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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Why don't I have any relationship with Chinese?

1) I definitely do not have any patience to talk to a Chinese who strongly believes that Mao Zedong came to liberate China and that the Chinese Communist Party represents the continuity of Historic China and its more than 5,000 years of history. They firmly believe that this rapid progress is due to all the knowledge accumulated over this entire period.

2) In fact, all this is due to espionage and the steal of technologies from the West, in addition to debt slavery of entire countries through the 1 belt, 1 route system. Only outside intervention can free China from this terrible evil, from this bad conscience that is being formed.

3) I just talked to a Chinese woman on Twoo who firmly believes in this Chinese Communist Party plot and I had to block her. I say these things from my own experience.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, September 29th, 2020.

Por que não me relaciono com chineses?

1) Definitivamente, não tenho paciência para conversar com chinês que acredita piamente que Mao Tsé Tung veio libertar a China e que o Partido Comunista Chinês representa a continuidade da China Histórica em seus mais de 5 mil anos de história. Eles acreditam piamente que esse progresso rápido se deve a todo o conhecimento acumulado ao longo de esse período vivido.

2) Na verdade, tudo isso se deve à espionagem e ao roubo de tecnologias do Ocidente, além da escravidão por dívida de países inteiros através do sistema de 1 cinturão, 1 uma rota. Só mesmo uma intervenção de fora para dentro pode libertar a China desse mal terrível, dessa má consciência que está sendo formada.

3) Acabei de conversar com uma chinesa no Twoo que acredita piamente nessa lorota do PCC e tive que bloqueá-la. Digo essas coisas por experiência própria.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2020 (data da postagem original).

sábado, 26 de setembro de 2020

O movimento conservador dos britânicos não é afeito ao espírito português, que é próprio à nobreza e à aventura

1) É lugar comum no pensamento conservador dizer que é mais fácil conservar do que reconstruir o que foi perdido por conta da ação revolucionária. 

2) O problema do movimento conservador é o pragmatismo - conserva-se o conveniente, por ser sensato. Mas a sensatez dá lugar ao comodismo, ao espírito burguês, ao senso de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, causa do espírito morno, daqueles que Deus vomita. E o espírito de conservar o que é conveniente e sensato se perde por conta da perda do espírito de nobreza, do espírito de aventura.

3) Nós somos portugueses. O senso de servir a Cristo em terras distantes nos dá causa a restaurarmos todas as coisas em Cristo. Por mais que seja difícil restaurar o que se perdeu o por conta da ação revolucionária, nós somos partidários da tese de que tudo vale a pena quando a alma não é pequena, ainda mais quando ela se funda numa missão salvífica que nos foi confiada pelo verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que quis um Império para Si de tal modo que Seu Santo Nome fosse publicado em terras muito distantes.

4.1) Não podemos abraçar o pragmatismo pirata inglês, pragmatismo esse que edificou liberdade com fins vazios. Temos uma tradição e ela é viva porque conservamos a dor de Cristo, cuja memória se faz residência em nós através da Santa Eucaristia. 

4.2) Façamos o que deve ser feito - preparemos o caminho para a segunda vinda do Cristo. E este caminho se dá na forma deste império por Ele desejado em Ourique. E desde aquele fatídico 25 de julho de 1139, a ação do Divino Espírito Santo transmutou num império de cultura. Esta demanda divina só pode ser suprida apenas por nós, pois fomos por Ele escolhidos para esta tarefa - por isso, temos este mandato do céu, que não pode ser quebrado por forças humanas. 

4.3) É um encargo e uma honra sem tamanho! É preciso ser de um império espiritual e ser uma pessoa espiritual para entender essas coisas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2020.

Da água e do óleo no movimento monárquico

1) Unir a direita a todo e qualquer custo não é solução, uma vez que juntar quem conserva a dor de Cristo com quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade é o mesmo que querer misturar água e óleo: eles não se misturam, ontologicamente falando.

2) No movimento monárquico, a imiscibilidade da água e do óleo se dá entre os conservantistas - leais ao império maçônico, forjado em 1822 a partir de um golpe que se deu contra a vassalagem entre Cristo e o Rei de Portugal e que se transmutou nesta república criminosa - e os ouriqueanos, que estão estudando a sério a verdadeira História do Brasil a partir da História de Portugal, sem as falsificações propostas por von Martius, escritas em seu trabalho "Como devemos escrever a História do Brasil".

3) Essa divisão fundada na verdade, essa água e óleo, é saudável, visto que haverá apenas dois partidos e somente dois: o partido brasileiro, leal a essa falsa narrativa - a ponto de estar à esquerda do Pai, nos mesmos moldes do Partido Democrata -  e o partido português, fundado no lastro de que somos monarquistas porque somos portugueses, da forma como foi pensada por Antônio Sardinha em sua Teoria Geral das Cortes.  E a monarquia portuguesa é respaldada na virtude republicana - por isso mesmo, seria como se fosse o Partido Republicano nos EUA.

4.1) Afinal, nossa tradição se funda em servir a Cristo em terras distantes e persistimos leais nessa missão porque conservamos a dor de Cristo em nossas memórias, quando Cristo faz Santa Habitação em nós através da Santa Eucaristia. 

4.2) Por isso mesmo, a base do partido português sempre será Deus, Pátria e Família, sendo o Rei, o vassalo de Cristo, o chefe dessa grande família que está em cinco continentes: no caso ,o império que Cristo quis criar para Si em Ourique.

5.1) O ponto nevrálgico que revela essa água e óleo é o argumento de que o Brasil foi colônia. Quando este argumento ideológico cair por terra, o velho partido brasileiro dará lugar a um novo partido brasileiro a ponto de enxergar o partido português como um espelho de seu próprio eu. 

5.2) A luta de classes dará lugar a uma concórdia entre as classes e gerará uma política voltada para o bem comum desta terra, a ponto de ser tomada como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo. Afinal, o Brasil é a jóia do Império criado para Cristo em Ourique, não uma colônia

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2020.

Lógica do absurdo: como o ECA faz o bandido limpar-se na própria merda

1) No norte do país, beque é o nome que costuma ser dado ao porco do mato, a capivara.

2) Na linguagem policial, capivara é o nome que se dá à ficha criminal do sujeito. Considerando que capivara é um comedor de capim e que capim é dinheiro, então o sujeito à solta é um sério prejuízo ao erário e à economia popular, já que ele corrói o tecido social, por ser uma praga que precisa ser exterminada.

3.1) Quando estava estudando para concurso público, eu tomei conhecimento de que o menor infrator, quando completa 18 anos, ele fica com a ficha limpinha, como se não tivesse cometido crime nenhum. 

3.2) Como beque, a capivara, é o outro nome da ficha criminal, então o ECA em certo sentido dá ao menor de idade o direito de fumar um beque, usando sua folha corrida como alimento para o fogo. Não é à toa que o ECA lembra o comunismo: os bandidos se limpam na própria merda que fazem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2020 (data da postagem original).

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Sobre a questão da Era de Virgem e a reconciliação da Alemanha de Lutero com a fé verdadeira

1.1) Muitos têm falado, a partir de Voegelin, de um tempo mariano, um tempo de glórias do Cristianismo, uma vez superada a fé metastática da mentalidade revolucionária tanto positivista quanto comunista.

1.2) Esse tempo mariano descrito em Voegelin constitui a Era de Virgem - ela tem relação com reconciliação da Alemanha com a verdadeira fé, uma vez que o homem que abriu a caixa de pandora, Lutero, era devoto da Virgem Maria. Por isso, no dizer de Ortega y Gasset, o pensamento de Voegelin se funda numa teoria cuja aplicação só tem sentido na própria Alemanha, onde essa realidade faz sentido.

2.1) Esta descrição do cenário de Voegelin não se aplica à realidade que decorre a partir de Ourique. 

2.2) Estamos na Era de Peixes, sendo que os conservantistas querem por forças humanas retornar à Era de Aquário. Até o mundo português atingir a era de Virgem, muitas outras eras na história precisam acontecer. Não podemos fazer supressões de eras suprimindo as casas do zodíaco, pois isso leva a uma iconoclastia que destrói muito conhecimento que poderia advir da ordem simbólica e cosmológica.

3.1) Não que eu despreze a opinião de Voegelin, mas se a pessoa não estuda o verdadeiro fundamento pelo qual o Brasil foi fundado, então ela vai se sentir deslocada em relação ao seu jeito de ser, a ponto de ter seu imaginário colonizado por outras idéias que não aquelas que decorrem da religião verdadeira. É o que acontece com esta direita que estuda muito Voegelin já nutrida pelo imaginário de que o Brasil foi colônia. Ela jamais encontrará o Crucificado de Ourique - eles imaginarão uma outra utopia tão perigosa quanto a utopia revolucionária dos comunistas e dos positivistas. O império do impérios dos mundo dará lugar a outro tipo de loucura, se o Brasil não for reconectado ao que se fundou em Ourique. 

3.2.1) Eis as graves conseqüências de se estudar uma ordem de ser importada, totalmente deslocada da nossa razão de ser. Símbolos não migram - por essa razão, estamos deslocados da nossa realidade, a ponto de nosso país perder o seu completo sentido, desde que foi fundado em Ourique . 

3.2.2) O verdadeiro conhecimento de História terá de vir de uma profunda logoterapia espiritual de modo a recuperar sua verdadeira ordem, sua verdadeira razão de ser. E os símbolos estranhos precisam ser retrabalhados de tal maneira que as coisas façam sentido no Crucificado de Ourique. 

3.2.3) A maior prova desses signos retrabalhados está na aparição de Nossa Senhora de Fátima, que conectou nossa realidade metafísica àquela realidade metafísica advinda da Revolução Protestante, que desaguou no comunismo. Sem o devido estudo Cristológico, a ponto de conectar todas as coisas em Cristo, o estudo do pensamento de Voegelin não passará de uma moda passageira

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2020 (data da postagem original).

O império dos malucos um dia perecerá

1) Maluco é relativo às ilhas de Maluco, antigo nome das ilhas Molucas, a terra das especiarias. Maluco vem de Jazirat al-Muluk, pois o nome dessa terra, em árabe, se chama "ilha dos reis".

2) A pessoa que sofre de transtorno de personalidade narcisista, como a Joice Hasselmann acha que tem o rei na barriga, pois ela é tão cheia de si que despreza todos os planos de Deus para o país desde Ourique. Por isso mesmo, ela é maluca, pois ela vive isolada em relação ao resto da sociedade e ao destino histórico desta terra, além de querer levar a todos a esse mesmo isolamento onde se encontra, já que ela se encontra espiritualmente numa ilha.

3.1) Não é à toa que gente desse naipe colabora com qualquer um desses três esquemas globalistas: o esquema islâmico, o russo-chinês e o metacapitalista. 

3.2) Como todos eles se fundam no animal que mente, que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, então tais impérios de domínio um dia perecerão. No final, sobrará um e apenas um: o Império de cultura que foi criado para Cristo a partir da propagação da fé, cujo marco inicial se dá no milagre de Ourique. Quando esse império conquistar o mundo, estará pronto todo o caminho para a segunda vinda do Cristo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2020.

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