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sábado, 27 de outubro de 2018

Notas sobre um tipo de idiota que não é fácil de ser percebido

1) Teve um que tentou me adicionar, outro fake como sempre, que diz que vai votar no Bolsonaro, mas que vai votar no Eduardo Paes, esse que fez parte da quadrilha de Lula e Cabral, que jurou ser um fiel soldado do exército desse marginal de nove dedos e que saqueou junto com os dois os cofres públicos da cidade e do estado, a ponto de gerar uma crise fiscal, a ponto de os servidores do município estarem a correr o risco de ficar sem receber os salários, tal como acontece com os servidores do estado. Enfim, de nada adianta votar num presidente que promete combater a criminalidade se você não vota num governador que faz parte da quadrilha pega na Lava-Jato e que despreza o povo de certas localidades do estado (como Maricá, por exemplo).

2) Como o sujeito não ama e não rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, bloqueei o cara. É como ser católico e votar em comunista. É por isso que não quero esses cânceres no meu círculo de amizade, que não mostram a sua verdadeira face e que ainda medem as coisas pela sua estupidez.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2018.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Por que não discuto com liberal em matéria de economia?

1) Uma coisa me passou pela cabeça: se Deus veio trazer vida em abundância, então por que a riqueza é medida pelo paradigma da escassez, já que o metal não se reproduz e não observa o princípio da organicidade, coisa que é própria da vida? Um bom príncipe e um bom rei fariam esse tipo de pergunta a todo economista liberal - e certamente eles fugiriam do problema porque não são treinados em questões metafísicas. 

2) O que os liberais vão responder, no máximo, é que o ouro é padrão universal de valor por conta de convenção humana. Mas, como isso pode ser convenção humana se cada um tem direito à sua verdade? Afinal, não é isso o que os liberais falam? 

3.1) A verdadeira convenção se mede pelo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que é a verdadeira medida de todas as coisas. 

3.2) Como Ele veio trazer vida em abundância, então o paradigma da escassez não é critério econômico, mas plutológico, coisa que leva a uma plutocracia, a um projeto de poder que leva a concentrar os poderes de usar, gozar e dispor dos bens da vida de modo que os piores membros da sociedade exerçam o papel de liderança, a ponto de se tornarem um modelo de mau comportamento sistemático para toda a sociedade, o que faz com que a terra acabe se desligando do Céu.

3.3) o verdadeiro critério econômico preza a vida eterna, pois o país deve ser tomado como um lar em Cristo a ponto de o maior número de pessoas possível ir para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

4.1) Gente como o Guedes não me engana, mas engana os que sustentam este regime fundado na tirania da maioria, pois a maioria está a conservar isto de maneira conveniente e dissociada da verdade, fazendo com que muitos estejam à esquerda do Pai neste aspecto.

4.2) A economia para essa gente não passa de uma técnica que é ensinada a alguns iniciados de tal modo que a riqueza se multiplique, observando algumas medidas pautadas no homem como a medida de todas as coisas, o que leva ao utilitarismo. E isso é plutologia e plutocracia, coisa que é pautada na gnose.

4.3) A organização de toda uma disciplina de estudos em verdadeira ciência depende de uma base metafísica, uma vez que a verdade não é minha, nem sua para ser chamada de nossa. E a produção de riquezas também observa esse mesmo princípio.

4.4.1) O racionalismo social leva a um a racionalismo sociológico, o que remete ao positivismo de Comte, que não admite a metafísica.

4.4.2) E neste ponto, a riqueza é vista como sinal de sinal de salvação, dividindo o mundo entre eleitos e condenados, de tal sorte que quem é condenado à pobreza de antemão está sujeito à danação eterna, uma vez que o homem, querendo ser Deus, tenta ser a medida de todas as coisas, a ponto de criar uma ordem pública onde a liberdade é servida com fins vazios, a ponto de relativizar a verdade, o verbo que se fez carne - e isso leva ao fascismo, ao nazismo e ao comunismo.

4.4.3) A metafísica não nega a ciência, uma vez que a verdadeira fé leva a investigação de todas as coisas que nos apontam para a conformidade com o Todo que vem de Deus, a ponto de conservarmos aquilo que é conveniente e sensato.

4.5.1) Por isso que não discuto com liberal - e os liberais só por isso já perdem o debate.

