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sábado, 26 de setembro de 2020

Da água e do óleo no movimento monárquico

1) Unir a direita a todo e qualquer custo não é solução, uma vez que juntar quem conserva a dor de Cristo com quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade é o mesmo que querer misturar água e óleo: eles não se misturam, ontologicamente falando.

2) No movimento monárquico, a imiscibilidade da água e do óleo se dá entre os conservantistas - leais ao império maçônico, forjado em 1822 a partir de um golpe que se deu contra a vassalagem entre Cristo e o Rei de Portugal e que se transmutou nesta república criminosa - e os ouriqueanos, que estão estudando a sério a verdadeira História do Brasil a partir da História de Portugal, sem as falsificações propostas por von Martius, escritas em seu trabalho "Como devemos escrever a História do Brasil".

3) Essa divisão fundada na verdade, essa água e óleo, é saudável, visto que haverá apenas dois partidos e somente dois: o partido brasileiro, leal a essa falsa narrativa - a ponto de estar à esquerda do Pai, nos mesmos moldes do Partido Democrata -  e o partido português, fundado no lastro de que somos monarquistas porque somos portugueses, da forma como foi pensada por Antônio Sardinha em sua Teoria Geral das Cortes.  E a monarquia portuguesa é respaldada na virtude republicana - por isso mesmo, seria como se fosse o Partido Republicano nos EUA.

4.1) Afinal, nossa tradição se funda em servir a Cristo em terras distantes e persistimos leais nessa missão porque conservamos a dor de Cristo em nossas memórias, quando Cristo faz Santa Habitação em nós através da Santa Eucaristia. 

4.2) Por isso mesmo, a base do partido português sempre será Deus, Pátria e Família, sendo o Rei, o vassalo de Cristo, o chefe dessa grande família que está em cinco continentes: no caso ,o império que Cristo quis criar para Si em Ourique.

5.1) O ponto nevrálgico que revela essa água e óleo é o argumento de que o Brasil foi colônia. Quando este argumento ideológico cair por terra, o velho partido brasileiro dará lugar a um novo partido brasileiro a ponto de enxergar o partido português como um espelho de seu próprio eu. 

5.2) A luta de classes dará lugar a uma concórdia entre as classes e gerará uma política voltada para o bem comum desta terra, a ponto de ser tomada como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo. Afinal, o Brasil é a jóia do Império criado para Cristo em Ourique, não uma colônia

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2020.

Lógica do absurdo: como o ECA faz o bandido limpar-se na própria merda

1) No norte do país, beque é o nome que costuma ser dado ao porco do mato, a capivara.

2) Na linguagem policial, capivara é o nome que se dá à ficha criminal do sujeito. Considerando que capivara é um comedor de capim e que capim é dinheiro, então o sujeito à solta é um sério prejuízo ao erário e à economia popular, já que ele corrói o tecido social, por ser uma praga que precisa ser exterminada.

3.1) Quando estava estudando para concurso público, eu tomei conhecimento de que o menor infrator, quando completa 18 anos, ele fica com a ficha limpinha, como se não tivesse cometido crime nenhum. 

3.2) Como beque, a capivara, é o outro nome da ficha criminal, então o ECA em certo sentido dá ao menor de idade o direito de fumar um beque, usando sua folha corrida como alimento para o fogo. Não é à toa que o ECA lembra o comunismo: os bandidos se limpam na própria merda que fazem.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2020 (data da postagem original).

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Sobre a questão da Era de Virgem e a reconciliação da Alemanha de Lutero com a fé verdadeira

1.1) Muitos têm falado, a partir de Voegelin, de um tempo mariano, um tempo de glórias do Cristianismo, uma vez superada a fé metastática da mentalidade revolucionária tanto positivista quanto comunista.

1.2) Esse tempo mariano descrito em Voegelin constitui a Era de Virgem - ela tem relação com reconciliação da Alemanha com a verdadeira fé, uma vez que o homem que abriu a caixa de pandora, Lutero, era devoto da Virgem Maria. Por isso, no dizer de Ortega y Gasset, o pensamento de Voegelin se funda numa teoria cuja aplicação só tem sentido na própria Alemanha, onde essa realidade faz sentido.

