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sábado, 27 de fevereiro de 2016

O tempo da vida intelectual é o tempo de Deus, o da eternidade

1) Em tempos como os nossos, uma expansão rápida tende a ser vista como sinônimo de sucesso. Se olharmos as coisas mais de perto, perceberemos que tudo o que é fundado no apelo propagandístico ou no amor ao dinheiro é meramente efêmero, vazio.

2) A verdade é que os trabalhos de melhor qualidade - os que oferecem conteúdo substancial a todo o povo, de modo a que ele tome o seu país como se fosse um lar, em Cristo - pedem uma enorme dedicação e muito esforço, de modo a que possam crescer naturalmente sustentados na verdade, naquilo que é conforme o Todo que vem de Deus. Por conta disso, esse trabalho é mais demorado, pois exige que se carregue a cruz, que é pesada, e que siga a Jesus, de modo a servir a Ele em terras distantes.

3) Enfim, todo aquele que busca a fama e que fará qualquer coisa por isso, de modo a ter seus 15 minutos de fama, está buscando algo vazio, pois só conservará o que é conveniente e dissociado da verdade. E cedo ou tarde, isso tudo ao pó retornará.

4) O mundo moderno se tornou algo pragmático, utilitário, pois visa obter o máximo de resultados possível de modo a chegar ao sucesso o mais rápido possível. Perdeu-se o tempo da eternidade, perdeu-se a paciência, perdeu-se a esperança, bem como a caridade. E isso é algo muito triste.

5) O lado bom é que não estou sozinho nessa. Se tive a sorte de encontrar pelo menos 30 pessoas que compreendem tudo aquilo que tenho a dizer, então eu estou no lucro. Melhor essas pessoas, ainda que dispersas pelo país afora, do que 300, que não fazem outra coisa senão inflacionar o meu perfil. O dia em que eu tiver 5000 pessoas colaborando efetivamente comigo, aí posso me dizer que sou uma pessoa realizada. Aí surgirá o tempo de abrir um segundo mural, um terceiro - embora eu já tenha uma página de facebook, penso que ela só vale a pena se eu pelo menos lotar dois ou três perfis individuais, sem repetir os mesmos contatos. Pois a página é o ponto de encontro entre todos os que se encontram nos meus perfis.

6) No mundo virtual, usar métodos publicitários e de massificação são uma verdadeira tolice. A vida intelectual é evangelização - e isso pede que você converta as almas de uma a uma, através do contato pessoal, face a face. Mais recentemente é que conheci meu primeiro contato de facebook pessoalmente - e pretendo conhecer mais contatos online pessoalmente. Por enquanto, só posso atuar dentro do Rio de Janeiro. O dia que puder fazer isso em outros estados, aí a coisa ganha outro contorno.

7) Enfim, a vida cultural é a base da política. E isso implicará sempre evangelização, pois todos devem amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

Se o mural na rede social é uma árvore, é preciso fazer uma poda, de tempos em tempos

1) Se o mural de facebook é uma árvore e se nele me arvoro, de modo a defender tudo aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, então de tempos em tempos é preciso se fazer uma poda. As samambaias, que não fazem outra coisa senão ocupar espaço e que nada contribuem, devem dar lugar a alguém que pode acrescentar em alguma coisa. Hoje eu botei uns 15 pra fora - desde pessoas vazias a contatos de longa data e que nunca contribuíram com nada. Essas pessoas estavam só ocupando um espaço que poderia ser muito bem aproveitado por alguém sério - por isso, eu achei conveniente pôr essa gente pra fora. 

2) Isso que faço se chama alternância de poder - se os inúteis tiveram o direito de falar e nada fizeram, então eu vou dar lugar a quem pode bem exercê-lo. Dos 300 e poucos, nem 10% faz isso - por conta disso, vou restringir meu espaço a quem é sério, aos melhores. 

3) Com o tempo, farei podas mais profundas - até atingir os que realmente contribuem com algo. É preferível ter pouca gente, mas participativa, a ter um perfil inflacionado, composto só de medíocres, que em nada contribuem para o meu esforço intelectual, seja com uma crítica construtiva, seja com uma contribuição financeira. Muito já lhes foi dado, mas nada foi feito de modo a retribuir o trabalho que foi prestado.

4) É como falei, nas minhas postagens sobre pragmatismo político: para se fazer uma expansão estruturada e sustentada na verdade, é preciso que os supérfluos sejam cortados - a necessidade de se fazer uma tática de terra arrasada é uma constante na rede social. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Do princípio do pragmatismo político

1) A prática do pragmatismo político deve levar em conta um propósito: vencer a guerra política, de modo a se restaurar a Aliança do Altar com o Trono que se perdeu. Pois o pragmatismo tem o mesmo efeito da guerrilha na guerra - você vai precisar fazer táticas de terra arrasada, de modo a que o inimigo não tenha terreno favorável onde ele possa lutar com as suas melhores armas.

2) Ela deve levar em conta o cenário de guerra de facções da República e saber trabalhar com as circunstâncias ao nosso favor. Isso pede uma visão estratégica de longo prazo e de maneira realista e concreta.

3) Se tiverem que adotar um pragmatismo político à moda do Ayan, fundada numa república utópica, laicista, conservando o que é conveniente e dissociado da verdade, então vocês estarão servindo algo voltado para o nada. E isso é revolucionário.

