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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Quem conserva a dor de Cristo deve impor os valores de Cristo


1) Para se impor os verdadeiros valores, é preciso que se dialogue com todos aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Cristo é o caminho, a verdade e a vida - e a verdade n'Ele fundada se imporá por si mesma.

2.1) O primeiro caminho é rejeitar a cultura liberal de que todos têm direito a sua própria verdade. E uma das formas de se fazer é não mais conversando publicamente com aqueles que conservam o que é conveniente, ainda que dissociado da verdade. Não se deve dar audiência à cultura da desonestidade.

2.2) Aqui no facebook, o bloqueio é uma poderosa arma que deve ser bem usada. Por isso que montei toda a minha rede operacional na Internet - não é saudável ter vínculos com todos aqueles que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade. Por isso que afastei todos de minha família que estão em conservantismo. Aqui na internet, peguei minha cruz e segui Cristo, pois este é o caminho que me sobrou.

2.3) O mal deve ser cortado pela raiz - é preciso que se tenha coragem para mudar esse quadro de decadência em que nos encontramos. Você deve se ver como uma semente que responde sim aos ventos da mudança. Você deve ser um agente missionário dessa verdade, que se dá em Cristo. E dessa verdade, uma nova família e uma nova nação se edificarão a partir de você, do seu exemplo, pois é pelo seu exemplo que o país será tomado como um lar em Cristo.

2.4) Quem conserva o que convém, ainda que isso seja dissociado da verdade, toma e tomará o país como se fosse religião. Esses vão perecer, pois só Deus, o autor da vida, tem o direito de tirar a vida dessa gente. Se não houver sincero arrependimento, o insensato conservantista não vai se tornar um sincero conservador, que vive a vida conservando a dor de Cristo, dor essa que edificou uma civilização inteira.

2.5) Por isso, lute sem esmorecer - faça do senso de se tomar o país como um lar seu apostolado. E esse apostolado, fundado em Cristo, se importá por si mesmo. Pelo menos, este foi o caminho que encontrei.

2.6) Eu particularmente não tenho estômago pra lidar com estes que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade - para se destruir estes bárbaros na esfera pública, o conservador-conquistador deve atuar. Eu sou um conservador de outra espécie: sou um conservador-colonizador, pois colonizo a alma do meu irmão, ensinando-a a tomar o país como um lar. Sou um settler, não um soldado - a minha esfera de tomar o país como um lar vai crescendo dentro da esfera pública até tornar-se um círculo secante. Mas, para esse círculo se formar, é preciso que haja conservadores fazendo seu papel de soldado. Os dois trabalhos se completam.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Conservantismo é um esquema globalista


01) 9 entre 10 se dizem "conservadores" (no sentido inapropriado do termo, pois conservam o que convém ainda que isso seja dissociado da verdade, que se dá em Cristo). A maioria dos "conservadores" é pró-EUA e pró-Israel.

02) Os EUA são historicamente protestantes. São conservantistas de segunda geração, pois rejeitam a autoridade da Igreja, e edificaram, pela Revolução Americana, um conservantismo de terceira geração, que separa a Igreja do Estado, enfraquecendo o cristianismo, de modo a que a crença se reduza a uma mera crença privada, esvaziando a ordem pública daquilo que é conforme o Todo que vem de Deus. Nos EUA, todos são livres para defender a sua verdade, seja por conta dos vícios do livre exame da bíblia, seja por conta dos vícios da alegação de que "este é um país livre".

03) Israel é o Estado fundado a partir do conservantismo original, que mandou Cristo para a Cruz.

04) Se juntar as duas pontas, esses dois vetores, nós temos uma ordem mundial fundada nas três grandes negações a Cristo que houve na História. Uma ordem fundada naquilo que São Pedro fez, ao negar Jesus por três vezes. Uma ordem global que toma isso como se fosse coisa, como se fosse a verdade.

05) A histórica aliança EUA e Israel faz da mentalidade conservantista um esquema globalista, uma nova ordem mundial tão revolucionária quanto o movimento eurasiano, tão revolucionária quanto o socialismo fabiano europeu e tão revolucionária quanto o esquema islâmico.

06) São quatro esquemas globalistas, quatro ordens fundadas no anticristo, contra a Cristandade, uma ordem fundada em Deus, que é uno e trino.

07) A quarta ordem mundial, o conservantismo global, é a ordem mundial-meio que sustenta as outras três ordens mundiais-fim, os outros três esquemas globalistas que o Olavo descreve. Justificar a permanência dessa ordem é incorrer num quarto conservantismo, mais grave do que os outros três juntos. E esse conservantismo pretende ser divino porque é uno e trino, posto que os três conservantismos clássicos estão em unidade, de tal modo a edificar toda uma ordem de modo a destruir os valores cristãos. Uma ordem totalitária e voltada para o nada - e isso só vai resultar em caos e retrocesso.