2.1) Esta descrição do cenário de Voegelin não se aplica à realidade que decorre a partir de Ourique. 

2.2) Estamos na Era de Peixes, sendo que os conservantistas querem por forças humanas retornar à Era de Aquário. Até o mundo português atingir a era de Virgem, muitas outras eras na história precisam acontecer. Não podemos fazer supressões de eras suprimindo as casas do zodíaco, pois isso leva a uma iconoclastia que destrói muito conhecimento que poderia advir da ordem simbólica e cosmológica.

3.1) Não que eu despreze a opinião de Voegelin, mas se a pessoa não estuda o verdadeiro fundamento pelo qual o Brasil foi fundado, então ela vai se sentir deslocada em relação ao seu jeito de ser, a ponto de ter seu imaginário colonizado por outras idéias que não aquelas que decorrem da religião verdadeira. É o que acontece com esta direita que estuda muito Voegelin já nutrida pelo imaginário de que o Brasil foi colônia. Ela jamais encontrará o Crucificado de Ourique - eles imaginarão uma outra utopia tão perigosa quanto a utopia revolucionária dos comunistas e dos positivistas. O império do impérios dos mundo dará lugar a outro tipo de loucura, se o Brasil não for reconectado ao que se fundou em Ourique. 

3.2.1) Eis as graves conseqüências de se estudar uma ordem de ser importada, totalmente deslocada da nossa razão de ser. Símbolos não migram - por essa razão, estamos deslocados da nossa realidade, a ponto de nosso país perder o seu completo sentido, desde que foi fundado em Ourique . 

3.2.2) O verdadeiro conhecimento de História terá de vir de uma profunda logoterapia espiritual de modo a recuperar sua verdadeira ordem, sua verdadeira razão de ser. E os símbolos estranhos precisam ser retrabalhados de tal maneira que as coisas façam sentido no Crucificado de Ourique. 

3.2.3) A maior prova desses signos retrabalhados está na aparição de Nossa Senhora de Fátima, que conectou nossa realidade metafísica àquela realidade metafísica advinda da Revolução Protestante, que desaguou no comunismo. Sem o devido estudo Cristológico, a ponto de conectar todas as coisas em Cristo, o estudo do pensamento de Voegelin não passará de uma moda passageira

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2020 (data da postagem original).

O império dos malucos um dia perecerá

1) Maluco é relativo às ilhas de Maluco, antigo nome das ilhas Molucas, a terra das especiarias. Maluco vem de Jazirat al-Muluk, pois o nome dessa terra, em árabe, se chama "ilha dos reis".

2) A pessoa que sofre de transtorno de personalidade narcisista, como a Joice Hasselmann acha que tem o rei na barriga, pois ela é tão cheia de si que despreza todos os planos de Deus para o país desde Ourique. Por isso mesmo, ela é maluca, pois ela vive isolada em relação ao resto da sociedade e ao destino histórico desta terra, além de querer levar a todos a esse mesmo isolamento onde se encontra, já que ela se encontra espiritualmente numa ilha.

3.1) Não é à toa que gente desse naipe colabora com qualquer um desses três esquemas globalistas: o esquema islâmico, o russo-chinês e o metacapitalista. 

3.2) Como todos eles se fundam no animal que mente, que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, então tais impérios de domínio um dia perecerão. No final, sobrará um e apenas um: o Império de cultura que foi criado para Cristo a partir da propagação da fé, cujo marco inicial se dá no milagre de Ourique. Quando esse império conquistar o mundo, estará pronto todo o caminho para a segunda vinda do Cristo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2020.

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https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2020/09/consideracoes-sobre-as-vilas-os-burgos.html

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Da eucaristia como alimento que converte a alma de um canibal

1) Definitivamente, Rodrigo Maia não serve nem como alimento para os índios antropófagos, de tão pérfido que o sujeito é.

2) Considerando que esses índios acreditam que vão assimilar as qualidades do devorado, se comerem da carne do sujeito, então não seria boa idéia oferecer um comunista como alimento, dado que ele é alimento estragado até a alma, o que resume bem a essência de sua pessoa.

3) Seria mais sensato oferecer o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem como alimento. Ele mesmo disse que, se não comermos de sua carne e se não bebermos de seu sangue, não seremos como Ele - e isso é perfeito para a conversão desses índios.

