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sexta-feira, 2 de maio de 2025

Do potencial colocar um eSim americano num computador

 Dettmann: Tem como um computador operar um sim card virtual no lugar de um celular?

Chat GPT:

Quando é possível?

  1. Computador com suporte a eSIM
    Alguns notebooks modernos (especialmente da linha empresarial, como alguns modelos da Microsoft Surface, Lenovo ThinkPad, HP EliteBook, etc.) já vêm com modem LTE/5G embutido e suporte a eSIM. Nesse caso, o computador pode:

    • Ativar um plano de dados móveis via eSIM.

    • Operar como um celular para acesso à internet (via chip virtual).

    • Em certos casos, usar aplicativos para enviar/receber mensagens e chamadas, se o plano e a operadora permitirem.

  2. Dispositivos ou dongles LTE com eSIM
    Também existem dispositivos USB ou mini-PCIe que funcionam como modem LTE com suporte a eSIM. Com o driver e software adequados, seu PC pode usar o chip virtual para se conectar à rede.

🚫 Quando não é possível?

  • Se o computador não tem modem LTE/5G embutido, nem suporte nativo a eSIM, não dá para usar um SIM virtual diretamente.

  • Em PCs comuns (como desktops ou notebooks sem esse hardware), você precisa de um dispositivo externo, como:

    • Um celular roteando a conexão (hotspot).

    • Um modem USB com suporte a eSIM.

⚠️ Observações:

  • O uso de eSIM depende da operadora e da região.

  • Para fazer chamadas/SMS, além do plano de dados, seria preciso software adicional, como softphones (VoIP) ou integrações específicas com a operadora.

Dettmann: 

1) Como teria dificuldade de garantir a cobertura da minha saúde por 120 dias nos EUA, eu terei que ficar necessariamente no Brasil. 

2) Como não quero usar VPN, já que isso tira a monetização do Honeygain, eu usarei um sim card virtual americano com DDD de Delaware, de modo que possa usar no computador - assim, posso usar os dados do esim no computador e jogar os jogos da Geforce Now americana estando no Brasil como se estivesse na América, viabilizando a assim a monetização do Honeygain. 

3) Como os jogos que costumo jogar são todos de estratégia, eles não pedem um tempo de resposta muito alto de minha parte, já que geograficamente eu estou no Brasil - e neste ponto, o determinismo geográfico influi na minha performance em jogos de ação ou que sejam altamente competitivos.

Chat GPT:

Sua estratégia é tecnicamente viável e bem fundamentada — você está combinando:

  1. Um eSIM americano com DDD de Delaware (para geolocalização IP e monetização),

  2. Uso no computador sem VPN (evitando perda de receita por detecção de VPN),

  3. Geforce Now e Honeygain (serviços sensíveis à localização),

  4. Jogos de estratégia (que toleram latência maior, respeitando o determinismo geográfico).

✅ Pontos fortes do seu plano:

  • Evita o uso de VPN, que compromete ganhos e desempenho em streaming/jogos.

  • Mantém o IP geolocalizado nos EUA, desde que o tráfego de dados vá pelo SIM virtual.

  • Simula presença nos EUA, o que é essencial para Honeygain, Geforce Now (servidores dos EUA) e outras plataformas que bloqueiam ou limitam o Brasil.

  • Compatível com jogos de estratégia, que são menos sensíveis ao ping.

⚙️ Para isso funcionar no computador, você vai precisar de:

1. Hardware com modem LTE/5G embutido ou externo

  • Exemplos com suporte nativo:

    • Microsoft Surface Pro X (ou superiores com LTE).

    • Lenovo X1 Carbon com LTE.

    • HP EliteBook com WWAN.

2. Plano eSIM americano com dados móveis

  • Empresas como US Mobile, T-Mobile, GigSky, Nomad, ou Airalo vendem eSIMs com números dos EUA (você pode tentar um com DDD de Delaware — 302).

  • Confirme que o plano permite tethering/hotspot e que os dados não têm limitação de uso em país diferente.

3. Configurar no Windows (ou Linux/Mac)

  • No Windows, basta ir em Configurações > Rede > Celular > Adicionar um plano eSIM.

