Pesquisar este blog

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mais do que buscar a verdade, você deve ser profeta e deixar que Deus fale por você

1) O buscador sincero da verdade deve ser como um profeta. Ele não deve falar em seu próprio nome, fundado em sabedoria humana dissociada da divina - se sinceridade é estar presente diante de um juiz onisciente, então ele deve amar a Deus sobre todas as coisas e fazer da lei natural, que se dá na carne, a constituição que deve ser guardada com a própria vida.

2) Como profeta, Deus fala por essa pessoa. Quando escrevo, eu não falo em meu próprio nome - na verdade, eu deixo que Deus fale por mim. E a grande vantagem disso é a escrita prudente e cuidadosa, pois não deixo que a primeira idéia que me vem à cabeça seja dita; se eu tivesse esse mau hábito, eu estaria semeando má consciência nos demais.Estaria sendo um mau servo de Deus se fizesse isso.

3.1) Quando se fala em próprio nome, publicar um livro é vender banana na feira; quando se deixa que Deus fale, o livro serve para livrar você da ignorância - e quanto mais ele for distribuído, melhor. Eu geralmente faço um trato com o meu leitor; se você colabora comigo, você recebe artigos meus em troca. Se tivesse livros publicados, eu te daria o livro - e em troca você me dá o que acha justo.

3.2) Como o habitante desta terra em geral é bem mesquinho, isso é um sinal de que o país deixou de ser Terra de Santa Cruz e se tornou um território apátrida, desconectado da Pátria do Céu - o que é prato cheio para o esquema de poder global dos islâmicos, agora que comunismo e islamismo estão em parceria para a dominação mundial.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 2017.

Sobre a necessidade de declarar o seu estado de união com Deus a cada presidência da República

1) Nos EUA, todos os anos o presidente faz um discurso anual sobre o atual estado da União.

2) Se países podem nascer a partir de um único indivíduo, é preciso fazer todos os anos um texto descrevendo o estado da sua união com Deus.

3) Como moramos num cenário em que a Aliança do Altar com o Trono foi quebrada, eu faço isso para cada presidente.

Exemplo:

D. Pedro II: quantas rezes invoco a ele e a D. Afonso Henriques para que peçam a Deus que cuidem do Brasil e do mundo português como um Todo.

Dilma: fui ao confessionário tantas vezes por semana. Pois essa mulher me levava ao perigo de pecar.

Temer: tantas vezes rezo por ele por semana.

Veja que tive progresso espiritual. Eu não odeio o Temer como odeio a Dilma. Até porque não consigo odiá-lo - eu só tenho pena por estar envolvido com patife, o que o torna desprezível.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.

Meus segredos para uma escrita cuidadosa e prudente

1) Me perguntaram qual é o meu segredo para escrever o que escrevo, de maneira cuidadosa e prudente.

2) Antes de escrever, eu invoco o Espírito Santo em cada post. Após o escrito, faço exame de consciência.

3) Já teve dia em que escrevi 16 posts num dia. E invoquei o Espírito Santo 16 vezes e fiz o exame de consciência 16 vezes.

4) Outro hábito que tenho é que vou à missa uma hora antes de começar. Gosto de estar contemplando a Cruz e conversar mentalmente com Cristo sobre os assuntos que falo.

5) Quando rezo, eu rezo mentalmente. Não oro pela boca - oro mentalmente. Até no terço faço isso.

6) Quando Dilma estava na presidência, meu espírito estava atormentado, Ia ao confessionário toda a semana. Às vezes, duas vezes por semana.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.

Notas sobre como começou a minha jornada intelectual

1) Antes de mexer com filosofia, que é o que estou a fazer atualmente, eu estudei História por minha conta por muitos anos - e entre 2001, quando entrei pra Faculdade, a 2012 eu fui do Direito. Parei quando vi que meus estudos para concurso público eram infrutíferos, visto que as questões estavam todas ideologizadas. Outro fator que contribuiu foi quando o Olavo disse, em seu True Outspeak, que eu estava estudando para ser burro - a mensagem não era para mim diretamente, mas era o que de fato estava acontecendo.

