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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Dos três nãos que o conservantismo dá a Cristo


1) Lutero fez muita gente desligar-se de propósito da Igreja, ao promover uma apatria celestial. E isso é um dos três tipos de conservantismo qualificado, enquanto mentalidade revolucionária.

2) O primeiro conservantismo ocorre quando se opta em matar por conveniência o Messias (Jesus). A recusa dele como salvador é conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade.

3) O segundo decorre de se rejeitar a Igreja que Cristo fundou até que ela morra. E é até fato natural os dois primeiros conservantismos se associarem, de modo a causar então uma segunda morte de Cristo, que é o de matar sistematicamente a esposa de Cristo, a Santa Mãe Igreja.

4) E o terceiro conservantismo é o que os positivistas fizeram, que é separar a Igreja do Estado, matando Cristo entre nós, na vida prática, a ponto de reduzir a nossa crença a uma mera questiúncula privada, sem importância. Enfim, são as três mortes de Cristo que se conhece.

5) Não é à toa que se negou Cristo por três vezes. E devemos por 3 razões repudiar o conservantismo por 3 vezes.


O conservantismo é fruto de uma escolha voltada para o mal: http://adf.ly/q4Ym7

Lutero dá causa à apatria celestial


1) Houve quem dissesse, quando a Alemanha ganhou a Copa: "Lutero venceu - Deus é protestante" (sic)

2) Quem ignora a história de propósito não é digno de ser chamado de conservador. Esse demônio do Lutero deu margem pra que se matasse muita gente inocente e afundou a Europa num banho de sangue. Esse demônio fez com que muita gente se desligasse, por sua própria vontade, da pátria do Céu, causando a mais qualificada das apatrias, a apatria celestial - e foi preciso, muito tempo depois, que se mandasse um Papa alemão para se restaurar a essência da fundação da pátria do céu, dizendo Deus caritas est



3) Quem conserva o que convém, dissociado da verdade, não merece tomar como lar esta terra, que foi fundada numa missa. Enfim, não se pode esperar nada inteligente ou coerente vindo de um conservantista. O caráter dessa gente aparece com o tempo e onde menos se espera - e é preciso estar atento quanto a isso.

4) Não há conservadorismo na apatria, principalmente na chamada apatria celestial

domingo, 13 de julho de 2014

Uma lição importante desta Copa


1) Os ditos "conservadores" da boca pra fora revelam seus piores pecados conservantistas quando a bola começa a rolar ou até o momento quando a cerveja começa a desordenar toda a razão, coisa que nenhum conservador deve perder. O que vi de gente falando asneira impressiona.

2) É como se tirassem férias de defensores da verdade por um mês. É sensato tirar férias, enquanto Nosso Senhor padece na Cruz? Que belos vigilantes são - eles se condenam por sua culpa in vigilando. Sua estupidez favorece o PT e o Foro de São Paulo.

3) Quem se manteve vigilante e defendeu a Cruz, mesmo em clima de Copa, está de parabéns. Vocês são dignos da minha amizade, pois faço o que posso para ser amigo de Cristo! 

4) Os que falharam miseravelmente neste aspecto nem merecem a minha atenção. Só voltam a tê-la quando seus pecados todos forem confessados e perdoados. E do jeito como a má consciência domina a mente dessa gente, eles não vão fazer isso. Só por um milagre a coisa muda de figura. Então, rezemos por isso. 

5) Enfim, a guerra não é só contra o PT e o Foro de São Paulo. A guerra é contra a má consciência sistemática. Não dá pra relaxar mesmo em tempo de paz, pois os conservantistas adotam o mesmo modus operandi dos petistas, quando conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, por pura vaidade.

Monarquismo e conservantismo são incompatíveis


1) Não dá para ser monarquista e conservantista, assim como não é possível ser católico e comunista. São coisas que não se misturam.

2) O monarquista defende a aliança do altar com o trono, causa de nacionidade, de conformidade com o todo. O conservantista conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade. 

