1) O marxismo preza aspectos quantitativos. E esses aspectos quantitativos, materialistas é que levam à justificação de uma teoria da exploração.
2) Se o professor passa trabalhos de casa em grande quantidade, haverão de pensar que o professor é opressor. E opressor é coisa de "burguês", ao passo que o aluno acaba sendo visto como explorado, o pobre coitado.
3) Se a riqueza, na nossa realidade, é definida pela quantidade de dinheiro que há na conta bancária, então acabará se pensando, analogicamente, que a educação é essencialmente bancária, tal como Paulo Freire pensou.
4) Eis aí porque as nuances da linguagem devem ser trabalhadas - assim, o povo resiste ao marxismo cultural.
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