Pesquisar este blog

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Do potencial de voltar à sala de aula para conhecer gente nova - notas sobre isso

 1) Antes da rede social, eu não tinha como me aproximar das pessoas porque nada sabia sobre elas e não tinha alguma pessoa de confiança que me falasse sobre essa pessoa que desejava conhecer, a ponto de me passar informações importantes de modo a se fazer uma abordagem de tal maneira a conseguir os favores daquela pessoa que queria conhecer. Na faculdade, eu quebrei muito a cara porque não tinha nenhuma informação sobre as mulheres que eu queria conhecer e namorar porque não tinhas amigos em comum com elas.

2.1) Hoje, quando quero conhecer alguém específico, eu exerço influência sobre um amigo em comum de modo a intermediar um encontro entre mim e essa pessoa que desejo conhecer - esta é uma lição que eu aprendi com a experiência e após algum tempo estudando meus jogos. 

2.2.1) Se tivesse passado mais tempo cultivando uma relação de amizade com Carolina Franco Afonso, eu certamente teria conquistado a Karime Salmem a longo prazo: era ela quem eu amava, quando tinha meus 20 e poucos anos. Minha abordagem foi desastrosa porque eu não tinha a menor experiência e não tinha rede social alguma que me passasse informações sobre a Karime, de modo a conhecê-la melhor - o Orkut surgiu algum tempo depois, mas não tinha tempo para estar na rede, por conta da longa distância que separava minha casa da faculdade onde estudava. Além disso, ele veio quando já estava irremediavelmente perdido., quando ela já não queria mais falar comigo.

2.2.2) Hoje, por conta de haver redes sociais, coisa que não havia naquele tempo, eu posso visitar o perfil da pessoa que desejo conhecer no facebook ou instagram de modo a colher estas informações sobre essa pessoa em particular: posso saber se ela é ou não esquerdista, se ela é ou não católica, se gosta ou não do conhecimento, entre outras coisas interessantes. O fato de ser católica, abominar o esquerdismo e gostar de cultura e de estudo pesa muito para mim - isso por si só enseja a aproximação da minha parte. 

2.2.3) O grande problema atual é que não posso adotar estas estratégias agora porque as salas de aula estão esvaziadas, em razão dessa pandemia nojenta, que virou arma política. E uma das razões pelas quais eu voltaria para uma sala de aula é para conhecer gente nova - quando meus pais pagavam curso pra mim, a prioridade era estudar e eles cobravam muito isso. Hoje, por conta de estar aproveitando muito mais dos estudos em razão de uma atividade livre e independente, eu posso aproveitar muito mais os estudos jurídicos, sem cobrança alguma.

2.4) Conforme vou acumulando dinheiro com a atividade livre que estabeleci para mim mesmo, terei condições de pagar a mensalidade no Curso Glioche com o propósito de conhecer gente nova, além de atualizar meus conhecimentos jurídicos. Investirei numa turma regular de sábado com essa finalidade. Talvez eu consiga recrutar uma mulher para ser minha namorada, agora que acumulei bastante experiência na arte de conhecer pessoas. Evitarei as que têm ideologia esquerdista e as que não são católicas e que não gostam de estudar. Aí consigo muito mais do que poderia conseguir.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Postagens Relacionadas:

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/02/sobre-arte-de-conhecer-alguem.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/07/do-e-mail-como-base-para-uma-rede.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2021/02/notas-sobre-politica-e-networking.html

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Notas sobre uma tradição que gostaria de instituir no dia de São Sebastião

1) Se tivesse a oportunidade de aperfeiçoar a liberdade de muitos como autoridade, eu iria instituir o dia de julgamento do Imperador que mandou matar São Sebastião: o Imperador Diocleciano.

2) Eu poria a foto da estátua do imperador no banco dos réus, colocaria sete jurados, um promotor devidamente paramentado e um juiz. Ele seria acusado do crime de homicídio (artigo 121 do Código Penal. A pena seria alterada: ele seria atirado da Rocha Tarpéia, que era punição dada a assassinos na época). Depois que Diocleciano for condenado, um boneco de pano, simulando um homem, seria atirado do alto de uma paróquia, de modo a simular a Rocha Tarpéia.