2) A transição da vida de jurista e historiador para a de filósofo e escritor começou em 2007, quando passei a me dedicar a vida online - o orkut existia havia três anos e eu finalmente tinha tempo para me dedicar àquilo, da melhor maneira possível. Entre 2007 e 2011 eu aprendi muitas coisas. No True Outspeak aprendi coisas que já sabia, mas não com a profundidade de detalhes que o Olavo disse. Eu fui aluno do COF por alguns meses, inclusive.

3) A partir de 2014, quando vieram os protestos Anti-Dilma e Anti-PT, eu me pus na missão de servir a Cristo em terras distantes, ainda que tivesse de fazer isso por via online. Entre janeiro de 2014 a novembro de 2016, eu me dediquei a esta missão com afinco, até voltar a um velho trabalho que fazia e do qual gosto muito: a digitalização de livros. Continuo trabalhando com filosofia, mas sempre tentando conciliar isso com o meu antigo hobby.

4) Ao longo desse período escrevi mais de 2900 artigos - e contando. O ritmo de trabalho diminuiu, visto que fiz o que tinha de ser feito. Embora Dilma tenha caído e a ação do Foro de São Paulo continue, sinto que estou tranqüilo, posto que fiz o que tinha de ser feito: semeei consciência no povo. Há muito ainda a ser feito - e a digitalização também ajuda neste propósito.

5) Sempre que me sentir impelido a escrever, assim o farei, pelo bem do Brasil. Por agora, o tempo agora é de me aperfeiçoar e assistir mais aulas do COF de modo a sustentar o fogo, pois a vitória é nossa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.

Em 2008 eu recebi o melhor presente de aniversário de todos e nem tinha me dado conta: os 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil

1) Se a Família Real Portuguesa completou 200 anos de sua chegada em 23 de janeiro de 2008, quando completei 27 anos de idade, então certamente este foi o maior presente de aniversário que ganhei na minha vida e não me dei conta.

2) O que estava fazendo da vida, nesta ocasião? Estudando pra concurso público e terminando a faculdade, sem sombra de dúvida. Eu, que já era considerado um "historiador profissional" nessa época - por parte dos meus colegas -, eu realmente não sabia que eles chegaram nesse dia, que é o do meu aniversário.

3) O lado bom é que posso comemorar este aniversário de 10 em 10 anos. Como não estarei vivo quando a chegada completar 300 anos, pelo menos a minha família mandará celebrar missa em minha homenagem - eu os prepararei para isso, pois é o mínimo que posso fazer

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.

Notas sobre namoro católico num ambiente de rede social


1) Na poligamia, o homem tem muitas mulheres porque a mulher é reduzida a uma coisa, a uma propriedade do marido. E sobre esta propriedade, ele tem o direito de usar, gozar e dispor - e na disposição o proprietário tem o direito de destruir a coisa - o que implica poder de vida e de morte. E isso é bárbaro - como o islamismo concebe poligamia e escravidão como direitos, então isso é uma barbárie que deve ser destruída, uma vez que islamismo não é religião, mas um sistema global de dominação.

2.1) No Cristianismo, a mulher é um sujeito muito amado por Deus - como derivou de uma costela de Adão, recebe o mesmo amor que é dado a Adão, embora sua função neste mundo seja muito diferente da de Adão.

2.2) Quando um homem encontra muitas mulheres que parecem ser virtuosas pelo caminho e não sabe qual delas é a mais virtuosa para ele, ele terá que fazer uma acareação - e nessa acareação, as mulheres vão ter que competir umas com as outras não com o intuito de se odiarem, mas de cooperarem com o homem amado de modo a revelar quais são as suas verdadeiras qualidades, de modo a que o homem possa fazer a melhor escolha. Um homem virtuoso sempre escolhe uma mulher virtuosa, seja por conta de ser uma cristã devota, uma boa dona de casa ou porque ela é muito trabalhadora e prestativa.

