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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Prisão pra Lula e Dilma é pouco

1) Prisão pra Lula e Dilma é pouco. Com um sexto da pena e bom comportamento, eles estarão livres, leves e soltos, fazendo o que fazem.

2) Bilhete de ida para o inferno, via forca ou fuzilamento, é mais seguro.

3.1) Você pode me dizer que não existe pena de morte no Brasil, salvo guerra declarada. 

3.2) A verdade é que 70 mil pessoas por ano foram condenadas sem julgamento à pena capital, por crimes que nunca cometeram, durante a dominação petista. Esses crimes foram cometidos por bandidos que queriam ter as coisas sem fazer o sacrifício de trabalhar para tê-las. Mataram com a certeza da impunidade, pois o PT está lá para defender os direitos humanos dessa gente.

3.3) Além disso, nós estamos em guerra contra o PT e nós vamos desobedecer todas as leis petistas. Se não houver uma sincera desobediência às leis que decorrem da sabedoria humana dissociada da divina, então todos os protestos serão conservantismo e não se fundarão na crença sincera de se tomar o país como um lar, em Cristo. É preciso ser mais lobo que o próprio lobo - é preciso ser leão, e não ovelha, nestes casos.

4) A lei natural, que deve ser cumprida na carne, é mais importante. Os crimes de Lula clamam aos céus. 70 mil pessoas mortas por ano podem ser postas nas costas de Lula e do PT. Isso sem sem contar as outras centenas de milhares ou de milhões que poderiam vir dos 70 mil que morreram. Lula e seu partido devem ser eliminados - o sangue deles deveria ser derramado como uma contraprestação àqueles que tiveram seu sangue derramado em vão.

5) Mesmo que não haja pena de morte, nos termos da CRFB, é fato sabido que tal lei decorre de sabedoria humana dissociada da divina, coisa típica desta república, que aboliu a pena de morte, em nome de uma pretensa fraternidade humana, derivada do iluminismo e da Revolução Francesa (sabedoria humana dissociada da divina e que mandou muitos cristãos para a guilhotina). E só por isso elas, as leis da República, não devem ser obedecidas. Que Lula seja fuzilado nos termos da lei mosaica, que está acima dessas leis vazias, decorrentes de um regime vazio que separou a Igreja do Estado e que matou o senso de se tomar o país como um lar.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 19 de novembro de 2014 (data da postagem original).

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Sobre o meu Curso Online de Filosofia - parte 2

1) Sobre as aulas que dou, houve quem me perguntasse se elas são "free".

2) Na verdade, as aulas são a contento - se os alunos gostam da aula, eles me remuneram, dando o quanto quiserem. Se faço de coração aberto, que isso seja feito de coração aberto.

3) Eu prefiro que assim seja feito dessa forma - é que não me sinto muito confortável em dizer um preço.

4) Pela minha experiência, costumo ser bem pago pelo que estou fazendo. Se o Brasil fosse que nem os EUA neste ponto, acho que ficaria rico (risos).

5) De certo modo, é também um jeito de ensinar isso que os americanos têm de melhor. Quando você dá um preço, você impessoaliza a coisa. Basta ver que nos cursinhos muita gente paga e não tá nem aí com o conteúdo do curso. A precificação indica que os cursinhos de concurso público prezam mais o dinheiro que o saber - isso sem contar que são mais cursos de adestramento do cursos livres, no sentido estrito do termo

6) Quem está realmente interessado mantém o curso funcionando, tal como são os dizimistas da Igreja Católica. Pois conhecimento não pode ser dado tal qual banana na feira - é serviço e deve ser dado de maneira caridosa. E se a pessoa se importa com o que falo, dá o quanto desejar, desde que seja de bom coração e levando em consideração o esforço e trabalho de quem bem serve o saber.

7) Além disso, conhecimento é um bem intangível, você não tem como precificar algo que levou anos para se chegar ao estado em que se encontra. A quantidade de experiência definida em anos num currículo é uma estimativa e não uma medida exata. E se há algo fundado na estimativa, é mais sensato e mais honrado dar o quanto desejar - e quem se importa com que alguém fala, sempre paga bem pelo serviço prestado. Pois o valor é algo subjetivo - e quem gosta sempre paga mais, pois sabe que isso foi dado de bom coração.

8) O conhecimento é nobre demais para ser precificado, a tal ponto que isso seja reduzido a uma mercadoria. Prefiro o jeito cristão de se fazer as coisas ao jeito liberal de precificar. Acredito que esse seja o caminho mais sensato a se fazer.

Sobre o meu Curso Online de Filosofia - parte 1


1) Desde o dia 13 de novembro, por sugestão de uma amiga e aluna minha, decidi abrir meu próprio Curso Online de Filosofia (COF).

2) Eu já lecionava para os meus alunos de maneira individualizada, à medida que escrevia meus artigos.

3) Desde que resolvi juntar meus melhores alunos numa turma, a experiência melhorou e muito. Além de os alunos começarem a fazer amizades entre si, eu dei a chance também de contribuírem com seu conhecimento de modo a que também fossem protagonistas desse curso. Dessa forma, eu quebrei um velho paradigma do ensino brasileiro: a crença de que o portador da mensagem, do verdadeiro saber, estava na mão do professor, nele centralizado, em vez de estar distribuído em toda a comunidade escolar.