  • Ou usar um dongle USB com interface web para configuração (caso o PC não tenha suporte nativo).

4. Forçar o tráfego via esse modem

  • Em Windows:

    • Vá em “Rede e Internet” e defina a rede celular como prioritária.

  • Isso garante que os dados usados pela Geforce Now e Honeygain saiam pelo IP americano.

Desafio Solução
eSIM bloqueado fora dos EUA Use um fornecedor global como Nomad ou Airalo
IP ainda aparece como Brasil Verifique se o tráfego está mesmo roteando pelo modem
Honeygain detecta tráfego móvel Use planos que forneçam IPs residenciais, se possível
Jogos ou serviços não funcionam com IP de operadora Use um eSIM com suporte a IPs reais (não CGNAT/carrier-grade NAT)





Do céu ao pixel: como as companhias aéreas influenciaram os descontos na Steam

Em um mundo digital movido por algoritmos e impulsos de compra, a escolha do timing para lançar promoções não é aleatória. Enquanto muitos jogadores aguardam ansiosamente as famosas promoções da Steam às quartas-feiras, poucos imaginam que essa tradição pode ter raízes em um setor bem diferente: a aviação comercial.

A tradição das terças e quartas

Desde os anos 2000, analistas de viagens e especialistas em consumo vêm observando que os voos tendem a ser mais baratos entre o meio-dia de terça-feira e 23h de quarta-feira. Essa janela de tempo se consolidou como um momento estratégico para adquirir passagens com descontos. A explicação está no próprio funcionamento das companhias aéreas: promoções são geralmente lançadas na segunda-feira e, na terça, outras empresas ajustam suas tarifas para competir, tornando o meio da semana o melhor momento para o consumidor.

Esse padrão não passou despercebido por outras indústrias.

O efeito de contágio no comércio digital

O comércio digital aprendeu a se moldar ao comportamento do consumidor, e não o contrário. À medida que as pessoas passaram a associar terça e quarta-feira com “bons momentos para comprar”, plataformas de e-commerce, tecnologia e entretenimento passaram a se apropriar dessa percepção.

A Valve, criadora da Steam, é um bom exemplo disso. Ao instituir a “Midweek Madness” — uma tradição de descontos que começa às terças e vai até quinta-feira — a empresa se aproveita exatamente desse zeitgeist psicológico: o consumidor já está condicionado a esperar preços mais baixos nesse período.

Vantagens Estratégicas

Lançar promoções no meio da semana traz diversas vantagens:

  • Menor concorrência por atenção: Diferente das sextas ou domingos, o meio da semana tem menos ruído publicitário.

  • Consumidor mais racional: Durante a semana útil, os impulsos de compra tendem a ser mais ponderados, o que aumenta a confiança do consumidor na oferta.

  • Ciclo financeiro previsível: Quarta-feira é o ponto de equilíbrio entre quem já pagou as contas da semana e ainda está longe do próximo fim de semana — um momento ideal para compras não essenciais.

Steam, Amazon e Outros Exemplos

A Steam não está sozinha. Amazon, Epic Games Store e diversas outras plataformas também adotam promoções-relâmpago nesse mesmo período. Até eventos sazonais como a “Black Week” muitas vezes centralizam suas maiores ofertas entre terça e quinta-feira, quando o tráfego é alto, mas a concorrência ainda é administrável.

Conclusão: o mercado é um eco de seus pioneiros

Embora a aviação e os games pareçam setores distantes, ambos compartilham uma realidade comum: a necessidade de entender e antecipar o comportamento do consumidor. A tradição das promoções de terça e quarta começou nos céus, mas se espalhou por mares digitais e lojas virtuais, como a Steam, que souberam aproveitar essa janela de oportunidade — no tempo e na mente do público.

No final, o que une todos esses setores é uma regra simples: quem domina o tempo domina o mercado.

Entre a tradição e a ibirapuerização: o valor das mecânicas nos jogos antigos

No debate sobre jogos eletrônicos, há uma tendência comum — e muitas vezes apressada — de associar "jogo antigo" a "jogo ultrapassado". Essa associação, embora compreensível em um cenário de constantes inovações tecnológicas, ignora um aspecto essencial: a distinção entre o tempo de mercado e a vitalidade de uma mecânica.

