Pesquisar este blog

domingo, 4 de dezembro de 2022

Trocar de computador não é muito diferente do que trocar de carro - notas sobre este fato

1) Certa ocasião, eu estava no Facebook, quando me deparei com uma empresa que vendia laptops de bolso. 

2.1) Um computador dessa natureza é perfeito para se levar comigo mesmo quando for sair à rua - ele não é pesado, não ocupa espaço e tem a mesma potência que um laptop normal, como o Lenovo que eu atualmente uso. Posso dizer que ele é até mesmo mais potente que o meu Lenovo, só que a um preço bem mais em conta - o que faz dele uma excelente escolha para mim, quando for substitui-lo.

2.2.1) O fato de ele ser portátil faz com que eu mude meus horizontes de perspectiva acerca dessa ferramenta, assim como de outros bens mais tradicionais, como o caderno. 

2.2.2) O caderno pode ser usado como ferramenta primária de produção de rascunhos, enquanto o computador portátil pode ser usado para a transcrição e produção de itens permanentes. Ele pode até mesmo ser usado para a consulta de livros que eu mesmo produzi, como minha própria biblioteca e-books que eu tenho no Dropbox, por exemplo, quando estiver trabalhando numa biblioteca pública, por exemplo - uma vez que terei mais agilidade para produzir mais textos, o que reflete na eficiência da produção intelectual, em face das circunstâncias em que me vejo metido.

3) Para um computador que será usado estritamente em trabalho, para a produção de artigos, este computador portátil é mesmo uma verdadeira maravilha, fora que ele me dá uma vantagem competitiva inédita, que é a mobilidade. Se considerarmos que o Lenovo atualmente uso está pra pifar de vez, esta seria uma ocasião perfeita para eu trocar de computador. Vou ver se esse modelo, o GPD microPC, é bem avaliado no mercado e aí eu abro a carteira pra ele no ano que vem. 

4.1) Trocar de computador, nesta circunstância, não é muito diferente do que trocar de carro, para muitas pessoas, principalmente no tocante a se ganhar dinheiro com ele. 

4.2) Para mim, uma marca boa está sempre associada à atividade que desempenho de modo a me santificar através do trabalho de escritor, que é uma atividade econômica e intelectualmente essencial a qualquer sociedade que se diga civilizada - se parafrasearmos o presidente Bolsonaro, uma boa marca é aquela que pode me servir para eu ganhar o pão de cada dia por pelo menos dez anos - o suficiente para eu comprar um computador ainda mais mais moderno e mais barato do que aquele que eu comprei anteriormente. E neste vale de lágrimas, onde tudo caminha inexoravelmente ao comunismo, à Nova Ordem Mundial, isto será um tremendo ganho sobre a incerteza que nos domina.

5.1) Com relação aos jogos que eu uso de modo a escrever meus artigos, é mais interessante para mim que os computadores rodem os jogos mais antigos e mais interessantes do mercado, já que eu tenho interesse em produzir ciência e filosofia a partir deles - por isso que eu vejo os computadores modernos como emuladores mais capacitados para rodar jogos de épocas mais antigas a um custo cada vez mais baixo - o que faz com que o uso do computador se torne produtivo e se prorrogue no tempo, dentro do propósito imaginado. Agora, se meu interesse fosse o cenário competitivo, eu precisaria do computador mais moderno existente do mercado, da máquina mais confiável - o que me seria antieconômico. 

5.2) Como já passei dos quarenta e já fui aluno tanto do Olavo quanto do Loryel Rocha, é natural que eu me interesse mais pela atividade intelectual em razão da idade - e do jeito como o país se encontra, ela se faz mais do que necessária. 

5.3.1) Como nunca deixei de jogar, meu interesse por jogos passou a seguir esta fase da minha vida, a ponto de se tornar uma tendência pessoal. Por isso que naturalmente costumo jogar jogos que me fazem pensar ou que me agreguem algum conhecimento histórico a mais, não contemplado por esta direita tacanha que há no Brasil, de horizontes limitados. 

5.3.2) Os simuladores de ofícios profissionais são um bom exemplo disso. Esses jogos pedem um computador que rodem essas belezinhas a pelo menos 60 FPS, de modo que se tenha a melhor experiência possível.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 03 de dezembro de 2022 (data da postagem original).

Rio de Janeiro, 04 de dezembro de 2022 (data da postagem atualizada).

sábado, 3 de dezembro de 2022

Desinformar é dar poderes próprios de uma autoridade legítima ao diabo, coisa que ele não tem

1) Desinformação, por definição, é dar ao diabo poderes que ele mesmo não tem, uma vez que não tem competência para fazer o bem.

2.1) Um exemplo disso está  no ato da expedição do diploma ao candidato eleito ao mandato presidencial (se partirmos do pressuposto de que essas eleições foram limpas, coisa que elas não foram). 

2.2) O que tem de gente falando o que não sabe, isso não está no gibi. A habilitação não dá poderes especiais - o presidente só é presidente quando toma posse e veste a faixa presidencial. Aí o golpe está concretizado.

