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sábado, 3 de novembro de 2018

Notas sobre a guerra de facções que reina neste mundo desde a primeira vinda de Cristo

1) Por conta da espada que Cristo trouxe, a Republica Christiana é dividida em duas facções: os que vivem em conformidade com o Todo que vem de Deus (os cristãos) e os que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de negarem Jesus como messias (os judeus).

2) Esta guerra civil só terá fim a partir do momento em que Jesus vier pela segunda vez.

3) O cristianismo, o senso de conformidade com o Todo que vem de Deus, começa a se expandir a partir do momento em que os filhos dos conservantistas percebem a insinceridade e o vazio das falsas tradições de seus pais e buscam por céus e terras a verdade. A expansão não necessita de armas, a não ser para uso em caso legítima defesa. O império que se expande através da fé verdadeira é um império de cultura e da educação - o homem convertido mudou a matriz de sua consciência de modo a servir seus semelhantes de modo que estes também possam reproduzir as feições do filho da virgem Maria.

4) O conservantismo se expande a partir do momento em que há hereges e apóstatas, como Lutero, semeando discórdia onde deve reinar a unidade. Ele se expande por meio da violência e da corrupção das consciências, fazendo com que a luz da verdadeira fé se apague nos corações das pessoas, através da omissão e do silêncio dos bons. Os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Ismael fundamento são filhos das trevas e adotam a lua crescente como o símbolo desse sistema de dominação política, onde as pessoas devem mentir em favor do Islã.

5.1) Certos povos preferiram a neutralidade em tempo de crise e optaram pelo judaísmo por conveniência. Eles buscam manipular os filhos do sol e da lua de modo que possam sobreviver e até se expandir através do choque de civilizações que se segue.

5.2) O lugar mais quente do Inferno é destinado a esses mornos, pois o judaísmo farisaico e talmúdico é a religião dos mornos, pois vivem em conformidade com o Todo que vem do nada, a ponto de relativizar o que foi dito por Cristo e servir a liberdade com fins vazios. Mas a pedra rejeitada tornou-se a pedra angular. Os os que ainda conservaram a sanidade destruirão essa ordem de coisas desde dentro.

5.3) Enfim, nesta guerra civil na República Christiana há uma luta entre Deus e o diabo na terra do Sol que não se põe.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Mais notas sobre cristianismo e distributivismo

1) Deus elegeu os hebreus como seu povo eleito. Desse povo viria o Messias, o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. O verdadeiro Deus e verdadeiro Homem tornou-se o último hebreu, deu pleno cumprimento à lei mosaica e trouxe a espada, separando os cristãos dos judeus.

2.1) Os conservantistas judaizantes são loucos no sentido de Chesterton, pois perderam tudo exceto a razão de conservarem o que é conveniente e dissociado da verdade. Com isso criaram uma tradição de liberdade fundada com fins vazios, divorciada da verdade. O liberalismo dos judeus é o liberalismo dos maçons, pois a pedra rejeitada tornou-se a pedra angular.

2.2) Os filhos dessa velha ordem remanescente que mantiveram sua sensatez estão procurando a verdade, uma vez que o conservantismo de seus ancestrais é insincero. Por isso que o Cristianismo se expande, pois há uma demanda pela verdade.

3) A função da evangelização é servir a verdade a quem a busca. E com a educação cristã surge o compromisso para que o convertido passe servir a todos de modo que a conformidade com o Todo que vem de Deus se expanda através da excelência, da santificação através do trabalho. Isso faz com que a luz de Cristo não se apague, já que o Sol - fundado n'Ele, por Ele e para Ele - não se põe. Como o sol não se põe, então ninguém se torna amigo de Ismael, membro da nação do esquecimento.

4.1) É através de Cristo que todos os povos não-hebreus passaram ser parte da herança de Deus.

4.2) Em Cristo ocorreu o distributivismo dessa herança, pois Ele é a verdade, a liberdade, e veio para nos tirar da escravidão do pecado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre cristianismo e judaísmo

1) Se Cristo veio trazer a espada, então ele veio instituir de vez a divisão entre os que são amigos de Deus, que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, e os conservantistas.

2) Com isso, Jesus se tornou o último hebreu. O Antigo Testamento leu lugar ao Novo por causa dele.

3) Os cristãos são os verdadeiros descendentes espirituais de Abraão. Os que se recusaram a ter Jesus por Messias se tornaram conservantistas judaizantes. Eles se tornaram descendentes espirituais de Ismael, membros da nação do esquecimento, a ponto de serem todos apátridas.

