1.1) Nas atuais condições, um bom computador de trabalho custa em torno de três mil reais.
1.2) Considerando que meu trabalho tem se mostrado extremamente produtivo, já que tenho estado a escrever bastante, esse computador se autopaga em menos de 2 anos de trabalho, uma vez que eu ganho 200 reais por mês de doação (R$ 2.400,00/ano).
2.1) É mais ou menos a lógica do motorista, que troca de carro após uns trinta ou quarenta mil quilômetros rodados (ou dois ou três anos de uso).
2.2) Para um escritor como eu, posso trocar de computador uma vez a cada cinco ou seis anos de uso, uma vez que uso este instrumento para trabalhar e para santificar meus leitores através do meu trabalho, tornando-os mais inteligentes e mais amigos de Deus, mais santos. Os jogos que compro neste ano vão rodar que é uma beleza nos computadores seguintes. Tudo o que tenho a fazer é trabalhar, da forma como venho fazendo. Se tivesse mais doadores, em questão de meses a nova aquisição se autopagaria.
2.3) Parando para pensar, não é preciso ter um computador gamer, a menos que eu seja um jogador profissional de videogame, coisa que eu não sou. Se eu fosse jogador profissional, eu teria de trocar de computador duas vezes por ano, em razão do constante avanço da tecnologia - e isso é um desperdício de dinheiro.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2019 (data da postagem original).
Da liberdade de imprensa num ambiente católico
1.1) Em si, a frase "imprensa se combate com imprensa" não está errada.
1.2) O requisito para essa frase ser realidade se dá numa ordem onde a liberdade e a verdade caminhem de mãos juntas, tal como foi proposto na Libertas Praestantissimum. E isso se dá num Estado que se submete aos ensinamentos da Igreja e serve a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique. Por essa razão, a única imprensa confiável era a Imprensa Régia, tal como havia no tempo em que éramos parte do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
2.1) Escrever para o próximo é um ato de caridade, fora que é serviço, uma vez que o escritor e os leitores se encontram num ambiente aberto, a ponto de haver um mercado moral onde os leitores remuneram os escritores por conta da prestação de serviço fundada na verdade. Afinal, eu posso me santificar através do meu trabalho, que é escrever - ao fazer isso, eu santifico quem me lê.
2.2) Num ambiente realmente católico, se houver uma inverdade publicada no jornal, que ela seja combatida com a verdade, pois a correção fraterna se faz necessária; onde houver mentira e desinformação, a ponto de haver revolta contra a Igreja e contra o Estado que se submete a ela, a solução é processo e pena capital, pois é uma verdadeira ofensa a Cristo.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2019.
Comentários a uma fala de Sua Majestade, o Imperador D. Pedro II
1) D. Pedro II dizia que "imprensa se combate com imprensa".
2.1) Se os meios de imprensa já na época eram propriedade dos maçons, então eles certamente iriam mentir em nome da verdade, conservando tudo o que era conveniente de modo que essa mentira tomasse o poder.
2.2) E contra mentira, a solução não é mentir, a ponto de se pagar o mal com o mal - a solução para esses casos é processo mesmo, a ponto de os jornalistas e, solidariamente, o proprietário do jornal serem responsabilizados pela ação criminosa, uma vez que são cúmplices, já que a maioria dos jornais eram e ainda são de propriedade dos maçons, em sua maior parte.
3.1) Nestes tempos atuais, onde o banditismo tomou conta de tudo, tem valido mais a pena fazer valer o exercício arbitrário das próprias razões contra os que praticam crimes de imprensa, sobretudo nos rincões.
3.2.1) O Brasil é o lugar onde mais se mata jornalista no mundo.
3.2.2) Se já naquela época o pensamento do Imperador era fora da realidade, o que se pode dizer desta atual época? A civilidade já foi para o brejo, uma vez que estamos vivendo a fase mais radical de todo esse processo revolucionário iniciado desde o dia 7 de setembro de 1822, com a mentirosa alegação de que o Brasil foi colônia de Portugal. Tudo o que começa na mentira sempre termina mal.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2019 (data da postagem original).
2.1) Se os meios de imprensa já na época eram propriedade dos maçons, então eles certamente iriam mentir em nome da verdade, conservando tudo o que era conveniente de modo que essa mentira tomasse o poder.
2.2) E contra mentira, a solução não é mentir, a ponto de se pagar o mal com o mal - a solução para esses casos é processo mesmo, a ponto de os jornalistas e, solidariamente, o proprietário do jornal serem responsabilizados pela ação criminosa, uma vez que são cúmplices, já que a maioria dos jornais eram e ainda são de propriedade dos maçons, em sua maior parte.
3.1) Nestes tempos atuais, onde o banditismo tomou conta de tudo, tem valido mais a pena fazer valer o exercício arbitrário das próprias razões contra os que praticam crimes de imprensa, sobretudo nos rincões.
3.2.1) O Brasil é o lugar onde mais se mata jornalista no mundo.
3.2.2) Se já naquela época o pensamento do Imperador era fora da realidade, o que se pode dizer desta atual época? A civilidade já foi para o brejo, uma vez que estamos vivendo a fase mais radical de todo esse processo revolucionário iniciado desde o dia 7 de setembro de 1822, com a mentirosa alegação de que o Brasil foi colônia de Portugal. Tudo o que começa na mentira sempre termina mal.
José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2019 (data da postagem original).