3) Entre a habilitação e a posse muita coisa pode acontecer - é neste momento que o presidente Bolsonaro tomará uma decisão de modo a impedir que o ladrão suba a rampa e consolide seu nefasto projeto de poder.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 02 de dezembro de 2022 (data da postagem original).

terça-feira, 29 de novembro de 2022

Digitalizar livros é como construir caravançarais nesse deserto que é o conservantismo alheio (o que me parece a melhor forma de se reabsorver as circunstâncias da realidade de modo a se tirar proveito delas e assim colher ganhos sobre a incerteza neste vale de lágrimas)

1.1) Digitalizar livros é como construir um caravançarai a partir desse deserto, que é o conservantismo alheio. 

1.2) Depois que você digitaliza o livro físico, faz  uma cópia digital a partir dele e passa o livro físico a uma outra pessoa interessada nos mesmos temas que você, você pode usufruir da maior vantagem que essa nova construção pode proporcionar no meio desse deserto criado pelos homens: um merecido descanso após dias de extenuantes de trabalho (que podem ser interpretados como uma verdadeira viagem). 

1.3) Uma vez que você já esteja refeito para prosseguir seu trabalho, você prossegue viagem a partir dos pontos conhecidos da obra digitalizada, a ponto de descobrir novas coisas a partir do que se conhece de outros autores, tal como se fosse um mapa.

2.1) Olavo de Carvalho citou muitos livros durante o COF e cada livro deve ter citado uma extensa bibliografia de modo a dar validade às teses que seus respectivos autores defendem. 

2.2) Se eu pudesse adquirir esses livros ao longo do tempo e digitalizá-los, certamente eu teria uma extensa biblioteca não só pra mim, mas também para quem me sucede.

3.1) A principal vantagem da digitalização é  que você pode criar um livro físico a partir dos pdfs. Por isso, saber fotografar e preservar a memória do que se adquiriu é uma maneira inteligente de se preservar o investimento e expandir o patrimônio intelectual, visto que papel envelhece, fora que você evita as chamadas patologias do livro.  

3.2) Não é à toa que isso é uma cultura e um verdadeiro estilo de vida sobre o qual é possível se fundar uma atividade econômica organizada, onde nela você pode se santificar através desse trabalho, que é muito relacionado ao estudo, outra via de santificação pessoal.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de novembro de 2022 (data da postagem original).

Da importância do meu trabalho de digitalização para se fazer consulta bibliográfica (o que constitui um ponto de partida para novos projetos de digitalização propriamente ditos)

1) Enquanto procurava por mais material de referência para importar dos EUA, tomei a inciativa de examinar a cópia digital que eu mesmo fiz do livro Cosmopolis: Prospects for World Government, de Danilo Zolo. 

2) Valendo-me do princípio de que conversa puxa conversa, encontrei uma extensa bibliografia citada pelo autor. Anotei cada autor e cada livro por ele citado e fui procurando cópias baratas para se comprar tanto na Alibris quanto na Amazon ou Abebooks. 

3) As buscas que fiz nos sites, eu as marquei como favoritas, pois esta informação ser-me-á útil mais tarde - com o tempo, vou obtendo esses livros de modo a digitalizá-los também. Uma vez feita a digitalização desses livros, eu passo a cópia física desses livros adiante, principalmente para quem tem interesse neste assunto de que tanto gosto que são as Relações Internacionais.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de novembro de 2022 (data da postagem original).


domingo, 27 de novembro de 2022

Como o cashback da Coupert me ensinou a ter uma atitude mais empreendedora dentro de casa?

1) Quando compro alguma coisa, eu geralmente costumo comprar coisas que me serão produtivas, como jogos de estratégia ou livros. Dessas compras, eu peço sempre cashback na Coupert.

2.1) Um bom exemplo disso é uma compra que fiz na Black Friday, quando comprei o jogo Aggressors: Ancient Rome direto da Good Old Games. Por ele vou pagar em três vezes de R$ 5,80, sem juros.

2.2) Trata-se de um 4x ambientado na época da Roma Antiga e que foi feito em 2018. Por ser levinho, de até 1 GB de tamanho, o jogo rodou lindamente no computador do quarto ao lado, tanto quanto os jogos triplo A dos anos 2000 que rodam muito bem nele. Neste ponto, parece que eu acertei a mão, pois comprei o produto certo para a máquina certa.

3) Passados dois dias úteis, e uma vez chegado o fim de semana, não tive outra escolha senão mandar buscar meu cashback perdido na Coupert, já que o sistema não acusou a compra que eu fiz no dia 24. Selecionei minha última compra, que foi justamente esta, e o respectivo comprovante através de uma foto tirada da tela. Encaminhei o pedido de busca para a Coupert. A partir desta segunda, eles farão as buscas - se julgarem procedente o meu pedido, receberei mais dois dólares de cashback. 

4.1) Enquanto resgatava o cashback da minha última compra na Good Old Games, observei que o sistema registrou a renovação do contrato de prestação de serviço de antivírus dos computadores daqui de casa que meu pai fez com a Kaspersky. Investigando o site da Kaspersky, observei que estes pagam uma alta da taxa de cashback na Coupert. Pedi imediatamente o e-mail comprovante da compra junto ao meu pai, fiz uma screenshot desse comprovante e mandei também resgatar esse cashback. 

