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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Por que tudo o que penso leva a uma agenda nacionista?

1) Como bem falou o colega Róger Badalum, o que penso leva a uma agenda: a uma agenda nacionista.

2.1) O debate entre nacionalismo e globalização não me parece um debate realista.

2,2) Em Ourique, nós vemos Portugal sendo tomado como um lar ao servir a Cristo em terras distantes. Nele vemos a causa nacional ser casada a uma causa universal, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus. E para haver esse casamento, o país precisa ser tomado como um lar em Cristo - e não como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele.

3) É por essa razão que nacionalismo não me parece o termo correto para esse tipo de debate.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2017.

Caso Santander: a esquerda está preparando um contra-ataque

1) É preciso muito cuidado e cautela com nossas reações ao caso Santander. 

2) Justamente pelo sucesso de nossa investida à famigerada exposição, a esquerda preparou um contragolpe fortíssimo, que envolve a cumplicidade de autoridades públicas, que, ao invés de cumprir suas funções e aplicar a lei manifestamente violada, já estão trabalhando no sentido de relativizar as condutas e legitimar o crime. 

3) Tendo em vista a juristocracia que já impera no Brasil, é preciso muita perícia nesta hora perigosíssima. Precisamos agora de bons juristas criminais fazendo a frente na defesa de nossa causa, de suporte filosófico e de profissionais da área da psicologia e psiquiatria e uma boa cobertura de mídia conservadora. Ou seja, de uma equipe multidisciplinar para fazer frente aquilo que pode romper a barreira da legalidade dos temas pedofilia, zoofilia e respeito aos símbolos religiosos, liberando de vez com a ideologia de gênero.

4) Mais do que nunca precisamos nos organizar, sem perder de vista a perspectiva, cada vez mais evidente, de que tudo pode ter sido uma grande conspiração, uma engenharia social, previamente articulada para forçar o debate público dos temas e lograr o esgarçamento dos valores jurídicos correspondentes.

Cristina Bassôa de Moraes (https://www.facebook.com/cristi.bassoademoraes/posts/1545473962183368)

Facebook, 13 de setembro de 2017.

Como o nacionalismo promove a expansão islâmica?

1) Se o nacionalismo é necessariamente materialista, então os que estão em conformidade com o todo que vem dessa conveniência dissociada da verdade vão fazer de tudo para tirar Deus do centro de todas as coisas que fazem o país ser tomado como se fosse um lar em Cristo, uma vez que Deus é bom. E quanto mais o Estado vai tirando Deus do centro de todas as coisas, mais o mal vai prosperando, uma vez que a ausência de Deus significa ausência do que é bom e belo.

2) Do esvaziamento de tudo aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, a ordem fundada no demiurgo toma conta. E essa ordem fundada na conformidade com o todo que vem do demiurgo, que leva ao nada, se chama islamismo. Logo, a expansão é promovida pelo esvaziamento. coisa promovida pela revolução liberal, que também prepara o caminho para o comunismo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2017.

Róger Badalum: Mas porque o nacionalismo seria necessariamente materialista?

José Octavio Dettmann: por conta de suas ligações maçônicas. veja este meu artigo aqui:
http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2017/09/por-que-o-islamico-e-necessariamente.html

Róger Badalum:  

1) As coisas precisam ser claras, de fácil entendimento. O debate parte para nacionalismo X globalismo, sendo este diferente de globalização. Se não é nacionalismo, mas nacionismo - terminologia essa que parece não ter termos ainda em dicionários -, pode ficar confuso. 

2) Entendo que talvez seja melhor uma "agenda nacionista" - de valores cristãos - com ocupação de espaço a longo prazo. 

José Octavio Dettmann: é para isso que trabalho.

Por que o islâmico é necessariamente apátrida? E por que é impossível integrá-lo à nossa cultura?

1) Nacionalidade (segundo as definições combinadas de Borneman, Mussolini e Mancini): é o laço construído a partir do senso de tomar o país como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Seja tomando-o como primeira ou segunda religião, a verdade é que isso mata a amizade com Deus, pois desliga todas as coisas da Terra àquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, que está nos Céu.

