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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A verdade sobre a ciência política fundada em análise quantitativa dos votos

1) Stalin dizia que a quantidade de votos não importava - o que importava eram os escrutinadores, os que contam os votos. Esses podem ser intimidados ou manipulados.

2) Nenhuma investigação científica fundada na análise quantitativa de votos, tal como os americanos fazem, nos levará à verdade. Se o quantitativo atesta a mediocridade, então a pesquisa será falsa, pois é o conservantismo elevado à condição de pseudociência.

3) Agora, quando se faz uma análise quantitativa, fundada nos motivos determinantes que levaram a este ou aquele candidato a ser eleito ou não, a este ou aquele partido ser eleito ou não, e todas aquelas circunstâncias que norteiam a realidade da eleição, só aí você perceberá que você estará começando a chegar à verdade. É da análise qualitativa, fundada no senso de se tomar o país como se fosse um lar em Cristo, que você poderá fazer ciência séria, de modo a conservar aquilo que é sensato e bom por si mesmo, por se fundar na eternidade e na conformidade com o Todo que vem de Deus, em face a um a cenário geral de degenerescência civilizatória, provocada pela mentalidade revolucionária.

Fujam dos caricatos

1) Desde que comecei meus trabalhos no facebook, eu vejo como certas pessoas não passam de mera caricatura: Leonardo Pratas, José Arthur Sedrez e outros tantos conservantistas que só ficam falando asneira, em vez de pesquisar e analisar o que realmente está acontecendo.

2) Isso ficou mais evidente quando comecei a coletar dados e a comparar as coisas com base em postagens dos anos anteriores. Além disso, tenho fotografias de posts que comprovam ainda mais o que encontro nos dados.

4) Se essa gente fosse sensata e usasse as rede sociais com fins científicos, investigativos, eles perceberiam a verdade e aprenderiam a conservar a dor de Cristo a partir do mais básico: conservando o que é conveniente e sensato. E ao conservar sistematicamente isso, essa mesma gente perceberia que está na estrada que foi preparada para o Cristo passar - a estrada que nos leva à verdadeira liberdade, assim como a verdadeira ordem decorrente disso: o liberalismo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus. Como isso leva à excelência, à magnificência, então o verdadeiro conservadorismo poderá ser praticado, fundado tanto na dor de Cristo quanto nas pontes que ligam a Terra ao Céu.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 18 de dezembro de 2015 (data da postagem original)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

A política fundada no alto dos céus não cansa o pregador, pois Cristo garante o repouso.

1) Há quem diga que acompanhar política por 24 horas é coisa de maluco.

2) Bom, se você tomar esta circunstância, decorrente deste mundo deste mundo descristianizado, como se fosse coisa, eu posso dizer que você tem razão, pois é deprimente e doente. Ela decorre da mentalidade revolucionária.

3) Agora, como já falei certa ocasião, política se faz do alto dos céus, promovendo na Terra aquilo que Cristo amou e rejeitou, na tentativa de tomar este país como se fosse um lar, apesar dos vícios desta República. É a Igreja militante operacionalizando aquilo que decorreu do poder das chaves.

4) Com base nisso, que me leva à conformidade com o Todo que vem de Deus, eu posso falar em política o dia inteiro, o tempo todo, sem me cansar, pois estou servindo a Cristo. Afinal, o padre não vive a vida servindo a Cristo, quando trabalha em sua paróquia? Eu, como leigo, eu faço o meu trabalho, dentro da ordem temporal. Quando um e outro se encontram, aí temos a aliança do altar com o trono, coisa que se edificou desde Ourique, por força de milagre.

Matem o mal por asfixia

1) Pessoal, lembrem do que o Olavo falou: botem pressão.

2) Um grupo ficou na casa do Fachin - e funcionou. Agora, botem pressão nas casas dos desembargadores, de modo a reverter essa medida.

3) E não esqueçam: pressão na casa do zé toguinha ou da maria togada que tomou tal medida teratológica, abusiva. Joguem ovos e tomates na casa dessa pessoa, pois o que essa pessoa fez foi sujeira; chamem-na de todos os nomes possíveis e imagináveis, pois ela foi tudo, menos julgador/ julgadora neste feito. Claro, mantenham o decoro - nada de chamá-la de "vadia" ou "vagabunda", se for mulher; basta de chamá-la de tudo que é fora daquilo que se espera naturalmente de quem veste uma toga.

