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segunda-feira, 25 de março de 2019

Não me queiram como inimigo que será pior

1) Meu amigo Rodrigo, ao me ver rodar a baiana diante do meu professor de Tributário em plena sala de aula, na frente de todo mundo, me disse que não queria me ter por inimigo.

2) Os conservantistas de facebook, que se sentem ofendidinhos quando eu marco 99 pessoas sistematicamente no facebook, não sabem do que sou capaz quando me têm por inimigo.

3) Acho melhor vocês perguntarem ao meu professor de Tributário, Aurélio Pitanga Seixas Filho, o que eu fiz com ele. Só sei que ele meteu galho dentro depois que ele me sacaneou em sala de aula.

4) Entendam de uma vez por todas: ser bloqueado por mim é até lucro, diga-se de passagem. Se eu por acaso encontrá-lo pessoalmente na rua, não espere que eu vá tratá-lo com flores e abelhinhas. O país não é grande o bastante para nós dois e vou fazê-lo lembrar disso sempre, se você escolheu ser meu inimigo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

Das razões pelas quais meu método funciona

1) Se marcar 99 pessoas, tal como faço, é desagradável, então vaza, criatura.

2.1) Dizer a verdade pode ser desagradável - eu me alimento das vaias deste mundo, não dos aplausos.

2.2) O céu está em festa quando você me deleta. Se você fosse católico de verdade, saberia muito bem o que falo. Somos chatos, mas chatos caridosos. E me orgulho de ser um chato neste aspecto!
José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

Virando a própria mesa

1) Posso lançar duas versões do meu meu trabalho: o ebook, que tem tendência interativa, e o livro tradicional, onde faço as citações da forma tradicional e a pessoa vai se virando para encontrar o material que eu cito.

2) O mundo lança ebook da mesma forma como lança livros tradicionais, por isso que eu não compro ebooks. Se os ebooks fossem interativos, aí eu compraria.

3) Como o pessoal parece não se importar com isso, então eu vou lançar o ebook com citações tradicionais. Só que não vou gerá-lo eletronicamente. Eu vou criar esse ebook a partir da digitalização de um impresso que vou mandar pra gráfica, tal como faço com os livros dos outros. Assim, eu consigo 40 mega num livro - o que é ideal para file-sharing remunerado.

4.1) Botando isso no uploadboy, eu consigo milhares de downloads, visto que adquiri reputação de excelente escritor entre meus leitores - e as pessoas vão me remunerando através de um simples download.

4.2) Se eles quiserem ebook na forma interativa, eles precisariam comprar o download - as pessoas teriam acesso ao link da dropbox e poderiam interagir comigo, tal como numa festa paroquial, onde as conversas são sempre animadas.

4.3) Se essas pessoas fossem sensatas, teriam acesso a notícias, aos livros que digitalizei e muitas outras coisas, uma vez que clicariam nesses links, me remunerando ainda mais por isso. Pelo menos, é esta maneira como penso o ebook: de nada adianta tê-lo, se ele não é interativo.

5.1) O Bezos e a política liberal dos direitos autorais lesam todo mundo. Tudo isso fomenta impessoalidade - depois que a compra do livro se consuma, minha relação com os leitores acaba, pois ela se fundou no amor próprio, cujo sistema essa gente maldita fomentou.

5.2) A beleza da rede social é a partilha do conhecimento e a doação, uma vez que a internet foi inventada por um cristão. Parece que o pessoal não percebe a tolice que é comprar um ebook da amazon, que não se difere e muito de um livro impresso. Parece que o pessoal gosta mesmo de ser enganado. Por isso que evito o mundo, o diabo e a carne - tanto é que aprendi a digitalizar livros sozinho e a trabalhar da forma como sempre trabalhei, que não é nem um pouco ortodoxa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

Do potencial do file-sharing remunerado, nas minhas atuais circunstâncias

1) Desde que o uploading.com suspendeu seu programa de file-sharing remunerado, meu foco tem sido escrever profissionalmente. Como atuo na rede social, então meus leitores são meus consumidores, meus clientes.

2.1) Conforme vou construindo minha rede com o melhor material humano disponível, mais vou expandindo o meu trabalho, a ponto de preencher todas as 5 mil vagas do meu perfil da melhor maneira possível. Evidentemente, optei pelo caminho mais difícil, mas é o que vai me trazer mais benefício pessoal a longo prazo.

2.2) Eis a essência da riqueza que vem das redes sociais - além do dinheiro colhido em forma de doação ou em forma de livros, vou me enriquecendo ao lidar com gente inteligente o tempo todo, a ponto de escrever mais e melhor, conforme vou estudando o pensamento dos meus pares. E, dependendo da circunstância, eu acabo me tornando uma espécie de corretor espiritual, pois acabo fazendo com que A e B se unam, por conta de me terem como amigo em comum. É assim que os nós vão se estreitando.

2.3.1) Se o uploading,com não tivesse extinguido seu programa de file-sharing remunerado, eu poderia ter colocado meus downloads de modo a faturar ainda mais dinheiro com ele.

