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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Quem se descreve se limita? Ou é você que não deseja conhecer a essência, fundada da realidade das coisas?

1) Tenho observado que o mundo, o diabo e a carne falam o seguinte mantra: quem se descreve se limita.

2.1) Ora, descrever é captar a essência das coisas, a sua razão para ser o que é, a ponto de não ser outra coisa, sob pena de nada fazer sentido diante da realidade. 

2.2.1) Se me descrevo como escritor e como jurista, eu estou descrevendo não só a minha formação e a minha profissão mas também o caminho de vida que segui pra a viver a vida de maneira virtuosa, santa.  Não são as únicas coisas que sou capaz de fazer - além disso, também digitalizo livros, também posso traduzir livros e também posso fazer jornalismo de jogos eletrônicos, marcadamente de jogos de estratégia. Mas essas coisas são complementares à minha vocação intelectual, a ponto de eu ser um polímata, um cientista social, pois esta é a minha vocação.

2.2.2) Se fosse médico, se fosse biólogo ou se seguisse outra carreira que não tivesse nada a ver com o meu jeito de ser, eu não seria nada, ainda que fosse portador de um diploma. Não tenho a menor vocação para ciências exatas.

3.1) É por conta de eu gostar realmente de ciências humanas sérias e da fé verdadeira que posso falar sobre o que escrevo. Se fosse chamado a falar sobre o princípio da incerteza de Heisenberg, eu só falaria besteira. 

3.2) Como devo falar de modo a edificar boa consciência nas pessoas, pois a verdade é o fundamento da liberdade, é por uma questão de sensatez que devo me limitar ao que sei, pois verdade conhecida é verdade obedecida, pois isto é bom e aponta para Deus. Se não tivesse limite, só seria um mero animal cheio de mim até o desprezo de Deus, um animal que mente. 

3.3) É por isso que bloqueio essas pessoas que repetem este mantra: "quem se descreve se limita". No fundo, não ter limite é uma questão de estupidez.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de abril de 2021 (data da postagem original).

segunda-feira, 29 de março de 2021

Sobre o martírio moral e espiritual dos pobres que Deus tanto preza

1) Para quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, o produtivo é considerado improdutivo, o belo é considerado feio e o verdadeiro é considerado falso.

2.1) Por essa razão. os que vivem segundo o espírito - os pobres que Deus tanto preza, os ubogis - sempre sofrem um verdadeiro martírio moral e material numa ordem cosmológica onde o mundo foi dividido entre eleitos e condenados, a ponto de fazerem do ouro e da prata sinal de salvação. 

2.2) É por isso que Deus sempre suscita Cristos-príncipes, bons pastores para proteger essas ovelhas, pois não é conveniente que as ovelhas fiquem sem pastor, expostas à astúcia do lobo (ou de uma alcatéia inteira - e essa alcatéia constitui a classe dirigente de uma nação, que não passa de uma verdadeira classe ociosa quando conserva o que é conveniente e dissociado da verdade).

3) O cristão, enquanto chato caridoso, é improdutivo para o mundo, mas é produtivo aos olhos de Deus. Como devemos evitar o mundo o diabo e a carne, então devemos levar isso sempre em consideração, pois é isso o que realmente importa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de março de 2021 (data da postagem original).

domingo, 28 de março de 2021

Notas sobre os aspectos cronológico e kairológico do tempo

1) Tal como Chronos, o chato engole todo o seu ser quando toma o seu tempo em vão. Ele simplesmente está te matando. Ele, na verdade, está te usando porque prefere os bens do presente aos do futuro, fundados na vida eterna. Por essa razão, ele é de certo modo um materialista e um infeliz, um pobre de espírito, um biedny, pois vive sua vida segundo o ditame dos dias atuais.

2) O amigo da verdade, o que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, ele sempre tomará teu tempo para conversar contigo sobre assuntos importantes, voltados para o progresso do bem comum de nossa comunidade, bem como visando o bem-estar de nossas famílias, neste vale e lágrimas em que estamos metidos. Suas palavras são de vida eterna - e isso nos faz querer preferir  os bens futuros aos bens do presente., já que confiamos em Deus.

3) A relação de amizade é trabalhada sempre no tempo kairológico, o que prepara as coisas para a economia da salvação, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus,

4) Tradicionalmente, a economia materialista sempre se preocupou com a dimensão cronológica. nunca com a dimensão kairológica. E é preciso vermos o que não se vê.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2021 (data da postagem original).

Notas sobre a relação entre chatice e usura

1) Pedir a atenção de alguém sem uma razão justa, sem estabelecer com ela uma conversa edificante, produtiva, é usura, sim, pois você está abusando de sua boa vontade.

2) A riqueza não é só servida na forma de dinheiro, mas também no tempo que dispensamos em conversas nobres e produtivas com aqueles que buscam a verdade, o fundamento da liberdade. Se a pessoa te pede a atenção para coisas vãs, desnecessárias, então ela é usurária, a ponto de ser parte da classe ociosa.