Um jogo pode ser antigo sem ser obsoleto. Sua idade não é, por si só, um indício de decadência. Aliás, há jogos que resistem ao tempo não como relíquias nostálgicas, mas como tradições vivas. A mecânica, quando bem concebida, permanece fértil, continua a dar frutos, inspira novas gerações de jogadores e desenvolvedores. Por outro lado, quando essa mecânica se esgota, quando perde sua capacidade de encantar, desafiar e renovar a experiência do jogador, ela entra num processo de morte simbólica.

Para ilustrar esse fenômeno, podemos cunhar aqui o termo "ibirapuerização". Em referência à famosa árvore morta do Parque Ibirapuera, em São Paulo — que foi preservada como escultura após sua morte —, o termo sugere um estado em que algo já não vive, mas permanece em pé como monumento. É o caso de jogos que, apesar de sua relevância histórica, já não produzem frutos: não geram prazer genuíno, não renovam sua base de jogadores, e tampouco influenciam de forma ativa o design contemporâneo. Tornam-se objeto de reverência, mas não de participação.

Um bom exemplo disso é a franquia The Sims. Sua ideia central — simular a vida cotidiana, as relações sociais e os dilemas pessoais — continua tão relevante que já rendeu quatro grandes versões e inspirou outros jogos recentes, como Inzoi. No entanto, nem todas as versões da franquia mantêm a mesma vitalidade. O The Sims 1, embora clássico e inovador em sua época, hoje possui mecânicas claramente datadas, já superadas pelos padrões atuais. Em contraste, o The Sims 2 permanece relevante até hoje, especialmente por seu equilíbrio entre jogabilidade e profundidade emocional. Já o The Sims 3, com seu mundo aberto e sistema de progressão mais orgânico, apresenta um potencial que poderia até suplantar as mecânicas do 2 e do 4, a menos que se deseje uma experiência mais intimista, centrada na introspecção e na vida interior — algo mais presente nas versões anteriores.

A ibirapuerização não acontece por conta da idade do jogo, mas por conta do esgotamento de sua seiva criativa. É um processo que pode atingir qualquer título, seja antigo ou novo. Jogos lançados há poucos anos já podem parecer mortos se baseiam em fórmulas repetitivas, desprovidas de alma ou propósito. Da mesma forma, jogos com décadas de existência — como Tetris, Super Mario Bros., The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Age of Empires II, The Sims 2 — continuam sendo jogados e estudados por oferecerem experiências que resistem ao tempo, que transcendem o mero contexto técnico e alcançam um nível de design clássico.

Esses jogos antigos, mas vivos, são como árvores centenárias que ainda frutificam. Tornam-se fontes de tradição, não por nostalgia vazia, mas porque revelam algo perene sobre o jogo enquanto forma artística, desafio mental ou espaço de imaginação. São como os grandes livros da literatura: não importa que tenham sido escritos em séculos passados — o que importa é que ainda têm algo a dizer.

É, portanto, preciso cuidado ao tratar o antigo como descartável. A crítica cultural madura sabe distinguir o que envelheceu com nobreza do que apenas ficou para trás. E o mercado de jogos, se quiser alcançar a maturidade que outras artes já conquistaram, precisará fazer essa distinção com sabedoria.

Enquanto houver jogadores dispostos a colher os frutos de mecânicas bem pensadas, vivas e frutíferas, mesmo que antigas, não haverá ibirapuerização. Haverá, sim, tradição.

Como os programas de fidelidade estão revolucionando a carreira jurídica no Brasil - notas sobre o surgimento do advogado caçador de recompensas

Durante décadas, o vínculo do advogado com sua seccional da OAB era determinado, acima de tudo, pela geografia. O local onde o profissional residia ou atuava definia seu território institucional — com pouca margem de escolha real sobre as condições a que estaria sujeito. Mas essa lógica está mudando.

Com o avanço de plataformas como Alloyal, Livelo e outras soluções integradas aos conselhos profissionais, as seccionais da OAB passaram a oferecer programas próprios de fidelidade, que permitem ao advogado obter cashback, milhas, pontos de desconto ou até mesmo isenção da anuidade. O que era um custo fixo se torna, com planejamento, uma oportunidade de economia — ou até de retorno financeiro.

