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sábado, 20 de setembro de 2014

Como esta república restaura a necessidade de se tomar nossa missão que herdamos de Ourique


1) Olhando pra nossa república quinhentista, ela criou um ambiente que lembra muito o da ordem social calvinista, que deu origem à república americana: só que aqui a maioria escolheu ser condenada, ao tomar o país como religião, e os poucos que se lembram de Ourique acabaram se tornando eleitos por conta de seu sim a Deus, pois tomaram o seu país como um lar com base na pátria do céu, o que nos leva a conformidade com o todo de Cristo.

2) Esses que disseram sim a Deus predestinaram suas almas, através do livre arbítrio, e farão parte da elite que pescará os filhos dos condenados de volta pra casa do pai.

3) Ao surgir essa elite que pescará os filhos dos conservantistas de volta à casa do pai, renovou-se a missão em Ourique e os fundamentos da verdadeira aristocracia monárquica. Em momentos de crise, o ideal monárquico e a memória de Ourique revelam-se mais fortes do que nunca, de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar, em Cristo

Como se combate a apatria sistemática


1) O grande problema deste país é um problema que se funda na alma: a maioria dos que nasceram nesta terra, com base no seu livre arbítrio, escolheu viver fora da conformidade com o todo do Pai, passando a rejeitar a pátria do Céu. E ao rejeitá-la, tornaram-se apátridas, pois perderam a base sob a qual este país deve ser tomado como um lar. Por conta da sabedoria humana dissociada da divina, escolheram viver a vida de condenados e legá-la aos seus descendentes.

2) Os poucos que disseram sim acabaram predestinando a alma de modo a salvar as vítimas dessa herança maldita, de fodo a refundar a pátria e restabelecer a missão que herdamos desde Ourique. Esses que disseram sim a Deus são a elite pela qual a pátria como um lar será semeada sistematicamente até tornar-se uma verdade evidente por si mesma.

3) Esse trabalho se fará nos herdeiros desse sim e nos filhos dos homens que preferiram conservar o que era conveniente, ainda que dissociado da verdade, causa de toda a apatria. Os filhos desses homens condenados devem dizer não ao não que seus ancestrais disseram, rejeitando a herança maldita.

4) Eis aí o desafio que se dará por gerações.

Para se tomar o país como um lar, é preciso redefinir o seu círculo social e a sua vida, de mdo a ficar em formidade com o todo de Deus


1) Quando se adquire alta cultura e aprende a tomar o país como um lar, você tende a redefinir o Brasil, com base naquilo que Cristo nos mandou fazer em Ourique: devemos servir a Ele, ainda que em terras distantes.

2) À media que você vai conhecendo pessoas que amam e rejeitam as mesmas coisas que você, tendo por fundamento Cristo, você reduz drasticamente seu círculo social, de modo a eliminar os apátridas e integrar os que compreendem a real dimensão de ser brasileiro. O círculo se reduz hoje, de modo a crescer de maneira sustentada em Cristo amanhã - e essas coisas estão no tempo de Deus

3) É uma tática de terra arrasada - em muitos casos, a vida em clausura torna-se a única vida livre que você realmente tem. Mas você não está isolado: tendo Deus e pessoas dispersas pelo país que amam e rejeitam as mesmas coisas, você está seguro no seu computador, escrevendo.

4) O dia que você tiver a oportunidade de morar sozinho, longe de todos aqueles de teu sangue que não comungam daquilo que é precioso e caro, faça isso. Quem não é conforme o todo de Cristo já aboliu a família de seu coração há muito tempo.

5) Sirva a Ele e uma história familiar de nobreza começará a ser escrita a partir de você. Casando com gente de igual mentalidade, uma estirpe começa a ser formada. Casamentos sucessivos assim moldam o caráter de todo um povo que virá depois de você.

6) Toda nação nasce a partir da grandeza de um, cujo exemplo se distribui a vários ao longo das gerações. Por isso que nacionidade e monarquia são sinônimos.

Como combater o republicanismo cultural


1) Se formos levar em conta a nossa realidade, falar uma mesóclise, ainda que esteja correta do ponto de vista gramatical, é falar de maneira errada, inadequada. Ela tende a ser um exibicionismo, algo que vai fora da conformidade com o todo de Deus, que pede constantemente a readequação das formas, de modo a edificarmos coisas para o bem do país, em nome de Cristo.

2) Em vez de edificar no seu semelhante a idéia de que a alta cultura deve ser buscada, de modo a edificar a si próprio e fazer da língua que se fala um elemento de modo a se tomar o país como um lar, você acaba sedimentando uma espécie de estupor, um elogio à cultura de ignorância, fazendo com que muitos se orgulhem disso, tal qual o infame presidente Lula. O exibicionismo, a má teleologia, alimenta a vala comum da exclusão social marxista, que semeia a ignorância entre nós, em nome da cultura.

3) Para se combater o republicanismo cultural, precisamos adotar formas simples de falar - construções frasais mais simples, de modo a que as idéias mais complexas e necessárias sejam passadas de modo muito claro, preciso. As coisas precisam ser ditas de modo caridoso, em conformidade com o todo de Cristo.

4) Para pessoas como meu amigo Heitor Buchaul e o senhor Leonardo Faccioni, falar formalmente é até motivo de honra, de pompa em circunstância: nós somos todos monarquistas e a alta cultural espelha a noção de se tomar o país como um lar. O português imperial é nossa língua e sinto até prazer em falar mesóclises e outros termos mais rebuscados, dado que o ambiente cultural me leva a tomar isto como parte da idéia de se tomar país como um lar. Pois onde há dois ou três pessoas agindo assim, Cristo está entre eles.

