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terça-feira, 16 de junho de 2015

Meditando sobre a idéia de publicar uma compilação dos meus textos

1) Pela minha experiência, só acho que vale a pena publicar uma compilação do meu trabalho quando sinto que tenho muitos leitores que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. Meus leitores são meus amigos - e como a sociedade política pede muita leitura e se dá na base da amizade pelo saber e pela verdade, então que as coisas terminem se dando desse modo.

2) Se publicasse de maneira aberta, amando mais o dinheiro do que o saber, só receberia críticas, as mais imbecis possíveis, fundadas no fato de que a Constituição garante liberdade de opinião e expressão para ser usada e voltada para o nada, o que é anticristão. Se eu tratar meu trabalho como se fosse banana na feira, é isso que vai acontecer. 

3) Além disso, muitos são conservantistas - enquanto permanecerem nessa condição, são indignos de lerem o que escrevo, pois o que escrevo é pra católico e monarquista - e não aceito opiniões de outro grupo que não esse, por estarem sabidamente fora da verdade, coisa que se dá em Cristo. Por isso que trabalharei com porteira fechada até o dia em que o povo esteja realmente convertido ao que realmente interessa, pois não abrirei mão da verdade, só para agradar grupos que desejam conservar as falsidades que derivaram da República, como a livre interpretação da bíblia, coisa que relativizou a verdade e a moral entre nós.

4) Como prezo críticas e opiniões de gente séria e qualificada, então só publicarei poucos exemplares, pois um livro de qualidade pede leitores qualificados. E esses exemplares só serão feitos se houver demanda.

5) Tenho fé de que a verdade se imporá por si mesma. Pelo boca-a-boca, a demanda naturalmente crescerá e publicarei mais exemplares. É assim que farei.

sábado, 13 de junho de 2015

Sobre a alegação de que não há oposição no Brasil.

1) Dizem que no Brasil não há oposição.

2) Ela existe, sim. Ela toma o Brasil como um lar e não como se fosse religião. Ela está na rua e não no mundo da lua. Ela está nos bares, pubs, na internet e nas tavernas e não nos clubes militares ou nas casernas.

3) A verdadeira oposição é nacionista e não nacionalista. É patriota e não apátrida. É conservadora e não conservantista. É conforme o Todo que vem de Deus e não conforme tudo aquilo que vende Deus.

4) A verdadeira nação diz sim ao Crucificado de Ourique - e não vem atrás de ouro e prata, nem de Eldorado ou Babique.

5) A verdadeira oposição, enfim, é imperial e não republicana. Se você discorda, sai do meu mural e desencana.

Do triunvirato esquerdista que assola o Brasil

1) Existem três esquerdas:

1.1) A esquerda azul, fabiana (PSDB + Diálogo Interamericano)

1.2) A esquerda vermelha (PT e associados + Foro de São Paulo)

1.3) A esquerda verde-amarela, maçônica, positivista, militarista, intervencionista, quinhentista, que acha que monarquia é atraso e que república é progresso. Essa gente corrompeu a maioria da população e é apátrida. 

2) Todas essas esquerdas devem ser eliminadas.

Sobre a estratégia da tesoura dupla

1) As três esquerdas praticam uma técnica das tesouras mais sofisticada do que aquela que houve lá na Rússia. Trata-se de uma técnica de tesoura dupla.

2) O PT, com o PSDB, faz a tesoura no Congresso. O PT, com os militares, faz o resto. 

3) Como a maioria do povo toma o país como se fosse religião e está ainda bestializada, então pouca reação há. A única reação só pode vir de quem toma o Brasil como se fosse um lar.

4) Quem pensa que somos de fato 200 milhões está enganado. Brasileiros somos poucos, assim como poucos são os crismados. O resto é apátrida e defende uma liberdade sem Cristo, voltada para o nada.

5) Eu falo a verdade e por favor não insista. Eu sei muito bem a diferença entre um conservador e um conservantista.

Comentários sobre uma fala do Caiado

1) Caiado fala que o Brasil está na sua mais profunda crise desde o inicio da República. Na verdade, esta é só mais uma dentre tantas. Para um país que está cada vez mais distante das suas bases constitucionais naturais, a profundeza do abismo não é relevante, a não ser para quem ame mais o dinheiro do que a Deus.

2) A república é uma crise permanente - o sem número de constituições que tivemos é um atestado disso. E quando a constituição não é reescrita, remenda-se, a ponto de retalhá-la (a maior prova são as pouco mais de 80 emendas, ao longo dos últimos 26 anos da promulgação da atual Carta Magna).

