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sábado, 14 de outubro de 2017

Das impurezas do branco - da promoção da sujeira em nome da limpeza

1) Na propaganda, a OMO afirma categoricamente que leva mais branco.

2) Carlos Drummond de Andrade já dizia que há impurezas no branco (afinal, devemos ver o que não se vê). E quanto mais se lava mais branco, mais há impurezas nesse branco, a ponto de promoverem uma verdadeira sujeira em nome da limpeza. E uma dessas impurezas se chama ideologia de gênero.

3) Em ótica, a luz branca é a soma das cores que compõem o arco-íris - por isso que o branco é rico em impurezas. E o arco-íris é o símbolo do movimento LGBT, um dos braços da ideologia de gênero. E neste ponto Carlos Drummond de Andrade está com a razão, pois o que há é ilusão de ótica (um belo nome para propaganda enganosa).

4) Por conta disso, eu sou categórico: sou OMOfóbico. Pela limpeza ética já!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de outubro de 2017.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Coisas que ocorrem no facebook por conta de você fazer bem seu trabalho

1) Certa ocasião uma pessoa me adicionou sob a alegação de que minhas postagens são "opressoras".

2) Passados alguns meses, a mesma pessoa pula fora do meu perfil sob a alegação de que "oprimi demais", a ponto de ofender aquilo que ela conserva de conveniente e dissociado da verdade. A pessoa que havia me adicionado não passava de uma liberal, uma esquerdista que se diz de direita.

3) Eu não lacro, nem oprimo - apenas digo a verdade. E não me bata a porta antes de fazer um bom exame de consciência. Se você tem algum tipo de conservantismo, então não me adicione. Meu tempo é precioso e não perderei meu tempo com quem no fundo só conserva o que é conveniente e dissociado da verdade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Não existe esse negócio de direito à vida em comunidade

1) Se morasse sozinho, eu não veria Globo ou Globo News nem a pau, mas meus pais infelizmente assistem a essa merda.

2) Estava passando uma matéria da Globo News a respeito de crianças disponíveis a adoção - e uma das assistentes sociais diz que toda criança tem "direito à vida em comunidade".

3) Não existe direito à vida em comunidade a partir do momento em que moramos num país onde temos um amontoado de pessoas que vivem a vida onde cada um tem direito à verdade que bem entender, pois isso é anarquia. Sem o idem velle, idem nolle, não há como amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, essencial para se tomar o país como um lar em Cristo e não como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele.

4) É justamente porque o Estado é tomado como se fosse religião que se tem a falsa noção de direito à educação - leia-se doutrinação. E aí eles vão abolir as famílias sistematicamente a ponto de colocarem essa merda de ideologia de gênero na cabeça das crianças.

5) Isso pra não falar da tentativa de destruir a fé das pessoas vilipendiando a fé cristã. Por enquanto ultraje a culto ou a símbolos religiosos é crime, mas não vai demorar para haver abolitio criminis, tal como houve no crime de adultério (ou mesmo no crime de bigamia, ao reconhecerem as chamadas "uniões civis poliamorosas", que é como essa gente louca chama)

6) Isso pra não falar que a adoção pode ser voltada para o nada. Gays não podem ter filhos, a menos que adotem. E quando adotam, a criança será alvo de abuso sexual, de pedofilia. E isso quando não é usada para se traficar órgãos.

7) Que falta faz a velha roda dos enjeitados! A criança era cuidada num orfanato da Igreja, recebia toda uma educação e podia ser adotada por uma família pia. Definitivamente, o país necessita muito que o Estado esteja em consonância com os ensinamentos da Igreja Católica. Só assim é possível tomar o país como um lar, tal como houve em Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Se você vai atuar no mundo virtual, prepare-se para se afastar do mundo, do diabo e da carne

1) Ao contrário de muitos de meus conhecidos, a minha rede social é composta basicamente por gente que eu nunca vi na minha vida, dispersa pelo país afora, mas que tem o idem velle e idem nolle - essencial para se amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

2) Os que conheci fora da rede, ou mesmo antes do advento da rede social, eu mantenho contato com eles por meio do e-mail. Se não comungam dos mesmos valores, eu os bloqueio previamente, de modo que a rede não seja um cemitério de relacionamentos.
José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Politicamente correto é coisa de gente nojenta e neurótica

1) Uma coisa que eu aprendi morando nesta terra louca é nunca fazer perguntas. Descobri que perguntar ofende, mesmo que seja para se informar.

2) Só os nojentos e os neuróticos é que ficam policiando a sua linguagem, de modo a dar a impressão de que perguntar ofende, ainda que seja para informar-se. Como posso me deparar com um tipinho desse até mesmo na Igreja, a solução é prevenir-se. Se houver um nojento desse tipo, melhor anotar a chapa do dinossauro e mandá-lo para o lugar que lhe parece mais apropriado: o inferno, pois sua atitude peca contra a bondade de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Se a maioria dos favelados não se encontra na favela, onde na verdade eles estão?

O lugar onde você encontra mais favelados por metro quadrado é, por incrível que pareça, no Congresso Nacional.

Lá tem de tudo: tem cangaceiro, tem playboy cheirador de cocaína, tem sindicalista, tem ladrão, tem traficante, tem pecuarista, tem pastor 171.

O morador de favela nem sempre incorpora o espírito da favela. Por isso, a maioria dos que moram em favela não são favelados

1) Na favela há os que moram nela e os favelados, os que vivem a vida em conformidade com o todo que decorre dessa desordem urbana e arquitetônica que faz a favela ser o que ela é.

2) Os que moram na favela moram por necessidade. Se pudessem ir para outro lugar, um lugar digno e que possa ser tomado como um lar em Cristo, eles fariam isso.

3) Os favelados tomam essa desordem urbana e arquitetura como se fosse religião, a ponto de perverter a linguagem e dizer aquilo que a favela não é: uma comunidade. E isso é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. E nada é mais revolucionário do que isso, no seu grau mais básico.

4) A favela é uma religião política e uma religião da desordem urbana e arquitetônica. Como não há nacionidade na desordem, então não espere encontrar Deus naquilo que é feio e disforme.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de outubro de 2017.