3) Esse julgamento não houve de fato na História, mas é uma tradição que gostaria de instituir, pois justiça é enxergar a verdade contida nas ações humanas. É em razão de Jesus ter sido condenado injustamente e crucificado que era tradição os tribunais terem cruzes, até o dia em que o ateísmo militante dos positivistas e comunistas começou a remover todas elas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Por que não dar um toque polonês à tradição que acabou de surgir?

1) Como na Polônia as pessoas celebram o aniversário de uma pessoa no dia do santo que lhe dá o nome,  acho que vou mandar mais artigos para o Lucas no dia de São Lucas (na Polônia, este seria o imienniny dele). 

2)  O dia de São Lucas, o evangelista, é no dia 18 de outubro. Acho que ele certamente vai gostar muito da surpresa. Vou caprichar nas próximas compilações de artigo. Tenho certeza de que ele vai gostar muito disso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Postagem relacionada:

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2021/02/notas-sobre-caridade-intelectual.html

Notas sobre caridade intelectual - relatos da minha experiência pessoal

1) Quando  organizei uma compilação de artigos que escrevi sobre a filosofia da pobreza, no sentido católico do termo, eu a enviei ao meu colega Lucas Saurin. Ele a tomou como o presente de aniversário dele e passei a ganhar os favores dele (e detalhe: não sabia que 11 de fevereiro, que foi o dia em que enviei a compilação, era dia do aniversário dele - isso é prova cabal de que Deus me usou para ajudá-lo). 

2) Como passei a ter um baita ganho sobre a incerteza, de hoje em diante, de maneira discreta, eu anotarei o aniversário dos meus contatos e vou mandar essas pérolas da sabedoria católica no dia de aniversário dessas pessoas. Se Deus usou dos meus dons para tornar as pessoas mais sábias, agora eu vou tornar isto tradição. 

3.1) É diante da caridade, quando as pessoas estão face a face de Deus, que elas se revelam. Os artigos devem ser vistos como uma bela de uma surpresa. Vou adotar a prática de dar este tipo de esmola a quem sei que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. 

3.2) Na Verona de Romeu e Julieta, era bem comum, para se conseguir os favores dos mais pobres, recitar poesias para eles. Como não sei fazer poesia, vai filosofia mesmo, pois é isso que sei fazer.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Postagem relacionada:

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2021/02/por-que-nao-dar-um-toque-polones.html

Notas sobre a ética católica no tocante ao comércio e à prestação de serviços

1) Quando era bem criança, era muito comum as pessoas irem correr atrás de doces, em razão do dia de São Cosme e São Damião. Era uma tradição do Rio de Janeiro - ela foi destruída pelas Igrejas protestantes. Como nada se destrói sem colocar outra coisa no lugar, os cursinhos de inglês introduziram as festas de Halloween no lugar da festa que costumava ser feita aos santos católicos.

2) Se tivesse a oportunidade de ir para os EUA, eu abriria uma loja de doces e faria descontos no dia de São Cosme e São Damião. No dia de Halloween, eu cobraria o triplo do preço, pois não devemos celebrar coisas que são próprias do demônio. 

3) Se uma família católica americana me perguntasse por que razão cobro tão caro pelos doces no dia de Halloween, eu diria o seguinte: "eu sou católico e não compactuo com o mal - e essa cultura do Halloween deve ser substituída pela tradição de São Cosme e São Damião que havia no Rio de Janeiro, a cidade onde eu nasci. Lá, a tradição foi destruída por protestantes e por cursinhos de cultura inglesa; aqui, estou dando o troco na mesma moeda".