4) Uma vez alimentados do corpo e do sangue de Cristo, os índios antropófagos se tornam cristãos e mudam todo o seu jeito de ser, a ponto de serem integrados na sociedade, a ponto de amarem e rejeitarem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

5) Se os índios são crianças espirituais, então devemos entrar na missa com a mesma disposição que eles tiveram quando aceitaram se alimentar do corpo e do sangue de Cristo, a ponto de se emendarem de seus pecados.

José Octavio Detttmann

Rio de Janeiro, 22 de setembro de 2020.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Notas sobre a gênese de uma companhia de comércio

1) É verdade conhecida que a união faz a força.

2) Quando companheiros de uma mesma guilda se associam de modo a estabelecer uma atividade econômica organizada no tocante a colaborar com o propósito de que devemos servir a Cristo em terras distantes buscando a santificação através do trabalho, então está criada a companhia de comércio. Nela, a produção de riquezas assume um caráter salvífico, pois isso vai fazer as pessoas tomarem o país que fornece essas riquezas ser tomado como um lar em Cristo, a ponto de todos, produtores e consumidores, irem para a pátria definitiva que se dá no Céu, uma vez que a economia de mercado é a economia do encontro do Cristo-príncipe com os Crístos-necessitados, nunca uma economia de sujeição, de dominação, fundada em algum animal que mente. Como Deus é provedor, então por meio de mãos humanas ligadas ao vassalo de Cristo que ele instituiu em Portugal, Ele fornecerá alimentos e pequenos luxos aos necessitados de Cristo, a ponto de toda essa glória se fundar nos méritos de Cristo.

3) A companhia de comércio, quando faz disso missão salvífica, ela faz feitos de empresa, a ponto de escrever páginas de páginas da história da civilização por conta disso. 

4.1) É graças a companhias de comércio que cidades passam a ter cartas de franquia e províncias passam a ser organizadas, a ponto de a cidade que lhe serve de sede ser tomada como referência, a ponto de ser capital da província, sua cidade-modelo. 

4.2) Afinal, a província é uma escola de nacionidade em matéria local. E o local aponta para o universal, já que o Todo é maior que a soma das partes, posto que isso se funda no verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. 

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 18 de setembro de 2020.

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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Da natureza jurídica da Lei da Boa Razão

1) A lei da Boa Razão é uma lei portuguesa da época em que D. José, pai da rainha D. Maria I, era rei de Portugal e dos Algarves. Ela tinha um dispositivo interessante: toda legislação romana, civil ou criminal, que fosse contrária ao cristianismo tinha uma boa razão para não ser aplicada.

2.1) Esta lei é mais do que uma lei ordinária e está acima de toda e qualquer lei orgânica onde o Estado é pensado no homem, pelo homem e para o homem, enquanto animal que mente, uma vez que ela está fundada no verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. 

2.2) Ela está no rol da lei natural, posto que a própria natureza e nos incutiu a idéia de Deus. Ela tem natureza de direito natural positivado porque o Rei de Portugal, enquanto vassalo de Cristo, legislou de tal maneira a fazer a dar pleno cumprimento à missão de fazer com que sirvamos a Cristo em terras distantes sem criar conflitos de interesses qualificados pela pretensão resistida, uma vez que a autoridade aperfeiçoa a liberdade.E neste ponto, o vassalo de Cristo criou as pontes políticas necessárias para fazer vários povos amarem e rejeitarem as mesmas coisas tendo por Cristo a ponto de tomar este império para Cristo criado como seu lar, a ponto de se preparar para  o Céu, para a pátria definitiva.

2.3)  Isso passou a ser uma verdade de fé deste império,a ponto de ser uma boa razão que constitui todas as coisas para que tomemos o país como um lar em Cristo,criando assim um Direito Constitucional Natural consoante ao nosso sentido histórico, ao nosso mitologema. Por isso, a natureza jurídica da lei da boa razão só pode ser entendida se você entender a verdadeira Hstória do Brasil e estudar o direito desta terra dentro desta razão de ser salvífica, em Cristo fundada. Eis o verdadeiro law of the land que devemos estudar.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2020.