4.2) Embora eu não vá receber um alto valor de cashback, por conta do fato de meu pai não ter ativado o botão, já que ele é leigo neste assunto, o simples fato de ter pedido a nota fiscal dessa compra, ter feito a screenshot de modo a comprová-la, tudo isso fará com que eu resgate a compensação de dois dólares, a mínima possível, como uma forma de recompensa pelos esforços prestados, já que dois dólares equivalem a R$ 10,00, na atual cotação. 

4.3.1) Sabendo que isso vale muito dinheiro na cotação em reais, combinei com meu pai que, ano que vem, eu o ensinarei a trabalhar com o Coupert, de modo a resgatar o cashback das coisas que ele compra, pois desse jeito eu consigo mais saldo na Amazon de modo a fazer compras de livros dentro daquilo que eu necessito. Quanto mais pedidos de cashback perdidos eu fizer, mais grana eu vou receber - se eu acumular bastante dinheiro, posso pedir e acumular novos cartões adicionais da Amazon Americana. 

4.3.2) Esses cartões, por sua vez, eu vou cadastrar na Amazon americana de modo a fazer compras nos EUA usando saldo, tal como fazia usando paypal, antigamente. Comprarei dessa loja livros e jogos e posso fazer o que quiser dentro dos limites da reserva a que tenho direito. 

4.3.3) Eu já tenho U$ 10,00 de saldo na Amazon já resgatados e pretendo juntar ainda mais dinheiro no saldo. Para trazer meus livros para o Brasil, tenho um endereço na Shipito e resgato tudo aquilo de que necessito. Usarei o dinheiro que for obtendo no Honeygain e no Packetstream de modo a colocar crédito nesse armazém de maneira antecipada à compra - quando ela ocorrer, só faço os movimentos de despacho e está tudo resolvido. 

5) Foi agindo assim que comecei a desenvolver uma atitude mais empreendedora dentro de casa, já que passei a observar melhor as coisas, em razão dos benefícios que são dados.  

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2022 (data da postagem original).

Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2022 (data da postagem atualizado).  

Link de referência para o Coupert: https://www.coupert.com/ref/4qes5p

sábado, 26 de novembro de 2022

Planos para uma digitalização futura - História da Colonização Portuguesa do Brasil, de 1921

1) Por ocasião do primeiro centenário da independência do Brasil, em 1921, foi publicado o livro História da Colonização Portuguesa do Brasil. Seus autores foram: Carlos Malheiros Dias, que ficou responsável pela direção literária da obra (ele morreu em 1941); Ernesto de Vasconcellos, que ficou responsável pela direção cartográfica da obra (ele que morreu em 1930); e Roque Gameiro, que ficou responsável pela direção artística da obra (ele morreu também em 1935).

2) Pelas atuais regras de direito autoral, quando uma obra tem mais de um autor, ela só entra em domínio público quando o último autor tem mais 70 anos de falecido.

3) Dos três autores-diretores, Carlos Malheiros Dias foi o último autor e este já tem mais de 70 anos de falecido;. Esta obra, portanto, já está em domínio público. 

4) Tão logo em eu possa, vou adquirir os três volumes e digitalizá-los. Como esses volumes são caros, posso até mesmo organizar uma vaquinha para poder comprar esses 3 volumes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2022 (data da postagem original).

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Atualização do cronograma de digitalizações

1) Tão logo eu termine de digitalizar o livro O Poder Moderador na República Presidencial, de Borges de Medeiros, pretendo digitalizar mais dois livros: Brasil: Colônia de Banqueiros, de Gustavo Barroso, e O Reconhecimento do Brasil pelos Estados Unidos da América, de Hildebrando Accioly.  

2) A razão pela qual faço isso é que estes três livros estão com seus direitos autorais próximos de expirar. Em primeiro de janeiro de 2030, a obra de Gustavo Barroso entrará em domínio público; em primeiro de janeiro de 2032, a obra de Borges de Medeiros, que está sendo digitalizada neste momento, entrará em domínio público; em primeiro de janeiro de 2033, a obra de Hildebrando Accioly entrará em domínio público.

3.1) Não foi à toa que comprei uma segunda cópia desse livro importante livro do Hildebrando Accioly, depois que vendi minha a primeira cópia que eu tinha ao meu amigo Felipe Lamoglia, uma vez que ela estava com contact na capa - vou fazer uma digitalização de melhor qualidade, de modo a vendê-la no payhip, sem mencionar que este livro é uma boa fonte de estudos, se combinados aos seguintes livros: Comunidades Imaginadas; A invenção das Tradições; Sua Majestade, O Presidente do Brasil; Brasil; Colônia de Banqueiros; Pluto ou um Deus chamado dinheiro e O Brasil não foi colônia, além de A Ideologia Política da Independência

3.2) Se eu conseguir organizar esse conjunto, com certeza este será um sucesso da Livraria Caboclo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2022 (data da postagem original).