1) O Papa Leão XIII, afirmou, em sua encíclica Rerum Novarum, que capital é o acúmulo de bens fundados na santificação através do estudo e do trabalho ao longo do tempo. Logo, podemos dizer que o capital intelectual é o trabalho acumulado ao longo do tempo kairológico - ao longo do tempo, fui tomando contato com postagens relevantes do Facebook. Essas postagens, eu as salvei no meu blog e as traduzi para a minha audiência que fala a minha língua. Embora eles não tenham se importado com o que falei, isto agradou a Deus, pois Ele reconheceu o meu esforço.
2) Com o passar do tempo, descobri bons softwares que faziam pra mim o trabalho de transcrever vídeos - com o apoio do Chat GPT, eu traduzi a transcrição desses vídeos para o português.
3) De tanto acumular, de maneira conveniente e sensata, informações relevantes, cheguei a um ponto onde eu poderia cruzar estas informações através do Gemini - e por meio dessa inteligência artificial eu encontrei outras informações relevantes, a tal ponto que publiquei os resultados no meu blog.
4) Foi dessa forma que fui integrando os diferentes trabalhos de digitalização, transcrição, tradução e análise de dados através da inteligência artificial em um só sistema de busca de produção de conhecimento, fundado na minha pessoas e nas minhas circunstâncias - e foi assim que fui chegando mais perto da verdade, nos méritos de Cristo.
Jose Octavio Dettmann
Rio de Janeiro, 25 de julho de 2024 (data da postagem original).
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Integrando digitalização, transcrição, tradução e análise de dados na IA num só sistema pessoal de conhecimento - notas sobre minha experiência ao percorrer esse caminho na busca pela verdade
Análise cruzada de quatro textos sobre a tecnocracia
Os quatro textos abordam o tema da tecnocracia, que é um sistema de governo em que os tomadores de decisão são escolhidos com base em sua expertise em tecnologia e ciência. Em todos os textos, a tecnocracia é apresentada como uma ameaça à democracia e à liberdade individual, pois concentra o poder nas mãos de uma elite técnica que não necessariamente representa os interesses da população.
- TECNOCRACIA. Zbigniew Brzeziński Entre Duas Eras: O Papel da América na Era Tecnotrônica: O texto apresenta a história da tecnocracia, desde seu surgimento nos anos 1930 até sua influência na Agenda 21 e na Agenda 2030 da ONU. O texto argumenta que a tecnocracia é uma forma de ditadura científica que visa controlar a produção e o consumo de bens e serviços, restringindo a liberdade individual.
- O Verdadeiro Plano para uma Ditadura Global Científica: O texto se concentra na figura de H.G. Wells, um dos precursores da tecnocracia, e em suas ideias sobre a criação de um governo mundial liderado por uma elite técnica. O texto argumenta que Wells e outros pensadores da época, como Bertrand Russell, influenciaram a formação de think tanks e organizações que promoveram a tecnocracia ao longo do século XX.
- Pane derruba Microsoft e cria transtorno global: O texto aborda um apagão da Microsoft e levanta suspeitas de que a empresa CrowdStrike, responsável pela segurança cibernética da Microsoft, pode estar envolvida em uma conspiração para manipular as eleições nos Estados Unidos. O texto sugere que a CrowdStrike tem ligações com o Partido Democrata e que pode ter usado o apagão para encobrir evidências de fraude eleitoral.
- Apagão da Microsoft é só a ponta do iceberg: O texto aprofunda a discussão sobre a CrowdStrike, apresentando evidências de que a empresa teria hackeado o servidor do Partido Democrata em 2016 para culpar a Rússia e prejudicar a campanha de Donald Trump. O texto também menciona um suposto vazamento em uma usina nuclear na Rússia e levanta a possibilidade de que a União Europeia esteja financiando o Irã para desestabilizar o Oriente Médio.
Em resumo, os quatro textos apresentam uma visão crítica da tecnocracia, alertando para os perigos de um sistema de governo em que o poder está concentrado nas mãos de uma elite técnica que não necessariamente representa os interesses da população. Os textos também levantam suspeitas sobre a atuação de empresas de tecnologia e organizações internacionais na promoção da tecnocracia e na manipulação de eventos políticos.
Fontes:
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/tecnocracia-zbigniew-brzezinski-entre.html
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/o-verdadeiro-plano-para-uma-ditadura.html
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/pane-derruba-microsoft-e-cria.html
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/apagao-da-microsoft-e-so-ponta-do.html
Globalização espanhola versus Globalização forjada pela Companhia das Índias Orientais - análise cruzada de dois dados colhidos ao longo do tempo
Os textos tratam de temas relacionados a história econômica e imperial, com foco em diferentes aspectos.
Companhias de comércio e imperialismo:
- Ambos os textos discutem o papel das companhias de comércio, como a Companhia das Índias Orientais e a VOC, na expansão imperial e no comércio global.
- O primeiro texto explora a história da Companhia das Índias Orientais, destacando seu papel na formação do Império Britânico, seu impacto na industrialização da Europa e sua influência na economia global.
- O segundo texto menciona a feira de Acapulco como um importante centro de comércio global na época colonial, onde produtos da Ásia, Europa e Américas eram negociados.
Globalização e comércio:
- Ambos os textos abordam a questão da globalização e do comércio internacional.
- O primeiro texto descreve como a Companhia das Índias Orientais conectou diferentes partes do mundo através do comércio, contribuindo para a formação da economia global moderna.
- O segundo texto destaca a feira de Acapulco como um exemplo de um mercado global emergente, onde produtos de diferentes continentes eram trocados.
Poder e impacto:
- Ambos os textos discutem o poder e o impacto dessas companhias de comércio e do comércio global.
- O primeiro texto explora o poder da Companhia das Índias Orientais, que em seu auge tinha um exército privado maior que o do Reino Unido e controlava grande parte do comércio do país.
- O segundo texto enfatiza a importância da feira de Acapulco como um centro de comércio global, indicando seu papel na economia colonial e nas relações comerciais internacionais.
Legado:
- Ambos os textos refletem sobre o legado dessas companhias de comércio e do comércio global.
- O primeiro texto discute o legado controverso da Companhia das Índias Orientais, destacando suas contribuições para a economia global e o imperialismo britânico, bem como seus abusos e práticas corruptas.
- O segundo texto sugere que a feira de Acapulco deixou um legado de honestidade e confiança nos negócios, contrastando com as práticas comerciais de algumas nações europeias da época.
Fontes:
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/03/nova-espanha-como-epicentro-da-primeira.html
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/a-empresa-que-forjou-o-mundo-moderno.html
A empresa que forjou o mundo moderno: a Companhia das Índias Orientais
Navio da Companhia das Índias Orientais em missão comercial na Índia
(0:00) Quando a Companhia das Índias Orientais encomendou a pintura dos eventos que aconteceram em 1623 em (0:08) Amboina, uma ilha produtora de cravo no que é hoje o arquipélago indonésio, a pintura inflamou e tocou (0:15) fogo na opinião pública. Intitulada As atrocidades de Amboina, a pintura retratava a tortura e (0:21) decapitação de dez comerciantes ingleses por agentes holandeses, alegadamente por tentarem (0:27) tomar o controle do lucrativo comércio de especiarias na região. A pintura era tão incendiária que após (0:33) apenas duas semanas em exibição na sede da Companhia, o rei ordenou que fosse removida e ela nunca mais (0:39) fosse vista em público.
Mas a memória dos eventos em Amboina perdurou. Entre 1624 e 1781, a Companhia (0:47) das Índias Orientais publicou uma dúzia de vezes um panfleto intitulado Uma Verdadeira Relação dos (0:52) Procedimentos Injustos, Cruéis e Bárbaros contra os Ingleses, com duas ilustrações assustadoras na (0:58) capa que retratavam interrogadores holandeses torturando os comerciantes ingleses, todos (1:03) eles agora transformados em mártires. O massacre de Amboina, como ficou conhecido, tornou-se parte da (1:09) história de origem da Companhia e, por extensão, do Império Britânico na Ásia.