4.5.2) Desqualificar o debatedor por ser metafísico é no mínimo conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estar à esquerda do Pai, sistematicamente falando. Por isso que eles são revolucionários e nós não. Eles são capazes de apelar para a falácia ad hominem, uma vez que medem todos os homens com base no princípio de que o homem é a medida de todas as coisas - como eles são ricos no amor de si até o desprezo de Deus, eles nos acusam de estúpidos, quando na verdade tal insulto só revela a idiotia deles.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2018.

Por que o metal não pode ser usado como lastro de uma moeda?

1) Se a verdadeira riqueza vem da terra, da qual nascem as plantas, e dos animais que a povoam, então essa riqueza é que serve de base para se organizar economicamente uma nação a ponto de ser tomada como um lar em Cristo, uma vez que os seres vivos se reproduzem, por serem orgânicos.

2) Se a vida é orgânica, se a sociedade que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento é orgânica, se a Criação é orgânica, então por que a produção de riquezas não pode ser orgânica? Por que somos obrigados a recorrer a um produto inorgânico como instrumento para se medir a riqueza de uma nação, que necessita de milhões de anos para se formar e que não se reproduz? Isso não faz sentido!

3.1) Se o ouro é um mineral e é inorgânico, então a adoção de um produto inorgânico como instrumento para se medir a quantidade de riqueza num mundo naturalmente orgânico tende a servir liberdade com fins vazios, criando uma verdadeira anarquia e uma tremenda iniqüidade, uma vez que não poderemos ver o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem num bem que não conserva em si mesmo o princípio da organicidade, coisa que aponta para a conformidade com o Todo que vem de Deus.

3.2) Afinal, o ouro, bem como os outros metais, não se reproduz, a ponto de fazer com que a riqueza tenha um fim nela mesma, a ponto de ser servida com fins vazios e inúteis. Se a riqueza tem um fim nela mesma, então o ser humano - rico no amor de até o desprezo de Deus - buscará a salvação na riqueza, uma vez que o mundo foi dividido entre eleitos e condenados pela ação de algum demiurgo, a ponto de o sinal de predestinação estar nas mãos dos que concentram os poderes de usar, gozar e dispor dos bens da vida em poucas mãos, a ponto de todos os interesses da nação estarem nas mãos dessa gente e assim terem poder de vida e de morte sobre as pessoas que foram condenadas de antemão à pobreza, o que leva à danação eterna.

3.3.1) Não é à toa que a oligarquia, a forma pervertida de aristocracia, leva a um Estado totalitário e tirânico, onde tudo estará no Estado e nada poderá estar fora dele ou contra ele.

3.3.2) A malvadez da fortuna, tomada como sinal de salvação, faz com que a riqueza se torne uma espécie de panacéia para todas as doenças sociologicamente detectadas ou a detectar, a ponto de fazer da plutologia - a forma pervertida de Economia - uma espécie de medicina social, tal como é a legalística - a forma pervertida de Direito.

3.3.3) Quando se faz da riqueza sinal de salvação, a vontade da classe dos endinheirados acabará se tornando a lei do mais forte, já que eles conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, a ponto de estarem à esquerda do Divino Pai Eterno, neste aspecto. Afinal, essa gente acha que o dinheiro pode curar toda e qualquer ferida ou mesmo comprar a consciência das pessoas. Quanta prepotência! E a prepotência leva à queda.

4.1) Enfim, essas são algumas críticas que podemos fazer quando usamos metais como lastro nas moedas.

4.2) Como metais não se reproduzem, então a cobrança que fazemos por determinados bens da vida tende a se dar por razões improdutivas e até de forma contrária ao Direito Natural.

4.3) Como a riqueza é sinal de salvação, nós veremos o exercício arbitrário das próprias razões na cobrança de uma dívida, como vemos na extorsão, diante da prática da usura. E isso acaba destruindo a própria sociedade, a ponto de destruir o princípio da integração entre as pessoas, o senso de responsabilidade entre as pessoas, o senso de família e o senso de tomar o país como um lar em Cristo, a ponto de nos preparar para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2018.

Do monopólio por força das circunstâncias naturais e geográficas de uma nação

1) Uma coisa que percebi é que, se o lastro da moeda se fundar numa riqueza que faz o país ser famoso por ela - a ponto de ser tomado como um lar em Cristo força disso -, então esse país de certa forma será beneficiário de cláusulas de nação mais favorecida no comércio internacional, uma que só esse país, e somente ele, poderá produzir essa riqueza.