4) O protestantismo é uma das muitas heresias judaizantes. Por isso, falar em moral judaico-cristã é um erro, pois é um absurdo unir a qualquer custo quem conserva a dor de Cristo com quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estar à esquerda do Pai de maneira obstinada.

5.1) O mundo que vive em conformidade com o Todo que vem de Deus adota como critério a luz do Sol; os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Ismael fundamento a Lua.

5.2) O sol nasce do Leste para o Oeste - os povos orientais adotaram o cristianismo primeiro; os ocidentais são os trabalhadores de última hora. Por conta do trabalho sistemático de servir a Cristo em terras distantes, os trabalhadores de última hora recebem as mesmas recompensas que os primeiros receberam.

6.1) Os cristãos orientais adotam um cristianismo mais filosófico, de matriz grega, que é pautada na liberdade. Os ocidentais têm por base a herança romana, fundada na ordem, na verdade. Do casamento das duas vertentes, nós temos o senso de conformidade com o Todo que vem de Deus.

6.2) É por isso que a luz não se apaga, pois o Sol não se põe, já que o nome de Cristo está sendo publicado entre as nações mais estranhas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre a diferença entre indivíduo e pessoa

1) Um Indivíduo é aquele que não pode ser dividido em dois, a ponto de perder a sua ontologia, sua razão de ser.

2) Uma pessoa pode ser dividida em duas. A pessoa física, quando morre, deixa uma pessoa jurídica para continuar o seu trabalho.

3) Quando um indivíduo morre, ele não poderá mais pecar. A razão pela qual a morte foi instituída é para não haver pecados perenes. E é por conta de haver pecados perenes que a dívida se torna impagável, a ponto de forçar a vinda de Deus até nós, uma segunda vinda. É por conta de haver gente que se recusou a ver Jesus como Messias que toda uma sorte de coisas foi sendo montada ao longo do tempo para forçar uma segunda vinda de Cristo - e desta vez Ele virá para julgar os vivos e os mortos.

4) Se uma pessoa vive a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, então essa pessoa vai deixar uma instituição que continue o seu trabalho, uma vez que seu trabalho é santo, sua missão é santa e sempre haverá gente disposta a continuar o legado por amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

5.1) Tal como é a coroa numa monarquia, as pessoas jurídicas devem ter profunda relação com a família de quem instituiu essa fundação (e a empresa nesse sentido é uma fundação, só que voltada para organizar uma atividade econômica organizada de tal modo que todos possam se santificar através do trabalho).

5.2) Por isso, o sucessor desse trabalho precisa imitar o instituidor, que foi amigo de Deus sem medida e só aí haverá uma verdadeira expansão do legado, a ponto de se tornar uma tradição e gerar um legado ainda mais duradouro.

5.3.1) Agora, quando o homem é rico no amor de si até o desprezo de Deus, suas atividades são nefastas.

5.3.2) Seu trabalho é voltado para o amor próprio, visto que a riqueza se tornou sinal de salvação. Por ser uma má pessoa, a empresa criada continuará seu mau legado, a ponto de produzir pecados perenes, desintegrando todo o tecido social.

5.3.3) A finalidade de uma recuperação judicial é fazer com que uma pessoa jurídica, com um legado péssimo, passe para a mão de uma pessoa virtuosa, evitando com que pecados perenes sejam produzidos. Os pecados perenes existem porque essas empresas foram fundadas numa cultura onde a verdade não existe e a liberdade é servida com fins vazios. Pecados geram dívidas que, se forem acumuladas, tornam-se impagáveis, levando uma empresa a abrir falência.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre capitalização moral e sociedade de confiança

1) Se educação é dever de todos então todos devem uns aos outros. Como o homem é pecador, é animal que erra, a dívida é tão grande que a humanidade não é capaz de pagá-la sozinha. E quando a dívida é muito grande, impagável, só Deus pode perdoá-la e para que isso realmente aconteça, Deus teria que vir até nós.

2) Jesus, o verbo que se fez carne, veio para remir os pecados de quem crê n'Ele. Com isso, ele cria uma relação de crédito e débito.

3.1) A sociedade que vive a em conformidade com o todo que vem de Deus é por natureza uma sociedade de confiança.

