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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Notas sobre a vitória de Bolsonaro: uma leitura que faço

1) A pedido do colega Paulo Manuel Sendim Aires Pereira, estou fazendo uma análise da vitória de Bolsonaro, à luz de todas as nossas tendências históricas

2.1) Como vocês sabem, eu tendo a ver Cristo como o juiz da História.

2.2) Se Cristo nos deu a missão de servir a Cristo em terras distantes, então a visão brasileira ou mesmo portuguesa das relações internacionais deve se pautar no aperfeiçoamento dessa missão. O que aconteceu antes de Ourique, eu vejo isso para compreender de que forma esses fatores foram se formando até o surgimento dessa circunstância, dessa missão, uma vez que sem ela não dá para tomar o Brasil como um lar em Cristo, o que certamente nos preparará para a Pátria definitiva, que se dá no Céu

2.3) Enfim, minha visão da História é esta: espiritual, por conta de minha formação católica, nunca materialista.

3) Em Ourique, Cristo disse a El-Rei D. Afonso Henriques que os céus estariam com ele e por mais 16 gerações guiando os destinos de Portugal, de todo o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Durante um tempo, Cristo afastaria seus olhos de Portugal e poria os olhos novamente nesta terra, uma vez que guardou o dogma da verdadeira fé

4) Como diz Loryel Rocha, o mundo português é pautado pelo número 17. A campanha de Bolsonaro foi pautada num messianismo e teve o número 17, o número do candidato, como um dos símbolos dessa campanha. Creio que uma força muito maior do que o mero marketing político guia este movimento de tal modo a se reverter aquilo que decorreu da secessão havida em 1822.

5.1) Bolsonaro não é uma coisa fabricada como o Lula - aliás, perto do que é o Bolsonaro, o messianismo de Lula é um messianismo fabricado, já que os comunistas entendem muito bem de marketing político.

5.2.1) Como diz o professor Olavo, grandes heróis se fazem desde dentro, na personalidade.

5.2.2) Embora o Bolsonaro não seja como o Duda - um católico bem formado, que recorre à fé quando o mal tenta destruir o seu governo na Polônia -, certamente ele tem aquela personalidade heróica tão necessária ao Brasil.

5.2.3) Não se trata de uma personalidade forjada, criada para se conquistar estrategicamente o poder. Bolsonaro espelha o que há de melhor no povo, coisa que deveria estar na Família Imperial Brasileira, mas nem mesmo isso eles possuem, uma vez que D. Pedro amputou o Brasil daquilo que se fundou em Ourique, a ponto de desligar toda a descendência dessa missão histórica.

5.2.4) É sob esse timoneiro que esta arca chamada Brasil, que estava à deriva, vai encontrar seu rumo. Frutos muitos positivos advirão do trabalho desse governo, que será voltado para as futuras gerações, não para as próximas eleições.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de outubro de 2018.

domingo, 28 de outubro de 2018

Conservantistas não merecem respeito algum

1) Se você quer respeito, então dê-se ao respeito.

2) Eu escrevo todo dia desejando fazer o bem ao povo desta terra que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Eu tento imitar da melhor forma possível o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem de modo a merecer o seu respeito, pois faço o que faço visando o bem do País.

3) Se você diz que gosta do que faço, mas cala a minha voz por conta de dizer a verdade, então você não se dá ao respeito. E é por não se dar ao respeito que eu não te respeito. E por não se dar ao respeito, você não tem direito algum de tomar esta terra como um lar em Cristo, pois você agiu com deslealdade com quem age desse modo, a ponto de agir como apátrida.

4.1) Como você ofende quem bem serve, então você estará terminantemente proibido de adquirir livro meu ou de estar no mesmo lugar onde estou, seja dando palestra ou dando aula.

4.2) Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Por isso, os indignos, os conservantistas, devem vazar, pois pecam contra a bondade de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2018.

Alguém tem uma resposta a esta pergunta que me faço?

1) Só quero entender a lógica de certas pessoas que me adicionam. Elas gostam de minhas postagens; quando começo a marcá-las, por conta de haver uma demanda por força do meu pensamento, elas me dão mute, me bloqueiam e até me desamigam.