2.1) Ainda que outros países produzam pau-brasil, o que ocorrerá é que o pau-brasil produzido na Ásia, por exemplo, não será o mesmo pau-brasil produzido no Brasil.

2.2) O pau-brasil asiático passa a ser considerado uma variação da espécie e poderá ter propriedades diferentes, por conta do lugar onde foi plantado - mais ou menos como é com o cedro-do-líbano, quando é plantado na Turquia ou mesmo na França.

2.3) Por conta disso, só o Brasil pode fornecer esse produto, criando um monopólio natural por conta de suas circunstâncias geográficas e climáticas peculiares - e é por conta de suas características únicas que o Brasil poderá contratar brasileiros imigrantes que queiram trabalham com pau-brasil nesta terra, a ponto de se tornar um mercado monopsônico. As outras espécies de pau-brasil podem não valer tanto quanto o pau-brasil do Brasil, que se torna o padrão. E isso certamente acabará levando a migração de mão-de-obra para o Brasil, a ponto de quererem uma vida melhor aqui.

2.4) É mais ou menos como é o café. O padrão é o da Colômbia, mas o café do Brasil tem mais qualidade.

3.1) É por conta das peculiaridades geográficas e climáticas de um determinado lugar tomado como um lar em Cristo que um determinado produto nessa terra não admite concorrência, se esse produto for considerado um produto de excelência, a ponto de ser tomado como padrão no mercado internacional.

3.2.1) Por isso, a única forma de estabelecer concorrência é tomando a terra onde produz essa riqueza por meio militar.

3.2.2) Como a guerra de conquista está relacionada à riqueza vista como sinal de salvação, então isso é fora da conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2018.

Se a moeda é matéria de soberania, então o soberano deve imitar o verbo que se fez carne, a ponto de ser a verdade em pessoa

1) Se o príncipe é o primeiro cidadão de uma república - o primeiro dentre seus pares, os melhores dentre um povo de uma cidade que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento -, então ele é a pessoa escolhida por Deus para ser vassalo de Cristo de tal modo que proteja seu povo das invasões estrangeiras, bem como outras cidades a ponto de elas todas estarem sujeitas a sua proteção e autoridade, a ponto de se tornarem um reino.

2.1) Como vassalo de Cristo, o príncipe, e consequentemente rei, diz o direito, cabendo aos nobres aplicar o direito e administrar o reino em todas as suas instâncias: a questão civil, a questão militar - e a questão eclesiástica, se esse príncipe tiver sido coroado pelo próprio Cristo, tal como se deu em Ourique, a ponto de ter a prerrogativa que é típica do padroado.

2.2) Afinal, o vigário de Cristo, o Papa, pode delegar a seus vassalos, os reis, a gestão da administração apostólica das terras de além-mar se as relações desse príncipe com a cristandade forem muito boas - afinal, se a Europa é uma república cristã, então os reinos são províncias eclesiásticas, a ponto de terem ainda mais liberdade se servirem a este bem comum fundado na conformidade com o Todo que vem de Deus - e neste ponto, a evangelização do povo nativo descoberto se torna uma política de Estado, uma vez que devemos servir a Cristo em terras distantes. Se o príncipe é a personificação da justiça e da santidade, então isso é possível - afinal, ele é senhor dos senhores sendo servo dos servos em Cristo.

3.1) Além do patrocínio da instrução religiosa e da segurança, o príncipe diz o direito na questão da emissão da moeda, que é símbolo de justiça e de serviço.

3.2.1) Todos os que estão sujeitos à proteção e autoridade do soberano, se contribuírem com a missão de servir a Cristo em terras distantes, têm direito a uma parte das riquezas de todo o principado (ou reino, se houver pelo menos duas ou mais cidades sob a proteção de um mesmo príncipe, a ponto de ser chamado de Rei).

3.2.2) A riqueza que faz o principado ou o reino ser conhecido em toda a Cristandade se torna o lastro. Esse lastro deve vir de algo que possa ser reproduzível, uma vez que riqueza é serviço e serve para ajudar na construção do bem comum - como essa riqueza decorre da santificação através do trabalho, então tal modelo deve ser imitado a partir da santidade do príncipe. E geralmente, as maiores riquezas do Reino devem ser produzidas sob o patrocínio do príncipe, já que isso se funda no projeto de servir a Cristo em terras distantes.