3.2) Confiamos uns nos outros porque acreditamos que o nosso semelhante ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, a ponto de ver em mim a figura do Cristo necessitado, quando vai prestar um serviço de qualidade. Por isso mesmo, esse senso de crédito circula - e a moeda que simboliza essa relação de confiança tende a ser fiduciária.

4.1) Para que essa relação de confiança se torne a lei na sociedade - a ponto de o país se organizar de tal modo ser tomado como um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo, e nos preparar para a pátria definitiva, a qual se dá no Céu -, é preciso que a lei de Deus se dê na carne de cada pessoa - e essa lei que se dá na carne de cada pessoa se chama moral.

4.2) Por isso mesmo, uma família cristã necessita que pai e mãe sejam cristãos, chefes de sua Igreja doméstica a ponto de servirem de modelo de virtude para seus filhos. Assim eles poderão imitar com perfeição a Cristo da melhor forma possível, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

4.3.1) Por meio da evangelização, a lei de Deus é distribuída a outras pessoas, a ponto elas se integrarem uma às outras através da comunidade.

4.3.2) Com a santificação através do trabalho, a relação de crédito e confiança se aperfeiçoa, criando uma espécie de capitalização moral.

4.3.3) Essa capitalização moral faz com que uma pessoa virtuosa entenda que a riqueza é destinada para a promoção do bem comum, pois os dom que ela tem para trabalhar veio de Deus - e como a riqueza é acessório que a sorte do principal, os dons, então isso pertence a Deus, já que a Ele são devidas toda as honras e todas glórias, uma vez que foi Ele quem instituiu essa relação de confiança, que é a verdadeira base da economia.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Notas sobre a relação entre direito à educação e usura

1) Se a educação se torna um direito, então os que têm educação formal se acham salvos e os que não têm estão condenados, visto que cultura, tal como riqueza, se tornou um sinal de salvação.

2) Isso faz com que tudo esteja no Estado, a ponto nada poder estar fora dele ou contra ele. Isso serve liberdade com fins vazios, improdutivos. Isso gera usura, que é cobrar por alguma por conta de uma razão improdutiva.

3.1) Por essa razão o crédito educativo, numa cultura dessa natureza ,se torna uma usura, pois a matriz de consciência toda está errada, já que o homem, rico no amor de si até o desprezo de tornou a medida de todas as coisas.

3.2.1) Como a educação se tornou um direito, então as pessoas se preocuparão com o próprio interesse e não servirão ao bem comum de modo que o país seja tomado como um lar em Cristo - o que confirma o argumento da improdutividade do empréstimo, já que as pessoas não estarão vendo a justiça das coisas.

3.2.2) Isso leva à proletarização geral da sociedade, onde o sujeito não se preocupa com o bem comum, mas em gerar uma prole para que o Estado possa cuidar. E todo mundo viverá às custas de todo mundo, gerando um verdadeiro conflito de interesses que nenhuma jurisdição poderá resolver.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.

Continuando meu argumento de que livro não se empresta, mas se aluga

_ Dettmann, você pode me emprestar um livro?

_ Posso te alugar um livro ou posso te emprestar o dinheiro para que você compre seu livro e aí você vai me pagando o empréstimo. O que você prefere?

1) Enquanto muitos dos que conheço vão pular fora dessa proposta, uma vez que essas pessoas estão acostumadas a ter as coisas de graça, os poucos que valorizam o trabalho alheio de construir uma boa biblioteca vão alugar os livros, de modo a fazer com que o trabalho alheio de construir uma boa biblioteca seja valorizado.

2) Uma locação pode ser convertida em venda se o livro interessar ao leitor, pois todo bom produto gera sua própria demanda.

3) Se o negócio for bem rentável, um banco de investimento pode ser fomentado. Se alguém estiver necessitado de comprar livros e não tem dinheiro para isso, eu posso emprestar dinheiro para que ela compre seu livro. Como esse empréstimo tem natureza produtiva, uma vez que a pessoa estará se comprometendo a servir aos seus semelhantes dentro daquilo que aprenderá no livro, então a pessoa acabará pagando juros àquela pessoa que lhe proporcionou trocar a ignorância pelo saber, uma vez que o ato de provar o sabor das coisas escritas pelo autor se reproduziu no leitor.

4) Eis uma trindade interessante que pode ser feita. Locação de livros + livraria + crédito educacional. Uma atividade econômica organizada deve observar toda essa complexidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 3 de novembro de 2018.