barbosa: Se aprendêssemos a história aos moldes que você apresenta, teríamos quase mil anos de História. Acabaríamos com essa miséria cultural e acabaríamos abrindo novos horizontes.

Dettmann: Exatamente. Contando de Ourique, seríamos um país tão antigo quanto novo, por força do desdobramento em terras americanas. Não seria preciso falar em patrianovismo, por conta do quinhentismo. Mas em pátria renovada, por conta do desdobramento que houve da tradição fundada em Ourique em terras americanas, com o descobrimento do Brasil.

Dettmann: a maior prova de termos uma casa real fora da Europa se deve justamente a isso.

Alberto Barbosa: Você tem uma tese boa pra a reforma do ensino da história. Escreva um livro, pelo amor de Deus!

(nesse momento mostro minha página de escritor: https://www.facebook.com/pages/Jos%C3%A9-Octavio-Dettmann/1738263579734105)

Dettmann: Estou começando na forma de perguntas e respostas, pois é para as pessoas entenderem as coisas do modo mais claro possível.

Alberto Barbosa: Vou postar textos seus na minha página e, quando aparecer pelo Recife pra algum evento, estaremos lá pra prestigia-lo. Tua tese é forte!

Dettmann: Obrigado!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Do verdadeiro comunitarismo

1) O verdadeiro comunitarismo nasce da noção de país tomado como se fosse um lar sistematicamente. Da aliança permanente, fundada no amor e na rejeição das coisas tendo por Cristo fundamento, temos um comunitarismo qualificado. Imigrantes japoneses, italianos, portugueses, alemães e espanhóis, juntos, constituem uma verdadeira federação, quando toma o Brasil e os seus países de origem como se fossem um lar. Quando digo que o mundo está no Brasil, por conta de se servir a Cristo em terras distantes, eu não estou exagerando.

2) O Brasil é uma nação nova - uma nação fundada de modo a servir a Cristo em terras distantes. O Brasil é igualmente uma nação de imigrantes. Essas duas heranças juntas são a base sob a qual tomaremos o nosso país como um lar, em Cristo.

3) Nosso Imperador, além de ser sucessor de D. Afonso Henriques, é protetor desses imigrantes. Ele é o cônsul desses imigrantes, pois preside a federação de fato que se formou a partir da imigração desses imigrantes, cujos filhos são também seus súditos, por serem brasileiros.

4) Um verdadeiro direito comunitário deve ser pensado a partir do nacionismo, de baixo para cima - jamais de cima pra baixo, tomado no fato de país deve ser tomado como se fosse religião.

5) A experiência da União Européia é um fracasso retumbante, pois é revolução pensada desde cima. Ela destrói todas as bases sob as quais a Europa foi edificada. É uma verdadeira fábrica de apátridas.

O nacionismo é direito da personalidade e é inalienável

1) Historicamente, todos aqueles que tinham pais de nacionalidades diferentes eram obrigados a ter de escolher a que governo ficar vinculado, ao atingir a maioridade. Países que são tomados como se fossem religião tomam como apátridas todos aqueles que por natureza tomam dois ou mais países como um lar, em Cristo, pois são uma aberração ao direito deles - pois esses Estados não acreditavam, como ainda não acreditam, na fraternidade universal, coisa que vem do Cristo.

2) Tomar dois ou mais países como um lar, em Cristo, é uma circunstância própria do ser - é um direito da personalidade que não pode ser afastado, pois a fraternidade universal vem de Deus e é natural. Nenhum Estado tem o direito de exigir isso, pois é inconstitucional e arbitrário.

3) Países tomados como se fossem religião não respeitam esses direitos comuns particulares. Se não respeitam esses direitos comuns particulares, como vão respeitar os direitos comuns universais, que decorrem do fato de todos sermos nascidos no Brasil e no fato de tomarmos o Brasil como um lar, ainda que não tenhamos nascido no Brasil?

4) Por isso que o verdadeiro constitucionalismo implica não trair aquilo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus, de modo a tomarmos o país como um lar em Cristo. É a integração de direito internacional, direito pátrio e direito natural, de modo as coisas sejam bem articuladas.

Sobre a questão da soberania compartilhada

1) Pelo que venho observando, o nacionismo leva à restauração da Republica Christiana.

2) Pois há direitos comuns particulares que não são observados, por conta do fato de as repúblicas serem verdadeiras utopias.

3) Se o Reino da Itália e o Império do Brasil forem restaurados, eles precisam se estruturar em consulado, de tal modo a atender as necessidades de todos os italianos nascidos no Brasil, pois eles tomam os dois países como se fossem um só lar. 

4) Essa soberania compartilhada existe por conta das circunstâncias. A sanção e a ratificação da lei que rege essa comunhão é uma constituição particular para o caso concreto.

5)  E isso não está acima dos países, mas decorre da conjugação dos dois num só por conta de haver indivíduos assim. É casamento diplomático, feito de baixo para cima.