A derrota em Amboina e (1:16) as mortes cruéis de seus comerciantes afastaram a Companhia do comércio de especiarias das Índias (1:21) Orientais e da competição com a Companhia das Índias Orientais Holandesas, VOC, VOC. Em vez (1:28) disso, a Companhia das Índias Orientais voltou-se para o comércio de têxteis, de algodão e seda com (1:33) o Império Mughal, no sul da Ásia, expandindo eventualmente seu comércio lucrativo para (1:38) produtos como chá e o tráfico ilegal de ópio, ao mesmo tempo que estendia sua influência pelo (1:43) subcontinente indiano até o Golfo Pérsico, China e outras partes da Ásia. O que começou no massacre (1:48) de Amboina acabaria por resultar na criação de um império que se estendia pelo globo e que, (1:54) por fim, forjou o mundo moderno como o conhecemos.
A Companhia das Índias Orientais, possivelmente a (2:05) parceria público-privada mais doloradora da história, contribuiu para a formação do Império (2:11) Britânico, impulsionou a industrialização da Europa e uniu a economia global. Ela era principal (2:16) entre dezenas de outras companhias que obtiveram direitos de monopólio e reivindicações soberanas (2:21) por meio de concessões políticas emitidas. Essas companhias, avatares da coroa, uniram a busca pelo (2:28) lucro com as prerrogativas do governo, embora muitas vezes governassem conforme o seu desejo, (2:34) sem respeito nenhum por leis, muito menos por costumes locais.
Importando matérias-primas, (2:40) elas alimentaram o setor de manufatura da Revolução Industrial, estimularam a demanda (2:44) por produtos estrangeiros e dominaram os crescentes mercados de capital de Londres, (2:49) ao mesmo tempo que executavam os desejos do Estado na construção do Império Britânico. (2:54) Essas companhias ajudaram a reivindicar quase um terço do território mundial para o Reino Unido, (2:59) tornando-se o Império o maior já conhecido. Desde essa época, os historiadores debatem (3:04) o significado e o impacto duradouro dessas empresas da Era Imperial.
Alguns deles, usando (3:09) o lucro e a escala delas como parâmetro, enxergam as gigantes corporações de hoje em dia como (3:14) manifestações contemporâneas de companhias desse tipo que eram comuns naquela época. (3:19) Outros veem na maior delas, a Companhia das Índias Orientais, como ainda mais poderosa. Ela já foi (3:25) descrita como a CIA, a NSA e a maior e mais terrível multinacional da Terra, tudo isso (3:31) junto na mesma empresa.
Uma corporação cujo poder, assim como o de uma empresa como o Meta, (3:36) permaneceu praticamente sem controle por anos. Essas companhias muitas vezes existiam além do (3:43) alcance da regulamentação estatal e, de muitas formas, funcionavam como estados (3:48) independentes, com suas próprias formas de soberania. Originárias de guerras incessantes, (3:53) a Companhia das Índias Orientais e a VOC tornaram-se duas das corporações mais poderosas (3:59) que o mundo já conheceu.
Ambas receberam monopólios garantidos pelo Estado e possuíam (4:03) poderes normalmente associados a estados soberanos, incluindo o direito de construir fortalezas, (4:08) ter exércitos, cunhar moeda, declarar guerra, assinar tratados e se envolver em diplomacia com (4:16) entidades não europeias. Elas eram também inconfundivelmente empresas comerciais na (4:21) vanguarda da inovação financeira, que combinadas com a ambição desenfreada e a licença para fazer (4:26) a guerra, geravam riqueza incrível, suficientes para impulsionar a era de ouro holandesa do século (4:31) XVII e a revolução industrial britânica no século XVIII e XIX. Em Amsterdã, pinturas de grandes (4:37) artistas como Rembrandt e Johannes Vermeer enfeitavam a época e ideias inovadoras, incluindo (4:43) a dos filósofos Baruch Spinoza e Hugo Grotius, se espalharam por todo o lugar.
Em Londres, (4:50) commodities importadas contribuíam para o crescimento da produção nacional e o surgimento (4:55) de uma classe média urbana. Muitos na época, incluindo o pensador e conservador Edmund Burke, (5:00) viam as fortunas da Companhia das Índias Orientais e as da Grã-Bretanha como estando (5:06) inexoravelmente ligadas. A VOC surgiu como a primeira empresa de capital aberto do mundo, (5:12) pagando dividendos médios anuais de 18% por quase dois séculos.
Em seu auge, a VOC valia o equivalente (5:19) a cerca de US$ 7,9 trilhões de hoje, um valor maior que a soma dos valores atuais combinados (5:27) de Alibaba, Alphabet, Amazon, Apple, AT&T, Bank of America, Brackshire Hathaway, Chevron, (5:34) ExxonMobil, Facebook, Johnson & Johnson, McDonald's, Netflix, Samsung, Tessent, Visa e Walmart. (5:42) Já a Companhia das Índias Orientais evoluiu para uma empresa de capital aberto permanente em 1657. (5:49) Semelhante às corporações modernas, ela tinha o status legal de uma pessoa jurídica com direitos, (5:55) mas poucas obrigações, ações transferíveis, responsabilidade limitada e uma separação entre (6:01) gestão, os diretores, e proprietários, os acionistas.
Assim como na VOC, qualquer um poderia (6:07) investir na empreitada de comércio imperial, lucrando financeiramente e até reivindicando (6:12) um certo poder ultramarino. Se vocês terem uma ideia, no início do século XIX, a Companhia (6:18) das Índias Orientais tinha um exército privado de 200 mil soldados, duas vezes o tamanho do Reino (6:23) Unido. Era responsável por quase metade do comércio do país e governava a maior parte do (6:28) subcontinente indiano.
Acionistas elegiam anualmente comerciantes e estadistas que (6:34) elaboravam e implementavam políticas, determinando o destino de milhões de (6:38) habitantes das regiões que eram submissas à Companhia. A VOC e a Companhia das Índias Orientais (6:44) borraram as fronteiras entre o público e o privado em busca de lucro e poder, mas elas não estavam (6:49) sozinhas. Estados europeus concederam esse tipo de licença e ajudaram dezenas de empresas privadas (6:56) que, por sua vez, forneceram os motores da expansão imperial e capitalista ao redor do mundo.
(7:01) Na marcha da Inglaterra para construir seu império, havia dezenas de outras companhias do tipo que (7:06) receberam direitos de monopólio e que financiaram e impulsionaram as primeiras tentativas de fundar (7:12) colônias inglesas e lucrar com o comércio de todo tipo de matérias-primas, bem como de pessoas (7:17) escravizadas. Mercadores ingleses estabelecendo as bases econômicas e políticas do império ainda (7:23) assim dependiam da intervenção do Estado para garantir o seu acesso aos mercados. Navios (7:28) militares mantinham as portas do comércio abertas, por exemplo, na China durante as guerras do Ópio no (7:33) século XIX.
A marinha policiava as águas coloniais, protegendo o transporte de mercadorias especialmente (7:39) após a Batalha de Lagos, uma devastadora derrota em 1693. As empresas imperiais contribuíram (7:46) generosamente para os cofres do Estado por meio de taxas afandegárias, com apenas 5 empresas, (7:52) principalmente a Companhia das Índias Orientais, respondendo por cerca de um terço do orçamento (7:57) público da Grã-Bretanha em meados do século XVIII. As empresas também ajudaram a gerar muitos (8:03) empregos, seja nos portos de Londres ou em alto mar e nos campos de batalha do império.
A Levant (8:09) Company sozinha empregava cerca de 5 mil marinheiros até o final do século XVII. Mas, interpretar (8:16) o Império Britânico como uma história de colonialismo corporativo ainda deixa apenas uma (8:21) imagem parcial dessa história. David Livingstone, o famoso missionário e explorador britânico do (8:29) século XIX, resumiu o credo imperial do Reino Unido em três palavras, cristianismo, comércio e (8:36) civilização.