5) Pessoas como o senhor Fábio Salgado de Carvalho, no entanto, tendem a ralhar a todos, quando a pessoa comete o erro de separar sujeito e verbo com uma vírgula. É um erro muito comum, dado que o ensino de português não é dado de modo correto. Se a pessoa erra, devemos ter a caridade de corrigir. Se a pessoa desempenha um papel importante, corrija-a, sim, mas de modo caridoso, respeitoso.

6) Em vez de o sujeito falar a todos com caridade, ele faz o contrário: ele parece que vai querer mandar a pessoa para o inferno só porque esta não sabe usar adequadamente o português como ferramenta - enfim, esse sujeito está louco para ir para as vias de fato com alguém só porque este escreve sisudo com "z". Nesse ponto, o senhor Fábio Salgado de Carvalho ainda tem sérios resquícios de protestantismo, de puritanismo, dado que ele está a fazer da gramática crença de livro - ele necessita de um sério exame de consciência, dado que a atitude dele não edifica. E é por ser testemunha do que ele faz online que me sinto no dever de chamá-lo à correção fraternal.

7) Não estou dizendo que devemos abolir a mesóclise - quem defende essas coisas são os criminosos que vivem a fazer reformas na língua a ela se tornar um espectro de língua, que vivem a defender o que é por força divina indefensável. Nós precisamos é falar de um jeito, de um modo a que as pessoas de bem aceitem converter esse português negro da república sindical bolivariana num português branco, imperial. E é assim que se combate cultural a república e a mentalidade revolucionária neste país.

8) Há quem diga que brasileiro é burro. Eu respondo: nenhuma civilização floresceu na ignorância. Então não chame quem é burro de brasileiro. Se o burro é quem toma o país como se fosse religião, de modo a se afastar dos planos do Criador, chame-o de apátrida - e duplamente, pois quem não toma a pátria do céu como lar não pode, por força lógica, tomar o Brasil como um lar. A cidade dos homens precisa ser um espelho da cidade de Deus, de modo a continentalizar as almas e forjar uma nação.

9) Quando se forja uma nação, devemos forjá-la tal como se faz com o ferro - devemos eliminar as impurezas. E quando se tem o produto, podemos fazer ligas com os outros metais. Em outras palavras, ao excluir os apátridas, nós incluímos os que querem edificar a si mesmos com alta cultura. Não conheço educação inclusiva sem se excluir os que são por si mesmos réprobos. Quem confunde isso com aprovação automática não sabe o que e educar.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sobre a necessidade de se estudar a lógica paraconsistente

1) O verbo divino se manifesta de várias maneiras, de modo a edificar as coisas, conforme a vontade do pai. Ela se manifesta através de fatos, palavras e coisas.

2) A verdade que ordena as coisas, de modo a que fiquem em conformidade com o todo de Deus, exige uma atualização constante do nosso modo de descrever a realidade. Precisamos aperfeiçoar a teleologia e a lógica, de modo a entender a verdade que se dá em Cristo

3) Como a verdade de Cristo vai além das formas consistentes, ela vai além da consistência fundada nas formas conhecidas. E para se conservar a dor daquele que morreu por todos na Cruz, é preciso buscar formas lógicas, de organização e estruturação do pensamento, que se adeqüem a essa necessidade de se servir à palavra de Deus, de modo a que as pessoas permaneçam na conformidade com o todo, do modo mais claramente possível.

4) É extremamente necessário que se faça o estudo permanente da lógica paraconsistente, de modo a que se tenha o entendimento correto das nuances pelas quais a verdade de Cristo se irradia e edifica coisas conforme a vontade do Pai. Sem isso, tomaremos a bíblia como crença de livro e faremos uso inadequado da Santa Tradição, a nos afastarmos da conformidade com o todo de Deus.

Sobre o grande erro dos austríacos

1) Quando se busca estudar a praxeologia somente a partir de formas conhecidas, fundado tão somente na lógica clássica, você na verdade conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade.

2) E ao agir sob conservantismo, você semeia o relativismo, você estimula as pessoas a se libertarem da liberdade que se dá em Cristo, restabelecendo a escravidão.

3) O grande erro dos austríacos está no fato de terem sido fortemente influenciados por Kant e outros iluministas, que tentaram reintroduzir muitos elementos da cultura pagã clássica, dissociados daquilo que se edificou a partir do fato de se conservar a dor de Cristo na cruz sistematicamente, que deu causa à edificação de uma civilização inteira.

A verdadeira praxeologia se funda numa lógica paraconsistente


1) Se a praxeologia é o estudo dos meios que levam à execução da vontade, de modo a se estar em conformidade com o todo de Deus, então ela deverá buscar formas adequadas de melhor servir a essa verdade.

2) A sabedoria divina é superior à sabedoria humana, pois ela fala através de fatos, palavras e coisas - e a todo momento pede que readeqüemos constantemente nossa linguagem, de modo a descrever de maneira precisa a nossa realidade.

3) Esse exame vai além das formas conhecidas - ela busca novas formas de se falar a verdade, sem relativizá-la. 

4) A busca permanente e constante de novas formas de servir com caridade a palavra de Deus se funda numa lógica paraconsistente.