4) O comerciante pode colaborar para a cultura de uma nação tomada como um lar em Cristo promovendo bens e serviços ligados à conformidade com o Todo que vem de Deus e cobrando preços punitivos contra os que buscam produtos associados a uma tradição anticristã. Eis a ética católica no tocante à prestação de serviços ao bem comum.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Postagens relacionadas:

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2021/02/notas-sobre-relacao-entre.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/11/do-dia-das-bruxas-como-satira.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2019/11/sou-hallow-wins-pois-halloween-e.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2019/11/o-que-faria-para-combater-o-halloween.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/05/dos-casos-onde-usura-e-justa.html

Notas sobre a relação entre multiculturalismo e consumismo - o caso de o comércio celebrar o Ano Novo Lunar Chinês, uma tradição que não faz o menor sentido no Brasil

1) Certa ocasião, estava visitando uma loja virtual de jogos eletrônicos de modo a saber as últimas novidades no mercado e tomei conhecimento de que a loja inteira estava em promoção, em razão do Ano Novo Lunar Chinês (uma tradição que não faz o menor sentido aqui no Brasil).

2) Embora os descontos me sejam muito bem-vindos, há algo que me incomoda: o multiculturalismo beneficia a difusão da riqueza enquanto sinal de salvação, um dos subprodutos da ética protestante, que não crê na fraternidade universal decorrente de todos serem filhos de uma mesma Igreja una, santa católica e apostólica. E isso fomenta o relativismo moral, pois cada povo tem sua verdade - como se a vinda do salvador feito homem não tivesse sentido algum.

3.1) Além disso, muitos anos antes do multiulturalismo vir à tona, a cultura empresarial dos descontos freqüentes, fora de época, já havia sido estabelecida por empresas como o Peixe Urbano e o Grupon. Se a pessoa não tiver disciplina e for muito materialista, ela não consegue juntar dinheiro de modo a sanar outras prioridades, a ponto de acabar se endividando. E a pessoa acabará sendo perdulária, por conta dessa cultura de consumismo. Eis o malefício por trás dos clubes de desconto.

3.2) Por trás dessas empresas, que são um fenômeno dos anos 2000, estava Luciano Huck, que é mancomunado com a agenda globalista e progressista. 

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).

Postagens relacionadas:

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2021/02/notas-sobre-etica-catolica-no-tocante.html

https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/09/consideracoes-sobre-muticulturalidade-e.html

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Notas sobre três insetos dignos de nota, que não podem ser esmagados pelos conservantistas

1) Conheço três insetos dignos de nota: Barata Ribeiro, primeiro prefeito da cidade do Rio de Janeiro, no século XIX; Robert Chrząszcz (besouro, em polonês) - ele foi vigário episcopal no vicariato de Jacarepaguá e acabou de se tornar em bispo auxiliar em Cracóvia recentemente; Ludmila Lins Grilo, excelente juíza, cuja trajetória eu conheço desde 2011, quando estávamos estudando para concurso público. Quem disse que esses insetos que mencionei são insignificantes? Como falei, estes são dignos de nota.

2) Os insetos são a expressão da humildade. E todos eles foram elevados por Deus à condição de autoridade para servir a Cristo nestas terras e em terras distantes, através do exemplo que praticam aqui, aperfeiçoando a liberdade de muitos. É o caminho de volta fundado no milagre do Ourique. Estava pensando nisso, enquanto escrevia meus textos. 

3) Que Deus nunca deixe o ego dessas pessoas inflar. Nunca! Que essas pessoas continuem assim para sempre serem lembradas como ícones do bom exemplo. Tenho muito orgulho da trajetória destes insetos em particular, especialmente da Dra. Ludmila Lins Grilo.

4) As baratas que devem ser esmagadas são as que são cheias de si até o desprezo de Deus. E essa gente é toda apátrida - não toma o Brasil como um lar em Cristo com base no milagre de Ourique.  Essa gente nasceu vegetativamente falando - essa gente nasceu para morrer. E o que é morto não produz, nem se reproduz, por ser membro da classe ociosa.

5) Vocês entendem o que falo?

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 2021 (data da postagem original).