Essa transformação tem implicações profundas. Ao perceber que uma seccional oferece mais vantagens do que outra, muitos advogados têm buscado inscrições suplementares em estados diferentes daquele onde atuam. A motivação, agora, não é apenas processual ou estratégica. É econômica e empreendedora. Está nascendo um novo perfil de profissional do Direito: o advogado caçador de recompensas.

Uma revolução silenciosa

Esse movimento sinaliza uma reconfiguração no vínculo entre o advogado e sua instituição de classe. A territorialidade cede espaço à competitividade institucional. Se a OAB de Minas Gerais, por exemplo, oferece um programa robusto de cashback via Alloyal, enquanto a OAB de outro estado oferece pouco ou nada, o advogado pode decidir diversificar sua presença e atuação em busca do melhor retorno.

Mais do que uma escolha de foro, trata-se de uma estratégia de gestão de carreira. O advogado se torna gestor da própria filiação, utilizando os benefícios institucionais como ferramentas de planejamento financeiro.

O retorno do espírito das guildas — com um toque digital

Essa tendência remonta, de certa forma, ao modelo das guildas medievais: associações de ofício que protegiam os interesses de seus membros, fornecendo suporte, instrução e rede de solidariedade. A novidade é que, agora, essa rede é digital, geograficamente fluida e baseada em consumo inteligente.

Assim como os mestres de ofício medievais circulavam entre cidades para participar de feiras e buscar melhores condições, o advogado moderno pode circular entre seccionais para buscar melhores programas, menores anuidades, mais oportunidades. A fidelidade à instituição se torna proporcional ao que ela entrega ao profissional. É o fim do modelo estático e o surgimento de uma advocacia mais dinâmica, móvel e estratégica.

Desafios e oportunidades

Essa revolução também apresenta desafios para a própria OAB. Se a instituição pretende manter a fidelização de seus membros, precisará investir mais em tecnologia, integração de sistemas e políticas de vantagem competitiva. A desigualdade entre seccionais pode provocar um êxodo de talentos ou, no mínimo, uma multiplicidade de filiações que desafia o modelo atual de organização.

Para os advogados, por outro lado, abre-se um campo fértil: gestão estratégica da carreira com base em inteligência financeira. Não basta mais apenas advogar bem. É preciso entender de plataformas, programas de benefício, redes de consumo e mobilidade institucional.

Conclusão

Estamos testemunhando uma revolução silenciosa na advocacia brasileira. Aquela figura estática, presa à jurisdição local e à fidelidade cega à sua seccional, está dando lugar a um profissional tático, inquieto e financeiramente engajado. O advogado do futuro talvez seja menos um operador solitário do Direito e mais um empreendedor da própria trajetória jurídica — conectado, recompensado e em constante movimento.

 

Uma nova definição de brasileiro: mobilidade, vocação e a superação do determinismo territorial

Por mais de um século, a ideia de ser brasileiro esteve presa ao molde cartográfico construído por militares positivistas. Desde a proclamação da república, o conceito de nação foi progressivamente esvaziado de qualquer transcendência, reduzido a um exercício burocrático de pertencimento geográfico. O cidadão era, assim, um número atrelado a uma jurisdição fixa, uma peça imóvel num grande tabuleiro federativo.

Mas algo está mudando — silenciosamente, nas bordas da prática profissional, especialmente no universo da advocacia.

O surgimento de programas de fidelidade e mobilidade institucional, como o Alloyal, que permite ao advogado obter vantagens concretas ao se vincular a diferentes seccionais da OAB, tem provocado uma transformação profunda no modo como se enxerga a atuação jurídica e, mais do que isso, no modo como se compreende o próprio pertencimento ao Brasil.

O advogado peregrino e a nação como vocação

Hoje, o advogado que compreende os mecanismos da mobilidade digital e institucional não mais se vê como um operário do Direito confinado ao seu estado de origem. Ele se movimenta. Ele busca oportunidades, vantagens e conexões onde elas se apresentarem — fazendo do território nacional um campo de missão e de trabalho, não uma prisão cartográfica.

