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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Da falta de homens de verdade no movimento monarquista

1) A história oficial brasileira retrata o Grande D. João VI como um covarde comedor de franguinhos. Mas a grande desgraça veio de um príncipe português que comia pererecas sistematicamente. Ele nos separou da missão de servir a Cristo em terras distantes, sob a alegação de que éramos colônia de Portugal.

2) Talvez o comportamento sexista de muitos homens do Brasil tenha profunda relação com o comportamento do então príncipe-regente. A maior prova disso é que os homens feministas não passam de idiotas úteis, cuja mente é colonizada pelas empoderadas que vivem a imitar o comportamento de Mariane sistematicamente.

3.1) É por isso que o movimento monarquista não resistiu às ordens do MBL: falta homem de verdade.

3.2) Eis a prova cabal de que o verdadeiro modelo masculino a ser imitado não é o de D. Pedro, mas o de D. Afonso Henriques, que foi vassalo de Cristo de modo a servir a Ele em terras distantes. Ele se tornou o senhor dos senhores sendo o servo dos servos do verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.

3.3) O dia em que o modelo de herói for mudado, aí essa fraqueza espiritual acaba.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2019.

Na Polônia, alguns sacerdotes estão dando uma de Edir Macedo, gerando uma tremenda crise na Igreja local

1) Estou traduzindo meus artigos para o polonês para a minha amiga Wera, de Słupsk, Polônia.

2) Ao ler meus artigos, ela me agradeceu por conta de não deixar que ela se esquecesse de Deus. Ela me contou que a Igreja na Polônia está mais preocupada com o dinheiro do que com as almas. É como se a Igreja Católica de lá tivesse virado uma Igreja Universal do Reino de Deus, uma seita herética que vive mercantilizando a fé.

3) Eu já havia tomado conhecimento do problema num artigo que li num blog. Não me lembro se foi numa das postagens do meu colega Bruno Braga - de qualquer maneira, estou a par desse problema.

4) Vou introduzir na Polônia as idéias do Olavo, na medida do possível. Esses falsos pastores precisam ser expulsos, pois na Polônia Cristo é Rei e não vou deixar que Ele seja destronado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2019.

Memórias da macumba que meu pai fazia

1) Quando criança, meu pai tinha o costume de misturar leite em pó, açúcar refinado e leite, de modo a fazer uma papa. Essa papa era muito gostosa. Meu pai chamava essa mistura de "macumba". Talvez não seja o melhor nome para essa invencionice, mas, na falta de um nome melhor, vou chamá-la desse jeito.

2) Se morasse sozinho e se quisesse uma besteirinha para comer, eu certamente iria fazer "macumba" para me deleitar e passar o tempo, sempre que não houver nada pra fazer.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2019.

Notas sobre o liberalismo e o ateísmo militante como antessalas do comunismo.

1) O povo sem Deus não crê em nada.- não tem esperança, mas faz macumba na encruzilhada. Eis o gado do G.A.D.U, que marcha para Jesus como se fosse uma idéia, nos moldes do molusco.

2) Eles são os verdadeiros sem-terra - eles são os sem terra prometida porque escolheram de maneira conveniente e dissociada da verdade não crer nas promessas de Cristo, pois pensaram que Ele fosse um delírio. Eis o verdadeiro MST, pois faz do ateísmo uma militância.

3) A verdadeira terra sem lei é a terra onde a devida adoração a Deus é negada ou mesmo proibida. Liberdade sem verdade é servir ordem pela ordem, a ponto de confundir a liberdade com o arbítrio, como se não houvesse uma fronteira clara entre o bem e o mal.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2019.

 

terça-feira, 16 de julho de 2019

O que aconteceria se as faculdades de Direito tivessem professores como eu?

1) Hoje me disseram que, se as faculdades de Direito tivessem professores como eu, alunos como um amigo meu teriam sofrido menos.

2) Se todos os meus alunos fossem como esse meu amigo, as universidades estariam livres do comunismo faz tempo e estaria dando aulas pra vocês com muito prazer. Mas não me coloquem para dar aula numa sala de aula tradicional - eu prefiro que me coloquem para dar aula num EAD, por escrito, bem ao estilo do antigo Instituto Universal Brasileiro. Se não fosse a rede, eu daria aula por correspondência, pois na escrita eu me garanto, uma vez que falando eu não sou tão efetivo quanto sou escrevendo.

3) O mais importante é que vocês leiam o que tenho a dizer, pois todo dia em que escrevo é uma aula única, tal como são as aulas do COF do professor Olavo.

4) Um dia, alguma universidade vai me chamar para dar aulas. A única coisa que eu quero é fazer as coisas do jeito que faço, pois isso me deixa feliz. Será um prazer atender a todos os interessados.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2019.

Do abrasileiramento como um sistema de emulação

1) Se a emulação é um sistema fechado, fundado no homem, pelo homem e para o homem, então a tendência é que o homem, enquanto animal que erra, tenda a se tornar o animal que mente a cada geração.

2) Quando o Brasil foi alijado da missão de servir a Cristo em terras distantes, em 1822, no lugar dela foi criado todo um sistema político pautado na mentirosa alegação de que o Brasil foi colônia de Portugal, de que foi explorado. Tudo o que remontava a Portugal e a Cristo foi desligado e desmontado.

3) A maior prova desse desligamento está no fato de que os personagens da nossa literatura vivem no mais puro autoengano, pois se o paradigma do país, o homem médio, é o animal que mente, então a emulação está tão avançada que, para desmontá-la, será preciso que se ensine a História de Portugal como ponto de partida para se compreender o que realmente somos. Cristo é a razão de ser das coisas - por isso, precisamos entender o que fomos para destransformar o que nos tornamos: um verdadeiro horror metafísico.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2019.

Mais notas sobre imitação e emulação

1) A conformidade com o Todo que vem de Deus é essencialmente imitação do verdadeiro Deus e verdadeiro Homem em tudo o que fez e viveu, levando-se em conta o que ele faria se ele vivesse uma circunstância de vida mais ou menos parecida com a minha vida, na minha circunstância particular, o que pediria um profundo exercício imaginativo da minha parte, contanto que eu não perca a amizade d'Ele por conta do pecado.

2) A imitação é um sistema aberto porque os cristãos ao longo dos tempos e dos lugares viveram diferentes tipos de circunstância, a ponto de provar o sabor de diferentes coisas e ficar com o que é conveniente e sensato. Por isso mesmo que as coisas vão se revelando com o passar com o tempo, uma vez que a verdade é a filha do tempo, a ponto de renovar todas as coisas.

3.1) A emulação tem profunda relação com o mecanicismo. Quem é rico no amor de si até o desprezo de Deus tende a programar as coisas de modo que todos busquem a liberdade sem a verdade, a ponto de se tornar uma norma social obrigatória.

3.2) A ausência da verdade como fundamento da liberdade leva à gnose, ao fechamento da alma para a amizade com Deus. Quando isso atinge a sociedade sistematicamente, isso vira ideologia, a ponto de tudo estar no Estado e nada estar fora dele ou contra ele.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2019.