2.3.1) Antes do advento da rede social, essa escolha era escassa - e se resumia a uma só mulher, a única mulher possível dentre um oceano de gente sem caráter. Era um tipo de malminorismo.

2.3.2) Nos tempos online, você encontra uma infinidade de gente aparentemente virtuosa dispersa pelo país e pelo mundo afora. Fica mais difícil escolher - e a solução é escolher a mais adequada para o seu jeito de ser.

2.3.3) Como o Olavo fala, a mulher virtuosa é a síntese de todas as outras que você conheceu ao longo de uma vida - e por ser síntese, você consegue amá-la de forma muito mais profunda, pois suas virtudes superam todos os seus defeitos, que são leves e suportáveis, perto daquilo que você já encontrou antes.

3.1) Assim como há dinâmica de grupo dentro do mercado de trabalho, há dinâmica de grupo dentro do mercado moral. E essa dinâmica de grupo se chama acareação - ou seja, confrontar A e B de modo a saber melhor quem é A e B e escolher quem é mais virtuoso, dentre esses dois. É uma forma de justiça, pois quando há diversidade de opiniões sobre o mesmo assunto você precisa confrontar os fatos de modo a que a verdade surja à tona. Quando se trata de gente aparentemente virtuosa, a que melhor te tratar como marido virá à tona. É como uma maiêutica, um parto da alma.

3.2) Isso é uma forma de seleção justa, pois você não sabe quem é quem - e isso é uma forma de produzir uma informação relevante e em massa. Afinal, uma informação precisa ser produzida quando se tem muitas mulheres aparentemente virtuosas e não se sabe qual dentre elas vai ser a escolhida, por ser a encarnação da verdade, em Cristo. É uma forma de tirar o véu da ignorância - confrontando, a verdade virá à tona.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.

Sobre a necessidade de se amparar a gente de bem que mora em Brasília, essa Babilônia republicana que precisa ser destruída

1) Deus havia dito que pouparia Sodoma e Gomorra se ao menos houvesse uns 10 justos.

2) No caso de Brasília, considerando a gente comum que mora na cidade, é provável que haja mais do que isso.

3.1) Mas Brasília não foi pensada para ser uma cidade comum, tal como o Rio de Janeiro foi antes de se tornar capital, em 1763.

3.2) Brasília é o ponto culminante da mentalidade revolucionária que assola o Brasil há mais de 127 anos.

3.3) Quando chamo esta cidade de Babilônia, é justamente por conta de ser o símbolo de tudo aquilo que não presta - por isso que esta cidade precisa ser tomada espiritualmente e ter seus símbolos retrabalhados, de modo a que possam ser úteis àquilo que foi edificado em Ourique, nem que pra isso tenhamos de derrubar as obras de Niemeyer e Lucio Costa.

3.4) Além disso, eu li numa reportagem que o Lucio Costa, quando presidiu o IPHAN, mandou botar abaixo todos os prédios com estilo arquitetônico que não fossem de estilo barroco. E o Brasil perdeu a referência história por força da entropia, pois os arquitetos daqui não podem conhecer a evolução dos estilos arquitetônicos - e o Brasil edificado mais parece um Carnaval, brincando com o sagrado do barroco e o profano do moderno, do qual Brasília é paradigma. Só por conta disso, pôr Brasília abaixo é também matar a República, já que Lucio Costa ajudou a matar o Brasil verdadeiro, em termos de edificação.

3.5) Voltando ao caso da gente comum que mora naquela Babilônia, eles certamente precisam ser acomodados em outras cidades, indenizados e precisam ser assistidos enquanto a cidade é transformada em Nova Ourique. Essa gente de bem certamente fará Nova Ourique ser Nova Ourique. Haverá uma maquete de Brasília, de modo a que as futuras gerações saibam o que era essa Babilônia antes de se transformar em Roma.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017.