2.3.2) Na época em que ele estava em atividade, eu estava ganhando 8 dólares por mil downloads. Se o programa ainda existisse, sempre que terminasse de digitalizar um novo livro, eu marcava 99 pessoas e as pessoas todas baixariam os meus livros. Como é possível haver 10 ou 20 pessoas a mais por contato visualizando o meu produto, é provável que eu ganhasse 7,92 dólares de imediato. Se minha rede fosse mais participativa, eu poderia ganhar muito mais dinheiro dessa forma. 

2.3.3) Para meu consolo, o uploadboy sucedeu ao uploading.com nessa minha antiga forma de ganhar dinheiro. Mas, ao contrário do antecessor, o este site faz discriminação geográfica - por isso, não vou ganhar muito dinheiro de downloads vindos da minha terra, o Brasil. Por isso, vou precisar trabalhar na construção de redes nos EUA e na Europa - e isso toma tempo, pois precisaria tomar vários lugares como um mesmo lar em Cristo de modo a viabilizar esse mercado.

2.3.4) Que falta faz o dinheiro que ganhava do uploading.com, sobretudo neste momento em que me encontro! A pessoa clicava nos links, baixava os livros que digitalizava e eu ganhava um pouco de dinheiro com os downloads. Graças as aulas que eu partilhava do Curso Glioche, eu pude comprar alguns livros dos EUA, como o Belonging in the Two Berlins, de John Borneman, que se mostrou essencial às minhas pesquisas sobre nacionismo. Graças a esse livro, eu escrevi muitos artigos, quando passei a escrever profissionalmente, a partir de 2014.

3.1) Enfim, esses mecanismos discretos de remuneração sempre me ajudaram a progredir e muito, sobretudo num país onde a cultura de doação inexiste, pois o Brasil não é como os EUA

3.2.1) Para que eu possa prosperar nesse mercado, eu vou precisar construir uma rede muito grande de modo a ganhar um bom dinheiro com ele - e isso eu não tenho, no momento.


3.2.2) O jeito é seguir da forma como eu venho fazendo: escrever e escrever a ponto de fazer a rede crescer cada vez mais e melhor, sustentada pela qualidade de pessoas sérias, realmente interessadas naquilo que tenho a dizer.

3.2.3) Quando tiver um bom público, eu organizo uma coletânea das minhas postagens, coloco o link para download e ganho meu dinheiro por meio do file-sharing remunerado, já que eu precisaria de uma legião de pessoas muito santas para me manterem com doações - e isso é difícil.


José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

Por que ser brasileiro é um castigo?

Uma americana me disse o seguinte:

_ Go and greet Neymar for me! (Vá e saúde Neymar por mim!)

1) Saudar Neymar é saudar a mandioca como uma das maiores conquistas do Brasil. Bloqueei a pessoa na hora.

2) Embora eu tenha nascido e me criado no Brasil, gente como ele não me representa.

3.1) Eis o que dá lidar com gente que não sabe a nada a respeito de nossa história. Gente como Senna, Gustavo Kuerten e D. Pedro II representam melhor meu país do que essa gente. 

3.2) Há quem parta para as vias de fato por questões menores como esta, mas vou deixar para fazer isso em questões de vida ou morte, como a defesa do Governo Bolsonaro ou mesmo o avanço da Lava-Jato.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de março de 2019.

sábado, 23 de março de 2019

Marcar sistematicamente pessoas é bombardeio cultural e espiritual - uma arma de edificação em massa

1.1) No civilization 6, dependendo da civilização com a qual você esteja jogando, certas construções permitem que você abocanhe um bom pedaço do mapa de modo a expandir o seu território. Trata-se da chamada bomba cultural.

1.2) Se o Estado de Minas Gerais fosse uma civilização no jogo, então construir minas de modo a obter mais produção dos vales e das montanhas faria o seu território se expandir e muito. A construção de minas, neste aspecto, seria uma espécie de bomba cultural.

2.1) Em termos de rede social, se você escrever algo de valor, fundado na conformidade com o Todo que vem de Deus, marque todas as pessoas que puder.

2.2) Servir verdade a quem deseja ouvi-la é uma bomba cultural, uma bomba de metanóia. E esta bomba pode ser tão poderosa quanto uma bomba atômica. Mas, o propósito dessa bomba não é destruir - o propósito dela é semear boa consciência nas pessoas de modo que elas passem a amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de março de 2019.

Não discuta com asno - apenas desmonte publicamente a asnice dita marcando sistematicamente as pessoas

1) Sempre veja a declaração de um asno como uma oportunidade de se responder com sabedoria às coisas ditas por ele, de modo que isso faça com que as pessoas todas parem de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade e passem a conservar aquilo que decorre da dor de Cristo, uma vez que seremos livres n'Ele, por Ele e para Ele de modo a provarmos das coisas e ficarmos com o que é conveniente e sensato.

2.1) Quando um asno vem ao meu mural dizer asneira, eu o bloqueio - a alma dessa pessoa é tão fechada para Deus que nem vale à pena discutir com ela. A única coisa que pode ser carregada é o que foi dito: e isso precisa ser desmontado na frente de todos - e esta é uma boa razão para se marcar 99 pessoas.

2.2) Não é preciso dizer o nome dos asnos, uma vez que eles morreram para Cristo - e promover jumento é dar glória a quem não é digno de comer da carne e de beber do sangue derramado e fundado no verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que morreu de modo que nossos pecados fossem perdoados.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 23 de março de 2019.