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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Nunca usem os créditos publicitários do facebook

1) Ontem, eu usei um voucher do facebook para promover minha página de escritor.

2) Atraí todo tipo de pessoa - atraí esquerdistas, protestantes, espíritas - hereges e loucos de todo gênero. Antes que me fizessem patrulhamento ideológico, bani a todos de minha página.

3.1) Meu conselho a quem me lê é o seguinte: nunca use isso. Siga o mesmo caminho que sigo: poste o que você escreveu nos perfis dos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Embora você fique limitado a 99 pessoas, é melhor do que nada. Você atrai mais gente qualificada ainda - e se vier algum herege, você bloqueia.

3.2.1) Eu não adiciono esquerdistas - e incluo liberais e gente que não é católica como gente que está à esquerda do Pai, daquilo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus, uma vez que não tenho habilidade para converter alguém do protestantismo para o catolicismo - até porque não estudei para isso.

3.2.2) Meu papel é fortalecer a fé do católico em assuntos voltados para as ciências humanas, sobretudo Direito, História e Economia - a catequese de segundo grau, como eu chamo, que deveria ser feita nas universidades, mas que não posso fazer porque os esquerdistas fizeram desses ambientes, que deveriam ser paraísos, verdadeiros infernos.

José Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2018.

Quer servir ao povo? Estude sozinho Direito, História, Administração e Economia

1) Do jeito como só tem picareta nesse meio econômico, a melhor solução é estudar economia sozinho, de modo a implementar as medidas propostas pela Igreja Católica na DSI.

2) Se você estudou sozinho Direito, História e Economia, então você já tem o tripé necessário para poder agir de modo a representar os interesses da sociedade perante uma assembléia municipal, estadual ou mesmo federal.

3) Só peça ao povo o voto se você já deu sua contribuição às principais questões da cidade. Se o povo sentir que precisará de você nas coisas que envolvam os interesses do município perante o governo da província, aí você pode se candidatar a deputado estadual.

4) Se você quiser representar sua cidade perante a União, vire deputado federal, uma vez que a União concentrou muita competência legislativa em suas mãos. E o município é um microcosmos da União, só que em matéria local. Para pedir o voto, é preciso mostrar serviço. Só aí que você poderá progredir no caminho das honras.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2018.

Por que nossa cadeia automotiva é um sério problema?

1) Outro grande problema que o país tem é a cadeia produtiva da indústria automotiva, concentrada na mão de algumas montadoras. Ela é uma das colunas que sustenta a máquina administrativa da União.

2) Se essa concentração desse lugar a várias pequenas montadoras de origem nacional, a tendência é pôr fim ao lobby dessa grande indústria, que compra um monte de deputado de modo a ter isenções fiscais e assim maximizarem seus lucros.

3.1) Se os mecânicos mais talentosos fossem capazes de ter sua própria montadora, isso faria com que o uso do carro passasse a ter um fim ainda mais justo.

3.2) Muitos carros teriam espaço para um passageiro, carros maiores seriam destinados a quem tem famílias grandes e haveria carros para atender a demanda dos que fazem um uso produtivo do veículo, seja para transportar carga ou transportar pessoas. O uso racional do carro levaria a uma economia de combustível. E menos um real em gasolina é um real a mais em alguma outra coisa de modo a saciar outras necessidades.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2018.

Notas sobre o transporte público gratuito - o caso de Luxemburgo

1) Eu ouvi falar que em Luxemburgo o transporte público será gratuito.

2) Para não se cobrar sobre transporte público por meio de obrigação específica e divisível, a chamada tarifa, a cobrança sobre esse serviço deveria recair sobre a propriedade de veículos automotores, de modo que custeiem o transporte público.

3.1) Me parece uma justa medida, uma vez que ninguém terá um carro de modo usá-lo como um símbolo de status social. Esses, cujo uso desse bem é voltado para o nada, é que financiam o transporte público, pondo fim à odiosa classe ociosa dos playboys.

3.2) Para que ter uma Ferrari ou uma Lamborghini em casa, se você pode ter um bom busão de Luxemburgo te levando aonde você quer ir? Tributar o veículo automotor, de modo a custear o transporte público, é dar justa destinação a um bem, de modo que ele se volte para o bem comum, uma vez que carros demais são um indício de que o transporte público é ruim.

3.3) Se você não faz do veículo seu meio de ganhar a vida, então não use o veículo.

4.1) No Brasil, esta medida não seria possível porque o IPVA é imposto estadual - se IPVA e o emplacamento fossem municipais e fosse usado para custear o transporte público gratuito, isso acabaria com as máfias dos ônibus. Além disso, muitas cooperativas de motoristas de aplicativo têm capacidade técnica para oferecer esse serviço e serem remuneradas por isso, uma vez que a demanda por transporte tende a ser inelástica, uma vez que muitas das empresas de ônibus estão em dificuldades financeiras, além de fomentarem a corrupção no Estado do Rio.

