A respeito disso que fiz, ao definir o conservador como aquele que conserva a dor de Cristo, de modo a ficar em conformidade com o Todo que vem de Deus, um colega me fez esta observação:
_ José, tu chegaste a estudar as técnicas de análise de termos da filosofia grega? Mais especificamente, a divisão e a definição?
_ Não - disse eu a ele.
_ Isso que você faz se encaixa nestas técnicas. E é um hábito de pensamento que a maioria dos brasileiros não possui ou desconhece.
E ele continua:
_ Vou explicar o que é divisão: é uma técnica em que você desmantela os termos, de modo a criar objetos necessários à descrição dos fatos, de modo a ficarem mais claros. Conservador => aquele que conserva a dor de Cristo
_ Vou explicar o que é definição: é um técnica em que você fundamenta todos os significados impostos arbitrariamente sobre os termos. Isso que você faz ao separar conservador e conservantista é um exemplo.
Ao ouvir isso, eu fico admirado com a explicação e digo:
_ Fico feliz em saber disso! Sem saber, estava fazendo algo bom e conforme o Todo que vem de Deus!
E por fim, ele continua:
1) Todo termo tem uma intenção e uma extensão. A primeira, é justamente este volume de significados imputados deliberadamente sobre os mesmos. Já a segunda, é este volume de objetos. Ambas são propriedades indissolúveis dos termos.
2) Há vários tipos de divisões e de definições. É necessário muito bem treiná-las para poder dominar os termos que estão sendo utilizados em debate. Ainda mais no Brasil - onde o caos mental reina em absoluto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário