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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Notas sobre o valor da caligrafia e sobre o fato de a nova direita beber da mesma fonte progressista que os esquerdistas

1) A nova direita é tão ridícula que, certa ocasião, eu mostrei a um dos meus pares um caderno meu digitalizado, de modo a mostrar a beleza da caligrafia. O sujeito falou que isso era "atraso de vida" (sic)

2) Atraso de vida é a PQP. Os árabes valorizam a caligrafia, eu valorizo a caligrafia - e nada é mais bonito e mais pessoal do que um texto com caligrafia bonita. Desvalorizar este hábito é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. E neste ponto a nova direita é tão nefasta quanto os esquerdistas, pois bebem da mesma fonte progressista.

3) Não é porque eu trabalho o dia inteiro neste computador que não deixo de valorizar o que é bonito. Vou ensinar ao meu filho isto - e não vai ter tia varizenta ensinando coisas que não prestam a ele, fundadas na mentalidade revolucionária. Se eu tiver a oportunidade de educar meu filho em casa, ótimo. Meu filho não passará por bullying, como eu passei antes.

4) A Igreja Católica usa a Bíblia em papel - e não o ebook. Eu compro livro em papel e não em ebook. Ebook, isso eu mesmo posso fazer - embora isso seja trabalhoso, eu gosto do que faço. Esses modismos não colam comigo - e fazer chacota de mim só porque prefiro os métodos mais tradicionais é algo que atenta contra a bondade de Deus, pois tem certas coisas que devem ser evitadas para o próprio bem das pessoas, de modo a que não se fomentem nelas má consciência, em nome do progresso tecnológico pelo progresso tecnológico, pois nem toda inovação é boa.

5.1) Eu sou atento ao que a experiência de mais de 2 mil de História me ensina - uma certa ignorância precisa ser cultivada de modo a que o progresso tecnológico não gere má consciência.

5.2) Só adotarei um hábito mais moderno se vir nele algo bom e nobre - se é para fazer escárnio e maldizer hábitos antigos, que eram bons, então prefiro conservar o que é conveniente e sensato, pois Deus fala através desses antigos hábitos, uma vez que isso nos leva à conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2017.

Notas sobre o perigo dos conservantistas

1.1) A esquerda que se mascara de direita está apoiando o Arruinaldo Azevedo e dizendo que a Joice Hasselmann é uma comunista enrustida - e ao apoiar o Arruinaldo Azevedo e a intervenção militar, eles estão sendo verdadeiros idiotas úteis e anulando o trabalho do único benfeitor que há no Brasil, no momento: o juiz Sergio Moro. E quando são bloqueados por mim, quando desmascaro esse crime, ficam me chamando de hipócrita veladamente, dizendo que não sei perdoar e ainda ficam me apontando trechos da bíblia em inglês.

1.2) Se tiverem poder, não hesitarão em assassinar a minha reputação - essa gente se reúne em bandos para me atacar. São uns verdadeiros covardes, tal como os rad trads. Essa gente é mais perigosa do que a esquerda, pois se escondem por trás de uma máscara - e só quem é muito cultivado na verdade é que consegue desmascará-los.

2.1) Quando se conserva o que é conveniente e dissociado da verdade não é citando trechos da Bíblia, reduzindo-a a uma crença de livro, que você consegue o perdão de seus pecados. Isso é crer forte quando se peca forte, tal como ocorre no protestantismo.

2.2) O conservantismo é uma violação da lei que se dá na carne, um desdobramento da pretensa busca por uma liberdade fora da verdade, que se dá em Cristo - e isso só se resolve com exame de consciência, penitência, confissão e conversão, se houver arrependimento. Se houver obstinação, é pecado contra a bondade de Deus, o que é imperdoável.

2.3) Os conservantistas, os mais obstinados, não passam de nominalistas - querem conciliar catolicismo com espiritismo, quando isso é manifestamente fora da verdade. E isso é só uma das muitas vertentes deste movimento criminoso, dessa barafunda que há no facebook.

2.4.1) Por isso que sou receoso de uma coalizão com eles; a melhor solução é a unidade - e isso se dá amando e rejeitando as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, o que pede trabalho de longo prazo, muita evangelização e muito trabalho pela conversão das almas.

2.4.2) A coalizão pode até ser uma estratégia útil para o atual o momento da nossa Guerra Cultural, mas é danosa a longo prazo, pois o relativismo moral os beneficia - o mesmo relativismo que preparou o caminho para o marxismo.

2.4.3) Isso eu posso falar por mim, pois eu conheço bem o caráter dessa gente, pois esse trabalho que fiz de acabar com a barafunda foi necessário para o bem do Brasil.

