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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Sirva bem a sua terra e você será capaz de servir bem em terras distantes - notas sobre a questão dos círculos concêntricos

1) Enquanto não tenho contatos americanos com os quais eu possa adquirir dólares - seja por meio de doação, seja por meio de venda de materiais -, eu vou trabalhando o mercado que tenho no Brasil: os meus leitores. Graças a essa cultura de autofinanciamento que estou a construir, eu posso adquirir dólares de modo a fazer minhas comprinhas de livro nos EUA. Tudo o que devo fazer é monitorar constantemente o custo do dólar de modo a comprá-lo, quando estiver num preço convidativo. E para isso, preciso ficar monitorando a política, pois a economia é conseqüência disso.

2.1) Já tentei conquistar a América por meio de amizades no Twoo, mas vi que esse não é o melhor caminho. O povo que se encontra nesse aplicativo é materialista demais e não hesita em pedir dinheiro com fins improdutivos.

2.2) Se fosse para comprar livros para estudar, se desenvolver e ser alguém na vida, isso já me seria um fim justo, para o qual é difícil dizer não. Isso me permitiria atuar no ramo do crédito educativo, uma vez que tal atividade me permitirá tomar a América como se fosse meu lar em Cristo, junto com o Brasil e a Polônia. Mas, infelizmente, o americano médio não gosta de estudar. Eles querem é curtir a vida - o que leva à quebra de confiança. Eis no que dá essa maldita ética protestante.

2.3) Melhor ficar com os que me são fiéis, pois assim terei o necessário para poder comprar os livros de que necessito na América e atender a demanda dos meus pares.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de maio de 2019.

Do uso do paypal como se fosse conta corrente

1) Por conta dessa cultura de autofinanciamento, eu tendo a trabalhar o paypal como se fosse uma conta corrente.

2) Isso me permite comprar os produtos de que necessito no tempo que achar oportuno. Se houver uma oferta convidativa, eu farei a aquisição usando o paypal, evitando que eu gaste o dinheiro da poupança, pois, dependendo do dia, eu posso não ter fundos para isso ou o orçamento para o dia está comprometido com alguma coisa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de maio de 2019.

Mais reflexões sobre autofinanciamento

1) Da mesma forma que peço dinheiro emprestado para a aquisição de livros e jogos, eu pedirei dinheiro emprestado para a difusão de ofertas de livros que eu digitalizei, de modo que eu tenha ganhos sobre a incerteza.

2) Farei isso quando tiver digitalizado todos os livros de que necessito. Afinal, quando o dinheiro é escasso, nós devemos fazer escolhas. Por enquanto, a prioridade é adquirir material - mais tarde é que faremos a difusão e venda do material digitalizado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de maio de 2019.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Sobre o fato de desenvolver filosofia a partir dos jogos que jogo

1) Tomando por base minhas experiências na rede social - onde ia meditando conforme ia escutando e lendo as reflexões dos meus contatos -, agora estou meditando a partir das minhas experiências acumuladas de jogo, tendo por base os seguintes jogos: a série Civilization, o Colonization Classic e o Alpha Centauri (todos de Sid Meier), além das séries The Guild, The Sims e Life is Feudal.

2.1) Conforme vou progredindo nas meditações, mais serei capaz de conceber um jogo de estratégia. Venderei a idéia para quem quiser fazer um design desse jogo.

2.2) Bons jogos podem nascer a partir de experiências pensadas, meditadas - quem comprar o produto terá muito ganho sobre a incerteza. Só quero uma justa e generosa fração desse lucro, porque isso decorreu das minhas meditações, a título de direitos autorais, pois, nesse ponto, devo ser contado como sócio do projeto.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de maio de 2019.

Notas sobre o populismo e sua relação com o pecado da vaidade

1) D. Eugênio Sales, que foi arcebispo de minha cidade, dizia que o verdadeiro servidor público que vive a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus deve evitar o pecado de buscar a popularidade, principalmente em tempos onde o povo é a voz de Deus.