6) Isso ocorre porque o Brasil é um país novo e a Itália um país antigo.

Notas sobre a República das monarquias

1) Além do direito comum que rege a todos os brasileiros, há um direito comum particular que rege a todos os italianos nascidos no Brasil. Esse direito comum pede uma estrutura de consulado, tal como havia na República Romana. A sanção da lei feita por um cônsul implica a revisão e a confirmação de outro cônsul, de modo a que possa valer, pois há uma comunhão de direitos e deveres que regem esses indivíduos - e isso precisa ser observado.

2) Vários foram os povos que mandaram imigrantes pra cá - portanto, vários são os consulados.

3) A sanção de uma lei, neste caso, pede o exercício do Poder Moderador. Então a reunião da sanção e ratificação da lei pede uma sessão extraordinária e conjunta dos conselhos de Estado, de modo a que os direitos e deveres sejam assegurados e garantidos, de modo a que os dois países sejam tomados como se fossem um lar. 

4) A república das monarquias é por excelência cosmopolita e conforme o Todo que vem de Deus.

Introdução ao Estudo do Direito

1) O verdadeiro estudo do Direito pede primeiro que a pessoa tenha uma sólida formação moral e espiritual. Se a pessoa não souber um mínimo de História, de Economia, não tiver uma sólida formação naquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, de aprender a amar e a rejeitar as mesmas coisas que Cristo ama e rejeita, e a tomar o seu país como se fosse um lar e não como se fosse religião totalitária de Estado, ela será apenas um mero idiota útil.

2) A verdadeira introdução ao Estudo do Direito pede anos e muitos anos de estudo em outras disciplinas e que você seja bem versado nelas. Se você não souber o trivial, gramática, lógica e leitura e produção de textos, você estará inapto a estudar qualquer disciplina ou ramo do saber.

3) Essencialmente, o Estudo do Direito começa pelo exame dos fatos, dos valores e da experiência real que uma determinada sociedade vive, de modo a que as pessoas possam tomar o país como se fosse um lar em Cristo. É em Cristo que as pessoas se sentirão seguras para viverem bem, em paz, pois há justiça e segurança distribuída a toda a sociedade, pois todos são iguais perante a lei eterna e isso se dá na carne. Se isso não for a norma na sociedade, o que haverá é legalística, uma falsa ciência jurídica.

4) Nos mesmos moldes do Seminário de Filosofia, um seminário jurídico precisa ser montado.

5) Para quem é versado nos estudos, da forma como o Olavo faz, não existe dificuldade alguma estudar da forma como venho apontando, pois também sou aluno do Olavo e de tempos em tempos ouço suas aulas.  Mas, para quem é cru, o primeiro passo é a pessoa se centrar - e isso o seminário do Olavo vai ajudar. Só depois de adquirir uma sólida formação humana e espiritual, você começa estudar o direito da forma como deve ser, em conformidade com o Todo que vem de Deus e de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar em Cristo.

6) Depois que você aprende a experiência da sociedade na qual você está inserto, você começa a estudar os vínculos pelos quais uma pessoa se obriga para com uma outra, de modo a se produzir e consumir riqueza na sociedade, base para se tomar o país como se fosse um lar. Você estuda não só aquilo que é universal, mas também aquilo que acontece na sua realidade particular, além das dificuldades de se aplicar a lei ao caso concreto, de modo a que haja justiça entre nós e também de que modo esses conflitos de interesse possam ser resolvidos, do modo menos traumático possível.

7) O primeiro momento pede que você estude o seu país. Se você tiver a oportunidade de aprender a tomar o país do seu pai ou da sua mãe como um lar, estude o direito desses países com os quais você tem vínculo de família e de que forma essa comunhão de direitos e deveres deve ser administrada, de modo a que ambos os países sejam tomados como se fossem um só lar em Cristo. Se somos diplomatas perfeitos, o casamento diplomático perfeito deve se dar de baixo pra cima, jamais de cima pra baixo, posto que isso pede subsidiariedade. Pois o casamento é a junção de dois de modo a se tornar um, pois é a síntese da fraternidade universal, coisa que se dá em Cristo e na sua Esposa, a Santa Madre Igreja Católica.

8) Direito Pátrio + Direito Internacional + Direito Natural, tudo isso de maneira articulada, é a base sob a qual se estuda o direito, enquanto ciência. Esse estudo pede homens centrados e cultivados - e nunca homens massificados ou proletários. Adquiram formação primeiro e estudem isso com seriedade, sem a preocupação de um diploma ou do prestígio. Esse estudo é parte do próprio sentido da ciência, enquanto fundamento para se buscar o sentido da vida - é preciso conhecer a verdade das coisas, de modo a que estejamos em conformidade com o Todo que vem de Deus. Sem isso, tudo será voltado para o nada. E isso não é liberdade, mas escravidão.