2) Para o islâmico, tudo está na sharia e nada pode estar fora dela ou contra ela. Logo, a sharia é o Estado totalitário, que deve ser tomado como se fosse religião. E o nacionalismo islâmico é basicamente o nacionalismo da sharia, fundado numa crença de livro.

3) Se o nacionalismo - por suas vertentes liberais, materialistas e maçônicas - leva à apatria, à liberdade sistematicamente voltada para o nada, então o nacionalismo islâmico é fundado na conformidade com o todo de um Deus mau, um demiurgo. Como demiurgo não existe, uma vez que (em Santo Agostinho) o mal decorre da ausência do bem. então essa conformidade com o Todo que vem do demiurgo é voltada para o nada - e essa conformidade voltada para o nada foi escolhida e conservada conveniente e dissociada da verdade. Logo, todo islâmico é necessariamente apátrida.

4) É por essa razão é que é impossível fazer muçulmanos tomarem o país como um lar, pois negam Cristo como Deus (para eles, Cristo é um dos profetas do islã). E por serem obstinados em conservar este estado de coisas conveniente e dissociado da verdade, então eles estão edificando heresia, que deve ser combatida a fio de espada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2017.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Da caridade vem a riqueza, que é filha da liberdade

A construção da riqueza vem antes da caridade:  http://adf.ly/1Sk6zc 

Fonte Instituto Mises Brasil

Comentários:

"Da caridade vem a riqueza, que é filha da liberdade" (Fernando Frascari)

"Esses liberais são todos umas bestas quadradas! Para essas antas, tudo é um reflexo da economia, como se as engrenagens dela fossem o esquema metafísico da realidade. O monismo econômico é de um imanentismo atroz, e sob muitos aspectos até mais depressivo do que o dos revolucionários, para não dizer grotesco e alienado. São uns caipiras da realidade do espírito, realidade essa em que nos movemos, vivemos e somos." (Haroldo Monteiro).

Por que é preciso ver o que não se vê? Notas sobre a plantação de couves em comparação com a plantação de carvalhos

1) Você vê um perfil de facebook lotado, de 5 mil pessoas. Aparentemente, a pessoa é "popular".

2.1) O que ninguém vê é o tempo necessário para se lotar um perfil.

2.2) Se a pessoa busca popularidade, o perfil é preenchido rapidamente, mas quem está conectado a ele não ama e rejeita as mesmas coisas que você. É como plantar couve: você colhe os beneficios rapidamente, mas será uma dor de cabeça pra você mais tarde, a tal ponto que você será denunciado e será chutado do facebook incontáveis vezes, por conta do patrulhamento ideológico ou herético.

2.3) Se a pessoa busca prestar um serviço de qualidade a quem ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, então ela vai bater de porta em porta, de mural em mural servindo a quem comunga dos mesmos valores. É como plantar carvalhos: o processo é demorado e é análogo às dores do parto. Mas, no final do processo, você colhe os benefícios. Como os homens pescados por este método são de excelente qualidade, você contará com a colaboração e proteção dos mesmos naquilo que você mais precisar.

3) Como carregar a cruz e seguir Jesus não é um caminho fácil, mas não impossível, preencher o mural no facebook só com o que tem de melhor segue o mesmo princípio. Afinal, isso é de fato um apostolado - e ele pede tempo. E há tempo para tudo: tempo para semear, tempo para crescer e tempo para colher. Se as pessoas vissem que não há solução fácil, não preencheriam seu mural de facebook com qualquer porcaria, sobretudo porcaria em forma humana, que só fala abobrinha e que fica falando idiotices o tempo todo.


Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2017.

O que faz uma obra de arte ser boa, objetivamente falando?

1) O que faz um bom quadro, uma boa fotografia e um bom filme é o seu caráter definitivo: tudo o que o artista quis mostrar está dentro daquela moldura. Nada mais. Tudo o que não era absolutamente essencial ficou de fora.

2) Pintor, fotógrafo e cineasta dirigem o nosso olhar, educam-nos a ver. No caso do cineasta, é como se ele nos dissesse: "vou contar-te uma história e tu vais vê-la exatamente do modo que eu quero que tu vejas".

Artur Silva (https://www.facebook.com/arturjorg/posts/10207229750438246)

Porto, 12 de setembro de 2016.