2) Não quero ser popular num tempo onde o povo é composto de animais que mentem e que se acham capazes de votar, uma vez que a democracia acabou se tornando o governo do povo, pelo povo e para o povo, a ponto de ser tomado como se fosse religião da massa, da unanimidade. É por conta de gente assim que os piores são escolhidos, pois Cristo será sistematicamente preterido por Barrabás, a ponto de ser crucificado constantemente a ponto de que essas trevas se dissipem.

3.1) Eis aí a síntese desses 130 anos de República - o populismo só fomenta vaidade e tirania. E isso precisa acabar, pois ela se funda no homem, pelo homem e para o homem, como se ele fosse a medida de todas as coisas.

3.2.1) Não é à toa que o Deodoro disse para não nos metermos com coisas republicanas, fundadas naquilo que decorre da maçonaria.

3.2.2) Nós somos de Cristo e nós servimos a Ele em terras distantes, tal como se deu em Ourique. Mesmo que eu tome uma decisão que desagrade ao mundo, ao diabo e à carne, o que importa é que a decisão a ser tomada favoreça o país e as próximas gerações.

3.2.3) Para eu ser político, eu preciso morrer para mim todos os dias, antes, durante e depois de ter recebido um cargo eletivo, uma vez que a política não se resume só ao âmbito eleitoral - ela está em cada aspecto de nossas vidas.

3.2.4) Se eu não fizer tal mortificação, então eu terei passado pela vida sem produzir um legado. Viverei uma vida biológica, sem haver tomado o país como um lar em Cristo - e neste ponto, terminarei no fogo eterno por me tornar um apátrida, por conservar o que é conveniente e dissociado da verdade em tempos de crise. 
 
3.2.5) É exatamente isso que ocorrerá com muitos - todo homem morre, mas nem todo homem vive. É preciso que se morra em prol da verdade para se viver - eis a razão pela qual é preciso que se santifique através do trabalho político de modo que os demais trabalhos sejam também santificados, de modo ajudem na promoção do bem comum. Este é o trabalho mais elevado que há neste mundo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de maio de 2019.

Notas sobre multiculturalidade e multiculturalismo

1.1) Todo povoamento de uma região ou província se fundamenta necessariamente na migração. 

1.2) No âmbito interno, a cidade mais populosa e mais desenvolvida tende a emprestar seus cidadãos para as cidades menos populosas de modo a se desenvolverem, como se isso fosse uma relação de empréstimo. O pagamento desses juros se dá no fato de que as cidades menores se tornam vassalos das cidades maiores, a ponto de deverem favores políticos a essas grandes cidades-Estado.

1.3.1) O soberano que tomou a iniciativa de povoar e desenvolver uma determinada região também se torna o príncipe dessa nova cidade.

1.3.2) Se ele se tornar príncipe sistemático de várias cidades novas, então a cidade-Estado passa a se tornar a reino, a ponto de a cidade mais antiga e mais populosa se tornar a capital dessa nova nação. Eis o processo de nacionidade decorrente da missão de servir a Cristo em terras distantes.

2.1) No âmbito internacional, há a questão da descoberta do outro, a ponto de surgir com ela a questão da multiculturalidade.

2.2) Quando dois povos de culturas diferentes amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, é perfeitamente possível estabelecer um acordo por meio do qual você permite a vinda de uma leva de habitantes da nação amiga vir morar contigo.

2.3.1) Esse grupo se estabelece numa cidade menor e passa a reproduzir a cultura nativa na sua terra, a ponto de tomar os dois lugares como um lar em Cristo. As experiências desses imigrantes vai permitir o desenvolvimento das suas cidades - e os nativos da sua nação levarão o que conhecem do Brasil e o que aprenderam desses imigrantes para outras terras também. E a Lusitânia Dispersa se tornará o berço da pan-lusitanidade, pois todos os povos serão herdeiros da missão de servir a Cristo em terras distantes, a ponto de haver um Reinado Social de Cristo Rei sobre a Terra.