3) Um dos tipos de conservantismo qualificado é declarar ser cristão sem reconhecer a autoridade do Papa, o autêntico vigário de Cristo aqui na Terra. Como se pode pretender reinar com justiça e paz, se o fundamento do reinado não se dá em conformidade com o todo? Como se pode reinar sem obedecer à Lei Natural, que é a base de todas as nações que seguem Cristo, em conformidade com o todo que Ele instituiu e que Deus Pai edificou?

sábado, 12 de julho de 2014

Antropologia do povo pseikone - um povo do Brasil que não se rendeu aos vícios do Brasil, tal qual seus irmãos - Conto 9


1) O que dizer de uma pessoa que te conquista com qualidades raras, com coisas que você não vê faz muitos anos, que dá margem para que você se aproxime mostrando o coração pra ela e todas as coisas bonitas que você conhece e que depois foge e vai embora, como se você fosse um estorvo para ela? O que dizer de uma pessoa que minimiza o feito notável, que é o de conquistar você com graça e inteligência, como isso se fosse um "ato de fraqueza" da sua parte?

2) Se ela conhecesse a si própria, saberia muito bem que o sim que foi dado a ela, por parte de pessoas como eu, não é um "sim" qualquer, dado que foi um "sim" fundado na alma - coisa que você não encontrará por ai. Para eu dizer um "sim" como esse pra alguém levam-se muitos anos e isso não é dito para qualquer pessoa - esse "sim" é dito para quem é realmente fora de série. O "sim" que um pseikone diz a alguém é algo nobre e excepcional, que se funda em Deus.


3) Dizer não a esse "sim" não é um atributo do caráter de um pseikone, que é um povo nobre, mas sim de todos os covardes que têm medo da enorme responsabilidade do que é ser virtuoso e de ser amado por isso. E isso é o que faz do povo brasileiro, particularmente das mulheres, o pior povo neste cenário. É isso que faz a mulher brasileira ser reduzida à vocação que não é digna a qualquer mulher que seja santa em essência: a de ser rameira de gringo.

4) Pobre do país onde temos mulheres que fraquejam, quando lidam com homens de elevada nobreza e de elevado senso de responsabilidade moral para com o país como este que vos fala. Dizer "não" a esse tipo de homem que eu sou é tão ruim quanto o infanticídio intra-uterino: é um aborto que se faz na alma. É a perda completa da esperança.

5) Que Deus tenha piedade das almas dessas mulheres que fraquejam, que não confiam nas suas próprias qualidades e que, no último minuto, dizem sim ao espírito de Mariane, que rege esta nação para a desgraça.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Antropologia do povo pseikone - um povo do Brasil que não se rendeu aos vícios do Brasil, tal qual seus irmãos - Conto 9


1) Se o exemplo da santidade e espiritualidade que há nos pseikone fosse distribuído a todas as mentes retas, então os pára-raios se tornariam torres de transmissão, por milagre de Deus. Eles não são desgastariam, mas se renovariam constantemente. 

2) As pessoas, se soubessem disso, iriam ter o amor e a necessidade de ouvir as "maluquices" edificantes da cultura pseikone, de modo a tomar o Brasil como um lar.

Conselhos a quem se torna pára-raio de maluco

1) Há quem me diga: "Amigo, eu não agüento mais. Estão me fazendo de pára-raio de maluco e isso tá acabando comigo".

2) Eu respondo: "quando tentam me fazer de pára-raio de maluco, eu ajo que nem um ímã: dou uma de maluco, pois os iguais se repelem. E aí bloqueio todo mundo".  Isso funciona que é uma beleza.

3) Além disso, eu parto pro contra-ataque: eu adoro fazer das pessoas de consciência reta pára-raios dos meus repentes criativos, das minhas "maluquices". 

4) Só que as minhas "maluquices" não são desgastantes - na verdade, são edificantes - e o que era pára-raio vira torre de irradiação, de transmissão, por conta de um milagre de Deus.

5) Se olharem bem pra mim, eu sou uma pessoa realista, pois olho para tudo o que é fundado no Divino Pai Eteno; o mundo que me acha maluco acha, pela sua sabedoria humana dissociada da divina, que é "normal", pois olha o aparente, e não aquilo que não se vê. 

6) Quem é normal mesmo procura o confessionário, para tratar os males da alma - e não psicólogo ou um psiquiatra, quando a demência já começa a atingi-lo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 11 de julho de 2014 (data da postagem original).