2) Se você gosta do que escrevo, então eu parto do pressuposto de que você está pedindo para que eu te marque naquilo que produzo. Pelo menos, é como eu entendo a questão.

3) Por isso, me faça o seguinte favor: nunca me diga que gosta do que faço, se você vai me calar a boca no dia seguinte por conta de partilhar contigo o que melhor produzo. Isso é declaração de insinceridade - e isso é um tipo de conservantismo. E eu não perdôo esse tipo de gente.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2018.

sábado, 27 de outubro de 2018

Se a liberdade é divorciada da verdade, então celebrar a liberdade de escolha é um erro, pois isso é servir ordem com fins vazios (anarquia disfarçada de democracia)

1) De nada adianta celebrar a liberdade de escolha, se você coloca a escolha de um candidato correto, disposto a restaurar os valores tradicionais estabelecidos em Ourique, no mesmo patamar da escolha que é feita a um candidato errado, comprometido até o pescoço com a venezuelização do Brasil. Isso é servir liberdade com fins vazios, pois tanto faz escolher Jesus ou Barrabás, pois é a festa da democracia. E isso salta aos olhos!

2.1) Os babacas que votaram no Amoedo conservaram esta lógica de maneira conveniente e dissociada da verdade e isso favorece a destruição do Brasil. Por isso que eles estão à esquerda do pai, ainda que se digam de direita nominalmente falando.

2.2.1) Na verdade, eles são à direita da esquerda, pois o Estado mínimo favorece ao Estado máximo. O professor Loryel tem uma exposição sobre isso a respeito.

2.2.2) Até mesmo Chesterton já declarou que quanto mais liberalismo tivermos mais socialismo teremos, pois um pavimenta o caminho para o outro, já que o homem, e não Deus, é a medida de todas as coisas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de outubro de 2018.

Se você não toma seu estado como um lar em Cristo, então você é um idiota e provinciano

1) De nada adianta você tomar o país como um lar se você não toma a província onde você mora como um lar, a ponto de servir de escola de nacionidade para os outros lugares do país.

2) Se eu não tomar o Rio de Janeiro como um lar, a ponto de servir de modelo para tomar o Brasil como um lar, então eu acabo favorecendo que as coisas estejam todas no Estado centralizado, a ponto de nada estar contra ele ou fora dele.

3.1) Veja o caso dos idiotas provincianos que votam em Bolsonaro, mas que vão eleger o Eduardo Paes para o governo do Estado do Rio de Janeiro.

3.2) De nada adianta eleger um presidente que promete acabar com o domínio petista se você elege um candidato a governador ligado a Lula e Cabral, essa quadrilha que foi pega na Lava-Jato. Isso é perda do senso das proporções - não posso eleger um bom presidente se elejo um mau governador, pois a polícia é de responsabilidade do governador.

4) Se você não tiver o senso de complementaridade, qualquer tentativa de mudança fica pela metade. Você precisa eleger candidatos ao governo do estado dispostos a cooperarem com a iniciativa de um bom presidente de acabar com essa criminalidade, pois o banditismo foi estimulado pelo PT.

5) Se você toma seu estado como seu lar, então você ensina a quem está na Lusitânia Dispersa a tomar o Brasil como um lar, apesar de estar distante de casa. E quando o Brasil um dia melhorar, essas pessoas certamente voltarão ao Brasil.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de outubro de 2018.

Notas sobre um tipo de idiota que não é fácil de ser percebido

1) Teve um que tentou me adicionar, outro fake como sempre, que diz que vai votar no Bolsonaro, mas que vai votar no Eduardo Paes, esse que fez parte da quadrilha de Lula e Cabral, que jurou ser um fiel soldado do exército desse marginal de nove dedos e que saqueou junto com os dois os cofres públicos da cidade e do estado, a ponto de gerar uma crise fiscal, a ponto de os servidores do município estarem a correr o risco de ficar sem receber os salários, tal como acontece com os servidores do estado. Enfim, de nada adianta votar num presidente que promete combater a criminalidade se você não vota num governador que faz parte da quadrilha pega na Lava-Jato e que despreza o povo de certas localidades do estado (como Maricá, por exemplo).