2.3.2) Se vários povos habitassem uma mesma cidade, a ponto de tomá-la como um mesmo lar em Cristo, por Cristo e para Cristo, então a probabilidade de essa cidade se desenvolver a partir de culturas importadas e criar sua própria cultura será alta, pois da universalidade vem a diversidade. E o reino tenderá a evoluir a um império justamente por conta dessa multiplicidade de culturas gerar uma cultura mais rica e mais sofisticada, fundada na missão de servir a Cristo em terras distantes.

3.1) Quando se busca liberdade sem verdade, a ponto de dizer que todo homem tem direito à sua verdade e que toda cultura, ou mesmo toda religião, é boa, então o senso de tomar o país como um lar em Cristo se perde, pois o multiculturalismo não se funda na verdade, na conformidade com o Todo que vem de Deus. O multiculturalismo se funda em conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de tudo se fundar no homem, pelo homem e para o homem, enquanto animal que mente.

3.2.1) A diversidade de culturas vai gerar um verdadeiro panteão imanente e nele haverá um conflito sistemático de interesses a ponto de tudo estar no Estado e nada estar fora do Estado ou contra o Estado. Isso gerar um verdadeiro arranjo político de dominação onde a religião mais agressiva dominará as demais. Não é à toa que o liberalismo fomenta o totalitarismo, o qual por sua vez promove a expansão do islamismo.

3.2.2) Somente o catolicismo pode oferecer resistência a esse estado de coisas, pois o liberalismo foi condenado sistematicamente por diversas encíclicas papais. O multiculturalismo e o uso da migração como forma de destruição da cultura européia é mais uma dessas armas desse liberalismo instrumental.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de maio de 2019 (data da postagem original).

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Notas sobre as eras de New Deal, enquanto eras de nacionalismo e enquanto formas de projeção de poder global

1) O primeiro New Deal é aquele período que nós conhecemos, que se deu durante o governo de Franklin Delano Rossevel. Esse New Deal durou até o governo Reagan (1981 a 1988).

2.1) Nixon, quando foi à China, inaugurou um segundo novo acordo.

2.2) Os liberais injetaram um caminhão de dinheiro, acreditando que a liberdade política do país se mede pela liberdade de sua economia, do quanto a riqueza é tomada como sinal de salvação da lavoura de uma nação tomada como se fosse religião. Por conta disso, a China passou a ser o país dos dois sistemas: liberal na economia e totalitário na política.

2.3.1) Isso é prova cabal de que os liberais dependem dos comunistas para que a tesoura vá aos poucos solapando os valores fundados na conformidade com o Todo que vem de Deus. Além de praticarem salvacionismo e distanásia política, ainda proclamaram a ética confuciana chinesa como o mais novo espírito do capitalismo. Eis o segundo New Deal criado. Podemos dizer que a China é a nova sucessora da América, em termos de país mais poderoso do mundo. A Pax Americana dará lugar à Pax Sinica.

2.3.2) Por conta disso, nenhuma indústria nacional se desenvolve, pois todos os empregos estão sendo gestados lá na China. Todos os poderes relativos a usar, gozar e dispor de alguma patente industrial estão sendo concentrados em mãos sínicas (chinesas). Além de inovarem, eles estão quebrando patentes a torto e a direito, gerando desemprego no mundo inteiro.

2.3.3) Esse misto de socialismo e capitalismo num só país faz com que o mundo se reduza a tudo o que decorre da China, a ponto de ficar em conformidade com o que vier a ser decidido a partir de Pequim, o que faz com que ele acabe sendo tomado como se fosse uma espécie de religião. 
 
3.1) Houve uma época onde o mundo para eles era só a China e olhe lá. E isso se deu quando eles concluíram A Grande Muralha e se isolaram.

3.2) É exatamente isto que está acontecendo, pois isto está sendo retomado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 6 de maio de 2019 (data da postagem original)

Comentários: 

Arthur Rizzi: Guerra ideológica não existe. O que existe é guerra por poder, uma vez que ideologia é apenas instrumento. Os EUA e a China sempre fizeram negócios quando lhes convinha, sem se importarem com discursos.