2.4.4) Os conservantistas são capazes de matar ou de fazer assassinato de reputações quando são desmascarados. Essa gente tem que ser presa, pois são uma ameaça à ordem pública. Ameaças veladas, indiretas e chantagens são o meio de intimidação dessa gente.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2017.

O arquivista de hoje prepara o caminho para o livreiro de amanhã

1) As digitalizações que faço são uma espécie de backup do livro físico, nas atuais circunstâncias. Uma vez que eu crio uma versão virtual do livro de papel, eu passo a ter uma versão portátil do livro, de modo a que eu possa lê-lo quando estiver fora de casa. Por enquanto, o Rio de Janeiro não é uma cidade segura, mas vai chegar um dia em que esta República vai acabar, a monarquia vai voltar e o senso de tomar o Brasil como um lar em Cristo será restaurado. E quando esse dia chegar, eu poderei usufruir da liberdade que eu mesmo estou a construir tanto para mim quanto para os meus sucessores. Nesse dia, eu poderei levar meu tablet para ler os livros que eu mesmo digitalizei, sem correr o risco de ser roubado.

2) Além desse backup, a digitalização que faço é uma forma de fazer com que meus pares, que estão dispersos em terras distantes, tenham acesso às fontes de meu trabalho, apesar de não poderem estar presentes em minha casa, aqui no Rio de Janeiro. E com isso, por meio do Dropbox, fomento reflexões e debates entre aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, multiplicando o conhecimento, ao partilhar os frutos do meu trabalho. Esta é outra contribuição que faço à comunidade, além dos escritos que produzo.

3) Quando os livros estiverem com os seus direitos autorais vencidos, eles poderão ser vendidos digitalmente, criando uma receita extra para a família. Eis a importância do arquivista para o trabalho de um futuro vendedor de livros. Ele se sacrifica de modo a criar um capital futuro, de modo a ser apreciado por quem vai sucedê-lo em seu trabalho. Eis aí algo que não se vê, mas que pagará seus dividendos a longo prazo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2017.

Notas sobre como certas culturas pagam dividendos (um caso pessoal)

1) Há alguns anos, eu tinha o hábito de copiar DVD's de filme e colocar num drive externo. Eu fiz isso até o dia em que o DVD-ROM do meu computador ficou inutilizável.

2) Hoje, meu pai sentiu vontade de ver O Poderoso Chefão, mas o meu irmão levou os DVD's para o Chile, onde ele se encontra atualmente. Entreguei meu drive, além de ensiná-lo a rodar as isos por meio do virtual clonedrive (ou ovelhinha, como chamo). O drive externo não funcionou no computador do meu pai, mas conseguiu rodar no meu computador.  Ele me deu seu HD externo e copiei o filme para o HD externo dele. Ele rodou na ovelhinha e deu tudo certo.

3) Enfim, aquilo que fazia há muito tempo salvou a lavoura aqui em casa. Meu pai está vendo o filme e estou contente por ajudá-lo, neste aspecto. A ovelhinha que ele tanto criticava agora é parte do arsenal da família.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2017.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Notas sobre uma nova atitude que vou tomar daqui pra frente

1) De hoje em diante eu farei o que meus príncipes têm feito: rezar pelo povo, de modo a que percebam que essa gente que toma o militarismo como se fosse religião acorde, pois foram esses desgraçados que derrubaram a monarquia de modo a implementar esta infame república; que acabaram com o pensamento conservador no país; que deixaram que as universidades, as editoras e os jornais fossem ocupados pela esquerda - o que acabou com a cultura do País - e, de quebra, anistiaram os terroristas com a lei geral de anistia de 1980.

2) Esse povo intervencionista, que não estuda e que só fica tomando o país como se fosse religião, não passa de um bando de idiotas úteis. Não percebem que o comunismo já cooptou os oficiais, sobretudo os generais. Não passam de apátridas. E não é pouca gente - eles e os adoradores de Baal no Antigo Testamento são a mesma coisa. Descer a espada nessa gente seria a melhor coisa que poderia ser feita pelo bem do Brasil.

3.1) Por muitas vezes, nos bastidores, esbravejava de ódio, quando via essa estupidez bem diante dos meus olhos, no facebook.

3.2) Como parte do meu processo de metanóia, vou rezar pelo inocentes que são iludidos por essa gente imunda, que deveria arder no pior dos infernos por serem consevantistas em tempos de crise, conservando o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de a Santa Madre Igreja Católica ter menos credibilidade que a caserna, a grande culpada por esta desgraça que já tem 127 anos.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.

