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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Da importância de se recriar ordens iniciáticas de modo a servirem de exemplo de modo que as riquezas do país sirvam a toda a Cristandade, tal como se deu em Ourique

1) Alguns colegas são contra a privatização de certas empresas por conta do caráter estratégico dos recursos naturais.

2) Em tempos de ideologia, em que o Estado é tomado como se fosse religião e tudo deve estar no Estado e nada deve estar fora dele ou contra ele, o fato de o petróleo ser visto como uma ideologia ao invés de ser um hidrocarboneto tende a ser uma hipérbole, uma visão exagerada fundada no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade: esse socialismo de nação em que vivemos, edificado na época de Vargas.

3) É por essas coisas que havia ordens iniciáticas, pois a exploração de recursos era feita de modo a se servir a Cristo em terras distantes - assim a exploração de recursos estratégicos não seria voltada para o nada. Essas ordens existiam num tempo onde o povo era muito pobre e não dispunha de tecnologia e capital suficiente para isso.

4.1) Eu concordo com o fato de que hoje o povo pode fazer essas coisas por livre iniciativa, mas esta livre iniciativa está muito presa a uma cultura de liberdade voltada para o nada. Se as empresas todas estão implementando um comunismo de boutique, nada impediria que essas pequenas empresas produtoras de petróleo façam o mesmo.

4.2) Afinal, a produção de riqueza estratégica não deve ser fundada no amor de si, mas naquilo que foi fundado em Ourique, algo que faça o país ser tomado como se fosse um lar em Cristo. E neste ponto, o fato de haver ordens iniciáticas como instituições de fomento desse exemplo que um dia houve entre nós é algo bom e necessário.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de agosto de 2017.

Notas sobre ordens iniciáticas e grandes projetos estratégicos

1) Grandes projetos voltados para a Cristandade ficaram historicamente na mãos de ordens iniciáticas, como a Ordem de Cristo.

2) Agora, exploração de recursos estratégicos que fazem o país ser tomado como se fosse um lar e cumprindo o propósito de servir a Cristo em terras distantes extraindo riqueza das profundezas da terra e do mar é causa de nacionidade. E a verdadeira nacionidade está em fazer essa riqueza ser explorada e distribuída para o bem da Cristandade.

3) Dentro deste aspecto, se a Ordem de Cristo fosse restaurada, certamente empresas como a Petrobrás ou mesmo a Empresa de Correios e Telégrafos estariam nas mãos dessas ordens iniciáticas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de agosto de 2017 (data da postagem original).

Marcelo Dantas:

1) A Ordem do Templo foi n'Uma época onde a população era muito pobre e não tinha tecnologias para substituí-los nas tarefas diárias. Nos tempos atuais, isso seria desproposital. O povo já tem condições financeiras de fazer riqueza por si mesmo.

2) Quem deve ajudar a Cristandade é o próprio Cristão e não meter empresas e dinheiro de negócios nisso.

José Octavio Dettmann: de acordo.

Da privatização como forma de combater os falsos símbolos nacionais

1) Na postagem anterior, falei que o privatismo por privatismo é símbolo de apatria, de liberdade voltada para o nada.

2) No entanto, levando em conta a atual conjuntura em que a República criou símbolos falsos e está assassinando os monumentos e símbolos verdadeiros, eu sou favorável à privatização de empresas que constituem falsos símbolos nacionais, uma vez que os mesmos fazem a propaganda de que devemos tomar o país como se fosse religião em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele.

3) Uma vez restaurada a cultura luso-brasileira e o regime monárquico, empresas como a Petrobrás e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos seriam incorporadas como patrimônio da Coroa. E essas empresas teriam seus signos retrabalhados de modo a que sirvam como empresas-modelo - elas precisam ser símbolos de compromisso com a excelência, como corporações da América Portuguesa que seguem aquilo que foi fundado em Ourique: servir a Cristo em terras distantes, por meio de sua atividade de extrair petróleo e outras riquezas minerais, atividade essa estratégica que faz o país ser tomado como se fosse um lar, o que nos prepara para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

4) Enfim, a privatização não pode ser voltada para o nada - é preciso que isto sirva de estratégia para se destruir os símbolos da República. E quando a monarquia for restaurada, esses símbolos serão trabalhados de modo a que sejam verdadeiros símbolos de identidade nacional, fundada naquilo que se fundou em Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de agosto de 2017 (data da postagem original).

Algumas notas decorrentes da minha experiência de fazer compras nos Estados Unidos

1) Uma coisa que a USPS (United States Postal Service) faz são parcerias com empresas transportadoras ou de logística. Uma dessas parceiras é a Best Way.

2) Penso que esta seria uma boa solução para os Correios daqui, pois as despesas com pessoal seriam reduzidas. Se as despesas com pessoal são reduzidas, o custo da manutenção dos correios para quem paga impostos será reduzido.

3.1) Uma das razões pelas quais eu sou contra a privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos é o fato de que ela é um símbolo nacional - e já foi por muito tempo um símbolo de excelência. O privatismo tomado como religião é uma forma de iconoclastia, uma forma de apatria. Símbolos de orgulho nacional não representam nada quando o dinheiro fala mais do que Deus.

4) Como falei em postagens anteriores, o fato de haver uma Empresa de Correios e Telégrafos como parte do patrimônio da Coroa indica que esta deve ser uma empresa-modelo, que deve servir de exemplo para as outras empresas de modo que colaborem no serviço de atender a toda população, que deve ser tomada como uma família - e não como cliente, o que faz do povo uma espécie de horda apátrida.

5.1) Eu não sou contra que haja empresas privadas colaborando em atividades estratégicas - o que sou contra é tomar o país como se fosse religião em que tudo está no Estado e que nada deve estar contra ele ou fora dele, pois é totalitarismo.