4.2) Isso sem mencionar que seria uma forma efetiva de se garantir o direito de ir e vir dos mais pobres, pondo fim a todo esse fuzuê envolvendo passe livre. Já vi casos em que uma pessoa perdeu seus direitos na justiça trabalhista porque não tinha dinheiro para pagar a tarifa de ônibus, de modo a ir pro tribunal.

José Octavio Dettmann

Linguagem figurada é para pessoas afeitas ao estudo

1) No exército americano, costumam se referir ao veterano de guerra como aquele que viu os elefantes (no caso, os elefantes de Aníbal, a maior arma de impacto psicológico que já houve na História).

2) Em sentido figurado, toda e qualquer pessoa experimentada em seu ofício já viu seu elefante - nada mais a impressiona.

3.1) Qualquer pessoa afeita ao estudo, quando perguntada se já viu o elefante, dirá que sim e dirá muitos outros detalhes, tornando a conversa muito mais interessante.

3.2) No Brasil, onde a incultura é a ordem das coisas, a pessoa vai olhar pra mim com olhos arregalados, a ponto de me perguntar de que planeta eu vim. Se Jesus dissesse para ele que o Reino de Deus não é desse mundo, então Cristo não seria Deus, mas um louco.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2018.

Notas sobre o uso justo do estrangeirismo

1) Nego vive falando em "regras de compliance".

2) Compliance, em inglês, quer dizer conformidade, em português

3) Quando defendo a conformidade com o Todo que vem de Deus, estou defendendo "regras de compliance" fundadas no verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, nunca em coisas que decorram de todo e qualquer homem, uma vez que somos míseros pecadores. Se eu não vir no sujeito a figura de Cristo, aí a vida não segue, pois isso é servir liberdade com fins vazios.

4) O português é uma língua rica. Falemos em regras de conformidade que já me dou por satisfeito.

5.1) Quando uso bóg, bogaty e ubogi (Deus, rico e pobre, em polonês) em meus artigos, eu uso para explicitar uma nuance que há na língua polonesa de modo que a pessoa melhor visualize a conformidade com o Todo que vem de Deus, pois as três palavras tem sua raiz em bóg (Deus).

5.2) Se usasse o português, esse detalhe não seria notado, pois as três palavras têm radicais diferentes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2018.

A verdade sobre a escravidão

1) Houve escravagismo na América portuguesa e espanhola? Sim, mas em grau muitíssimo menor do que na América inglesa.

2.1) Os livretos maçônicos acusam a Igreja de ter apoiado a escravidão, o que é falso.

2.2) A Igreja nunca apoiou a escravidão, mas muitos homens da Igreja foram sim coniventes, afrouxaram-se perante os barões de escravos, deixaram-se tomar pela fraqueza e covardia, ou foram seduzidos pelas belas igrejas que os barões construíam. 

2.3) Mas a Igreja não se mede pela fraqueza dos homens, e sim pela fortaleza de sua doutrina, e na doutrina a Igreja sempre condenou veementemente a escravidão.

3.1) Muitas vezes acontecia que o escravo não era propriamente escravo, e sim servo, mas os livretos não fazem essa diferenciação, porque o servo naquela época é como um empregado atual, não um escravo. Há muitos empregados modernos que são mais maltratados do que um servo, tido como escravo, do período colonial.

3.2.1) O mais interessante é que a luta pelo fim da escravidão no Brasil foi encabeçada por uma princesa católica, Isabel, e seus adversários eram os maçons. 
 
3.2.2) Maçons é que são escravagistas, porque idolatram a riqueza. Entre numa lojinha maçônica, e só se verá gente falando de dinheiro, de subir na vida e ganhar poder. Ninguém busca a Igreja Católica pra ficar rico.

4.1) Já a colonização inglesa, essa sim era escravagista na doutrina.

4.2) Nos EUA a escravidão foi feroz, e era não somente de base econômica, mas de base racista.

4.3) Isso porque o puritanismo protestante advogava abertamente que os negros e os índios não tinham alma, eram como animais que podiam ser explorados sem nenhum remorso de consciência.

4.4.1) O contraste com a mentalidade do colonizador católico é gritante, porque esse catequizava os pagãos como sempre se fez na Igreja, que levou a fé entre os bárbaros europeus e cristianizou toda a Europa.

4.4.2) Essa diferença é muito fácil de constatar: a colonização portuguesa e católica produziu povos católicos e mestiços, porque realmente praticavam a doutrina cristã de que todos os homens são iguais perante Deus e descendem dos mesmos pais, Adão e Eva; já na colonização inglesa não houve mistura de raças, e o povo colonizado sequer era protestante. Veja a África do Sul: até pouco tempo havia o apartheid; nos EUA houve o surgimento tardio do movimento gospel entre os negros, por iniciativa própria deles, mas mesmo assim era coisa separada dos brancos.

4.4.3) O racismo entre os americanos ainda hoje é fortíssimo. Tudo isso advém da mentalidade protestante-maçônica que é racista, por conta da influência gnóstica e evolucionista.

Marcos Vinícius

Facebook, 9 de dezembro de 2018.

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