4) Se o pessoal do MBL defende o Ayan, então boa coisa não é. Afinal, eu sei muito bem que os libertários preparam o caminho para os totalitários. Eu sei muito bem a diferença entre o libertarismo e o liberalismo, no sentido católico do termo.

Comentários finais sobre o meu método de trabalho no Congresso

1) Isso tudo o que disse se funda em uma guerra política e tem fins pragmáticos, pois levo em conta toda a experiência política romana em face de um governo neopaganizado. Levei em conta as circunstâncias.

2) Sei que os métodos que adoto são os mais questionáveis possíveis; mas, para se combater o mal, você precisa jogar o jogo da República.

3) Se ficarmos nessa lógica puritanista de flores e abelhinhas, a monarquia não será restaurada. Dentro da República, nós somos uma facção que é contra tudo o que está aí - se a República é guerra de facções, é preciso se tratar os revolucionários como eles são: apátridas. Jamais aceito tomar por brasileiro quem é apátrida - e esse é o erro que muitos no movimento monárquico praticam.

4) A reconquista do País se faz com guerra no Parlamento contra os estúpidos e debates com os sensatos. Por isso que digo que o político deve ser um pouco de tudo: ser hábil pra falar, ser hábil pra negociar e ser hábil até para resolver as coisas no braço, se preciso for. Eu não espero civilidade de quem é por essência bárbaro, como são os petistas.

5) Eu peço perdão se isso assusta, mas esta é a realidade em que nos encontramos. Se quisermos restaurar àquilo que se perdeu, precisamos trabalhar com as circunstâncias ao nosso favor.

6) Se a política é guerra, então a república, com sua lógica de facções, é a lógica dessa guerra. E infelizmente precisamos tomar esse fato como se fosse coisa, enquanto os patifes não são expulsos do Congresso. 

7) Se vocês acharem melhor me colocarem num ambiente onde todos são sensatos e civilizados, ótimo. Afinal, esse é o meu ambiente favorito. Se o povo me chamar para esse cenário de guerra, então vou ter que lutar do jeito que sei lutar, pois eu tratarei esses bandidos como eles são: bandidos. E não terei o menor decoro, pois eles não têm decoro algum. Só terei decoro somente com quem é honrado.

A compra dos exército do PT deve vir pela via do crowdfunding

1) Política implica dinheiro - como o erário não pode ser roubado, a melhor forma de se obter o dinheiro necessário para se comprar os mercenários do PT, de modo a que lutem contra o PT, é através de crowdfunding. Trata-se de financiamento privado sistemático de campanha - como isso edifica ordem pública, é financiamento público. A diferença é que esse não é forçado, por conta dos impostos, mas voluntário, fundado na palavra daquele que é honesto e serve bem ao povo. A rigor, esse financiamento público não é ilegal. 

2) Se você comprar o apoio desses mercenários, você volta as armas do inimigo contra o próprio inimigo. Se você se mostrar honrado, eles mudarão de senhor com prazer, pois geralmente essa tropa de choque não está contente com o fato de receber apenas pão sem mortadela, como pagamento.

O exército dos petistas é marcadamente mercenário

1) A corrupção que o petista pratica sustenta o exército do pão com mortadela, coisa que é movida à base de dinheiro público - e o povo está farto disso. Pois a tropa de choque é mercenária - ela se vende a quem pagar mais.

2) Se a corrupção, a compra do apoio e da mente das pessoas, for praticada contra os revolucionários, então o exército do pão com mortadela passa a ser juntar ao nosso lado, na luta contra o petista. O dinheiro para a compra dessa gente deve vir de meios privados e não públicos. Num meio em que o amor ao dinheiro rege todas as coisas, num meio que não é ético, ser ético com quem não é ético não é sensato. Afinal, sei o que me espera lá dentro.

3) A lealdade dos soldados petistas não se funda nas qualidades de um general, em conformidade com o Todo que vem de Deus e que está disposto a morrer por seus homens e com eles em bom combate - o próprio Lula já provou que é um tremendo de um covardão. Eles nunca tiveram alguém que fizesse isso por eles. Pois o dia em que houver um comandante disposto a fazer isso por eles, disposto a morrer por aquilo que é verdadeiro e bom, eles lutarão por nós. Pois o exército é composto de meros idiotas úteis - o dia que passarem a ser tratados como homens, eles deixarão de sê-lo.

´Na República, é preciso ser mais louco do que os loucos

1) Se o louco intimida a todos ao seu redor porque não tem receio de ser agressivo, então devemos adotar a lógica dos loucos, dentro de uma ordem onde todos perderam tudo, exceto a própria razão de conservar aquilo que é conveniente e dissociado da verdade.

2) Numa ordem revolucionária, você precisa ser a negação da negação. O contra-revolucionário precisa se comportar como um revolucionário, mas de modo a restaurar aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus.

3) Se tivermos de ser selvagens com os selvagens, sejamos selvagens; se tivermos de ser desonestos com os desonestos, sejamos desonestos; se tivermos de ser sensatos com os sensatos, sejamos sensatos. Se tivermos que amar a Deus sobre todas as coisas, façamos isso, pois Ele fundou a pátria. Enfim, façamos justiça - e isso implica dar a cada um que o é seu. Você precisa ser a colheita daquilo que ele, o revolucionário, planta.