07.1) A elite financeira de Wall Street financia o socialismo fabiano, o eurasianismo duguiniano e o bolivarianismo. Eles também já financiaram a implementação do comunismo na União Soviética, na Revolução Russa de 1917.

07.2) É verdade sabida que, no final da primeira Guerra Fira, os comunistas fizeram o que na Rússia tão bem se conhece: fizeram uma terra arrasada e foram se infiltrando nos países liberais e corrompendo tudo, criando uma falsa impressão de vitória.

07.3) Durante o processo de infiltração e corrupção, adotaram táticas culturais e foram criando uma fina camada de liberdade aparente, onde o maior símbolo disso é o restabelecimento dos velhos privilégios da Igreja Ortodoxa Russa, nos tempos do czarismo. Isso criou uma espécie de falsa moral cristã, um falso conservadorismo oriental, de modo a destruir a credibilidade da Igreja Católica Romana, que vem sendo detonada desde dentro através de agentes comunistas infiltrados. Esse conservantismo russo é um espectro do verdadeiro conservadorismo cristão e são os erros decorrentes deste espectro que Nossa Senhora de Fátima tanto denunciou. Por isso que a consagração da Rússia ao Sagrado Coração de Jesus se faz tão necessária.

07.4) Os comunistas chineses são mais capitalistas que os ocidentais.

07.5) É ilusão pensar que mais liberdade econômica, mais liberdade para se produzir mais riqueza, tomada como se fosse religião, gera a liberdade política.

07.6) A liberdade política nasce da liberdade em Cristo, que dá causa a que o país seja tomado como um lar.

07.7) Quando o país é tomado como se fosse religião, a livre iniciativa para se produzir riqueza é concedida por conveniência de Estado, de modo a que descentralização dos riscos, que passam a ser privados, gere uma ordem estatal mais poderosa e mais estável, onde a riqueza do príncipe (leia-se do Partido Comunista) decorre da riqueza de seus súditos, que agem como se fossem agentes públicos a serviço dele, por força de haverem nascido em um país sob domínio comunista. A propriedade privada deixa de ser um direito absoluto e passa a ser uma concessão precária, que pode ser alterada dependendo da conveniência de Estado. O indivíduo deixa de ser cidadão da pátria do céu e passa a ser agente público garantidor dessa ordem pública, fundada em sabedoria humana dissociada da divina.

07.8) A ordem conservantista norte-americana, fundada no indiferentismo religioso, dá liberdade a que os sheiks árabes ocupem sem contestação 90% da cidade de Nova Iorque. Esses sheiks financiam o terrorismo árabe e a construção de mesquitas e tariqas pelo mundo inteiro.

08) Os três esquemas globais precisaram e ainda precisam de uma ordem global-meio: o conservantismo americano, em associação com o Estado de Israel. E esses três esquemas não sobrevivem sem o dinheiro aplicado em Wall Street.

09) À medida que os EUA vão se tornando mais católicos, a ordem mundial-meio, feita em base calvinista, vai sendo trocada por uma ordem mais católica, mais conforme o Todo, e é isso que vai começar a matar pouco a pouco os esquemas globalistas.

10) Para ajudar na eliminação desse esquema globalista-meio, faz-se necessária a restauração do verdadeiro conservadorismo luso-brasileiro, aquele fundado em Ourique.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Conseqüências da política de ser converter o Centro à conformidade com o Todo que se dá em Deus


1) Quando o centro se torna conforme o todo, a política se divide em dois círculos concêntricos. Um, menor, que é o centro - e outro, maior, que é a periferia.

2) Como a verdade vai se impondo por si mesma, os círculos concêntricos tornam-se secantes. E a guerra de facção, própria da república, se acaba - e o governo passa a ser de colaboração, de parlamento.

3) Como política implica servir às próximas gerações, a monarquia será naturalmente restaurada.

4) No governo de colaboração existem dois caminhos que podem fazer com que o país seja tomado como se fosse um lar: ou mantemos a secessão e as cicatrizes decorrentes dos vícios republicanos, ou nós restauramos o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, de modo a que nosso senso de tomar o país como um lar seja renovado.

5) Se política é cooperação, então portugueses e brasileiros precisam estar em concórdia e não mais em luta de classe, causa pela qual veio toda esta desgraça.

Ser livre em Cristo implica conservador a dor em que essa liberdade se edificou


1) Ser liberal implica estar na liberdade de Cristo, que é conforme o Todo que vem de Deus, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida - ninguém vem ao Pai senão pelo Filho. E ninguém vem ao Filho, a não ser por intercessão a sua Mãe

2) O preço dessa liberdade em Cristo implica conservar a dor de Cristo entre nós. Para sermos livres, precisamos ser responsáveis - precisamos dizer "sim" a Deus.