O poder e o lucro certamente impulsionaram os Estados e empresas, assim como (8:41) fazem com as corporações hoje em dia. Mas os Estados e empresas, na Era do Império, não operavam (8:46) em vácuos ideológicos, assim como as corporações modernas. A noção de missão civilizadora do Reino (8:53) Unido era vista como algo muito importante tanto na metrópole quanto no resto do Império.
Isso (8:58) levou inúmeros missionários, como Livingstone, a espalhar o Evangelho e as normas ocidentais ao (9:04) redor do mundo, enquanto jovens administradores coloniais tentavam remodelar os súditos do Império (9:10) à imagem liberal e moderna do Reino Unido. Mas a Companhia das Índias Orientais não era (9:14) uma unanimidade, muito menos era eterna e, eventualmente, se viu desmontada e eliminada (9:20) pelo Estado britânico. Já no século XVII, um membro do parlamento inglês escreveu a Companhia (9:26) como sugadora de sangue do bem-estar comum.
O comportamento destrutivo delas se estendeu às (9:33) populações locais por meio de medidas que geravam fome, políticas de trabalho exploradoras e táticas (9:39) de terra arrasada. O famoso economista Adam Smith chegou a ridicularizar as empresas desse tipo por (9:45) sua negligência, insistindo que eram resquícios de uma era passada de organização capitalista que (9:50) impediam o crescimento econômico e davam origem a uma má gestão e ao abuso. O próprio Burke, (9:56) quando político, liderou o julgamento de impeachment de Warren Hastings, o governador (10:02) geral de Bengala da Companhia das Índias Orientais, na Câmara dos Lords.
Indignado não (10:08) com a ambição imperial da Grã-Bretanha, mas com a conduta de Hastings e dos funcionários da (10:13) Companhia das Índias Orientais, a quem Burke ridicularizou. Meninos sem tutores, menores sem (10:20) guardiões, ele disse no julgamento. O mundo é liberado sobre eles, com todas as suas tentações, (10:27) e eles são liberados sobre o mundo, com todos os poderes que o despotismo envolve.
O parlamento, (10:34) especialmente após a crise fiscal da Companhia das Índias Orientais e o massivo resgate governamental (10:39) na década de 1770, insistiu em diminuir a soberania corporativa da empresa, substituindo-a (10:46) por um aumento na supervisão até que, após a rebelião sísmica na Índia em 1857, nacionalizou (10:52) a administração da empresa sobre o poder da coroa britânica. Menos de 20 anos depois, a empresa foi (10:58) dissolvida, embora suas práticas corruptas vivessem nos outros estados e empresas do Império, (11:03) bem como em algumas das corporações multinacionais de hoje. Os governos e as corporações de hoje podem (11:09) e devem aprender com os erros dos gigantes globais que financiaram e impulsionaram os (11:13) impérios europeus.
Essas empresas, lançadas como empreendimentos capitalistas, rapidamente se (11:19) tornaram parcerias público-privadas, adquirindo e mantendo territórios enquanto transcendiam (11:24) fronteiras soberanas e frequentemente se mantinham à distância das leis dos estados soberanos. (11:30) Assim como algumas das multinacionais de hoje, elas eram muito boas em fazer lobby e criar novas (11:36) estruturas e formas de empresas para evitar legislações conduzidas pelo Estado que não (11:40) conseguiam contê-las. O recente questionamento do Congresso dos Estados Unidos a Mark Zuckerberg e (11:46) a influência desproporcional do Facebook nos resultados políticos tinha certas semelhanças (11:50) com os interrogatórios de Hastings por Burke no século XVIII no parlamento.
Essas críticas (11:56) necessárias podem serem satisfatórias diante de crises globais existenciais que exigem soluções (12:02) em vez de lamentos e advertências. Seja a Companhia das Índias Orientais ou o Facebook, (12:08) as empresas multinacionais muitas vezes exploram as fraquezas do Estado ou a mais completa ausência dele.
Porfessor HOC
Postagem Original:
https://www.youtube.com/watch?v=eENBbr-uBo0
Versão em francês:
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/08/lentreprise-qui-forge-le-monde-moderne.html
Análise cruzada de duas notícias que tratam do apagão da Microsoft
A análise cruzada dos documentos revela várias conexões interessantes entre eventos globais recentes. Vamos explorar os principais pontos identificados:
Ataque de Israel ao Iêmen
Israel lançou um ataque significativo ao Iêmen, atingindo uma refinaria e um depósito de combustíveis. Este ataque foi justificado como uma resposta aos drones do Iêmen que atacaram Tel Aviv, matando uma pessoa e ferindo outras. A resposta israelense sugere uma escalada na região, possivelmente incentivada por interesses europeus, conforme mencionado pelo professor Rafizadeh, que acusa a União Europeia de financiar o Irã, fortalecendo grupos como o Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina e os Hutís do Iêmen.
Financiamento da União Europeia ao Irã
O professor Magid Rafizadeh alertou que o financiamento contínuo da União Europeia ao regime iraniano está permitindo ao Irã reforçar suas capacidades ofensivas contra seus vizinhos e tropas americanas na região. Isso inclui o apoio a grupos como Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina e os Hutís do Iêmen, além de acelerar o enriquecimento de urânio para armas nucleares. Rafizadeh sugere que essas ações podem fazer parte de uma estratégia mais ampla para desestabilizar a região, inclusive Israel e Arábia Saudita, ricas em recursos naturais.
Apagão da Microsoft e CrowdStrike
A CrowdStrike, uma empresa de segurança cibernética, esteve envolvida em controvérsias desde 2016, quando alegou que hackers russos, em conluio com Donald Trump, haviam invadido o sistema de votação do Partido Democrata. Recentemente, um apagão significativo da Microsoft foi ligado à CrowdStrike, com suspeitas de que pode ter sido uma "queima de arquivos cibernéticos" para esconder evidências ligadas a ataques cibernéticos e fraudes eleitorais. Além disso, há preocupações sobre um possível apagão ainda maior planejado para o futuro.
Conclusão
Os documentos analisados revelam um cenário complexo de conflitos geopolíticos e cibernéticos. A ligação entre o financiamento europeu ao Irã, os ataques no Oriente Médio e as manipulações cibernéticas destaca uma teia de interesses estratégicos e econômicos que podem estar alimentando instabilidades regionais e globais.
Fontes da Análise Cruzada:
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/pane-derruba-microsoft-e-cria.html
https://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2024/07/apagao-da-microsoft-e-so-ponta-do.html
Pane derruba Microsoft e cria transtorno global
(0:04) Alô, bom dia, estamos de volta nesta sexta-feira, dia 19 de julho de 2024. (0:13) Sejam todos bem-vindos. (0:15) Desculpem, eu estou rindo a minutos incontáveis aqui, porque eu recebi um pedido de abraço.
(0:24) Alguém me escreveu aqui, o Wes Sun, dizendo o seguinte. (0:27) Professor, sou seu fã. Manda um salve para a galera do Real Privé de Goiânia.
(0:36) As meninas te acham um fofo. (0:39) Pois é, eu não conheço o Real Privé de Goiânia, mas então vai aí um super abraço para as meninas do Real Privé que me acham um fofo. (0:50) Bem, eu, claro, tenho dois problemas aqui.
O primeiro, que Dona Lúcimar não me ouça, evidentemente. (0:59) E o segundo, me parece que as meninas do Real Privé de Goiânia precisam usar óculos, mas tudo bem. (1:08) Quem sou eu, não é? Para desdizer o que já está dito.
(1:12) Então, estamos aqui, com muita fofura, mandando um super abraço para as meninas do Real Privé de Goiânia. (1:22) Goiânia, avisa aqueles olhos verdes que eu estou chegando. (1:29) Bem, agora é sério, quero mandar um abraço para o Ponto da Sorte Loterias, os meus queridos amigos lá de Cáceres, no Mato Grosso.
(1:39) Pedindo um abraço, pessoal que sempre incentiva e contribui com este canal. (1:45) Merece todo o abraço do mundo. Um beijo no coração de vocês aí do Ponto da Sorte Loterias de Cáceres, no Mato Grosso.
