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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Por que você deve gostar de política?


1) Se você não gosta de política, no sentido de que é preciso servir ordem, de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar, fatalmente o país será tomado como se fosse religião totalitária de Estado. E se o Estado dita o que deve ser a nação, ele estrangulará a liberdade da pátria, a ponto de haver tirania.

2) Se você não gosta de política, você jamais estudará quais são as causas e as circunstâncias que, se promovidas ou estimuladas, podem fazer com que o país seja tomado como um lar de maneira sistemática.


3) Se você não estuda, você jamais terá consciência do problema por que passamos. E você não terá consciência dos valores originais pelos quais esta pátria foi fundada.

4) Se esses valores decorrem de Cristo - posto que Ele é o caminho, a verdade é a vida -, então eles devem ser conservados, uma vez que são bons e convenientes, já que eles dão causa a que o país seja tomado como um lar. Quando se conserva a dor de Cristo - que morreu por todos nós na Cruz, de modo a semear esta consciência, que é a causa da nossa civilização -, então nós temos conservadores bem formados.

5) Se não há nada disso, então temos gente que conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade. Quem é conservantista não pode se chamar brasileiro, posto que ignora por escolha as fundações circunstanciais da pátria. 

6) Enfim, a verdade precisa ser dita: a maioria dos que nascem no Brasil são apátridas, por conta da má consciência que se semeou no passado. E como a maioria diz sim a esse não que nega Deus, então todos o que fazem isso estão na condição de apátridas - e a política distorcida é o reflexo dessa má consciência entre nós, pois ela é fruto de uma imaginação distorcida que leva à formação de almas distorcidas. 

7) Só semeando consciência e deixando as coisas no tempo de Deus que a ordem será restaurada. Só trabalhando dessa forma e orando que o país, como era, será refundado e restaurado em toda sua virtude imperial e católica, pois esta é a razão pela qual os poucos sérios tomam este país como um lar.

terça-feira, 8 de julho de 2014

A estupidez sistemática leva ao país ser tomado como se fosse religião


1) Para o país ser tomado como se fosse religião de Estado, os comunistas promovem a imbecilização generalizada da sociedade, pervertendo todos os nossos valores morais e culturais.

2) O Padre Paulo Ricardo explica isso muito bem neste vídeo: http://adf.ly/qAEOc


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Não existe conservadorismo arrogante


1) Ao contrário do que se fala por aí, não há conservador arrogante, pois quem conserva a dor de Cristo conserva o exemplo, a mansidão e a humildade de Jesus, base sob a qual uma civilização foi edificada. O conservantista, aquele que conserva o que convém dissociado da verdade, é, na verdade, o verdadeiro culpado: ele é arrogante, pois ele tem atitude puritana. E é essa atitude conservantista que está destruindo o país, já que muitos querem uma reforma protestante amparada por uma constituição relativista que dá imunidade tributária a templos de toda e qualquer natureza. Isso mata a nacionidade da pátria.

2) O protestantismo, que nega a autoridade da Igreja; o judaísmo, que nega o Jesus como O Messias, e os laicistas, que separam a Igreja do Estado, são os três exemplos típicos de conservantismo revolucionário. Nosso trabalho é evitar que as futuras gerações, a dos filhos dos revolucionários, digam sim à ordem nefasta dos pais e que fiquem em conformidade com o todo daquilo que diz não a Deus.

3) O conservantismo é o grau mais básico da escala de esquerdismo, pois decorre de uma má consciência que, sistemática, leva ao liberalismo e ao comunismo.

4) A luta contra o conservantismo é também uma luta contra o liberalismo e contra o comunismo, que se alimentam dessa atitude.


Publicações relacionadas:

O conservadorismo é perfeito: http://adf.ly/qSnpK

domingo, 6 de julho de 2014

Conservar a dor de Cristo não é ideologia


1) Conservar a dor de Jesus Cristo como sendo a base da nossa liberdade não é ideologia, mas dever moral, fundado no puro bom senso. Se a pessoa não tiver o dever moral de preservar esses valores edificantes, jamais estará conforme o todo. Quem não for eternamente vigilante será eternamente conivente com a eterna traição.

2) Conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade, sempre foi um instrumento para a tomada do poder e sempre será. Os fatos históricos estão aí por si mesmos

Comentários ao ensinamento do papa de que não devemos trabalhar ao domingos


Sua Santidade, o Papa Francisco, defende o fim do trabalho aos domingos. A matéria está aqui: http://adf.ly/q7S4t

1) Pelo que se depreende do pensamento de Sua Santidade, o amor ao dinheiro, tomado de tal forma a que este se torne Deus, não respeita o mandamento sagrado do dia do descanso do corpo e do espírito, muito menos a honra de se estar na Igreja para a celebração da Santa Missa no Dia do Senhor. Os mais pobres são os mais prejudicados por conta de uma economia fundada no amor ao dinheiro: eles não têm tempo para descansar, muito menos de estar com a família. Essa ordem incentiva a descristianização da sociedade e semeia a má consciência entre muitos, que deixam de tomar a pátria do céu como seu lar, que dá causa para que um país seja tomado igualmente como um lar e não como religião de Estado.

2) Se os pais trabalham no domingo, os filhos ficam privados da presença dos mesmos e isso é indiretamente uma forma de abolição da família, posto que o comunismo tem força a partir da associação com as grandes corporações econômicas, que concentram os poderes de usar, gozar e dispor em poucas mãos, de modo a semear o mal.

3) Para os profissionais que servem ordem, a lição do catecismo continua valendo ( "Aos domingos e outros dias festivos de preceito, os fiéis abstenham-se de trabalhos e negócios que impeçam o culto devido a Deus, a alegria própria do Dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia ou o devido repouso do espírito e do corpo (107). As necessidades familiares ou uma grande utilidade social constituem justificações legítimas em relação ao preceito do descanso dominical. Mas os fiéis estarão atentos a que legítimas desculpas não introduzam hábitos prejudiciais à religião, à vida de família e à saúde." => CIC => § 2185)

4) Está certo que o Senhor Jesus disse, repreendendo os judeus, que "o sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado" (São Marcos 2, 27), mas isso não nos exime da obrigação moral de guardar o domingo e os dias de preceito; que aliás, são 10 (CIC §2177). Ler também o §2187. Se você é um profissional como o médico, o policial ou o bombeiro, que tem um trabalho que é indispensável à dignidade humana e ao bem comum, é óbvio que a Santa Igreja entende, e inclusive incentiva, sua dedicação. Mas é óbvio também que dentro dos justos limites. O médico, por exemplo, tem que planejar/organizar seu horário, sua escala de trabalho, para que possa participar da Santa Missa, santificando assim o dia do Senhor, o Domingo.

5) O ensinamento é conforme o todo, bom e necessário, pois se funda para o bem de nossa sociedade, cada dia mais doente e carente de Cristo.

sábado, 5 de julho de 2014

A racionalidade não é razoabilidade


1) A razoabilidade é ter uma boa razão fundada numa boa fé de que o que se conhece é verdadeiro e conforme o Todo. Este é o indício de que devemos lembrar sempre do que Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida - ninguém vem ao Pai senão por mim"

2) A racionalidade é razão instrumental. É razão usada para fins práticos, pois decorre da conveniência - e nem sempre o que convém é bom, justo e necessário, pois nem sempre ela está em conformidade com o Todo. 

3) Todo aquele que elevar a razão instrumental como se fosse um deus está a semear um mal, pois está tomando este fato como se fosse coisa. 

4) Como os negócios de Estado decorrem de uma boa gestão técnica, então o tecninicismo é elevado à condição de religião. E isso é que dá causa para que o Estado seja tomado como se fosse religião. Se tudo está no Estado e nada pode ficar fora dele, isso mata a liberdade, bem como a noção de país tomado como se fosse um lar (a nacionidade).

A conformidade com o todo começa pelo estudo da autoria dessa obra: Deus


1) O estudo de Deus mesmo na teologia é uma ciência. Pois a fé precisa de bases seguras e razoáveis, de modo a que tradição deixada pelos apóstolos, que semearam a consciência de Cristo em nós, seja bem observada. O estudo da fé se faz a partir do modo como Ele edificou as coisas para estarem em conformidade ao todo daquilo que Ele criou, ou seja, a causa das coisas serem o que são.

2) Não podemos julgar as razões de Deus, uma vez que não podemos entrar na cabeça D'Ele e buscar essas razões, dado que não temos omnisciência, omnipresença e muito menos omnipotência, mas nós podemos ver se isso é conforme o todo ou não. Quando fazemos isso, nós pomos nosso julgamento a serviço de Deus.

3) A razão pela qual a sabedoria divina não se mede por forças humanas é que nossa percepção de mundo se baseia em extensão e movimento. Todas a coisas, para a sabedoria humana, devem ter tamanho e um corpo, de modo a se fazer uma medição - a coisa deve estar parada ou em movimento, em relação a outro corpo (que também deve ter tamanho). Deus não se mede pela nossa régua - este é o início das nossas dificuldades para entender os Seus propósitos.