3) Como a verdadeira liberdade nasce da responsabilidade, nós somos conservadores liberais.

4) Ser liberal-conservador (que na verdade é libertário-conservantista) é querer buscar uma liberdade sem Cristo, uma liberdade para o nada. Se a liberdade edificada para o nada é um erro grave, mais errado ainda é conservar o que convém, ainda que isso seja dissociado da verdade. Visto por esse aspecto, este espectro de direita é uma verdadeira esquerda disfarçada de direita.

5) Do libertário conservantista, surge o social-ambientalismo - um movimento de extrema esquerda.

6) Como o Estado está afastado da Igreja, ser de centro é ser o agente garantidor da técnica das tesouras. Pois a neutralidade é criminosa e conserva o que convém, ainda que isso esteja dissociado da verdade, que se dá em Cristo.

7) Como o Centro é só um agente garantidor, este é o ponto mais fraco a ser atacado. Então o primeiro passo é ocupar o centro, de modo a que ele não seja mais neutro.

8) Com um centro em conformidade com o todo, a direita e a esquerda tornam-se periferias da verdade - e estar na periferia é estar à esquerda do Pai. E quando se joga a falsa direita na periferia da verdade, ela progressivamente assume o lado de estar à esquerda do pai. E no final a direita reassume o seu verdadeiro significado político, tal como está descrito na Sagrada Escritura.

Comentários à metodologia de conversão dos Papas João Paulo II, Bento XVI e Franciso


01) Se eu fosse Papa e fosse pego beijando o Alcorão, logo iriam dizer que sou um antipapa. 

02) No entanto, se me conhecessem, saberiam que não digo amém a Maomé e a sua heresia assassina chamada Islã. 

03) O beijo ao Alcorão é uma estratégia de modo a que o diálogo seja feito, de modo a que a conversão dos maometanos se dê de forma sincera. Certas atitudes simbólicas precisam ser tomadas, de modo a que o debate nos conduza a verdade, em Cristo.

04) Para você entender o Papa João Paulo II, você precisa se pôr no lugar dele. Pois, para se amar o outro e obedecer ao Papa, é preciso se pôr no lugar no Papa, na qualidade de vigário de Cristo. Nada mais Cristão do que por-se no lugar do outro.

05) Os Radtrads pecam por se prenderem demais à teoria da aparência. Desconhecem os motivos determinantes pelos quais os papas tomam uma determinada medida, tendo por Cristo fundamento. Não conseguem se pôr no lugar dele e nem fazer um exame de consciência de modo a fazerem as coisas dentro da conformidade com o Todo que se dá em Deus.

06) Antes de se criticar um Papa, ponha-se primeiro no lugar dele e faça um exame de consciência. É muito fácil vociferar contra alguém, num mundo onde a regra é o relativismo moral e o materialismo das aparências, que ditam o norte de todas as coisas. É justamente por se prenderem demais ao mundo sensível que eu bloqueio todos esses radtrads que ousam jogar pedras contra a cruz.

07) Da mesma forma, a devolução do estandarte tomado em Lepanto. O passo para uma sincera conversão se dá na reconciliação. João Paulo II devolveu o estandarte, já que isso é parte da estratégia de conversão e diálogo. Os muçulmanos que desejam viver em paz com os Cristãos é que vão se converter primeiro, pois eles não estão em conformidade com o Todo do Islã, que é perverso e assassino. E esses que são sensatos estarão em conformidade com o Todo que vem de Deus. 

08) Não é fácil semear consciência - e esse trabalho se dá lentamente e se dá nas profundezas da alma. É uma ação que vai além da percepção liminar do cérebro. É uma mensagem supra-liminar, que só pode ser captada a partir das camadas mais elevadas da alma e da personalidade, de modo a se estar em conformidade com o Todo que vem de Deus.

09) Como sei que esse trabalho é difícil, eu rezo pelo Papa todos os dias, pois só a paz de Cristo pode assegurar o destino de nossa civilização. É por essa razão que me abstenho de criticar o Papa. 

10) Pouco sei de teologia cristã - e muito tenho de aprender. Então, eu nem ouso criticar o Papa, pois não tenho conhecimento, de modo a me pôr no lugar dele. 

11) Fico chocado com o altíssimo número de "católicos antigos" que se julgam mais papas que o próprio Papa. Não são capazes de reconhecer a sua própria ignorância, mas são capazes de julgar qualquer um, sem estudar os motivos determinantes que regem um ato e outro, de modo a nos levar à conformidade com o Todo que se dá em Deus. Nada mais ofensivo à fé católica do que isso.

Ser de centro não quer dizer ser neutro


Na atual conjuntura brasileira:

Ser de esquerda = social-ambientalista

Ser de direita = libertário-conservantista

Eis porque me declaro de centro.

