1) Eu vejo que algumas pessoas, nestes tempos atuais, estão usando o seguinte termo: fulana de tal é "do job", não no sentido de que ela é do trabalho ou se santifica através do trabalho, mas porque pratica cenas dantescas de republicanismo explícito - entre os monarquistas, que têm a imagem da Revolução Francesa já cristalizada na mente, há o seguinte mote: "a república é a mãe de todas as prostitutas".
2) Isso é um verdadeiro horror metafísico. A maior prova disso é o que acontece em Brasília, neste final de terceiro mandato do Presidente Lula: ela é uma cidade movida a corrupção e trocas de favores - e o sexo com garotas de programa, incluindo refugiadas da Guerra da Ucrânia, virou moeda de troca nesse toma-lá-dá-cá sistemático.
3) Este cenário de pura decadência só nos permite antever que a mudança de regime virá daqui a algumas gerações: conforme o povo vai sendo cultivado na sua verdadeira História, já que ela é o fundamento da liberdade nos méritos de Cristo, mais o povo se torna católico e pró-monarquia. Nesse sentido, uma janela se abriu para o seminário dessas idéias em sala de aula, nas universidades, nos ambientes entre amigos, nos ambientes de trabalho. Isso não pode ser feito na rua ainda, mas poder ser feito de modo reservado, já que há algumas pessoas sensatas neste mundo dispostas a ouvir e elas necessariamente não estão na rede social acompanhando a luta política diária. A catequese nesse sentido deve se dar de forma reservada - e o momento pede que isso se faça fora da rede social, pois já há um movimento de direita nas redes sociais acenando para a tomada das universidades, sobretudo as universidades públicas.
4) Quando acontecer esse novo brazilian takeover, tal como aconteceu no Orkut em 2004, aí eu passo a freqüentar esses ambientes na qualidade de aluno-ouvinte, oferecendo meus serviços de livreiro e de escritor, de forma reservada, a quem estiver ouvindo neste sentido.
5) Neste sentido, a verdadeira rede social já começa a ser construída, pois quando eu recriar meu facebook, eu vou deixar bem claro que meu perfil só é voltado para católicos e pró-monarquia, uma vez que não-católicos e pessoas refratárias à causa monárquica serão rejeitados de antemão. Talvez eu tenha de criar um segundo perfil, voltado para os não-contemplados do primeiro, não porque eu os odeie, mas porque o primeiro perfil é voltado para trabalho de militância, de guerra política, cultural e civilizatória, tal como eu fiz ao longo de 19 anos durante a minha primeira passagem naquela rede social - e se a pessoa não se enquadra nas exigências do perfil, é melhor não fazer parte dele, pois estará ocupando o espaço de alguém que pode contribuir futuramente e que ainda não chegou.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2026 (data da postagem original).
Nenhum comentário:
Postar um comentário