2) Como o sujeito não ama e não rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, bloqueei o cara. É como ser católico e votar em comunista. É por isso que não quero esses cânceres no meu círculo de amizade, que não mostram a sua verdadeira face e que ainda medem as coisas pela sua estupidez.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2018.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Por que não discuto com liberal em matéria de economia?

1) Uma coisa me passou pela cabeça: se Deus veio trazer vida em abundância, então por que a riqueza é medida pelo paradigma da escassez, já que o metal não se reproduz e não observa o princípio da organicidade, coisa que é própria da vida? Um bom príncipe e um bom rei fariam esse tipo de pergunta a todo economista liberal - e certamente eles fugiriam do problema porque não são treinados em questões metafísicas. 

2) O que os liberais vão responder, no máximo, é que o ouro é padrão universal de valor por conta de convenção humana. Mas, como isso pode ser convenção humana se cada um tem direito à sua verdade? Afinal, não é isso o que os liberais falam? 

3.1) A verdadeira convenção se mede pelo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que é a verdadeira medida de todas as coisas. 

3.2) Como Ele veio trazer vida em abundância, então o paradigma da escassez não é critério econômico, mas plutológico, coisa que leva a uma plutocracia, a um projeto de poder que leva a concentrar os poderes de usar, gozar e dispor dos bens da vida de modo que os piores membros da sociedade exerçam o papel de liderança, a ponto de se tornarem um modelo de mau comportamento sistemático para toda a sociedade, o que faz com que a terra acabe se desligando do Céu.

3.3) o verdadeiro critério econômico preza a vida eterna, pois o país deve ser tomado como um lar em Cristo a ponto de o maior número de pessoas possível ir para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

4.1) Gente como o Guedes não me engana, mas engana os que sustentam este regime fundado na tirania da maioria, pois a maioria está a conservar isto de maneira conveniente e dissociada da verdade, fazendo com que muitos estejam à esquerda do Pai neste aspecto.

4.2) A economia para essa gente não passa de uma técnica que é ensinada a alguns iniciados de tal modo que a riqueza se multiplique, observando algumas medidas pautadas no homem como a medida de todas as coisas, o que leva ao utilitarismo. E isso é plutologia e plutocracia, coisa que é pautada na gnose.

4.3) A organização de toda uma disciplina de estudos em verdadeira ciência depende de uma base metafísica, uma vez que a verdade não é minha, nem sua para ser chamada de nossa. E a produção de riquezas também observa esse mesmo princípio.

4.4.1) O racionalismo social leva a um a racionalismo sociológico, o que remete ao positivismo de Comte, que não admite a metafísica.

4.4.2) E neste ponto, a riqueza é vista como sinal de sinal de salvação, dividindo o mundo entre eleitos e condenados, de tal sorte que quem é condenado à pobreza de antemão está sujeito à danação eterna, uma vez que o homem, querendo ser Deus, tenta ser a medida de todas as coisas, a ponto de criar uma ordem pública onde a liberdade é servida com fins vazios, a ponto de relativizar a verdade, o verbo que se fez carne - e isso leva ao fascismo, ao nazismo e ao comunismo.

4.4.3) A metafísica não nega a ciência, uma vez que a verdadeira fé leva a investigação de todas as coisas que nos apontam para a conformidade com o Todo que vem de Deus, a ponto de conservarmos aquilo que é conveniente e sensato.

4.5.1) Por isso que não discuto com liberal - e os liberais só por isso já perdem o debate.

4.5.2) Desqualificar o debatedor por ser metafísico é no mínimo conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estar à esquerda do Pai, sistematicamente falando. Por isso que eles são revolucionários e nós não. Eles são capazes de apelar para a falácia ad hominem, uma vez que medem todos os homens com base no princípio de que o homem é a medida de todas as coisas - como eles são ricos no amor de si até o desprezo de Deus, eles nos acusam de estúpidos, quando na verdade tal insulto só revela a idiotia deles.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2018.