5.2) Isso mata a livre iniciativa - e o povo, ao tomar o país como um lar em Cristo, deve ser chamado para colaborar junto com o governo, o que gera uma espécie de capacitação de todo o tecido nacional, o que é um forte elemento de liderança, coisa que é própria de pai, tal como vemos nos reis, que são chamados a servir a Cristo e preparar seu povo que este sirva ao Rei dos reis em terras muito distantes, em prol da cristandade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de agosto de 2017.

Comentários adicionais:

Maurício Silva: Os serviços dos Correios estão muito ruins. Aqui em casa, as contas chegam após o vencimento.

Vito Pascaretta: A primeira atitude seria o fim do monopólio; os Correios terceirizariam as atividades que são ineficientes e permaneceriam com atividades estratégicas, onde só eles podem atuar.

Marcelo Dantas:

1) Se olharmos para a atual conjuntura - o caso dos Correios como um "símbolo nacional", uma vez que a República se apossou de todos os símbolos e está destruindo tudo de modo a criar uma ilusão de independência nacional -, isso não é verdade, por conta do fato de esse símbolo ter sido desfigurado ao longo da República, uma vez que esses símbolos estão sendo voltados para o nada.

2) A ilusão de que empresas estatais são patrimônios nacionais é totalmente errônea, uma vez que o país foi tomado como se fosse religião, pois tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele - e isso cria uma confusão patrimonial de tal forma que o símbolo nacional, por ser público, acaba se tornando propriedade privada de um pequeno grupo hereditário de oligarquias políticas. E eles usam isto como arma contra nós, de modo a matar a nossa livre iniciativa.

3.1) O mesmo caso vale para as estruturas e os objetos que estão nas mãos do Estado Republicano nos Museus e Palácios do Império.

3.2) Poucos são os lugares que propositalmente não deixam cair aos pedaços: um exemplo é o Museu do Ipiranga, as antigas ferrovias e estações ferroviárias do Império (as pouquíssimas que sobraram, e as que sobraram estão nas mãos de pessoas que conseguem fazer o máximo com dinheiro de doações). O que podemos fazer é tentar tombar alguns prédios e privatiza-los para que possam ser usados como Museu, de modo a restaurar sua história. Não podemos fazer como a República fez, ao criar essa quimera chamada Empresa de Correios e Telégrafos.

José Octavio Dettmann: você tem razão. Em relação a república, estes símbolos precisam mesmo ser destruídos, pois são falsos símbolos. Agora, não sou contra que haja uma empresa de correios como patrimônio da coroa, como uma forma de empresa-modelo.

Notas sobre a recursividade da vida humana

1) Em matemática, nós temos o fenômeno da recursividade. Um triângulo, dentro de si, gera outros triângulos - e o processo tende a se repetir ad aeternum. Basta ver o triângulo de Sierpiński, por exemplo.

2) A recursividade é algo natural e conforme o Todo que vem de Deus. De mim, muitos outros poderão vir - se isso for feito sistematicamente uma nação poderá vir de mim, se lembrarem do exemplo que tento deixar para os meus sucessores: de tomar o país como um lar em Cristo.

3) Mas a recursividade não se esgota na reprodução sexuada. Há recursividade na reprodução que não se dá pelo sexo, como vemos no ensino. Eu tenho ensinado muito, aqui na rede social, a tomarem o país como um lar em Cristo - esses alunos terão seus próprios alunos e assim sucessivamente. Pela via do ensino, que é um tipo de sacerdócio, uma nova nação poderá vir de mim, nos méritos do verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida.

4) Enfim, todo ser humano tem, dentro de si, a possibilidade de formar uma nação a partir dessas duas vias: a da família ou a do sacerdócio. Qual delas vai prevalecer? Isso aí é Deus quem decide. É possível perfeitamente que haja a combinação dessas duas vias, no curso da vida de uma pessoa - e isso não constitui um problema, se a vida for vivida de maneira virtuosa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de agosto de 2017 (data postagem original).

terça-feira, 1 de agosto de 2017

A ideologia de gênero é uma completa sandice

1) Levi Fidélix está errado: ele havia dito que órgão excretor não reproduz.

2) Se a fala for usada como um lugar para se falar todo e qualquer tipo de sandice, então a fala, ao invés de reproduzir o que ouve de verdadeiro, acabará reproduzindo o fruto daquilo que se conserva conveniente e dissociado da verdade - ou seja, merda.

3) Por isso, o órgão fonador, quando fala merda, se faz às vezes de órgão excretor e acaba reproduzindo as merdas que os ouvidos ouvem. E neste ponto o órgão excretor se reproduz.
E o local da reprodução se dá na imprensa ou na tribuna de um parlamento.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017.

Flexibilidade fundada na verdade não quer dizer flexibilidade fundada no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade

1) Com o passar do tempo vai ocorrendo a readequação das formas, de modo que se diga o mesmo conteúdo verdadeiro, uno, com o passar das épocas.

2.1) Essa flexibilidade se deve ao princípio da instrumentalidade das formas.

2.2) Toda forma boa foi criada com propósito salvífico, pois foi criada de modo a atender princípios de justiça.

2.3) Se as formas atendem ao conteúdo, aos ditames da verdade, então elas atenderão ao fim a que se destinam. E por fazerem isso, jamais servirão liberdade com fins vazios.

3) Os que servem liberdade para o nada estão esvaziando o significado da palavra flexibilidade. Num mundo de modernidade líqüida, em que a verdade é relativizada, a flexibilidade atende aos anseios do amor de si até o desprezo de Deus, posto que essa flexibilidade mascara uma conduta deliberada de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. E diante disso, o rigor da lei, do dogma deve ser aplicado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017.