(1:56) Bem, meus queridos amigos, tela azul para a Microsoft. (2:02) É, aquela tela da morte. Lembram do Windows 98? Pois é, dava muito esse problema, né? (2:10) O Vista era pior, muito pior.
Isso aconteceu. Houve uma pane geral na Microsoft. (2:19) Muitas informações a esse respeito.
Parece que estamos sim vivendo dias bem estranhos ultimamente, não? (2:26) Claro, sempre devemos lembrar que de 2020 para cá é que as coisas realmente ficaram mais estranhas do que já estavam. (2:37) E a cada dia que passa, uma notícia tenta superar a outra. Agora, essa pane geral da Microsoft.
(2:45) Vejam só o que as agências, a EFE, está dizendo. (2:48) Uma atualização defeituosa da plataforma de segurança cibernética CrowdStrike é a origem da falha nos sistemas da Microsoft, (2:59) que afetou empresas em todo o mundo, desde aeroportos até o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido. (3:08) A empresa admitiu que uma falha numa atualização da sua plataforma CrowdStrike Falcon, um dos sistemas de proteção do Windows, (3:19) causou o caos e garante que já está trabalhando para solucionar o problema.
(3:25) Especialistas informaram que a última atualização do drive Falcon continha erros. (3:32) Imediatamente, travou o Azure, a plataforma de computação em nuvem criada pela Microsoft, (3:38) para construir, testar, implantar e gerenciar aplicativos e serviços usando sua infraestrutura global. (3:47) Isso causou o aparecimento de telas azuis ou telas mortais, (3:51) que mostraram para todo mundo que os sistemas haviam parado de funcionar e que os servidores precisavam ser reinicializados ou reiniciados.
(4:05) Então isso aí, esse é o problemão de hoje. (4:11) Esse apagão da Microsoft causou muito problema também em Israel. (4:16) Em Israel, o incidente afetou o funcionamento de bancos, hospitais, correios e linhas de comunicação com serviços de emergência, (4:24) informou o Canal de Televisão Nacional 12.
(4:29) A comunicação social especifica que o problema afeta os serviços médicos em todo o país (4:35) e que o Ministério de Saúde está trabalhando com serviços de apoio informático para resolver o problema. (4:41) Acho que o problema já foi resolvido. (4:43) É indicado que o tratamento dos pacientes nos hospitais afetados não foi alterado.
(4:58) A empresa de tecnologia informou que a causa subjacente do problema global foi resolvida (5:04) e vários aplicativos e serviços da Microsoft 365 recuperaram todas as suas funcionalidades. (5:12) O impacto residual continua a causar problemas em alguns aplicativos e serviços da Microsoft 365 (5:21) e os engenheiros da Microsoft 365 continuam tomando ações de mitigação adicionais para fornecer o devido suporte. (5:32) Continuamos vendo maior funcionalidade e disponibilidade para os cenários afetados restantes (5:38) e estamos monitorando isso de perto para resolver o problema.
(5:43) Estamos caminhando para a restauração total, disse então a empresa de tecnologia subjacente à Microsoft. (5:53) Só que suas ações caíram 20% após o erro informático global, de acordo com dados do mercado de ações. (6:06) O termo global aqui tem tudo a ver, não é? Pois é. (6:10) Vejam o caso da China, por exemplo, que fornece matéria-prima e os badulakes, bens manufaturados, (6:18) enfim, de computação e tudo mais, para todo o mundo.
(6:21) De repente, a China se tornou a fábrica do planeta. (6:26) Aí se pergunta, mas e se um dia a China resolver não enviar mais nada para ninguém? (6:33) Bem, faltará de um tudo. De computador a cotonete.
(6:38) No mundo todo, claro. Esse é o sistema global. (6:42) Bem, agora a Microsoft revela que muita gente está na mão do sistema global de informática, de nuvem e tudo mais.
(6:51) O que se falhar, claro, colocará tudo abaixo. (6:55) Abaixo no sentido de... Bem, como posso explicar? (6:59) Eu tenho uma historinha em relação a isso, eu já contei várias vezes aqui nesse canal. (7:05) Um certo dia eu morava em Cascavel, alô Parque Verde, um abraço para o pessoal do Parque Verde.
(7:11) Morava eu em Cascavel, a capital do Oeste Paranaense, no Parque Verde, próximo a um mercadinho. (7:19) Um mercado pequeno, mas muito ajeitadinho. (7:22) Aliás, acho que vou até fazendo uma propaganda gratuita.
(7:25) Mercado Mônaco, em Cascavel. Pois é. (7:28) Eu, de manhã, sem chimarrão louco para tomar umas cuias e mate, fui ao mercadinho. (7:35) Faltavam dez minutos para as oito da manhã.
(7:37) Cheguei lá, havia fila na frente do mercadinho. Nunca vi aquilo. (7:42) Pois é. Oito e dez, nada do mercado abrir.
O mercado abria às oito. (7:47) E aí, como todo mundo queria saber por que o mercadinho estava fechado. (7:52) É, porque tinha dado um problema na rede elétrica e eles estavam sem os computadores.
(7:58) E, portanto, caixa não poderia operar. E, portanto, eles não podiam abrir as portas. (8:03) Porque não tinham como registrar o produto na caixa registradora.
(8:09) É, aí eu perguntei ingenuamente, mas escuta, não tem como anotar no caderninho e depois registrar? (8:16) Não, porque isso vai direto para a contabilidade. (8:19) E aí seria muito difícil, complicado. (8:22) Pois é. O mundo está atado num fio de cabelo.
(8:28) Na questão da dependência energética, computacional, em relação aos bens de consumo, não é mesmo? (8:37) Se um deles falhar, falha tudo. (8:39) E aí voltamos para 2020, que grande teste foi feito durante o Covidão, né? (8:44) Pois é, quem quiser desligar o mundo, basta apertar um botão. (8:50) E existem hackers com coragem suficiente para tentar.
(8:55) Esse é o problema. (8:57) Estamos, de fato, numa era absolutamente tecnológica. (9:03) Mas ela está sustentada por um fiozinho de cabelo.
(9:08) Muito bem. (9:10) Não tenho como não voltar ao assunto Donald Trump. (9:15) A cada dia que passa, ficam mais evidentes as possibilidades de conspiração.
(9:22) Lembram? Ontem eu havia falado exatamente nisso. (9:27) Conspiração. (9:28) Hoje, Hal Turner fala nisso também.
(9:31) Ele lembra, por exemplo, que o diretor do FBI, o Sr. Chris Wray, informou aos senadores americanos (9:41) que o suposto atirador Thomas Crocs não apenas tinha um detonador remoto de explosivos (9:55) em um veículo estacionado nas proximidades, mas também estava usando comunicações criptografadas. (10:05) Certamente você já sabia disso. (10:07) Mas aí um comentário de Hal Turner.
(10:10) Como pode um garoto ter tantas habilidades técnicas para fazer uma bomba com um detonador remoto? (10:20) Ele parece mais um ativo de uma agência de inteligência que se enquadra num perfil do bode expiatório perfeito. (10:28) Prepara um rapaz para uma certa atividade. (10:32) Garante-lhe depois uma vida nababesca, fama, sucesso.
(10:38) Será glorificado. O rapaz acredita nisso. (10:42) Pede licença da sua empresa por um dia porque teria algo a fazer.
(10:46) Sim, o rapaz, o atirador, o suposto atirador, pediu licença por um dia, no dia em que estava lá no sábado, (10:55) no comício de Donald Trump, porque tinha algo a fazer. (11:00) O rapaz, certamente iludido de que se tornaria um herói, pensava voltar ao trabalho depois do ato realizado no sábado. (11:11) É ou não é um bode expiatório de grandes agências que trabalham no psicológico também? (11:19) Quem conhece o projeto MK Ultra entenderá.
Entendedores entenderão. (11:26) Mas, diz Hal Turner, não é ele quem está atirando com o rifle. (11:32) É apenas ele quem os outros querem culpar.
