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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O problema do Brasil são os apátridas nascidos na Terra de Santa Cruz

1) Há quem diga que o maior problema do Brasil são os brasileiros

2) A atual constituição fala que o brasileiro é quem nasce no Brasil. Nascer é algo acidental e abstrato demais para se definir quem é ou quem não é brasileiro - e não me parece o critério mais confiável para ser um brasileiro.

3) O critério mais confiável que conheço é este: brasileiro é quem toma este país como se fosse um lar, com base no Cristo Crucificado de Ourique, e que não toma este país como se fosse religião de Estado desta República, este regime revolucionário que fabrica apátridas em massa.

4) Antes de ser brasileiro, você precisa universalizar-se primeiro. Você precisa ser Cristão, viver a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, aprender os fundamentos da Civilização Cristã e as nossas origens desde o fundação do Reino de Portugal até o ano de 1500, quando a santa tradição de Ourique se desdobra em terras americanas.

5) Além disso, você precisa aprender a servir aos outros. Primeiro a sua família, depois aos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento dentro das suas circunstâncias locais, depois dentro da sua cidade, de seu Estado e em seu país. Você aprende a servir a Cristo em terras distantes servindo em terras mais próximas.

6) Se você for nobre e honrado, você terá, pela graça de Deus, a honra de ter uma esposa formada nesse mesmo fundamento e constituir família. E seus filhos herdarão de você e de sua esposa esse senso de tomar este país como se fosse um lar em Cristo.

7) Quando você ama o seu país como se fosse um lar em Cristo, você sabe que o Cristo Crucificado de Ourique fez D. Afonso Henriques e seus descendentes reis de Portugal e de todas as terras onde Portugal foi chamado de modo a servir a Cristo em terras distantes. Por isso honre-os, pois eles são os pais de sua pátria e você tem vínculos com eles da mesma forma que tem com os seus pais. Honre-os da mesma forma que seu pai e sua mãe, biologicamente falando. Pague os tributos em dia - sirva-os com honra e seja excelente no seu serviço. Diga aquilo que for bom e necessário, aconselhe, não deixe o pai de sua pátria ser enganado por patifes, pois seu rei tem o dever de reproduzir as feições de Cristo. Ele é o senhor dos senhores ao ser o servo dos servos em Cristo.

8) Brasileiros formados nisso que falei são poucos. A maioria está contaminada pelos valores revolucionários que derrubaram a monarquia há 127 anos atrás. Como o libertarismo prepara o caminho para o comunismo, então estão todos tornados estúpidos, descristianizados e tomando o país como se fosse religião de Estado da República. Não passam de apátridas. 

9) Enfim, o problema do Brasil não são os brasileiros, mas os apátridas que nasceram no Brasil. E eles são muitos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Precisamos estar à esquerda da República, que está à esquerda do Pai

1) Progredir conservando aquilo que é conveniente e dissociado da verdade é promover a degradação dos valores.

2) Para quem esta no fundo do poço, para quem está à esquerda do pai no seu grau mais extremo, o primeiro passo é conservar o que é conveniente e conforme o Todo que vem de Deus. Quanto mais acumularmos progressos nisso, mais estamos retornando às origens, àquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, aquilo que está à direita do Pai.

3) Regredir até a origem implica progredir na fé e na verdade. 

4) Se o nosso país se fundou na Aliança do Altar com o Trono, precisamos estar à esquerda de tudo aquilo que é fruto de sabedoria humana dissociada da divina, pois a República está à esquerda do Pai.

5) Para fazer uma ação afirmativa da verdade de Deus, precisamos negar a negação.

Notas sobre o curso da restauração

1) A restauração é demorada, pois implica um caminho de volta às origens.

2) O país está mergulhado naquilo que está à esquerda do Pai, em seu grau mais extremo.

3) O primeiro passo é desmontar o que se fundou naquilo que está à esquerda do pai no seu grau mais extremo. E nas atuais conjunturas políticas da pátria, a única solução é votar em Bolsonaro.

4) Enquanto Bolsonaro estiver na presidência precisamos trabalhar de modo a que o movimento monárquico tenha força e apareça como uma oposição de verdade, no sentido autêntico do termo. Precisamos aproveitar que a Constituição atual deu liberdade para o movimento monárquico exercer uma oposição de fato e atuar, pois nós estamos mesmo à esquerda dos pseudovalores fundados na república, pois esse regime está à esquerda do pai.