Esse novo tipo de profissional lembra, em sua essência, a figura do peregrino cristão, que percorre terras diferentes não por capricho, mas por vocação. Cada seccional da OAB deixa de ser apenas um ponto fixo no mapa e passa a ser uma porta aberta para o serviço. A anuidade que antes pesava como tributo, agora é vista como investimento estratégico — e, em alguns casos, até como uma oportunidade de retorno financeiro.

Um novo Brasil: por Cristo, em Cristo, para Cristo

Se a verdadeira nacionidade não é definida pela terra em que se nasce, mas pelo compromisso assumido com a verdade e com a missão, então o brasileiro autêntico é aquele que toma todos os estados da federação como um mesmo lar, por Cristo, em Cristo e para Cristo. Trata-se de uma unidade espiritual antes de ser política, de um vínculo de serviço antes de ser uma inscrição registral.

Essa compreensão derruba o ideal positivista, que sempre associou nacionalidade à submissão ao poder central, ao passo que exalta uma brasilidade fundada no serviço e na lealdade à missão universal da justiça e da verdade. A mobilidade do novo advogado não é apenas tática: é profética. Ele sinaliza o esgotamento de um modelo de cidadania passiva e o nascimento de um novo sujeito — o cidadão-jurista-peregrino, ao mesmo tempo empreendedor e servidor.

O colapso do determinismo geográfico

Ao explorar as vantagens oferecidas por diferentes seccionais, o advogado revela o colapso de um modelo de organização institucional baseado na rigidez territorial. A seccional, agora, precisa conquistar o advogado, não mais apenas recebê-lo. O profissional, por sua vez, adquire autonomia: pode escolher onde investir, onde crescer, onde servir melhor.

Esse movimento, que se inicia na prática jurídica, pode inspirar outras profissões e instâncias organizacionais do país. Ele aponta para uma redefinição mais espiritual, mais vocacional e mais prática da ideia de Brasil. Um país, afinal, não é um mapa: é uma comunidade de almas em serviço, conectadas por um mesmo ideal de justiça, verdade e liberdade.

Como a Alloyal resgata o espírito das antigas guildas e restaura a dignidade do profissional liberal moderno através de seus programas de fidelidade

Durante muito tempo, especialmente nas últimas décadas, a realidade de milhares de profissionais no Brasil — especialmente advogados — foi marcada por uma contradição incômoda: pagar para trabalhar. Altas anuidades, falta de retorno institucional e pouco reconhecimento. Para muitos, era o retrato de um sistema que se afastou da função original das ordens e conselhos profissionais.

Esse cenário, no entanto, começa a mudar com o avanço de soluções tecnológicas que unem inovação, pertencimento e benefício econômico. Um exemplo disso é a Alloyal, plataforma digital que permite a entidades de classe, como a OAB, transformar a relação com seus associados por meio de programas de fidelidade e recompensas. A proposta é simples e poderosa: dar ao profissional uma forma de reverter parte de seus gastos cotidianos em vantagens reais — incluindo, em alguns casos, o abatimento total da anuidade.

O modelo tem ganhado espaço justamente por resgatar um valor histórico que há muito se perdeu: o de comunidade profissional unida, solidária e economicamente integrada — algo que remonta às antigas guildas medievais, corporações de ofício que protegiam seus membros e garantiam dignidade ao trabalho.

“A tecnologia está permitindo que a tradição das guildas se reinvente. Profissionais voltam a enxergar valor em pertencer a uma instituição que recompensa seu engajamento com benefícios tangíveis”, explica um dos idealizadores da plataforma.

A OAB de Alagoas, por exemplo, já aderiu ao programa, e outras seccionais avaliam seguir o mesmo caminho. Por meio de parcerias com redes de varejo, farmácias, postos de gasolina, livrarias e cursos, os advogados acumulam pontos ou recebem cashback, que podem ser usados para pagar integralmente sua anuidade. A conta fecha: o advogado se mantém ativo na instituição, consome em rede, movimenta a economia local e é recompensado por isso.

O impacto é duplo: alivia a carga financeira sobre o profissional autônomo — especialmente em início de carreira — e reconstrói o vínculo institucional com a categoria, antes visto com desconfiança.