(11:38) E a equipe de limpeza quer que você acredite em tudo o que eles afirmam. (11:46) Porém, contudo, entretanto, existem muitos vídeos mostrando que há, sim, uma grande conspiração. (11:53) Inclusive um vídeo que levanta uma informação de questões sérias, como, por exemplo, (12:00) um sujeito que, de repente, apareceu assim que os tiros começaram, foi visto na caixa d'água próxima ao palco, (12:10) ou melhor, ao telhado onde estava o atirador, o Sr. Crocs.
(12:16) Diz Turner, parece-me, e há muitos outros, que se trata de uma conspiração criminosa bem planejada, (12:23) levada a cabo por entidades em posição de fornecer a arma, (12:26) fornecer o equipamento de comunicação encriptado, (12:32) fornecer os detonadores, (12:34) fornecer os explosivos, (12:37) fornecer o controle remoto do detonador, (12:40) e colocar também, fornecer também um rifle, (12:43) e mais ainda, uma escada para que o rapaz pudesse subir no telhado. (12:50) É muita coisa para um jovenzinho conseguir. (12:54) Vejam só, equipamentos de comunicação encriptado, detonadores, arma, escada, (13:02) arma é um rifle, não é? (13:04) De onde surgiu tudo isso? (13:06) É preciso uma logística, meus amigos, quem não enxerga, quem não vê isso? (13:13) É preciso, aliás, uma grande logística.
(13:16) Não é possível imaginar que o rapaz chegou lá carregando uma escada, (13:20) passando por todos os policiais que estavam no prédio. (13:23) Onde vai com essa escada? (13:25) Vou colocar ali no fundo para depois subir ao telhado e atirar no candidato à presidência. (13:31) Depois, a segunda entrada, o rapaz com um rifle, (13:35) carregando um rifle, atira colo, (13:38) e mais um detonador remoto.
(13:41) Pois é, tudo isso ele conseguiu sozinho, (13:43) e conseguiu levar tudo isso ao prédio, (13:46) sem que, bem, vocês sabem, houvesse interferência alguma. (13:54) Tá bom, me engana que eu gosto que não há conspiração nessa história. (14:00) Agora vejam só, mais um indício de grande conspiração.
(14:04) É de imaginar que no mercado de ações, (14:09) as empresas que têm, digamos assim, boa liquidez, (14:13) contas controladas, sejam sempre as preferenciais na mesa de apostas, não é mesmo? (14:21) Mas ainda, aquelas empresas cujos donos têm projeção sempre em ascendência, (14:27) também capitalizam muito. (14:31) Seria o caso, por exemplo, das empresas de Donald Trump crescerem demais (14:35) desde o último debate, não é não? (14:38) Porque, afinal, desde o último debate ficou mais do que evidente (14:43) que Donald Trump, em condições normais, será presidente dos Estados Unidos. (14:50) Então, era de supor que suas empresas também subissem loucamente.
(14:56) É, elas estão subindo, mas alguém, (14:59) sim, alguém antes de sábado, (15:04) vendeu muitas, mas muitas ações, (15:08) 8 milhões de ações das empresas de Trump, (15:12) prevendo uma grande queda, claro. (15:16) Ou melhor, apostou na queda. (15:20) Vejam só, essa informação está aqui no Twitter, publicada por Joshua Harmon.
(15:25) Ele diz o seguinte, (15:27) Esta é a evidência mais incriminatória que demonstra que a tentativa de assassinato (15:32) de Donald Trump neste fim de semana (15:36) foi um evento conhecido entre players poderosos, apostadores poderosos. (15:44) Tal como as companhias aéreas foram vendidas a descoberto antes do 11 de setembro, (15:53) presumivelmente por pessoas ligadas aos terroristas, (15:56) porque tinham informações privilegiadas, não é? (16:01) Alguém fez uma aposta massiva de 8 milhões de ações (16:06) de que Trump, a Trump média, cuja sigla é DJT, (16:11) enfrentaria um colapso inexplicável do fim de semana em diante. (16:20) Uau! (16:22) Para pessoas fora do mundo financeiro, isso não acontece, (16:27) sem vazamento de informações privilegiadas, não públicas, claro.
(16:32) Indo para o RNC, garantindo a nomeação de Donald Trump, (16:37) o partido republicano, (16:39) deveríamos ter visto a atividade oposta, (16:43) com apostas em aumento de ações a serem feitas. (16:47) Durante décadas, a prova mais clara do conhecimento prévio do 11 de setembro (16:53) foram as posições vendidas nas ações das companhias aéreas. (16:59) Mas isso foi explicado pelos terroristas, (17:02) que vazaram informações ou conhecimentos de antemão.
(17:08) Quem vazou o conhecimento do assassinato de Trump, (17:13) se foi um lobo solitário agindo sozinho? (17:16) Quem pode imaginar que aconteceria aquilo? (17:19) Afinal, foi um lobo solitário? (17:21) Ninguém é capaz de imaginar o que um lobo solitário está planejando, não é mesmo? (17:27) Quem vazou? (17:30) Ninguém, ainda que eu saiba, tem essa informação. (17:34) Mas, então, fica cada vez mais claro de que há, sim, uma grande conspiração. (17:39) Vender 8 milhões de ações, se não me engano foi na sexta-feira, (17:44) e também não temos os nomes, os players, (17:47) ou do player que vendeu tanta ação, não é? (17:51) Ou tem bola de cristal, ou conseguiu entrar na mente de Thomas Kroc, (17:57) ou então, ou então, não é? (18:03) Bem, vejam mais um indício de que, sim, (18:08) havia um certo desespero antes de sábado (18:12) entre os globalistas poderosíssimos, por exemplo.
(18:17) Todo mundo conhece o Sr. Yuval Noah Harari, (18:21) o guru, o mentor intelectual de Klaus Schwab, (18:25) o dono da escolinha do Fórum Econômico Mundial. (18:30) Bem, Harari, um dos mentores da agenda do Fórum Econômico Mundial, (18:35) diz o Slay News, (18:37) emitiu um alerta na semana passada, antes do atentado, (18:41) sobre a possibilidade muito provável de Trump ser eleito este ano. (18:47) Segundo Harari, permitir, vejam só, permitir, (18:51) permitir que Trump retorne à Casa Branca será um golpe mortal, (18:56) um golpe mortal na ordem global.
(19:01) Harari, que também é listado como um colaborador da agenda do Fórum Econômico Mundial, (19:07) emitiu o alerta durante uma entrevista recente. (19:10) A entrevista foi gravada antes da tentativa de assassinato de Trump no último fim de semana. (19:18) Pois é, o mentor de Klaus Schwab, então, já externava essa preocupação.
(19:24) Não dá para permitir que Trump vença. (19:28) Porque, ao que tudo indica na cabeça desses senhores, não é o povo que decide, não é? (19:33) Quem decide são outras esferas da vida pública, que não o público. (19:39) Então estava dado aí o alerta, ou melhor, o sinal.
(19:44) Ou nós cancelamos essa candidatura, ou então todo o nosso projeto de reino global, (19:53) um reino global ancorado, por exemplo, na indústria bélica, no aparato militar e empresarial, (20:02) ou então tudo isso vem abaixo porque o loirão, se voltar, (20:06) bem, ele fará com que percamos essa ideia, essa hegemonia, (20:14) ou essa ideia de um mundo unipolar. (20:17) Esse é o problema. (20:19) Então Trump realmente mexe com gente muito, mas muito poderosa.
(20:25) Daí porque é fácil ligar o seu atentado a uma grande conspiração, não é não? (20:30) Bem, ontem eu tinha dito que um aparato de segurança do Serviço Secreto (20:37) estava justamente no prédio onde se encontrava o atirador. (20:42) Só que ele estava no telhado e os poliça dentro do prédio. (20:47) Pois é. Hoje o FBI diz que não é isso não.
(20:52) Ou melhor, o Serviço Secreto desmentiu esse comunicado. (20:57) Essa matéria foi publicada no Independent Sentinel. (21:01) Um funcionário, o Serviço Secreto mudou a história da tentativa de assassinato de Donald Trump.