5) Depois que aquilo que está fundado na extrema esquerda for combatido, precisamos tirar aquilo que está fundado no positivismo. E aí a questão se dá em formar capelães militares santos atuando nas casernas.

6) E depois, conduzir um governo de transição de modo a que a monarquia seja restaurada e que Nosso Imperador serja aclamado.

7) É um caminho longo e necessário. Haverá marchas e contramarchas, mas é a solução.

Notas sobre a falsa esquerda e direita que há na República

1) Quando apontei que o Bolsonaro é esquerdista, foi por conta do que ele é: um militar, criado nos valores positivistas. O positivismo atenta contra a aliança do altar com o trono, edificada desde Ourique - e foi o positivismo que edificou esse regime revolucionário, esta república.

2) Se o pensamento de direita e de esquerda for tomado como se fosse coisa, sem olhar para aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, aquilo que está à direita defenderá os valores da República e seus defensores estarão em conformidade com tudo aquilo que se funda em sabedoria humana dissociada da divina - e a divinização do Homem nos remete à Revolução Francesa, algo que é diabólico. Os críticos, os mais progressistas, não são oposição, eles só vão aperfeiçoar o regime revolucionário, pois querem o poder para si. Se houver uma discórdia, não será fundada na verdade, mas no senso de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. É técnica das tesouras, pois a verdadeira oposição, fundada na Aliança do Altar e o Trono, ficou mais de 100 anos sem se manifestar, uma vez que foi proibida de fazer isso, e só agora é que as bases para um movimento político monarquista estão sendo construídas.

O conservantista recusa a fazer um exame de consciência crítica acerca de suas convicções pessoais

1) O conservantista revela sua vaidade e sua insensatez quando se recusa a fazer um exame crítico acerca de suas convicções pessoais. Ele reduz suas convicções pessoais a um dogma puramente humano, fazendo tábula rasa da mesma forma como pratica a sua sola scriptura. 

2) O conhecimento da fé verdadeira pede que examinemos a nossa própria consciência de modo a ver se estamos ou não em conformidade com o Todo que vem de Deus. Essa consciência reta leva a uma vida reta e a uma fé reta, necessária para se edificar boas obras, causa de santidade. 

3) O exame de consciência faz com que conservemos aquilo que é conveniente e conforme o todo que vem de Deus, o conservantismo sensato. É pelos frutos acumulados decorrentes do conservantismo sensato que aprendemos a conservar a dor de Cristo, pois foi por conta do fato de que Ele é o caminho, a verdade e a vida, que ele morreu por nós para nos salvar do pecado.

O conservantismo leva à vaidade e mata todo o mérito

1) Se eu conservo o que é conveniente e dissociado da verdade, então tudo o que é fruto do meu trabalho, ou tudo o que vejo e que é bom e belo, se torna um troféu para mim.

2) A mania de ficar expondo constantemente os troféus é uma vã glória. Pois o mérito não é meu, mas naquilo que é fundado na conformidade com o Todo que vem de Deus. Se minha intenção é querer me tornar um Deus, então eu estou abusando da bondade do Criador, o que é um pecado contra o Espírito Santo, pecado esse que não será perdoado. 

3) Não é à toa que os vaidosos são os piores pecadores.

Notas sobre a ciência de si

1) Quando for descrever os seus próprios atos e sua própria conduta, não use sua sabedoria humana dissociada da divina - não use seu eu distorcido. Faça exame de consciência sempre. 

2) Além disso, leve mais em conta coisas que lhe foram ditas por gente que observou seu comportamento que contou, por caridade, a você o que viu, pois este é um dado mais confiável do que dizer "eu sou isso" ou "eu sou aquilo".

3) Geralmente amigos são uma boa fonte, pois eles te observam de fora e extraem o que há de melhor em você, por conta do seu exemplo. O julgamento que fazem do seu exemplo é o melhor dado que você pode colher sobe si próprio, pois isso é o que vai ser contado para as outras pessoas quando você morrer. Aquilo que vai servir de base para o seu necrológio, vindo de seus amigos, é o que servirá de baliza para você se emendar e ser uma pessoa melhor.

4) Se seus amigos são imitadores de Cristo, isso é um indício de que Cristo sabe quem você é. E na hora do confessionário, Cristo lhe dirá o que você deve fazer para você melhorar a si próprio, pois sabe mais sobre você do que você mesmo, pois Ele é Deus.