3) Ele é direitista? Não! Ele é conservantista. E isso é estar à esquerda do pai tanto quanto o PT. É sujo falando de mal lavado. Estratégia das tesouras entre a esquerda vermelha e a verde-amarela, quando não faz isso com a azul.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O conservantismo deve ser progressivamente eliminado.

1) Misturar católico, maçom, protestante, republicano e monarquista só é correto para tirar o PT do poder. Só é conveniente - no entanto, dissociado da verdade.

2) Como vai ser o dia seguinte? Vão reescrever a constituição n vezes até o mal se agravar? Já pensaram em ação a longo prazo? É óbvio que não, pois não se sabe o que deve ser conservado.

3) Para mim está claro: salvacionismo é o que acontece quando se junta todos indiscriminadamente, como se tudo fosse de direita. Eu já vi essa história no CONS antes - ela fracassou.  

4) Quando disse que a chaga revolucionária se alimenta de conservantismos e malminorismos, vi que a melhor forma de se fortalecer contra o inimigo é servir à verdade, juntando todos aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. Enquanto você agrega os bons, você cuida da outra ponta. Diplomacia com quem é inimigo de Deus só é válida se for na base da espada - e você precisa usar as espadas alheias contra inimigos piores, de modo a poupar as suas, até o ponto em que você pode acabar com ele sozinho. E se for para usar o seu inimigo, que seja contra um inimigo maior do que ele e que ele mesmo odeia, pois é resultado de anos e anos de republicanismo explícito. A criatura e o criador são imagens distorcidas de um mesmo espelho. 

5) Defendo uma abordagem instrumental, pois ser mau com o mal, de modo a restaurar a bondade, é ser bom - é preciso dissimulação, muita habilidade verbal contra os maus, pois acordo de cavalheiros com quem é canalha só resultará em traição. Quando o PT for eliminado, o inimigo menor deve ser eliminado, pois ele não acredita em fraternidade universal, já que quer tomar o país como um lar sem Deus, de tão infectado que está com o modernismo da Revolução Francesa. Em outras palavras, ele quer continuar tomando o país como se fosse religião, longe da conformidade com o Todo que vem de Deus. 

6) Enfim, os maus devem ser eliminados progressivamente, do mais perigoso ao menos perigoso, até não sobrar nenhum.

7) Eu conheço meus inimigos e sei os diferentes graus de conservantismo e de malminorismo de cada um - então, eu devo manejá-los, de modo a que os mais fracos se juntem contra o mais forte e mais perigoso. E de forte em forte eliminado, eu fico mais forte - até o ponto em que minhas próprias forças eliminam o que sobrou, por ser mais fraco do que eu, que sou verdadeiro. Saber quando e contra quem se deve entrar em batalha é crucial.

Sobre o perigo de se tomar o país como um lar, sem Cristo

1) Há quem diga que é possível tomar o país como um lar, sem Cristo. Para isso basta conservar o que é conveniente e subsidiar tudo aquilo que é conveniente aos homens, fundado em sabedoria humana dissociada da divina. E isso tudo se torna política de Estado.

2) Conservar o que é conveniente e dissociado da verdade leva à perversão das leis e de todas as relações jurídicas. E subsidiar as coisas fundadas no interesse da humanidade do País, de tal maneira a ficar esta dissociada da verdade de Cristo, leva ao nationness, a uma falsa nacionidade, nos termos de Borneman. 

3) Ninguém pode tomar um país como se fosse um lar se não for livre em Cristo e responsável pela santificação de muitos, de tal modo a adequar suas circunstâncias à missão de servir a Cristo, seja nas terras em que mora ou em terras distantes, de além-mar.

4) O assistencialismo nasce de leis pervertidas. E a lei pervertida cria bolsas-família, que são a perversão da caridade. Só é possível ser caridoso quem é capaz de dotar livremente dos próprios recursos, de modo a ajudar a um irmão necessitado. Uma política que favoreça a caridade deve estimular as pessoas a dotarem seus bens de modo a amparar um irmão necessitado. Ela pede uma ação privada que se distribui de tal maneira que se torne pública, sem a necessidade de uma intervenção estatal. E o privado sistemático pode gerar um tipo de ordem pública.

5) O que justifica a intervenção de um Estado, de modo a ser totalitário e tomado como se fosse religião, está no fato de ele estimular a mesquinhez de um povo, de modo a amar mais o dinheiro do que a Deus, ou criminalizar a caridade, ao banir o cristianismo da vida publica. A combinação das duas é a ruína da civilização.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 12 de junho de 2015.