(21:08) Um funcionário do Serviço Secreto dos Estados Unidos (21:12) disse que uma equipe da SWAT, da polícia da Pensilvânia, (21:17) estava em outro prédio que não aquele cujo telhado foi usado no sábado (21:23) por Thomas Crocs para atirar no ex-presidente Donald Trump. (21:28) Bem, há um problema aqui, porque quem disse que aquele contingente da SWAT (21:34) estava no prédio onde se encontrava também o atirador (21:39) foi essa senhora, a chefe, a diretora do Serviço Secreto, a senhora Kimberly Cheatle. (21:47) Pois é, ela disse logo de cara, logo no começo, ela confirmou.
(21:52) Não, o pessoal da SWAT estava lá no prédio. (21:55) Pois é, eu só não os enviei para cima porque o telhado era muito inclinado, (22:02) é perigoso, vai que alguém cai de lá. (22:05) Isso foi dito pela chefe, pela diretora do Serviço Secreto.
(22:11) E agora o Serviço Secreto, um funcionário, outro funcionário subalterno, (22:17) diz que não, não, não, não é nada disso não, eles estavam em outro prédio. (22:20) Aí você vai acreditar em quem, né? (22:24) Bem, eu tenho mais algumas informações aqui bem interessantes, (22:29) mas como já estamos adiantados na hora, vou ficar aqui e vou terminar com um momento Biden. (22:35) Isso está no Infobox, de Alex Jones.
(22:38) Biden não conseguiu se lembrar do nome do secretário de Defesa, Lloyd Austin, (22:44) durante uma entrevista recente, referindo-se a Austin apenas como aquele homem negro. (22:51) Ele estava falando para uma rádio, a Rádio Black Entertainment Television, (22:56) no início da semana, e declarou. (22:59) Bem, é tudo sobre tratar pessoas com dignidade, por exemplo, (23:03) veja o calor que estou recebendo porque nomeei o... (23:09) nomeei o... um homem negro.
(23:12) É, para o posto de secretário de Defesa. (23:17) Muito bem, meus queridos amigos, assim tenho só mais uma notinha, olha só. (23:23) Para fechar, o senador, perdão, o deputado republicano Mike Waltz, (23:29) republicano da Flórida, disse o seguinte, (23:32) que descobriu-se agora que o atirador de Trump, Thomas Crooks, (23:37) tinha três contas criptografadas no exterior.
(23:43) O rapaz, começando a vida, já tem três contas criptografadas no exterior. (23:52) Interessante, não? Muito interessante. (23:56) Então, eu vou ficando por aqui, lembrando sempre que este fofo que vos fala, (24:01) pede para que você, que gosta deste canal, se possível, torne-se membro.
(24:07) A membresia é super baratinha, mas é o que nos ajuda a continuar aqui na plataforma, (24:12) por pelo menos mais algum tempinho. (24:14) E se você gostou deste vídeo, deixe o seu like. (24:18) Repito, um super abraço para as queridas meninas lá do Real Privé de Goiânia, (24:25) e um super abraço para o Ponto da Sorte Loterias de Cáceres, Mato Grosso.
(24:33) Até amanhã, se Deus quiser.
Professor Bellei
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quarta-feira, 24 de julho de 2024
Apagão da Microsoft é só a ponta do Iceberg
(0:04) Alô, bom dia! Estamos de volta neste domingo, neste explosivo domingo, 21 de julho de 2024, (0:13) sejam todos bem-vindos. Literalmente explosivo, e não sei nem por onde começar, muitas notícias (0:19) importantes hoje. Um pesadíssimo ataque de Israel ao Iêmen.
O Irã promete retalhar, (0:27) entrar numa grande operação militar contra Israel em resposta a esse ataque ao Iêmen. Bem, (0:34) Israel está atacando o Iêmen porque na sexta-feira foi atacado por um drone do Iêmen, (0:41) que voou mais de 2 mil quilômetros e atingiu a cidade de Tel Aviv. Outra notícia importante de (0:51) hoje, vazamento numa usina nuclear da Rússia.
Temos também o estranho caso de segurança (1:01) cibernética da Microsoft, que causou muito transtorno no mundo, inclusive a este pequeno (1:09) canal, mas parece ser apenas a ponta do iceberg. E temos também uma denúncia de que a União (1:20) Europeia está financiando o Irã para que o Irã destrua Israel e também a Arábia Saudita. (1:29) Claro que nessa denúncia devemos entender os globalistas da União Europeia.
(1:36) Bem, não sei nem por onde começar, como disse. Vou começar por um abraço importante para minha (1:42) querida amiga lá de Londrina, a Neda Limole, que faz aniversário hoje, é, a Neda Limole faz (1:50) aniversário neste domingo, dia 21, e pediu um abracito, um imenso abraço, querida amiga, (1:58) ótima recuperação para você, passou aí por uns perrengues difíceis, não é, um ano difícil, (2:05) mas está se recuperando, tenho certeza, e a partir de agora será tudo melhor. Um grande beijo no (2:13) coração, querida amiga, Deus te abençoe.
Eu tenho mais dois abraços para mandar, (2:18) mas deixarei para o final. Final do vídeo. Bem, vou começar, então, pelo estranho (2:26) acontecimento na defesa cibernética da Microsoft pela empresa CrowdStrike.
Anote esse nome aí, (2:36) CrowdStrike. Bem, uma das matérias de ontem, no Reino Unido, era a seguinte. Agora, os trens são (2:44) afetados pela paralisação da CrowdStrike, já que as máquinas de bilhetes e os scanners pararam (2:51) de funcionar nas estações de Londres, em um dos dias de viagens mais movimentados do ano.
Enquanto (2:58) as famílias fazem filas em Dover e 28 mil britânicos lutam para voar para casa, outros 45 (3:06) voos do Reino Unido foram cancelados. Ao todo, centenas de voos foram cancelados em aeroportos (3:13) britânicos no sábado devido à falha. Outra matéria, só estou lendo aqui as principais (3:20) manchetes.
Uma atualização desleixada de software feita pela gigante de segurança (3:26) cibernética dos Estados Unidos, CrowdStrike, tirou do ar PCs e servidores usados por (3:34) companhias aéreas, ferroviárias, bancos, emissoras e até mesmo instalações médicas ao (3:42) redor do mundo. Para qualquer um que tenha acompanhado a política dos Estados Unidos na (3:47) última década, o nome da empresa deve ser assustadoramente familiar. Quem deu essa notícia (3:54) aqui foi a Sputnik Brasil, que lembrou a estranhíssima ligação da empresa CrowdStrike com o (4:06) Partido Democrata.
E é aqui que as coisas parecem ir muito além de um simples problema de atualização (4:15) de software de segurança, mas muito além mesmo. Prestem atenção. Em 2016, haviam dois candidatos (4:27) democratas para representarem o partido nas eleições majoritárias.
O velho comunista Bernie (4:35) Sanders e a, como poderia dizer, aquela que anda de vassoura, como dizem por aí, voando de vassoura, (4:43) Hilária Clinton. Pois é. Bem, acontece o seguinte, o Partido Democrata, claro, estava dividido entre (4:51) comunistas e globalistas já naquela eleição, mas isso é coisa muito mais antiga, claro. Porém, (4:58) naquela eleição, os comunistas suspeitavam que Bernie Sanders estava sendo passado para trás, (5:06) que havia um esquema de fraude nas prévias daquele ano, para favorecer quem? Para favorecer (5:14) Hilária Clinton.
Então, espertamente, as vacas sagradas, o Partido Democrata, pediram ajuda (5:24) para essa empresa, a CrowdStrike, para ver se havia mesmo um problema. E a CrowdStrike fez, (5:32) então, uma grande investigação, aqui tudo entre aspas, e constatou que sim, que o Partido Democrata (5:40) tinha sido hackeado, ou a forma de eleição, ou de conferência de votos do partido nas prévias, (5:47) havia sido hackeado. E aí, prestem atenção por quem? Segundo a CrowdStrike, por um hacker russo.