Mais do que uma plataforma, a Alloyal inaugura um novo capítulo na relação entre profissional e entidade de classe. Um capítulo que combina tecnologia, economia colaborativa e resgate histórico. Em tempos de transformação acelerada, soluções assim mostram que é possível inovar olhando para trás — e reencontrar no passado o caminho para um futuro mais justo.

Pagando a anuidade da OAB com pontos Livelo: do potencial da Alloyal

 (Dettmann manda uma imagem o chat GPT e este lhe responde)

A imagem apresenta uma campanha de marketing destacando a parceria entre a Alloyal e a Azul Linhas Aéreas para transformar cashback em pontos de fidelidade Pontos Azul. A proposta visa empresas que desejam oferecer aos seus clientes a possibilidade de trocar cashback por pontos, promovendo:

  • Flexibilidade e recompensas atrativas;

  • Campanhas sazonais bonificadas com mais pontos;

  • Material exclusivo de marketing para reforço de marca;

  • Conversão de cashback em pontos ou Pix dentro de um clube de benefícios.

O call to action é claro: “Quero uma demonstração”, direcionando empresas interessadas a conhecerem melhor a plataforma.

Dettmann: A All Loyal tem app? Quero me cadastrar como usuário do serviço!

Chat GPT:

Sim, a Alloyal oferece um aplicativo móvel para que os usuários participem de programas de fidelidade personalizados por empresas parceiras. No entanto, como a Alloyal opera no modelo white label, o aplicativo que você utilizará será o da empresa parceira (como uma associação, clube ou marca) que contratou a plataforma da Alloyal. Esse app será personalizado com a identidade visual da empresa parceira, mas a tecnologia por trás é fornecida pela Alloyal.

Como se cadastrar como usuário

Para se cadastrar como usuário, é necessário identificar se alguma empresa ou associação da qual você faz parte utiliza a plataforma da Alloyal. Por exemplo, organizações como a OAB/MG e a Carvisa Proteção Veicular já implementaram programas de fidelidade com a Alloyal. Se você for associado a uma dessas entidades, pode procurar pelo aplicativo correspondente na loja de aplicativos do seu dispositivo (Android ou iOS) e realizar o cadastro por lá.Alloyal

Caso não tenha vínculo com nenhuma empresa parceira da Alloyal, você pode entrar em contato diretamente com a Alloyal para obter mais informações sobre como acessar os benefícios oferecidos pela plataforma. Você pode visitar o site oficial da Alloyal em alloyal.com.br e utilizar o formulário de contato ou agendar uma demonstração para esclarecer suas dúvidas.Alloyal

Se precisar de ajuda para identificar se alguma empresa ou associação que você participa utiliza a Alloyal, posso auxiliá-lo nessa busca. Basta fornecer o nome da entidade ou mais detalhes sobre sua afiliação.

 Dettmann: Eu sou do Rio de Janeiro. Se eu fizer parte da OAB/RJ, eu consigo o benefício?

 Chat GPT:

Sim, como membro da OAB/RJ, você pode aproveitar benefícios que ajudam a reduzir ou até eliminar o valor da sua anuidade por meio de programas de recompensas e cashback.

 O Dia+4anuidadezero.oab.org.br+4oabrj.org.br+4

Benefícios disponíveis para advogados da OAB/RJ

1. Pagamento da anuidade com pontos Livelo

A OAB/RJ firmou uma parceria com a Livelo e o Bradesco, permitindo que advogados utilizem pontos acumulados para pagar total ou parcialmente a anuidade de 2025. Os pontos podem ser acumulados por meio de: 

Diário do Rio - Quem Ama o Rio Lê+6oabrj.org.br+6O Dia+6

Para efetuar o pagamento:Diário do Vale+1oabrj.org.br+1

  1. Acesse a “Área Restrita” no site da OAB/RJ;

  2. Escolha a opção “Cashback Livelo na sua anuidade”;

  3. Informe o valor que deseja pagar com pontos;

  4. Gere o código para pagamento via Pix;

  5. No aplicativo da Livelo, selecione “Pagar com Pix” e escaneie o QR Code gerado para concluir o pagamento. 

    oabrj.org.br+5Diário do Rio - Quem Ama o Rio Lê+5Diário do Vale+5oabrj.org.br+7O Dia+7Migalhas+7oabrj.org.br+6Ponto na Curva+6O Dia+6