(Sara Rozante)

Comentário: 

1) Ser de centro implica necessariamente não estar na falsa direita, fundada numa sabedoria humana dissociada da divina - na verdade, é o espaço que devemos ocupar de modo jogar a falsa direita para a esquerda de modo a que a verdadeira direita esteja de fato à direita do pai, de modo a que o seu significado seja restaurado, dentro de um contexto de aliança do altar com o trono. 

2) Ser de centro não quer dizer que somos neutros - significa dizer que nós somos a verdadeira direita que não aceita ser subjugada, pois estamos na conformidade com o Todo que vem de Deus. Pois ser libertário-conservantista é estar à esquerda do pai - e ser social-ambientalista é ir mais fundo no processo de se estar à esquerda do pai, de modo a edificar uma heresia entre nós: a do Estado tomado como se fosse religião, causa de toda a apatria.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Comentários sobre o estilo literários dos textos jurídicos - Parte 1


1) Comecei a ler a Teoria Geral do Processo, da Ada Pellegrini Grinnover. Livro este que é muito indicado pelos professores de Direito na fase de graduação.

2) O livro é de um estilo sofrível. Alguns alegam que a linguagem do texto é simples - mas não é tão simples, se levarmos em conta o nível cultural de um brasileiro médio. Se o ensino fosse excelente, este livro eu indicaria, de olhos fechados, para quem fosse do segundo grau (pois tem abordagens ali que estão abaixo do nível de quem é graduado).

3.1) Toda vez que lido com um texto com "juridiquês" tenho a impressão de que os termos são colocados mais para satisfazer a uma vaidade intelectual do que para esclarecer ou ensinar alguém.

3.2) Em certas passagens da obra, em vez de usarem uma expressão mais simples como "direito de punir" - que seria facilmente compreendida por todos - por quê razão me optam pelo latinismo "jus punitionis" (detalhe: sem uma citação explicativa, já que o livro tem a pretensão de ser introdutório a quem é novato!)? Se o ensino do latim e do grego fossem semeados entre nós, eu não faria crítica ao latinismo e ao classicismo, dado que isso dá uma conotação erudita a um texto escrito, mas isso sequer é ensinado.

4.1) Para um povo que tem pouca cultura, a clareza se faz mais necessária do que a erudição. É até questão de caridade para com o semelhante, para com Cristo e para com a Verdade agir desse modo.

4.2) A erudição deve ser vista como um enriquecimento, que só pode ser acrescentado quando o povo estiver suficientemente educado.

4.3) Nas circunstâncias atuais, se eu optasse pela erudição, ninguém me leria. Eis aí porque acho, por exemplo, o Leonardo Faccioni um escritor pouco funcional, apesar de ser muito bom no que ele faz - o erro dele é que ele parte do pressuposto de que seus leitores são cultos. Se ele não estivesse na rede social, seria lícito escrever dessa forma, já que o meio acadêmico é uma ilha e estes se comunicam desta forma. É lá onde ele deveria atuar, e não aqui - a rede social nos pede uma linguagem simples e direta, de modo a edificar o maior número de pessoas possível.

4.4) Diante dos erros dele, eu me vejo forçado a trabalhar com o que vejo na rede social: parto do pressuposto de que meu leitor é ignorante, já que a maioria dos meus contatos na rede social se deixa dominar pelas palavras e não sabe o que deve conservar - e é por isso tento o ser mais claro possível, mesmo em assuntos extremamente complexos - assuntos esses que pedem uma certa erudição, por conta da natureza de seus estudos, que nos apontam para o alto dos Céus.

4.5) De tanto escrever de modo simples e direto, mesmo em temas de alta complexidade, eu acabei melhorando o meu jeito de escrever, nestes meus 8 anos de atividade online (seja no orkut ou facebook). Pessoas como meu amigo Daniel David-Pereira ficam admiradas com a clareza com a qual abordo as coisas, apesar da elevada dificuldade natural que há para se digerir os textos por conta do assunto em si, que é pouco conhecido, a não ser por uma pequena leva de acadêmicos de História que estudam as questões nacionais, de modo a mapeá-las.

5) O dia em que os escritores compreenderem o que está em jogo (que é fazer-se claro para um povo de pouca cultura e carente de instrução), aí a língua portuguesa dará causa a que o país seja tomado como se fosse um lar, já que a clareza é causa para se edificar algo fundado na pátria do Céu, aqui na Terra.

6) Do jeito que está, isso dá mais causa a que a língua, por sua falsa erudição, se torne o instrumento pelo qual o país será tomado como se fosse religião, dando causa a que governos populistas resolvam todos os problemas culturais da nação na base da penada, destroçando a língua e toda a cultura decorrente.