(5:57) É, por um hacker russo, só que tem mais. Esse hacker estaria em conluio com Donald Trump. Em (6:05) 2016, portanto, a CrowdStrike diz o seguinte, os russos, em conluio com o candidato do Partido (6:14) Republicano, Donald Trump, estão fraudando as prévias do Partido Democrata.
Há uma estreita (6:23) ligação, portanto, entre Putin e Trump. Começou ali. Trump só assumiria em 2017.
Mas o seu (6:33) calvário para provar que não tinha nada a ver com os russos começou em 2016. Pois bem, (6:42) Trump foi fustigado, até mais ou menos final do seu mandato, por um procurador geral que queria (6:52) provar por A mais B que aquela denúncia da CrowdStrike em 2016 era verdadeira. Só que nada (7:01) foi provado.
Agora, o detalhe importante. Hoje sabe-se que quem de fato invadiu o sistema de (7:11) votação do Partido Democrata foi a própria empresa CrowdStrike. Acredite se quiser.
(7:22) E ela, portanto, estava sob orientação dos Clintons, da BlackRock, claro, e também da (7:31) Microsoft, que é praticamente uma sócia da poderosa CrowdStrike, que faz, aliás, (7:39) a segurança da Microsoft. Ela voltou a cena agora porque logo depois do atentado sobre Donald Trump (7:49) no sábado passado, a suspeita é que este apagão da Microsoft tenha sido para, digamos assim, (8:01) uma espécie de queima de arquivos cibernéticos que, escondidos em algum lugar por aí, (8:10) poderiam revelar os verdadeiros mandantes. Só que tem mais.
Tem gente dizendo que a empresa (8:18) está preparando aí, tudo foi uma espécie de ensaio, uma ante-sala, de um outro grande apagão, (8:27) muito maior, que viria um pouco mais adiante, ou que virá um pouco mais adiante, lá por novembro, (8:35) começo de novembro, se é que vocês me entendem, claro. Bem, um rápido resumo aqui do que disse o (8:45) presidente Sputnik Brasil. A CrowdStrike está nas manchetes globais e causando dores de cabeça (8:51) globais essa semana, depois que uma atualização lançada na sexta-feira de manhã afetou milhares (8:58) de máquinas corporativas que executavam produtos da Microsoft, com o infame erro da tela azul da (9:08) morte.
Embora a empresa já tenha lançado uma correção, espera-se que a atualização com (9:15) bugs cause bilhões de dólares e horas em perda de produtividade, e especialistas dizem que pode (9:24) levar semanas para que empresas e governos em todo o mundo recuperem-se totalmente dessa pane, (9:35) por assim dizer. Então vejam, se isso é só uma prévia, imaginem o que está para vir aí lá por (9:43) novembro, não é não? É justamente quando se realizará a eleição majoritária nos Estados (9:52) Unidos. Bem, outro assunto interessante em relação a essa empresa, diz o Sputnik, (9:59) é que a CrowdStrike também surgiu no infame telefonema de 2019 entre Trump e Zelensky, (10:10) com o então presidente dos Estados Unidos pedindo a Zelensky para nos fazer um favor e descobrir o (10:18) que aconteceu com o servidor da CrowdStrike que Trump disse estar na Ucrânia.
A equipe de Trump (10:26) estava convencida de que a CrowdStrike tinha plantado evidências no servidor do Partido (10:32) Democrata para incriminar a Rússia enquanto encobria os próprios esforços da Ucrânia (10:39) para enfraquecer o movimento Trump durante a corrida de 2016. Políticos, democratas e a (10:47) mídia anti-Trump rejeitaram as suspeitas do presidente como infundadas. Só que agora ela (10:58) volta à cena justamente ali, algum tempinho depois do atentado a Donald Trump.
Então, (11:06) recapitulando, a CrowdStrike estava num ataque profundo ou pelo menos protagonizando ou dando (11:13) razões para um ataque profundo a Donald Trump em termos políticos já em 2016. E a vida de Trump (11:23) seria um inferno depois que assumiu justamente por essa suspeita levantada pela CrowdStrike. (11:31) Bem, tem mais.
Aqui o The Burning Plataform diz o seguinte, é a nota da edição, ou melhor, (11:39) do editor. Parece que o Partido Democrata está mais determinado do que nunca a roubar as eleições (11:49) do POTUS de 2024. Pois afinal, sempre que a CrowdStrike está diretamente envolvida com a (11:58) maior paralisação de TI de todos os tempos, você sabe que algo muito grande está para acontecer.
(12:07) Como segue, por exemplo, confirmado que foi confirmado que o Partido Democrata pagou o (12:14) fundador russo da CrowdStrike para hackear seu servidor para que a culpa pudesse ser atribuída (12:21) à Rússia. Outra, a CrowdStrike é a empresa de segurança cibernética criada para hackear (12:33) pleitos. Mas não sou eu quem está dizendo isso, é a Plataforma Burning.
Hackear pleitos e muito (12:41) mais. Bem, a matéria é longa, mas já dá para ter uma ideia de onde vai chegar a matéria ou qual (12:49) será a conclusão. Eu deixo aí para você comentar.
Deixe o seu comentário aqui. Se tem algo a ver ou (12:57) não é tudo uma grande coincidência. Pois é. Como dizia o velho Stalin, a questão é quem conta, (13:06) não é quem vota, mas quem conta.
E hoje, com esse processo cibernético, por assim dizer, (13:15) comandando o espetáculo dos pleitos, quem está contando, de fato, tem muito a ver ou pelo menos (13:21) passa por essas grandes empresas como a então citada a CrowdStrike. Muito bem, outra situação (13:34) bastante explosiva. Israel, as mídias estão dizendo, lançou um fortíssimo ataque ao Iêmen.
(13:43) O que a mídia não está dizendo é que esse ataque é em resposta ao ataque sofrido justamente na (13:52) sexta-feira por um drone do Iêmen que atingiu a cidade de Tel Aviv, matando uma pessoa e deixando (14:00) oito feridos. Nota oficial das Forças de Defesa de Israel. Há pouco tempo, caças das Forças de (14:09) Defesa de Israel atingiram alvos militares do regime terrorista Houthi na área portuária de (14:17) Al-Hudayah, no Iêmen.
Isso em resposta às centenas de ataques realizados contra o Estado de Israel (14:26) nos últimos meses. Não há mudança nas diretrizes ofensivas da Home Front Command. No caso de uma (14:33) mudança nas diretrizes, atualizaremos o público de acordo com a necessidade.
Detalhes, portanto, (14:42) a seguir. O fato então foi esse. Caças e também agiões tanques para reabastecimento desses caças (14:51) saíram de Tel Aviv e foram para o Iêmen, atacar a costa do Iêmen, de onde os Houthis provavelmente (15:00) lançaram na sexta-feira um drone que voou mais de dois mil quilômetros para atingir Tel Aviv.
(15:10) Bem, certamente este drone não passou pelo território da Arábia Saudita. Ele pode ter (15:15) voado pelo Mar Vermelho. Seja como for, é muito estranho que as Forças de Defesa de Israel não (15:23) tenham interceptado o tal drone.
Ele simplesmente chegou a Tel Aviv e matou uma pessoa, como disse. (15:32) Bem, as Forças de Defesa de Israel atribuem falha humana que permitiu que o drone entrasse em (15:39) território israelense e atacasse uma cidade israelense. Como assim falha humana? Pois é, (15:46) mais uma? É, mais uma.
Bem, é claro que a pulga atrás da orelha continua picando, não é não? (15:53) Espera aí, por que Israel estaria deixando-se atacar? Seria para então dar uma resposta pesada? (16:02) Ter justificativa para uma resposta pesada? É possível que sim, mas aí teríamos que considerar (16:09) que existe dentro das Forças de Defesa de Israel alguém ou alguns militares muito ligados, (16:17) por exemplo, aos interesses europeus que querem ver o circo pegar fogo, segundo denúncia do (16:24) professor Rafi Zadeh. Querem ver o Oriente Médio em chamas. Bem, o ataque de ontem de Israel ao (16:32) Iêmen sim criou uma grande chama que, segundo Netanyahu, pode ser vista em todo o Oriente Médio.