4) Como tal medida é ofensa direita à Constituição, houve abuso de autoridade: por isso, pressão na casa dos que vão eventualmente julgar o caso no Conselho Nacional de Justiça, de modo a que essa criatura seja punida e banida, pois esse ser desonrou a toga que veste.

5) Façam o que devem ser feito - matem o mal por asfixia.

O marco civil tem sua força por conta da economia concessionada

1) O fundamento para as operadoras obedecerem a essa decisão teratológica está no fato de que o serviço é concessionado. Se houvesse desobediência, a concessão seria cassada e o governo encamparia o serviço, gerando mais totalitarismo.

2) Se fosse como nos EUA, em que a atividade se rege com base no Direito Privado, haveria não só flagrante violação da constituição, como também violação dos direitos civis e naturais da população.

3) Serviços de tal natureza não podem ser regulados. Quem criou isso foram os militares - e a Nova República, essencialmente esquerdista, conservou isso conveniente, ainda que dissociado da verdade.

4) Quando algo é servido à massa, de maneira impessoal, ele será retirado da massa subitamente, por conta de oportunidade e conveniência. Basta uma penada - pois a constituição para um comunista não passa de uma folha de papel; de um preconceito burguês, como diria Marx, no Manifesto Comunista.

5) Tudo que é servido com base no amor ao dinheiro é precário e vazio. Se querem liberdade, sirvam a quem vos é mais próximo - e aos poucos isso vai se expandindo, até gerar uma força tão substancial, tão poderosa, em que a agressão a um afeta a todos os outros - e essa força se chama solidariedade, que é um dos subprodutos da amizade, em que as pessoas amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por fundamento aquilo que Cristo amou e rejeitou. Sem Cristo, a liberdade fica só abstrata, ditada por uma folha de papel.

Reagindo ao arbítrio de bom humor

1) Se eu ficasse 48 horas sem facebook, por força de decisão teratológica de um zé toguinha ou de uma maria togada, eu ficaria jogando meus jogos favoritos, iria à missa mais vezes, faria mais orações, mais meditações e assistira mais jogos por streaming. Só tiraria uma férias merecidas, apesar de forçadas - e iria aproveitá-las muito bem.

2) Se o governo acha que me reprimiu só por conta da suspensão das minhas atividades online, ele está muito enganado. O que apareceu foi só uma oportunidade para fazer outras coisas - e cedo ou tarde, as ações autoritárias do governo, com base no marco civil, só resultarão na derrocada desse governo nefasto e autoritário como também no reforço da necessidade de nos mantermos vigilantes quanto a isso, pois a liberdade online foi a única que nos sobrou - e ela está fazendo uma enorme diferença.

3) Eu não sou o único que faço o que faço - há outros, além de mim. Embora eu seja importante para a minha base de contatos, sempre vai haver alguém que vai me substituir, a partir do momento em que sofrer o arbítrio, de modo a continuar o trabalho que comecei. Se o meu trabalho se funda no Reino de Deus, então ele não terá fim.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Notas sobre conservadorismo metodológico

1) Do jeito como estou a trabalhar no facebook, eu tenho começado a observar que o meu mural está se tornando mais relevante do que muitos grupos por aí - estou vendo que o número de pessoas que estão acompanhando o meu mural no face e compartilhando as matérias importantes que posto está crescendo e muito. Até porque só estou adicionando gente que pode me acrescentar alguma coisa, enquanto os grupos adicionam qualquer interessado, sem avaliar se este pode acrescentar alguma coisa ao grupo ou se é algum infiltrado que vai sabotar o trabalho desde dentro. Eis aí porque o personalismo, e não a impessoalidade, é tão importante, de modo a se tomar o país como se fosse um lar em Cristo.

2) A diferença, por conta da metodologia de trabalho, é gigantesca: enquanto a qualidade do meu trabalho tende a melhorar e muito, a desses grupos tende a ficar ruim, por conta do fato de que não observam a lição mais básica de Aristóteles: amigo é quem ama e rejeita as mesmas coisas. Se Cristo não for o fundamento disso, conservarão o que é conveniente e dissociado da verdade.

3) Por isso que estou me retirando cada vez mais dos grupos e focando mais as pessoas que podem me acrescentar alguma coisa. E é assim que vou crescendo.

4) Por isso mesmo, continuem me indicando para os seus melhores. Continuarei servindo a vocês da melhor forma possível.