1) Por conta de a Argentina ter caído de vez no comunismo, fomos obrigados a substituir a importação do trigo argentino. A EMBRAPA produziu sementes de trigo adaptadas ao clima tropical - ela incialmente foi plantada no Ceará e a produtividade foi excelente. Se a tecnologia for adaptada para o cerrado, o nosso celeiro agrícola, o Brasil vai ficar auto-suficiente em trigo.
2.1) Não é fácil substituir a importação do trigo argentino, principalmente de um trigo de excelente qualidade, mas se o Brasil fizer muito investimento em P & D nesta área, certamente nosso produto ficará tão bom quanto o argentino e podemos preencher os mercados que antes eles atendiam.
2.2) A substituição dessa importação se fez necessária porque nosso vizinho e parceiro comercial de longa data caiu nas mãos do comunismo. E por essa razão, não podemos sustentar esses vagabundos.
2.3) É por conta desta circunstância que tivemos de desenvolver nossa economia, como uma forma de nos defender da agressão desse império de domínio, já que a China está praticando um imperialismo nefasto.
3.1) Valorizar o agronegócio e a indústria nacional é declarar que nos santificamos através do trabalho e que tomamos o país como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo. Ainda que inicialmente os produtos sejam mais caros e tecnologicamente mais defasados que os importados, o lado bom é que não financiamos ditaduras comunistas, muito menos países cuja visão de mundo é pautada no anticatolicismo e na riqueza tomada como um sinal de salvação.
3.2) Além disso, quando nos santificamos através do trabalho, podemos fazer servir a Cristo em terras distantes fornecendo produtos de excelente qualidade, de modo que novas parcerias possam ser montadas e beneficiar a Cristandade como um todo, a verdadeira ordem internacional - e devemos fazer isso sempre pensando nos méritos de Cristo.
3.3.1) Este é o verdadeiro sentido da civilização brasileira enquanto desdobramento daquilo que derivou de Ourique.
3.3.2) Quando a Argentina se livrar do comunismo, certamente vamos estender a mão para o nosso parceiro comercial de modo a ajudá-lo a se recuperar. O progresso da Argentina interessa a todos nós também.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2020.
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