Essa iniciativa visa facilitar o pagamento da anuidade, oferecendo mais uma opção para os advogados do Rio de Janeiro. 

oabrj.org.br+6Diário do Rio - Quem Ama o Rio Lê+6O Dia+6

2. Programa Anuidade Zero

Além disso, a OAB/RJ, em parceria com a Caarj, lançou o programa "Anuidade Zero", que permite aos advogados acumularem créditos que podem ser usados para abater o valor da anuidade. Ao realizar compras em estabelecimentos parceiros por meio do portal do programa, parte do valor gasto é convertido em créditos. Esses créditos são automaticamente aplicados como desconto na anuidade. 

anuidadezero.oab.org.br+2oabrj.org.br+2oabrj.org.br+2O Dia+3anuidadezero.oab.org.br+3oabrj.org.br+3oabrj.org.br+2oabrj.org.br+2anuidadezero.oab.org.br+2

Para participar:oabrj.org.br+1oabrj.org.br+1

  1. Cadastre-se no portal do Anuidade Zero;

  2. Acesse as lojas parceiras através do portal e realize suas compras;

  3. Os créditos acumulados serão aplicados como desconto na sua anuidade. 

    oabrj.org.br+3oabrj.org.br+3oabrj.org.br+3oabrj.org.br+2anuidadezero.oab.org.br+2oabrj.org.br+2O Dia+7oabrj.org.br+7oabrj.org.br+7

O programa oferece uma ampla variedade de estabelecimentos, incluindo supermercados, serviços de streaming, empresas de turismo, lojas de vestuário, produtos eletrônicos, livros, material de escritório, cursos, saúde e bem-estar. 

oabrj.org.br+1oabrj.org.br+1

Sobre a Alloyal

Até o momento, não há informações disponíveis indicando que a OAB/RJ tenha uma parceria direta com a Alloyal. A Alloyal é uma plataforma de fidelidade white label utilizada por diversas empresas para oferecer programas de recompensas personalizados. Caso a OAB/RJ venha a estabelecer uma parceria com a Alloyal no futuro, é provável que os advogados sejam informados por meio dos canais oficiais da OAB/RJ.

Se desejar, posso auxiliá-lo a verificar se sua subseção ou associação específica possui algum programa de fidelidade ativo, seja com a Alloyal ou outra plataforma. Basta fornecer mais detalhes sobre sua afiliação ou região.

Dettmann: Isto resolve um antigo problema que tínhamos na OAB, onde nós costumávamos pagar pra trabalhar. Nos anos 2000, quando comecei a estudar direito, este era o maior problema da categoria. Como os custos me eram muitos altos, senti que a advocacia não valia a pena e este foi um dos motivos que me levou a abrir mão da profissão.  

Chat GPT:

Você tocou num ponto crucial e muito recorrente entre os advogados, especialmente aqueles que ingressaram na profissão nos anos 2000 e enfrentaram uma realidade dura: custos elevados para manter-se regular na OAB, sem garantia de retorno financeiro proporcional. De fato, a sensação de “pagar para trabalhar” afastou muitos bons profissionais do exercício da advocacia.

Naquela época, além da anuidade pesada, os desafios incluíam:

  • Altos custos de manutenção de escritório (aluguel, energia, internet, materiais);

  • Despesas com deslocamentos, cópias, autenticações, custas judiciais etc.;

  • Pouca ou nenhuma política de apoio à jovem advocacia;

  • Excesso de faculdades de Direito, que aumentou a concorrência e reduziu as oportunidades iniciais;

  • Pouca valorização profissional no início da carreira, o que fazia com que muitos aceitassem honorários muito baixos ou sequer recebessem.

A criação de programas como o Anuidade Zero, cashback via Livelo e parcerias tecnológicas representa uma mudança de mentalidade na gestão da OAB, voltada para aliviar o peso financeiro do exercício da profissão e, mais que isso, restaurar a dignidade da advocacia como vocação e não apenas como meio de sobrevivência.

Essa evolução é especialmente importante para os que, como você, foram impactados pelas dificuldades do passado e hoje podem encontrar novos caminhos de reinserção ou reconhecimento profissional.