Notas sobre administração do bem comum e o santo mistério (o caso de Ourique)

1) Quando o Crucificado fez de D. Afonso Henriques Rei de Portugal, todos os que ficaram sob sua proteção e autoridade foram chamados a servir a Cristo em terras distantes, a ponto de contribuir com a coisa comum decorrente desse encargo de modo a que o mundo português como um todo fosse tomado como um lar em Cristo.

2) A razão pela qual os portugueses e seus descendentes foram chamados a assumir este pesado encargo é um mistério salvífico - e é por força desse mistério que fomos chamados a este nobre e civilizador encargo.

3) Se a administração das coisas se dá por força desse chamado, então estamos atendendo a coisas que foram divinamente instituídas, cujas razões estão acima de qualquer entendimento humano (eis as verdadeiras razões de Estado, fundadas na Aliança do Altar com o Trono). E como esse mistério constitui todas as coisas nobres e sublimes que levam ao país ser tomado como se fosse um lar em Cristo, então devemos aceitar isso, pois é conforme o Todo que vem de Deus.

4) Eis aí porque Portugal foi o único império de cultura da História - e só olhando para a História de Portugal é que podemos traçar uma Teoria de Estado aplicável a este império de cultura, coisa que não pode ser aplicada a nenhum outro Estado. Somente assim para compreender as coisas que se deram ao longo do tempo, fundadas na conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.

Causas da economia sem moeda física, desse experimento de engenharia social

1) Um dos experimentos de engenharia social da ideologia globalista é a da economia sem dinheiro.

2.1) O primeiro marco está na abolição do padrão-ouro, coisa que se deu em Bretton Woods.

2.2) Com o fim do ouro enquanto padrão universal valor, a moeda deixou de ser símbolo universal de justiça, de modo a dar a cada um o que é seu de direito (dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus - distributivismo). Isto constitui o fim da aplicação da lei natural relativa a economia, de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar em Cristo. 

2.3) Como o dólar passou a ser o padrão, então todas as economias ficaram subordinadas à economia americana - e basta haver um reajuste na política de câmbio que afeta a economia inteira - e isso é um tipo de colonialismo odioso: o colonialismo financeiro, fundado no fato de se amar mais o dinheiro do que a Deus, o que favorece uma regulação maior da sociedade, já que a fraternidade universal, coisa que vem de Cristo, é negada.

2.4) Onde o Estado é tomado como se fosse religião, a moeda se reduz a um mero instrumento legal para se garantir o cumprimento das obrigações avençadas - e a moeda deixa de ser um bem cultural decorrente da confiança para ser um instrumento de curso forçado, regulado por lei, o que leva à manipulação da moeda, causa da inflação. Além disso, acaba matando de vez o uso de obrigações alternativas ou a dação em pagamento, pois as coisas se tornam estritas e nominais, o que fomenta o conflito de interesses qualificado pela pretensão resistida, pois as coisas não atendem mais à primazia da realidade. Com o avanço da tecnologia, o curso forçado pode se dar por força eletrônica, o que aumenta a vigilância sobre os indivíduos, ainda que isso se dê em nome do combate à corrupção, da lavagem de dinheiro.

2.5) Onde o Estado é tomado como se fosse religião, a moeda tende a ser cada vez mais manipulada de modo a fomentar ainda mais luta de classes (importadores e exportadores, favoráveis ao livre comércio, ao livre cambismo x produtores que abastecem o mercado interno, que defendem o protecionismo), o que aumenta ainda mais os conflitos de interesse - o que leva a uma maior intervenção do Estado da economia;

3.1) Outro marco está na desnacionalização da moeda, tal como se deu com o Euro. A moeda deixa de ser um marco cultural, um símbolo decorrente do fato de se tomar o país como se fosse um lar, por força de se servir à confiança do seu semelhante. E uma das causas para se acabar com a cultura de confiança está no relativismo cultural, onde todo mundo têm direito à verdade que quiser, o que leva a mais conflitos de interesse.

4.1) Na Índia, por força do hinduísmo e da cultura de castas, dar esmolas ao pobre é uma prática proibida, por conta das tendências fatalistas dessa falsa religião, cheia de erros. E é com base nessa particularidade local que a Índia se tornou o laboratório perfeito para um experimento em engenharia social: uma economia sem moeda física. Além do fatalismo do hinduísmo, há uma pluralidade de culturas sem uma unidade fundada na verdade, o que faz com que a luta contra os abusos do governo não ocorra.

4.2) Some-se a isso o fato de que a Índia é uma República, regime esse que favorece o totalitarismo. O mesmo argumento pode ser aplicado à Coréia do Sul, que é uma república e onde a maioria da população é atéia, o que favorece a cultura do utilitarismo e da liberdade voltada para o nada.

5) Eis aí porque Índia e Coréia do Sul são os primeiros países onde esse experimento nefasto foi praticado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.