(16:41) Foi um ataque muito pesado, atingiu uma refinaria, um depósito de combustíveis inclusive, o que faz (16:48) literalmente um grande estrago. Mas a questão aqui é um pouco figurativa, claro. Israel sim (16:56) diz que o Iêmen está pegando fogo, mas os europeus querem que todo o Oriente Médio pegue (17:02) fogo.
Daí porque pode-se imaginar que muita gente dentro da área militar de Israel está (17:09) deixando que certos ataques aconteçam para depois criar a retaliação. Em relação a isso, (17:16) claro, o Irã já deixou claro que sim, haverá uma resposta. Devemos acreditar porque o Irã (17:23) recentemente lançou mais de 100 mísseis sobre Israel.
Nenhum o atingiu profundamente, (17:29) deixando, claro, algum temor, mas poucos estragos. Só que é aquela história, água mole em pedra (17:37) dura, mais cedo ou mais tarde, o Irã de posse de mísseis com cabeça nuclear pode tentar novamente (17:44) um grande ataque. Parece, ao que tudo indica, é para isso que estamos caminhando.
Agora, (17:50) o interessante da denúncia do professor Rafizadeh é o seguinte. Rafizadeh, é na verdade Magid Rafizadeh, (17:58) que fugiu do Irã, ele é iraniano, fugiu do Irã logo depois da Revolução Islâmica e foi para (18:04) os Estados Unidos, onde é professor há muitos anos e é cidadão americano, mas lá dos Estados (18:11) Unidos ele vem denunciando o regime dos ayatollahs há muito tempo sem muita atenção, por assim dizer. (18:19) Bem, ontem ele fez este alerta no Gateston Instituto.
Ele disse (18:23) O financiamento contínuo do regime iraniano pela União Europeia é crucial para reforçar a capacidade (18:32) do Irã em atacar os seus vizinhos e tropas americanas na região, tanto diretamente quanto (18:39) por meio de seus representantes, o Hamas, o Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina e os Hutís do Iêmen. (18:48) E para acelerar o enriquecimento de Urânio para concluir seu programa de armas nucleares. (18:54) Outro ponto que destaca o professor Rafizadeh.
As ações do regime parecem fazer parte de uma (19:01) estratégia mais ampla que visa aniquilar não apenas Israel, mas também a Arábia Saudita, (19:08) que é, como todo mundo sabe, rica em petróleo e também os Emirados Árabes. (19:14) Seria uma espécie de reedição das duas invasões do Iraque, só que agora, (19:21) por conta da União Europeia, dos globalistas da União Europeia, que querem ver o Oriente Médio (19:27) simplesmente virar um grande barril de pólvoras e depois, como está ali perto, tomar conta do (19:35) pedaço novamente com protetorados em toda a região, principalmente a que tem riqueza em gás, (19:42) minérios e petróleo? É uma pergunta que faz o professor Rafizadeh. Ele diz também o seguinte, (19:50) embora a União Europeia adore se retratar como pioneira em direitos humanos, (19:57) muitas vezes dando lições ao mundo sobre esses valores de segurança global, suas ações são todas (20:06) mercenárias e o tempo todo e contam apenas uma história muito diferente quando na prática é. (20:14) Quando na prática parece que os globalistas da União Europeia não estão bem aí para os direitos (20:21) humanos.
Bem, aqui outra notícia explosiva deste domingo. Essa foi publicada por Hal Turner, (20:30) que tem grandes contatos na Rússia. Ele diz que chegaram a ele relatórios alegando que houve um (20:38) vazamento na usina nuclear de Rostov na Rússia, resultando num enorme vazamento de radiação.
Ele (20:46) disse, relatórios que circulam também no Telegram afirmam que isótopos radiativos foram liberados na (20:54) atmosfera pela usina nuclear Rostov. A nuvem radioativa está se movendo para o interior da (21:03) Rússia, em direção a Saratov. O fundo radioativo em Rostov já é superior a 75 vezes mais do que o (21:12) normal.
Sergei Volin, que afirma ser analista aposentado da CIA, disse em seu canal do Telegram (21:21) o seguinte, a radiação difume em Rostov, segundo as invenções da Rossatom, é normal. Porém, (21:29) a realidade é outra. A radiação já excedeu a norma de 75 vezes.
Já Andrei Kovalenko, chefe do (21:39) Centro de Combate à Desinformação da Ucrânia, também afirmou que houve um incidente letal (21:46) na usina nuclear. Ele disse, acidente de radiação na central nuclear de Rostov. A nuvem de radiação (21:55) está se movendo profundamente na Federação Russa.
Isso também é uma consequência da operação (22:01) militar especial da Ucrânia. Halterner lembra que a agência russa para energia nuclear negou (22:11) veementemente essas alegações e disse que as unidades da central estão funcionando normalmente (22:16) e que a radiação de fundo está em níveis naturais. É claro que, bem, a agência russa para energia (22:25) nuclear não diria que há um profundo vazamento nesse momento, evidentemente, sem antes evacuar (22:33) a região e cidade.
Claro que nunca é demais lembrar o que aconteceu em Chernobyl. Apesar da (22:43) negativa da agência russa de energia nuclear, funcionários da usina tiveram que desligar uma (22:49) unidade de emergência devido a uma falha no equipamento e, coincidentemente, houve grandes (23:00) cortes de energia no sul da Rússia e na Crimeia. E fontes no Telegram atribuem ao alegado acidente (23:08) na fábrica de Rostov, diz Halterner.
Sendo as fontes essa informação, um homem da CIA em um (23:16) centro de desinformação ucraniana, é sensato tratar esse relatório com muita prudência, lembra (23:24) também Halterner. Porém, contudo, entretanto, como estamos não só num domingo explosivo, mas numa (23:33) década muito explosiva, fica aqui também então a dúvida. Será? Bem, por enquanto é isso.
Para (23:45) lembrar aos queridos amigos, ontem então eu tive problemas, eu trabalho com alguns softwares aqui (23:51) como o Premiere da Adobe, o Photoshop e nenhum deles abria. E também para a renderização do som, (24:00) a gravação do som propriamente, eu uso o OBS. O OBS estava totalmente desconfigurado, (24:07) levei muito tempo para configurá-lo e muito tempo para poder trabalhar com os programas de (24:13) edição da Adobe.
Descobri no final do dia que havia, precisava fazer uma atualização no Intel, (24:23) porque só assim então eu conseguiria abrir os programas da Adobe. Mas aí o domingo já tinha, (24:28) perdão, o sábado já tinha passado e claro, perdi um dia de trabalho e peço desculpa aos queridos (24:35) amigos. Tem a ver com a queda na segurança da Microsoft? Bem, não sabemos, mas, enfim, (24:48) fica aqui a suspeita também, não é não? Bem, então, como disse, mais dois abracitos.
Quero (24:55) mandar um abraço para a Isa Rivabem, que também é membro do canal e pediu um abracito e agradeceu (25:03) pelo meu trabalho. Eu é que te agradeço Isa, um beijo no coração. Deus te abençoe.
Isa Rivabem. (25:11) E quero mandar também um imenso abraço para o Aritek. O Aritek nos acompanha já há 4 anos, (25:19) está aqui nesse canal também conosco há 4 anos e fez um resumo de 12 interessantíssimos pontos (25:26) do que aconteceu no atentado a Donald Trump.
Eu lerei esse resumo excelente do Ari no próximo (25:34) vídeo. E um super abraço a você que está aí conosco também neste domingo. Um beijo no coração, (25:41) um abençoado domingo e se você gostou desse vídeo, deixe seu like e compartilhe os nossos (25:48) conteúdos.
Assim o nosso conteúdo chega a mais pessoas e a gente continua sobrevivendo por mais (25:55) de algum tempinho aqui no canal. Eu volto amanhã, se não houver outro apagão. Se Deus quiser.
Até lá.
Professor Bellei
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