3.3.1) Tomemos o caso das indústrias. Elas transformam a matéria-prima derivada das plantas em bens de consumo duráveis e não-duráveis, dentro de um prazo razoável, uma vez que as plantas se reproduzem.

3.3.2) Se houver o patrocínio do príncipe, isso estimula a todos os outros a investirem nessa indústria também, criando uma maior integração entre o príncipe e os que organizam atividades economicamente organizadas de modo a melhor servirem a todos do reino bem como a todos na Cristandade, pois a iniciativa pública da autoridade revestida de Cristo ajuda aperfeiçoar a liberdade, a ponto de estimular os outros a se organizarem melhor a ponto de servir aos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, ainda que em terras distantes.

3.3.3) Se a mão que produz é a mesma mão que preserva, então bens que necessitam de duas ou três gerações passadas até ficarem prontos para serem transformados serão mais racionalmente aproveitados, a ponto de gerar um maior valor agregado, como é o caso do pau-brasil. Graças a isso, a produção de bens de curto e médio prazo pode estimular a uma produção bens de longo prazo, criando uma espécie de troca intertemporal entre os diferentes produtos, gerando uma moeda ainda mais forte, já que o lastro se dará sobre uma variedade de produtos que viabilizem a troca daquilo que exige curto e médio prazo para ser produzido pela produção de bens valor agregado que exigem um longo prazo para ser produzindo - e se houver um preço médio por força desse câmbio, então isso acaba fortalecendo a moeda nacional.

4) Este poderia ser um verdadeiro projeto civilizatório, se a cultura da riqueza como sinal de salvação e o maquiavelismo não tivessem corrompido as consciências de todos os príncipes, a ponto de pavimentar o caminho para os tempos em que estamos. Eis uma grande chance perdida!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2018.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Bem-vindos ao purgatório: meu perfil, meu blog e minha página de escritor de facebook

1) Não adiciono mais fakes (sobretudo esses aparecem com nomes do tipo Santo Tomás de Aquino etc).

2) A lei brasileira veda o anonimato. Se deseja me adicionar, então me apareça com o seu verdadeiro nome e me diga as razões pelas quais está me adicionando.

3) Se você não me diz as suas razões, então vou tomar que você está conservando algo conveniente e dissociado da verdade - e por conta disso, eu vou despejar reflexões minhas fundadas na verdade, naquilo que se fundamenta na dor de Cristo.

4.1) Se você me bloquear, então vou entender que não ama e não rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, ainda que você se mascare sob o nome do mais santo dos sábios e o mais sábio dos santos.

4.2) Se amasse a verdade, encararia essa "tortura" com muito prazer. E é com muito amor que "torturo" você com uma enxurrada de postagens da melhor qualidade. Quem reclamaria de ser "maltratado" dessa forma? Na verdade, todos adorariam ser "maltratados" dessa maneira.

5) O Purgatório, como dizem, é composto de chamas de amor. E o que escrevo é com base em muito amor. Se você não agüenta tal "sofrimento", com base nesse amor, que tipo de cristão é você?

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2018.

Silêncio, contemplação, estudo e eucaristia - os 4 pilares da verdadeira felicidade em Cristo

1) A verdadeira fórmula da felicidade é estar num lugar onde você se sinta sozinho. E estando sozinho, você medita sobre coisas importantes.

2) O melhor lugar para se meditar é na Igreja da paróquia. Quando você contempla a Cruz de Cristo, você medita sobre muita coisa - no meu caso, isso me serve para escrever muitos artigos.

3.1) Os folhetos de missa fornecem muitos dados para serem meditados, ano após ano.

3.2) Quando isso não é suficiente, é só digitalizar os livros você mesmo de modo a ler no tablet, tal qual venho fazendo para mim mesmo. Isso é uma forma de santificação através do trabalho e tudo isso ajuda e muito na formação do estado de graça. 
4) Enfim, esses são os verdadeiros pilares da felicidade em Cristo: silêncio, contemplação, estudo e eucaristia - não existe nada melhor do que isso, do que a combinação destes quatro fatores.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2018.