4) Continuarei ensinando de maneira individualizada - quando sentir que meus alunos estão à vontade comigo, eu os junto numa turma e vou ensinando tudo o que sei e pegando um pouco do que eles sabem. 

sábado, 15 de novembro de 2014

Olavo de Carvalho, o conservantista


1) Cantar o Hino da República a plenos pulmões é pedir a implantação definitiva do comunismo. Luto pela preservação do país, mas não desta república.

2) É fato incontroverso que o Comunismo é uma república socialista. 

3) Olavo instigar o povo a pensar nisso é prova cabal de conservantismo. O Espírito Santo não fala neste homem, neste ponto.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Da renovação do conservantismo


1) O que o Olavo chama de "nova direita" e "velha direita" na verdade não é nem direita no sentido verdadeiro do termo, de estar à direita do pai, conservando tudo aquilo que se edificou a partir da dor de Cristo na Cruz. 

2) Essa esquerda que se diz direita, que é covarde e pusilânime, é na verdade consevantista, pois conserva o que convém, dissociado da verdade. Todos eles são quinhentistas, republicanos e buscam a liberdade fora da liberdade que se dá em Cristo, coisa que nos leva à escravidão.

3) Esta é a falsa oposição que é mantida pela maçonaria - eles não vão resolver os problemas da pátria, dado que são eles que manterão o Estado separado da Igreja, preservando assim a crise espiritual que nos ronda desde a queda da monarquia. Tudo o que vão fazer é arrancar o batente da porta. 

4) Se pensam que a esquerda e o Foro de São Paulo serão eliminados por essa tropa de frouxos, isso será pura ilusão. Eles sairão ainda mais fortalecidos, pois esses fingidores não passam de apátridas, tal como são os petistas.

5) Atentem para a data que escolheram para salvar o país: 15 de novembro: dia de golpe. Um prato cheio pra esquerda chamá-los de "golpistas". Este país já conheceu o salvacionismo antes e isso nunca deu certo. E este é só mais um caso.

6) O verdadeiro patriota não escolhe dia pra lutar - vai pra rua com todas as armas que tem, pois a situação assim exige. Quem ama o país como um lar luta contra o mal, não importando quando isso ocorre. Quando o mal é vencido no dia tal, cabe a quem guarda a memória fazer o registro para a posteridade.

7) Isso que ocorre não passa de pura vaidade.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Sobre a publicidade infantil - Parte 2


1) Uma publicidade é uma peça de informação - se sou adulto, eu tenho o direito de não ser informado. E isso é um dos elementos da liberdade de expressão - para bem exercê-la, preciso ter plena capacidade de fato para entender o fatos da realidade, da vida civil, e exercer o direito que a constituição me assegura.

2) Quando direciono a publicidade a uma criança, eu estou direcionando a uma pessoa que ainda não é capaz de dizer não, pois está em processo de formação. Se fomento nesse pequeno ser, que ainda não é livre, a idéia de desobedecer ou a idéia de desrespeitar seus pais, só porque eles não têm dinheiro para comprar o que a criança pede ou porque sabem o que é o mais certo e mais sensato para a criança, então eu estou distribuindo má consciência de tal forma a que a família seja vista como opressora, de modo a que a referida instituição seja abolida. 

3) Eis a mensagem subliminar por trás da propaganda infantil - ela cria uma falsa sensação de liberdade, equiparando a criança a um adulto, gerando uma falsa cultura igualitária que se deságua no mercado consumidor.

4) Quando induzo essa má consciência, eu mato a liberdade a longo prazo, pois fomento a falsa idéia de que todos têm a sua verdade, ainda que não tenham maturidade para isso.

Sobre a publicidade infantil - Parte 1


1) Se publicidade substitui o argumento, seria covardia fazer publicidade com crianças de modo a direcioná-la a quem ainda não tem capacidade de fato para entender a vida como ela é, por conta da sua pouca idade ou inexperiência.

2) Crianças, quando são alvos de propaganda, elas são presas fáceis do modismo - e acabam perdendo a inocência, por conta dessa cultura do efêmero. A mera adesão ao modismo mata a inocência - eis a perversidade do consumismo. O maior exemplo disso é que as crianças que trabalham com publicidade se tornam adultas muito cedo e acabam tendo uma vida muito infeliz por conta disso, pois a cultura de publicidade induz uma vida de ilusão, de espetacularização, que é fora da realidade e da conformidade com o todo que vem de Deus.

3) Por isso que não acho sensato expor uma criança a esse tipo de coisas - pois os comunistas se valem do capitalismo de tal forma a relativizar os valores morais entre nós e a melhor forma de fazer isso é através da publicidade e da propaganda - ela substitui o argumento, criando um efeito nefasto de impessoalidade, causa de todo famigerado coletivismo e de lógica de manada que encontramos.

4) A impessoalidade da propaganda mata a educação de berço e é uma forma de se abolir o instituto da família, pois ela joga filhos contra os pais, criando uma luta de classes - quando o filho quer muito uma coisa, ele vai fazer birra, a ponto de não querer saber se o pai tem ou não dinheiro para comprar alguma coisa para o bem dele. As crianças mimadas são reflexo dessa cultura de publicidade direcionada às crianças, que são vistas como um mercado consumidor e não como seres humanos.