3) Eu comecei a medir meus relacionamentos pela qualidade das conversas que tenho. Se as conversas são vazias e chatas, então elas são improdutivas - logo, uma pessoa demandando minha atenção a algo vazio é algo contraproducente, Por isso, é usura, pois a pessoa está abusando da minha boa vontade ou subtraindo minha energia, que poderia ser destinada a coisas mais produtivas, fundadas em Deus. E essas pessoas devem ser evitadas.

4) Esse fenômeno está presente nas relações onde depositamos confiança. E a moeda é, na verdade, o mero termômetro do fenômeno, pois é por meio dela que podemos aperfeiçoar a liberdade de muitos de modo a satisfazer as necessidades mais imediatas dos nossos protegidos, como se fossem seres queridos.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2021 (data da postagem original).

Da Pátria Amada à Patranhada. O que fizeram com o meu país?

1.1) Do Império que Cristo quis fundar para Si a partir do milagre de Ourique, podemos falar no Brasil como  pátria amada, formada a partir do casamento dinástico entre os Bragança e os Habsburgo, à semelhança do casamento dos nobres portugueses que se casaram com as filhas dos chefes das tribos locais de modo a formar o nosso povo.  

1.2) Assim, por conta da cultura do cunhadismo, vários povos podiam ser tomados como um mesmo lar em Cristo, a ponto de formarem uma grande família (eis a nacionidade - eis a razão pela qual minha teoria deve se radicar no Brasil, pois a comunidade desejada por Cristo para estabelecer seu império de cultura que publicaria Seu Santo Nome em terras muito distantes se revelou aqui).

2.1) No Império dos impérios do mundo a partir do ato de apatria, indevidamente chamado de independência, os maçons, esses animais que mentem, criaram uma comunidade imaginada e toda uma sorte de tradições inventadas, tal como podemos ver na formatura dos cadetes da AMAN.  

2.2) Eles nos afastaram de Cristo, da missão de servir a Ele em terras distantes, a ponto de passarmos a perder sentido enquanto civilização. É dessa patranhada, desse império do grotesco, que chamam isso de sonho imenso e raio vívido, coisa que veio da mente do Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U). Enfim, uma bela de uma merda, um grande pesadelo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de março de 2021 (data da postagem original)

sábado, 27 de março de 2021

Notas sobre Doria, aquela cobra criada com leite ninho pelo Instituto Butantan

1) Sem poder colar no nome de Bolsonaro, a ponto de compor o famigerado Bolsodoria, Doria resolveu colar seu nome no Instituto Butantan, o instituto que cria cobras para fazer soro antiofídico (logo ele, que é uma cobra criada). 

2) Agora, o filho predileto de Mariane que há nestas plagas resolveu vender uma vacina desenvolvida pelo Hospital Monte Sinai, de Nova York, como se fosse brasileira. O sujeito acabou se revelando pro mundo inteiro que é um tremendo de um picareta, um tremendo de um estelionatário - isso prova que nosso presidente sempre teve razão.

3) Espero que o fim desse tiranete de São Paulo, desse lacaio da China. esteja próximo. Grande parte da pressão que o presidente recebe para demitir o ministro Ernesto Araújo, que comanda o Itamaraty, se deve à articulação desse demônio, desse animal que mente.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2021 (data da postagem original).

Postagens relacionada:

Butantan admite que vacina "100% brasileira" tem tecnologia americana: http://aciterar.com/48k2

Assim como idéias geram conseqüências, atitudes também - notas sobre isso, fundadas na minha experiência pessoal

1) Se Viviane Feitosa tivesse palavra, o simples fato de ela ser farmacêutica seria crucial para se ter melhores informações acerca da pandemia e da indústria farmacêutica, visto que ela é dessa indústria. Isso só aumentaria meu amor por ela, a ponto de tomar a decisão de casar-me com ela, posto que passaríamos pela crise juntos, apesar de geograficamente distantes (ela mora no Paraná, na cidade de Paranavaí, e eu moro no Rio de Janeiro).

2.1) Viviane se ofereceu para colaborar com o meu trabalho em 2019, pois ela se dizia fã do meu trabalho, além de dizer que eu era o homem da vida dela. Apesar dessas belas palavras, ela não cumpriu sua promessa, a ponto de fazer disso uma decisão, e eu deixei a relação um mês depois da promessa feita, visto que o dinheiro não bateu na minha conta - o que me fez ver que a promessa dela era vazia, enganosa. 

2.2) Se ela tivesse guardado a própria palavra, ela seria extremamente crucial na minha vida nestes tempos difíceis. Não guardar a palavra dada pode gerar conseqüências muito sérias lá na frente, pois não sabemos se teremos um cenário de pandemia - como este, por exemplo. Certamente, estas coisas serão levadas em conta por Cristo quando julgar minha ex-namorada no dia do juízo final. E isso a levará ao fogo eterno, pois ela não foi leal para comigo - ou melhor dizendo, para com o Cristo necessitado de seu próprio sustento que há em mim, que se santifica todo dia através do trabalho de escritor, a ponto de fazer disso seu sacerdócio.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de março de 2021 (data da postagem original).